Baleia perde broche. Não é de ouro…virou latão, como todo o parlamento. Esperemos que não percam outras coisas.

Posted in Uncategorized with tags , , , , , on 2 de março de 2015 by Marli Gonçalves

broke_man_with_empty_pockets_md_clrVivem perdendo o broche

Recém-chegado à Câmara, o deputado Baleia Rossi (PMDB-SP) perdeu o broche de identificação que permite a parlamentares transitar livremente pela Casa. E tratou de pedir outro à diretoria-geral da Câmara. Na Assembleia Constituinte, o broche chegou a ser uma joia produzida pela H. Stern, em ouro. Hoje, custa R$ 0,60 e é fabricado com latão. E os deputados vivem perdendo.

Nota da coluna de Aziz Ahmed – O POVO/RJ

 

Depois a gente dá um “pau” e dizem que somos reacionários…Hellôooo! As primeiras coisas que o Bendine faz – pra martelo ver. Agora, vai!!

Posted in Uncategorized with tags , , , , , on 2 de março de 2015 by Marli Gonçalves

OvertheWallParedes derrubadas

(nota da coluna Radar – Lauro Jardim – veja online)

Bendine: numa mesma sala

Aldemir Bendine já fez uma enorme mudança na diretoria da Petrobras. Não exatamente dos diretores. Mas uma mudança estética. Mandou derrubar todas as paredes. Os diretores perderam o direito às gigantescas salas a que tinham direito e despacham juntos numa mesma sala.

Por Lauro Jardim

Zé Eduardo, carta fora do baralho no STF. Bye,bye…

Posted in Uncategorized with tags , , , , , , on 2 de março de 2015 by Marli Gonçalves
O presidente do Senado, Renan Calheiros, fez chegar a Dilma que dificilmente o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, seria aprovado para a vaga de Joaquim Barbosa no Supremo Tribunal Federal.
( nota da Coluna de Claudio Humberto – Diário do Poder)
Nós não poderíamos deixar de prestar uma homenagem:

Sponholz, o genial, em ação. Pizzaria Janot e entregas de listas pizzas

Posted in Uncategorized with tags , , , on 2 de março de 2015 by Marli Gonçalves

Info – Ailton Graça estreia dia 26 no teatro do hotel Renaissance…

Posted in Uncategorized with tags , , , , , on 1 de março de 2015 by Marli Gonçalves

a peça Intocáveis. Ele vai ficar bem legal no papel. Anda difícil só achar tempo para os ensaios.

(texto baseado no livro autobiográfico de Philippe Pozzo di Borgo, Le Second souffle)

O filme ganhou um monte de prêmios em 2011.

ARTIGO – A terrível peleja da mulher contra o Cabra Diabo que machuca e mata. Por Marli Gonçalves

Posted in Uncategorized with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 27 de fevereiro de 2015 by Marli Gonçalves

Woman_boxer_2Sente o cheiro empesteante de sangue no ar? Consegue ouvir os gritos de socorro, o barulho dos tapas? Ouve as ameaças, os insultos, os palavrões, as acusações, os xingamentos? Ouve o choramingo da criança pedindo, desesperada, Pare! Pare! – e as portas batendo, o som abafado dos tiros? Consegue reconhecer esse outro som oco, o estocar da faca cortando, entrando, furando, esbugalhando? Não tampe mais os ouvidos, não feche mais os olhos. Nesses poucos segundos uma mulher poderá ser assassinada. Nos últimos anos, estima-se que ocorreram, em média, 5.664 mortes de mulheres por causas violentas cada ano, 472 a cada mês, 15,52 a cada dia, ou uma a cada hora e meia

Consegue notar a barbárie? Pode perceber a selvageria da questão que ainda estamos tendo de tratar em tempos ditos tão modernos, tão resolvidos? As mortes de mulheres, as muitas assassinadas por seus ex-companheiros, namorados ou diabos que cruzam seus caminhos, a violência contra a mulher está de novo desmedida, descontrolada, cruel e isso ainda sendo tratado como assunto de segunda ordem. Basta. Todo dia sabemos de um caso mais cruel e escabroso que outro.

Vamos falar desse assunto, senhores e senhoras, brasileiros e brasileiras, meu povo, minha pova? Dona presidenta, valenta, para que está servindo ser uma mulher no poder, se a senhora só faz, diz e se preocupa com masculinices? Como conseguiremos expor esse problema tanto quanto os gays estão conseguindo visibilidade agora? (Pior é que quanto mais viram “mulheres” os homens gays, nessa inversão de papéis, essa mesma violência já os atinge)

Se preciso for, podemos usar várias linguagens, tirar a roupa, botar alguma roupa simbólica, ir às ruas, pintar o sete. Aliás, lendo sobre o assunto, descobri que teve um cabra que compôs um “repente” e que ficou até oficial, cantado em ato da Lei Maria da Penha. (http://youtu.be/8G9Ddgw8HaQ). Pena que tantos atos oficiais para chamar a atenção para o problema não virem atos objetivos contra o problema, por exemplo, como proteger a mulher que denuncia. Por aí, vagando, já que agora viraram fantasmas, está cheio de mulheres que denunciaram, pediram socorro, uma, duas, três vezes. Encaro até tentar criar uma literatura de cordel, embora é capaz de algum coroné querer censurar e proibir, porque seria violento demais o meu relato; já tive minha peleja particular, sou sobrevivente.

Mulheres mortas a facadas, facões, serrotes, marteladas, tiros, porradas, cacetadas, encarceradas, estupradas, decapitadas, torturadas, emparedadas, encurraladas, até postas para cachorro comer, conforme diz a lenda no caso Eliza Samudio, o corpo que sumiu no ar. Empurradas de janelas, mantidas em cativeiro, ameaçadas de perder seus filhos, sua honra, suas famílias, aleijadas, queimadas, desfiguradas.women mudando de roupa

Eles? Estavam nervosos, corneados, bêbados, drogados, paranoicos, perderam a cabeça, ouviram vozes que mandavam – cada canalha tem uma desculpa e uma versão dos fatos, até porque em geral são eles que ficam vivos para contar a história para atentos policiais homens que irão registrar a ocorrência, “investigar com rigor””. Digo isso, porque temos tido também muitos exemplos recentes de celerados que, depois de fazer o “serviço”, se matam também – enfim, já vão tarde. Esse tipo costuma levar para o inferno não só a mulher, como os filhos e às vezes, os parentes que estiverem próximos.

Tenho até azia ao ler no noticiário relatos como “…mas ele era tão calmo, homem bom, trabalhador, quem diria…” Não seja cúmplice. Não tente justificar. Violência não se justifica. Repita cem vezes. Violência não se justifica.

Feminicídio ou femicídio – esse é o nome da violência fatal contra a mulher. Pouco importa se homicídio, feminicídio, melhor chamar de extermínio de mulheres por machistas psicopatas e descontrolados. Essa é uma questão de gênero, de saúde pública, de segurança pública, de cidadania.

Os fatos são esses. Anote. Vamos fazer algo contra a violência contra a mulher. Veja se a Lei Maria da Penha está sendo levada a sério, cumprida. Se quando a mulher vai denunciar é bem atendida. Se continuam funcionando ou, melhor: como não funcionam as nossas à época tão festejadas Delegacias da Mulher – vamos lá ver se estão preparadas, equipadas, com equipes treinadas. A resposta será Não. E não. E não.

Animated%20Gif%20Women%20(35)Saiba mais sobre a crueldade, dessa cruel realidade e suas estatísticas: 52% das mulheres vítimas têm entre 20 e 39 anos: 31%, idade entre 20 a 29 anos, e 23% tinham entre 30 e 39 anos. 62% do total, mulheres negras ou pardas. 61% das mulheres assassinadas em 2012 eram solteiras, 13%, casadas. Só em 2012 foram 393 mortes por mês, 13 por dia, mais de 1 morte a cada duas horas.

Aproximadamente 40% de todos os homicídios de mulheres no mundo são cometidos por um parceiro íntimo. No Brasil, de 2001 a 2011 calcula-se que foram mais de 50 mil assassinatos, ou seja, aproximadamente 5 mil mortes por ano. Um terço ocorreu no local onde moravam.

50% dos feminicídios tiveram o uso de armas de fogo; 34% foram com algum instrumento perfurante, cortante ou contundente. Enforcamento ou sufocação foi registrado em 6% das mortes. Maus tratos – incluindo agressão por força corporal, física, violência sexual, negligência, abandono e maus tratos (abuso sexual, crueldade mental e tortura) – foram registrados em 3% dos casos de uma pesquisa que abrangeu uma década de estudos.

E atenção! Cuidado com sábados e domingos, mulheres: 36% dos assassinatos ocorreram aos finais de semana, 19% deles naqueles domingos que parecem tão modorrentos.

E que ninguém culpe o Faustão, o Fantástico, ou a Rede Globo por isso. Nem o Fernando Henrique, o FHC.

Animated%20Gif%20Women%20(63)São Paulo. 2015. Dia da Mulher, vamos aproveitar que estão falando da gente, para tentar nos salvar.

Marli Gonçalves é jornalista – Quando precisou de ajuda teve pouco apoio. E vejam que já lutava contra isso o que talvez tenha sido a salvação, ontem, hoje e amanhã. É muito difícil falar sobre isso. Dói onde ficaram cicatrizes. E ainda ter de ver, sentir e ouvir quão desconsideradas podemos ser, nós, mulheres, as que não optaram pela vida fácil e submissão.

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E-mails:
marli@brickmann.com.br
marligo@uol.com.br

POR FAVOR, SE REPUBLICAR, NÃO ESQUEÇA A FONTE ORIGINAL E OS CONTATOS

KKK. Olha essa! Até parece que não é. Aliás…tem tantas baratinhas por aí que o mercado está até inflacionado. Quem paga pode pedir um descontinho, pra usar na bolinha zul

Posted in Uncategorized with tags , , , , , , , , , , , on 27 de fevereiro de 2015 by Marli Gonçalves

o que ele olha no computadorcomputador do Gerson, de PassioneEfeito Danny Bond

Ciúme de Paolla

A extensão do uso das passagens aéreas dos deputados para suas mulheres tem sido chamada na Câmara de efeito Danny Bond.

Os parlamentares acham que as peripécias de Paolla Oliveira em Felizes para sempre? passaram às respectivas a imagem de que a Brasília dessa turma é um antro de perdição.

Não que não seja.

Por Lauro Jardim

NOTA COLUNA LAURO JARDIM – RADAR – VEJA ONLINE

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