A Diana da novela morreu… Mas a “Síndrome de Hellp” não é que ela pediu socorro, ou que a filha deveria se chamar Mary Help. Veja o que é a Síndrome. É sério.

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DO WIKIPEDIA

 

 

Síndrome HELLP é uma complicação obstétrica com risco de morte, sendo considerada por muitos uma variação da pré-eclâmpsia. Ambas as condições podem aparecer na gravidez ou as vezes após o parto.

HELLP é a abreviação dos três principais elementos da síndrome:[1]

  • HHemólise, do inglês: Hemolytic anemia;
  • EL – Enzimas hepáticas elevadas, do inglês: Elevated Liver enzymes;
  • LP – Baixa contagem de plaquetas, do inglês: Low Platelet count;

Sintomas

Normalmente, a paciente que desenvolve a síndrome do HELLP, vem seguida de hipertensão induzida pela gestação/pré-eclâmpsia cerca de 8% dos casos apresentam o quadro após a o parto. Como os sintomas podem ser confundidos com a pré-eclâmpsia grave, os sintomas podem passar despercebidos se não for feita uma avaliação laboratorial. Desse modo o diagnóstico é feito quando a síndrome ja se encontra em estado avançado. Essa síndrome se acompanha de aumento da morbidade e mortalidade da mãe e/ou da criança. A morbidade ou mortalidade da mãe depende do avanço e gravidade da síndrome, enquanto do feto depende de sua idade gestacional.

Nota de especialista, especial aqui pro bloguinho:

“Pré eclampsia geralmente ocorre na primeira gravidez da mulher, relacionada ao aumento de peso e pressão alta (hipertensão arterial) e perda de proteína pelo rim (proteinúria)”

do site http://www.medonline.com.br/med_ed/med1/preeclampsia.htm eu trouxe isso – os fatores de risco:

Fatores de risco

A pré-eclâmpsia ocorre mais frequentemente durante a primeira gestação, sendo ocasional seu desenvolvimento em gestações subsequentes a uma gravidez normal, ou mesmo após um abortamento tardio.  Há evidências de que fatores imunológicos relacionados a antígenos do esperma paterno são importantes na gênese da pré-eclâmpsia.  Embora primigrávidas jovens apresentem maiores riscos, multigrávidas com um novo parceiro têm alta incidência de pré-eclâmpsia.  Por outro lado, a duração da cohabitação antes da concepção se relaciona inversamente com o risco de pré-eclâmpsia, sugerindo que prolongada exposição materna a antígenos do esperma paterno confere proteção(10).  Pré-eclâmpsia também está associada com a idade materna, aumentando sua incidência em mulheres acima de 35 anos.  Nefropatia, associada ou não a hipertensão crônica, diabetes mellitus, gemelaridade, hidrópsia fetal e mola hidatiforme igualmente aumentam os riscos de pré-eclâmpsia.  Mulheres fumantes aparentemente têm menor risco de desenvolver pré-eclâmpsia, mas quando a desenvolvem o prognóstico é pior do que em não fumantes.

 

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