Rudá, que delícia esse Cristo, hein? Sunga faz sucesso. Do UOL

Posted in Uncategorized with tags , , , , , , , on 26 de maio de 2015 by Marli Gonçalves

Atleta do polo lança sunga com Cristo no bumbum e diz: ‘faz sucesso’

Daniel Brito e Fábio Aleixo
FONTE – Do UOL, em Brasília e São Paulo

  • Reprodução Instagram

O jogador da seleção brasileira de polo aquático Rudá Franco, 25, postou em seu perfil no Instagram uma foto de uma sunga personalizada para utilizar nos treinamentos. A foto inusitada mostra ele e seu companheiro de equipe, Adrià Delgado, de costas, com os detalhes do design no bumbum.

Ela é predominantemente amarela, com destaque para o nome “Brasil” de borda verde com um fundo branco, o número da touca que utilizam quando defendem a seleção brasileira, os nomes dos perfis de cada um no Instagram e, o mais marcante, a imagem do Cristo Redentor de braços abertos ao centro, como se estivesse separando as duas nádegas.

“A gente pediu para uma fabricante de sungas lá do Peru para fazer para gente. Está fazendo sucesso, estamos pensando em colocar para vender”, contou Rudá ao UOL Esporte.

Adrià, que é espanhol, mas filho de brasileiros, pediu dois exemplares. Em uma delas, há a bandeira do Espanyol, equipe de futebol da Catalunha, do qual é torcedor.

O design foi feito, contou Rudá, pelo pessoal da fábrica peruana. “Havia outras opções de desenhos, a cor amarela é marcante, muito legal. Só o Cristo que ficou ali centralizado, foi a primeira coisa que falei quando peguei a sunga”, disse o atleta, que defendeu o Sesi no Troféu Brasil de polo, vice-campeão nacional.

“Não vamos usar nos treinos da seleção brasileira em competições oficiais da Fina ou tipo o Pan de Toronto”, explicou, citando a Federação Internacional de Natação, que rege o polo aquático internacional.

Em campeonatos oficiais, todos os jogadores da seleção têm que vestir o material do fornecedor oficial da CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos), que, no caso do polo, é a Speedo.

A CBDA já avisou que a sunga que a seleção usará não terá tantos decalques como a de Adrià e Rudá. Terá apenas uma cor e o nome “Brasil” em destaque.

Mas outros países já ousaram nas sungas de atletas. Nos Jogos Asiáticos de 2010, A seleção de Cingapura, por exemplo, foi motivo de chacota por utilizar os símbolos da bandeira nacional, como a lua crescente e as estrelas na parte da frente da sunga. As autoridades do país criticaram o design, citando-o como “inapropriado” e pediram que houvesse respeito à bandeira nacional.

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Nosso Sponholz sempre explode uma dinamite com suas charges. Essa é meio “homem-legenda”

Posted in Uncategorized with tags , , , , , , on 25 de maio de 2015 by Marli Gonçalves

Placas, faixas, adesivos, recados. Você pode seguir.

Posted in Uncategorized with tags , , , on 24 de maio de 2015 by Marli Gonçalves

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24 de maio. Dia de Santa Sara Kali. Uma oração por ela. Por nós. E música.

Posted in Uncategorized with tags , , , on 24 de maio de 2015 by Marli Gonçalves

Vejam que interessante. Patrick, o robô, diz se está doendo exame de toque feito por médicos em treinamento. Do UOL

Posted in Uncategorized with tags , , , , , , on 22 de maio de 2015 by Marli Gonçalves

medical_36Boneco ajuda médicos a treinar exame de toque (e diz se está doendo)

FONTE: Eduardo Schiavoni
Do UOL, em Americana (SP)
  • O boneco Patrick ajuda futuros médicos a aprender a fazer exame de toque e dá o retorno para o médico falando sobre seus medos e doresO boneco Patrick ajuda futuros médicos a aprender a fazer exame de toque e dá o retorno para o médico falando sobre seus medos e dores

Um novo boneco, inventado nos Estados Unidos, está ensinando futuros médicos a fazer exame de toque na prática. Chamado de Patrick, o manequim pode ser utilizado para que as aulas sejam mais realistas, sem precisar usar pacientes. O exame é indicado para o diagnóstico de câncer de próstata.

Entre os diferenciais do boneco Patrick está a fala: ele é capaz de conversar com o aluno, demonstrando suas emoções, dores e reagindo a eventuais falhas no exame. As universidades de Drexel e da Flórida, ambas nos Estados Unidos, já começaram a utilizar o manequim e, se forem bem-sucedidas, o boneco pode se tornar obrigatório na formação de médicos em universidades norte-americanas. Ele pode ser programado para avaliar aspectos como a intensidade do toque e informar se o profissional foi muito invasivo ou agressivo.

Patrick foi desenvolvido simulando um homem de costas, em posição para receber o exame de toque. Ele é equipado com um software que permite que ele fale com o estudante de medicina, oferecendo um feedback em tempo real sobre o exame. “Este paciente humano virtual pode conversar com o aluno, expressa medos e preocupações sobre o exame de próstata e apresenta um encontro realista com o paciente”, afirmou Benjamin Lok, responsável pela implantação do projeto, ao ser questionado sobre o boneco durante um congresso nos Estados Unidos.

De acordo com o professor Antônio Pazin Filho, que coordena um laboratório na USP (Universidade de São Paulo) em Ribeirão Preto onde os estudantes avaliam manequins programados para simular uma série de problemas médicos, entre eles de próstata, o uso de simuladores de alta tecnologia representa o futuro da medicina.

“Muitas turmas de medicina têm 60, 80 alunos. Esses estudantes precisam saber como atender as mais diversas ocorrências antes de deixarem a faculdade. O exame de próstata, por exemplo, é altamente invasivo, não tenho como repetir o toque com todos na turma. E os pacientes que chegam com esse problema para os residentes não são suficientes para que todos tenham chance de diagnosticar. Por isso a simulação é essencial”, conta.

Lok ressalta que, com o boneco, a qualidade do procedimento realizado pelos estudantes pode ser medida. “Como é que um estudante de medicina pode saber se está fazendo um bom exame de próstata? Atualmente é impossível para o educador para medir o desempenho. Esta simulação fornece desempenho, feedback e uma oportunidade para aprender sem a mesma ansiedade que um exame em paciente real”, disse.

Humanização

Além de capacitar tecnicamente os futuros médicos, Patrick também é usado pelos professores para preparar emocionalmente os alunos. “A utilização dos manequins permite observar o aluno em uma situação muito similar ao que se encontra nos centros médicos. E a reação dos alunos pode ser observada, e eventualmente corrigida, de forma que ele chegue mais preparado para atender seus pacientes reais, quando terminar a faculdade”, informa Panzin.

Ainda segundo Pazin, a utilização de simuladores permite uma aprendizagem aos futuros profissionais da saúde, melhorando a técnica nos atendimentos a pacientes reais. “Nas aulas com giz e saliva, o índice de aprendizado e retenção raramente supera os 10%. Em procedimentos de simulação, esse percentual chega a 80%”, salienta.

Brasil

Embora o Brasil também conte universidades que utilizam manequins para simular o atendimento, nenhuma delas possui, até o momento, um simulador como Patrick. A Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto, entretanto, inaugurou, em abril, um laboratório exclusivo onde os estudantes podem treinar com manequins, inclusive há um boneco para simular o exame de próstata como faz Patrick, mas ele não fala.

A sextanista do curso de medicina Camila Longo, 25, já realizou procedimentos envolvendo diagnóstico do câncer de próstata na USP de Ribeirão e acredita que, graças ao treinamento no manequim, está mais preparada para os pacientes da vida real. “Um atendimento bem feito pode ser o diferencial na vida das pessoas, e hoje me sinto mais preparada para atuar de forma rápida do que antes de fazer as simulações. Treinar com os manequins dá mais segurança e confiança”, afirma.

ARTIGO – Medo. Por Marli Gonçalves

Posted in Uncategorized with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 22 de maio de 2015 by Marli Gonçalves

medoA voz de pato, a cara borrada, cada vez mais medo, até para falar de assuntos banais agora há medo, presente, todo dia, toda hora. Qualquer lugar, raça, credo, condição social. Repare. Vivemos aterrorizados e não estou falando exatamente de fobias, dos medões, daqueles que só tratamento psicológico resolve. Trato do nosso dia a dia vivendo num país esquisito, de onde brotam vingadores, odiadores, e onde cruzamos no presente com gente sem passado e sem futuro

Devo mesmo ter morrido em alguma vida passada por golpe de arma branca. Veja só. Sou até capaz de brincar com uma arma de fogo, achá-las bonitas, revólveres, pistolas, fuzis. Manuseá-las sem problemas; com elas convivi desde criança. Mas só de ouvir falar em faca, minha espinha dorsal fica diferente – não sei bem como descrever, mas você já deve ter sentido isso – como se um líquido corresse em direção anormal por alguns segundos. Mais do que o frio na espinha. Sempre foi assim. Cheguei a pensar em fazer esgrima pra ver se ajudava, me livrava desse temor, para você ter uma ideia. Desisti.

Com isso posso declarar que estou absolutamente aterrorizada com o que está acontecendo no Rio de Janeiro e que peço a Deus seja estancada essa “tendência”, que não se espalhe como costumeiramente modas cariocas acontecem. Só esse ano, li em algum lugar, 167 pessoas foram esfaqueadas por lá, em assaltos e desinteligências, palavra de que gosto porque é objetiva no descrever da violência descontrolada.

medo...Mas se fosse “só” isso! Alguém está se dando conta que o medo invadiu de tal forma nossas vidas que está modificando a nossa própria história? O medo, gente, paralisa. O medo atrasa. O medo tira nossa criatividade e espontaneidade. O medo nos torna piores. Muito piores. Arredios. O medo mata. O medo cria, nos hábitos, uma série de círculos viciosos infinitos, infinitos até que chegue o finito, e quando ela chegue, a morte. Espero que “do outro lado” não existam medos.

A crise está nas nossas portas, o medo do desemprego, de precisar de recursos que não há. Não sair porque não pode gastar, mas também por medo de perder o pouco que tem. Viver tenso, de medo de ficar doente e sem condições de tratamento. O medo da violência geral grassando onde não há educação, saúde, estrutura nem infra, nem social, nem ética. Medo da própria família, do abuso da criança, da briga, do ciúme, da traição, da vingança. Do dizer e ser perseguido. Do não dizer e morrer calado, aos poucos.

Medo da facada pelas costas. Mesmo que sem faca, e sem sangue. Muitos de nós já a experimentaram e é terrível, porque nos mostra vulneráveis, porque nos derruba.

Ora, se a criança na escola é estuprada por outras crianças, se o asilo pobre, quase desgraçado, faz um bazar para pedir piedade pelo amor de Deus, e logo depois é assaltado, se quem devia proteger bate e arrebenta, como não ter medo? Do que não ter medo?

Só se for da chuva, do amor, de amar, da borboleta, do compromisso. Dos espíritos das pessoas boas que partiram e que sabemos que deles só podem vir coisas boas e proteção. Até as baratas, aranhas e outros bichos a gente pode dominar.

Mas não podemos dominar os homens, os governos, o poder. Ultimamente, não dá para perder o medo do escuro, de avião, de falar em público, da ameaça de dar uma entrevista para a tevê. Não dá pra deixar de temer o hospital, as agulhas, as facas dos cirurgiões, os ferrões dos pernilongos. Nem a solidão ou seu contrário, as multidões.medicine11

Uma simples faca pode zunir e furar, ameaçar, matar. Acabar de vez com o medo de alguém.

São Paulo, 2015

Marli Gonçalves é jornalista – – Espera jamais ter medo de escrever, nem de voar, principalmente na imaginação. Até para poder se esconder do medo no medo, mas no medo dos montes de areia que viram dunas, e que também se chamam medo.

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Abrace. Abrace muito. É uma delícia. E hoje é o Dia do Abraço. Um abraço para vocês todos, com amor

Posted in Uncategorized with tags , , , on 22 de maio de 2015 by Marli Gonçalves

O Dia do Abraço é comemorado todos os anos no dia 22 de maio.

 

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