Morre um amigo. E aos amigos que ficam, arrasados, só resta lembrar. Dagomir Marquezi escreve sobre o Serginho Borgneth

Trago para vocês o post de Dagomir Marquezi, no blog dele, http://dagomir.blogspot.com/, sobre o amigo Luis Sergio Borgneth, que nos deixou hoje.

Dagô, ainda lembro da risada desse velho surfista carioca, como você tão bem definiu.

Beijão para todos os amigos deste mundo, de todos esses anos de vida.

O post do Dagô:

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Conheci o Borgneth no primeiro ano de Jornalismo da FAAP. Ele era o surfista carioca, de sandália, alienadão. Eu era o comunista doutrinador querendo conquistar mais gente para a “causa”. Contra todas as possibilidades, viramos grandes amigos. Um dia consegui emprego na redação do jornal de publicidade Meio & Mensagem. Eu desisti e passei o cargo para ele. Ele ficou e chegou a vice-presidente da empresa.

Vivemos anos ricos e selvagens na faculdade. Era um tempo meio sem limites, onde tudo era exagerado e vivido com intensidade. Passamos por greves estudantis, festas alucinadas, paixões pelas mesmas mulheres. Com o tempo nos separamos em nossas vidas e nossas crenças. Tive a chance de uma última conversa no bar que ele freqüentava todos os dias. Desperdicei essa chance, e hoje isso me dói. O Borgneth, flamenguista fanático, grande conquistador, pai amoroso, partiu nesta madrugada. Deixou três filhos e uma lembrança que nunca vai se apagar.

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