Sobre uma questão difícil. Como testar, onde testar, em quem testar. Animais? Humanos?

 

  • bth_snoopy-016Ministro quer importar pele sintética para testes

O ministro Marco Antônio Raupp (Ciência e Tecnologia) pediu apoio da Frente Parlamentar em Defesa dos Animais para derrubar lei que proíbe a importação de produtos com origem humana, como a pele sintética, que poderia ser usada como método alternativo para teste de cosméticos. Segundo o presidente da frente, Ricardo Izar, em troca, o ministro baixaria portaria impedindo uso de animais nessas pesquisas.

O ministro Raupp disse aos deputados que é preciso adequar a lei para dar condições às empresas de fazer testes alternativos.

De acordo com Ricardo Izar, apenas 5% das empresas cosméticas usam animais, o que dificulta as demais de exportar seus produtos.

FONTE: COLUNA CLAUDIO HUMBERTO – DIÁRIO DO PODERlove4

2 comentários sobre “Sobre uma questão difícil. Como testar, onde testar, em quem testar. Animais? Humanos?

  1. Flavio Musa de Freitas Guimarães 24 de outubro de 2013 / 18:28

    Por favor não vá logo tascando pedra!

    Eu apenas tento raciocinar e, como não sou nenhum gênio, respondo aqui para que me ajudem a esclarecer a matéria.

    É claro e óbvio que nenhum teste, com humanos ou outros animais, deve infringir sofrimento às “cobaias”, se bem que alguns testes por que passamos nós ditos humanos dão pouco ou muito sofrimento.

    Mas vejamos:

    – Os humanos arrancam folhas de alface (e de outros tipos de vegetais e leguminosas) sem dar qualquer atenção ao sofrimento das plantinhas, assim como arrancam frutos dos “pés de árvore” impedindo que a cadeia de procriação das coitadinhas continue. Que será que as árvores sentem? – Humanos vão ao açougue ou ao supermercado, compram e consomem peixes, galináceos e carnes de todos os tipos, sem dar a mínima para todo o processo de coleta, tratamento, assassinato etc.. dos bichos.

    Daí os “politicamente corretos”* se insurgem na utilização de animais para fim necessário e muito mais importante, com métodos regulamentados, que jamais infringiriam sofrimento nem de perto semelhante ao que causamos para matar nossa fome ou gula.

    Se quiser e nada de mais importante tiver para fazer, comente. Civilizadamente, se possível.

    Boa noite e abraço. ………………………………………………………………………………………………………

    ** – Politicamente correto * Na Universidade de Griffith, na Austrália, há um concurso anual sobre a definição mais apropriada para um termo contemporâneo. Este ano, o termo escolhido foi “politicamente correto”.

    O estudante vencedor escreveu:

    “Politicamente correto é uma doutrina, sustentada por uma minoria iludida e sem lógica, que foi rapidamente promovida pelos meios de comunicação, e que sustenta a idéia de que é, inteiramente possível pegar num pedaço de merda pelo lado limpo.”

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