Calor. Pipocas.Pipoca.

Pipoca moderna

Caetano Veloso

E era nada de nem noite de negro não
E era nê de nunca mais
E era noite de nê nunca de nada mais
E era nem de negro não
Porém parece que hágolpes de pê, de pé, de pão
De parecer poder
(E era não de nada nem)
Pipoca ali, aqui, pipoca além
Desanoitece a manhã
Tudo mudou

Um comentário sobre “Calor. Pipocas.Pipoca.

  1. norma7 5 de março de 2013 / 20:55

    Muito bonito. Me lembrou p arranjo inicial de “Cajuína”.
    Grata.

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