Atenção, jornalistas. Audiência pública sobre feridos em manifestações. Nota Abraji chama para amanhã, 28

Posted in Uncategorized on 27 de setembro de 2016 by Marli Gonçalves

policecar4Ministério Público de São Paulo vai ouvir jornalistas agredidos pela PM em protestos

A Promotoria de Justiça de Direitos Humanos da capital paulista realiza nesta quarta-feira (28.set.2016), a partir de 14h30, audiência pública sobre violência policial contra a imprensa durante manifestações. A audiência tem o objetivo de coletar depoimentos de profissionais da imprensa que tenham sido vítimas de violação de direitos humanos ou cerceamento do exercício profissional por atos de violência praticados por agentes do Estado em protestos no Estado de São Paulo nos últimos 5 anos.

Leia aqui o edital da audiência pública.

Os depoimentos serão destinados à produção de prova para instrução de inquérito civil, instaurado em 7 de julho de 2016, que tem como objeto a tutela do direito constitucional à informação.

Leia aqui a portaria de instauração do inquérito civil.

A audiência pública será mediada pelos promotores de Justiça Eduardo Ferreira Valério e Beatriz Helena Budin Fonseca. Para prestar depoimento, será necessária inscrição no dia da audiência pública, não sendo necessária a inscrição para participação como ouvinte. Apenas serão colhidos depoimentos dos profissionais de imprensa, com ou sem registro profissional. A audiência pública será aberta para a cobertura da imprensa e será registrada em áudio e vídeo e em ata que será amplamente divulgada pelo Ministério Público de São Paulo.

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP) é parceiro desta iniciativa e pretende fazer da atividade um momento marcante na luta contra a violência policial que atinge as manifestações populares, e particularmente os jornalistas. Para o SJSP, as agressões da Polícia Militar dirigidas contra profissionais da imprensa visam a impedir o registro formal da atuação policial contra as legítimas manifestações públicas e, além do desrespeito aos direitos humanos, atinge também a liberdade de imprensa e de informação.

A Abraji participará da audiência pública e apresentará formalmente os dados do levantamento que realiza desde junho de 2013 sobre violações a jornalistas durante protestos. Até o dia 26 de setembro de 2016 havia 299 casos registrados. A planilha com todas as informações está disponível para download. 

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Agora compram todos os jornais? Veja nota oficial da Abraji

Posted in Uncategorized on 27 de setembro de 2016 by Marli Gonçalves

gifjornaleiroGrupo recolhe jornais para esconder notícia sobre candidato a vereador em São Gonçalo NOS JORNAIS

Os jornais O Fluminense e Extra praticamente não circularam nas cidades de São Gonçalo e Niterói nesta terça-feira (24.set.2016) depois que cerca de 30 homens forçaram a venda de todos os exemplares antes da distribuição.

O grupo entrou num galpão em Niterói onde os jornais são divididos entre os diferentes distribuidores para ser levados às bancas. Os funcionários foram constrangidos a vender as edições antes de sair com os veículos. No caso do Extra, apenas o suplemento da região de São Gonçalo foi levado (embora não possa ser vendido separadamente).

Tudo indica que a motivação do grupo era esconder a notícia de capa: o Ministério Público Federal denunciou o candidato a vereador conhecido como Eduardo Gordo por desvio de recursos. O político do PMDB já foi presidente da Câmara Municipal e é acusado fraudar a Saúde e embolsar R$ 57 mil reais.

A Abraji repudia a atitude do grupo. Recolher o jornal não muda os fatos e constitui crime contra a liberdade de imprensa. A população de São Gonçalo tem o direito de conhecer seus candidatos, e pode ler aqui a reportagem do Extra sobre a denúncia contra Eduardo Gordo. As autoridades do Rio de Janeiro devem trabalhar para identificar os responsáveis pela ação.

Diretoria da Abraji, 27.set.2016SÓ LIMPANDO COM JORNAL, MESMO!

Viva Cosme e Damião! 27 de setembro

Posted in Uncategorized on 27 de setembro de 2016 by Marli Gonçalves

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Lula dá entrevista sobre as prisões. Sponholz registrou

Posted in Uncategorized on 26 de setembro de 2016 by Marli Gonçalves

ARTIGO – Babel brasileira. Por Marli Gonçalves

Posted in Uncategorized with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 25 de setembro de 2016 by Marli Gonçalves

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As palavras, ah, as palavras, as palavras. Elas vêm e vão igual à moda e às ondas do mar. Algumas vivem só por estações ou temporadas, depois ficam esquecidas num canto até que alguém lembre de ir buscá-las para convencer um outro alguém de seus significados

Espero que a palavra gestão, por exemplo, se salve desse destino triste após as eleições. Nunca tinha sido tão usada, e é na verdade tão necessária em seu sentido pleno. Vou torcer para que – depois de ser entendida – encontre outras, como organização, e em causa própria citarei mais uma que anda toda ralada por aí, se prostituindo por pouco: comunicação. A imprensa nacional em crise de identidade, cambaleante, bebendo muito, e em fontes estranhas, perdida atrás de seus leitores e telespectadores.

Penso se as redes sociais não são essa enorme centrífuga de pensamento que domina neste momento, tinhoso, ranheta e rabugento, mas que deu voz a todos, e como em Babel, vozes que não se entendem entre si.

a3vp5O problema é que elas já ecoam na Torre completamente embaralhadas, porque nunca vi tanta incompetência em gerir a comunicação como a que está demonstrando esse governo. Eles, primeiramente, fora…, como já de brincadeira se diz e a coisa pegou, nem combinam nada entre si, e saem por aí atirando medidas fortes para o alto, e logo elas caem e se despedaçam sem qualquer sentido.

12 horas de trabalho /dia. Desobrigação de aulas de Educação Física e Artes no ensino médio, e obrigatoriedade apenas de Inglês (!), Português e Matemática. Cortes em programas sociais. Tesouradas agressivas na Previdência, na aposentadoria. Mordidas nos orçamentos de Saúde e Educação. Cada dia um solavanco e uma correria para explicar o inexplicável, negar, dizer que não é bem assim, que tudo ainda está em estudos. E a melhor: que a sociedade ainda vai ser consultada a respeito desses vários temas.

Acho linda essa parte. Quando falam na “sociedade civil”, então, até me arrepio e eriçam-se os pelinhos. Lembra imediatamente a outra horripilante palavra, empoderamento. Há novas rodando alta quilometragem, como coletivo, situação de… (rua, etc.), vai lembrando de outras e me manda – vou começar uma coleção.

Mas voltando à vaca fria, o governo, um diz uma coisa, o outro faz outra. Um explica de um lado, o outro confunde de outro. E, como tudo que é assim, nada acontece, fica parado. E se anda, dançam melhor o bate-cabeça do que muitos metaleiros, os do rock pesado.

Escrevam: nessa toada não vai dar certo. Continuamos em suspensão mesmo depois de meses desse doloroso processo de impedimento e troca de comando. Como se uma espada pairasse todos os dias sobre a cabeça dos escolhidos, alguns muito mal escolhidos, aliás, observe-se, os amigos de num sei quem que vêm sendo apresentados ou se apresentam como salvadores da pátria com planos mirabolantes. Inclusive a promessa de agora, a de resolver a babel brasileira.

Essa espada é que ainda tem muita gente por aí dando com a língua nos dentes.

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oculos fendiMarli Gonçalves, jornalista – O jornalismo precisa se salvar. Merecemos não entrar em extinção, tanto quanto o mico leão dourado e as ararinhas azuis.

São Paulo, 2016, entre a gestão e a caldeirinha

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E-MAILS:
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Legal. Ruy Castro contando A Noite do Meu Bem. Informação da EBC

Posted in Uncategorized with tags , on 23 de setembro de 2016 by Marli Gonçalves

danceaaRádio MEC estreia programa com Ruy Castro

Escritor reconta a história do samba-canção na

série especial A Noite do Meu Bem

 A Rádio MEC estreia no domingo (25) a série “A noite do meu bem”, com o jornalista, pesquisador e escritor Ruy Castro. Homônima do último livro do autor, a série irá ao ar às 20h na MEC FM (99,3) e às 22h na MEC AM (800) para recontar, em seis episódios, a história do samba-canção.

A música da época de ouro da noite carioca apresentou vozes como as de Dolores Duran, Dick Farney, Elizeth Cardoso, Dorival Caymmi, Maysa, Miltinho, Doris Monteiro, Lucio Alves, Linda Baptista, Jamelão, Nora Ney, Helena de Lima e Tito Madi. Em “A noite do meu bem”, Ruy conta a história por trás de algumas canções, curiosidades sobre as boates de Copacabana, bairro que foi o epicentro do gênero samba-canção, e traz os temas cantados recorrentemente, desde o amor e suas dores, como a famosa “dor de cotovelo”, e também as canções com um lado luminoso, alegre, e do amor.

Segundo Ruy Castro, o samba-canção é eterno: “Parece coisa do passado, mas não é. A impressão que dá é que as músicas ficaram meio guardadas, meio adormecidas, lá no fundo da nossa memória. Mas é só começar a tocar e a gente logo reconhece a melodia, se lembra da letra.” E na série “A noite do meu bem” os ouvintes vão perceber que ele não acabou, apenas se transformou e nunca deixou de ser tocado e composto.

A estreia de Ruy Castro na Rádio MEC faz parte das festividades pelos 80 anos da emissora, comemorados em 7 de setembro. Ao longo de sua história a rádio sempre teve em seu elenco escritores como Carlos Drummond de Andrade e Cecilia Meireles, atores como Paulo Autran e Fernanda Montenegro, e, mais recentemente, com nomes como o do poeta Eucanaã Ferraz e do músico Arrigo Barnabé.

“A noite do meu bem” marca a parceria da MEC com a editora Companhia das Letras e a volta de Ruy Castro para o veículo onde começou sua carreira em Minas Gerais, o rádio. A série A série também representa a primeira etapa de futuros programas nos quais o escritor apresentará a versão radiofônica de seus livros.

danceaaServiço:

A Noite do Meu Bem

Domingos, 20h MEC FM 99,3

Domingos, 22h MEC AM 800

Também em

radios.ebc.com.br/mecfmrio

Era uma endoscopia…E eles eram poderosos

Posted in Uncategorized on 23 de setembro de 2016 by Marli Gonçalves

CARTA INTERESSANTÍSSIMA PUBLICADA HOJE NO MIGALHAS.COM.BR. O DR. THIOLLIER É UM DOS MAIS RESPEITADOS E TRADICIONAIS  ADVOGADOS DE SP

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“O dr. Sérgio Moro é um inovador. Ao que me consta, no CPP não há dispositivo que determine a revogação de prisão temporária, ou preventiva, porque a mulher do conduzido passa por procedimento de endoscopia. Não há dúvida que estamos diante de uma suposta questão humanitária, porém essa só vale para milionários, para os poderosos, de ontem ou de hoje. Se o ex-ministro Mantega fosse um ‘branquelo doido’ (adoro !? o politicamente correto) do morro do Haiti, continuava preso e, dependendo do caso, já estaria com as orelhas avermelhadas. A decisão revogatória só mostra que a desconstrução da Lava Jato, como um todo, começa a produzir efeitos.”

Alexandre Thiollier – Advogado

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