Domingos Pellegrini faz bela constatação. Chama de “Procuramos Esconder” o tal instituto daquela outra, insuportável, que juntou artistas pela censura. #desgosto

nota de Lauro Jardim- coluna radar – veja online

Leminski libertário

Leminkski: família quer censurar

Censura de família

Depois de receber um não da família de Paulo Leminski à publicação do seu Passeando por Paulo Leminski (O Bandido que Sabia Latim, de Toninho Vaz, também foi vetado), e disponibilizar o livro na internet, Domingos Pellegrini, dono de dois prêmios Jabuti, tem uma sugestão:

– O Procure Saber deveria se chamar “Procuramos Esconder”. Leminski tinha um espírito libertário. Ele seria a favor da liberdade às biografias e contra uma biografia que o mostrasse muito certinho.

Por Lauro Jardim

2 comentários sobre “Domingos Pellegrini faz bela constatação. Chama de “Procuramos Esconder” o tal instituto daquela outra, insuportável, que juntou artistas pela censura. #desgosto

  1. Regina Helena de Paiva Ramos 18 de outubro de 2013 / 15:15

    “Procurams Esconder” é um título maravilhoso!

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  2. guilhobel aurelio camargo 18 de outubro de 2013 / 20:34

    Querem proibir biografias não autorizadas !!!
    Quanto …”não saberíamos”, de varias pessoas notáveis se Plutarco fosse proibido de escrever biografias.
    As maiores figuras humanas, prepararam a civilização do futuro.
    PLUTARCO foi um ESCRITOR GREGO FAMOSO COMO BIÓGRAFO DE PESSOAS ILUSTRES
    Plutarco (46 – 126 d.C) foi um historiador, filósofo e prosador grego, autor de “Vidas Paralelas”, entre outras obras.
    O Livro “Vidas Paralelas”, que compreendia 46 biografias de homens gregos e romanos.

    GREGOS

    Epaminondas
    Teseu
    Licurgo
    Sólon
    Temístocles
    Péricles
    Alcibíades
    Timoleonte
    Pelópidas
    Arístides
    Filopemen
    Pirro
    Lisandro
    Címon
    Nícias
    Eumenes
    Agesilau
    Alexandre
    Phocion
    Ágis e Cleómenes
    Demóstenes
    Demétrio
    Díon

    ROMANOS

    Cipião, o Africano
    Rómulo
    Numa
    Publícola
    Camilo
    Fábio Máximo
    Coriolano
    Emílio Paulo
    Marcelo
    Catão, o Censor
    Flamínino
    Mário
    Sila
    Licínio Lúculo
    Crasso
    Sertório
    Pompeu
    César
    Catão de Útica
    Tibério e Caio Graco
    Cícero
    Marco António
    Bruto
    e MAIS : Artaxerxes, Arato, Otão e Galba.

    (OBS) Ele não escreveu a de Jesus Cristo, porque Jesus Cristo nunca existiu.

    JESUS CRISTO
    É a maior fraude dos últimos 1.688 anos.
    Por Guilhobel Aurélio Camargo e minhas fontes !

    A estória de Jesus é um plágio de Hórus, deus egípcio que significava o sol. Hórus nasceu a 25 de dezembro (3.000 anos antes de Jesus) da virgem Isis-Meri (Virgem Maria) e o nascimento de Hórus foi acompanhado por uma estrela a leste, que foi seguida por 3 Reis em busca do salvador recém-nascido. Com 30 anos foi batizado por Anud e tinha 12 discípulos, em companhia dos quais viajou pelo mundo fazendo milagres, como curar doentes e andar sobre as águas. Ele era conhecido no Egito como o Filho Adorado de Deus, A Luz, A Verdade Eterna, O Cordeiro de Deus, O Bom Pastor. Hórus foi traído por Tifão, um de seus apóstolos, e foi crucificado, enterrado e ressuscitou 3 dias depois.

    As estórias de Hórus (3.000 antes de Cristo), Mithra ( na Pérsia 1.200 anos antes de Cristo, Attis (na Grécia, 1.200 antes de Cristo), Krishna (na Índia, 900 anos antes de Cristo), Dionísio (na Grécia, 500 anos antes de Cristo) são todas iguais: nasceram em 25 dezembro, tiveram 12 apóstolos, foram traídos por um deles, crucificados aos 30 anos, ressuscitaram 3 dias depois e faziam milagres.

    O mito Jesus de Nazaré, como é contado pelo Cristianismo, é uma estória criada em Roma durante o governo do imperador Constantino I (272 – 337). Foi em 325, no Concílio de Niceia, que foi oficializada a fundação da Igreja Católica de Roma. Foi no Concílio de Nicéia que se discutiu sobre os evangelhos e quais evangelhos fariam parte da Bíblia (O Novo Testamento). Discutiu-se sobre a existência de Jesus, onde e como ele teria nascido e se ele seria considerado uma pessoa com duas naturezas (humana e divina).

    Como podemos acreditar que só 300 anos depois que as pessoas souberam que Jesus Cristo esteve aqui, viveu e se ergueu dos mortos, foi enviado para os céus depois de fazer vários milagres e só entra nos registros históricos depois do Concílio de Nicéia?

    Como, durante estes três séculos – 300 anos – nenhum historiador escreveu sobre ele, Jesus Cristo, o Jesus de Nazaré?

    Existiram numerosos historiadores que viveram logo após o período em que a Igreja assume que Jesus tenha vivido, no Mediterrâneo ou nas redondezas.

    Nenhum deles fez um registro histórico não-bíblico da existência de alguém chamado Jesus, filho de Maria, que foi crucificado, fez peregrinação, teve 12 apóstolos e fez milagres:

    Plutarco (45 d.c – 125), historiador, filósofo e prosador grego que viveu no período greco-romano, viajou pela Ásia e pelo Egito, viveu algum tempo em Roma e foi sacerdote de Apolo, em Delfos, em 95 d.C. Não saberia da existência de Jesus? Plutarco jamais mencionou Jesus.
    Lucius Annaeus Seneca (Córdova, 4 a.C. – Roma, 65 d.C.), melhor conhecido como Séneca (ou Sêneca), o Moço, o Filósofo, o Pensador, o Historiador. A obra literária e filosófica de Sêneca, tido como modelo do pensador estóico durante o Renascimento, inspirou o desenvolvimento da tragédia na Europa. Oriundo de família ilustre, era o segundo filho de Helvia e de Marcus Lucius Annaeus Seneca (Séneca, o Velho). O pai era um orador eloqüente e muito abastado. O irmão mais velho de Lucius chamava-se Gallio e era pro-cônsul (administrador público) em Acaia, onde, em 53 d.C., se encontrou com o apóstolo Paulo. Séneca, o Jovem, foi tio do poeta Lucano. Não escreveu uma única linha sobre Jesus!!! Séneca teria vivido lado a lado de Jesus, pois nasceu 4 anos antes e morreu somente 22 anos depois de Jesus!!! Sêneca jamais mencionou Jesus Cristo.

    Philo-Judaeus (15 a.C. 50 d.C.) – de Alexandria, era um teólogo-filósofo judeu que falava grego. Ele conhecia bem Jerusalém porque sua família morava lá. Escreveu muita coisa sobre história e religião judaica do ponto de vista grego e ensinou alguns conceitos que também aparecem no evangelho de João e nas epístolas de Paulo. Por exemplo: Deus e sua Palavra são um só; a Palavra é o filho primogênito de Deus; Deus criou o mundo através de sua palavra; Deus unifica todas as coisas através de sua Palavra; a Palavra é fonte de vida eterna; a Palavra habita em nós e entre nós; todo julgamento cabe à Palavra; a Palavra é imutável.

    Philo também ensinou sobre Deus ser um espírito, sobre a Trindade, sobre virgens que dão à luz, judeus que pecam e irão para o inferno, pagãos que aceitam a Deus e irão para o céu e um Deus que é amor e perdoa. Entretanto, Philo, um judeu que viveu na vizinha Alexandria e que teria sido contemporâneo a Jesus, nunca menciona alguém com este nome nem nenhum milagreiro que teria sido crucificado e depois ressuscitou em Jerusalém, sem falar em eclipses, terremotos e santos judeus saindo dos túmulos e andando pela cidade. Por que? Porque Jesus não existiu.

    Pomponius, Valerius Licinianus, Silius, Aulus Persius Flaccus, Diodoro da Sicília, Dioniso de Halicarnasso, Publius Herennius Dexippus, Curtius, Quintian, Scatius Caelicios, Theon, Columnela, Justus Tiberius, Livy, Lucanus, Petronius, Phagon, P Elder.
    Todos esses escritores, pensadores que viveram nas redondezas, e na mesma época por onde teria vivido Jesus não se propuseram a escrever uma única linha da história de um Salvador chamado Jesus Cristo!!!

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