Golpe de 1964: o horror. Mas ainda precisamos dissecá-lo. Veja programação do Centro Cultural São Paulo. Vale a pena.

VOU INFORMANDO PARA VOCÊS TODA A PROGRAMAÇÃO.

MAS DÁ PARA ACESSAR PELO LINK:

www.centrocultural.sp.gov.br

japanflagPara começar, um bate-papo com

Emir Sader.

Sábado, 29 de março,  das 15h às 17h – Sala Lima Barreto (99 lugares)

 Entrada livre – sem necessidade de retirada de ingressos

Fonte: ASSESSORIA DE IMPRENSA DO CENTRO CULTURAL SÃO PAULO

UMA CONVERSA COM EMIR SADER

 O Centro Cultural São Paulo realizará em 2014 diversas atividades para recordar os 50 anos do golpe civil-militar de 1º de abril de 1964, que mergulhou o Brasil num dos períodos mais sombrios de toda a sua história, e também os 30 anos da campanha popular pelas Diretas Já, que levou ao fim do ciclo autoritário e ao começo de uma nova jornada em direção à democracia.

Nos meses de fevereiro e março, a Curadoria de Literatura e Poesia do CCSP realizará palestras, debates e recitais alusivos ao tema, além de promover a distribuição de panfletos poéticos, com textos de autores que denunciaram o clima de violência e opressão de nossos “negros verdes anos”.  O sociólogo Emir Sader fará um depoimento sobre o golpe de estado de 1964 e o significado das mudanças democráticas que aconteceram no País nas últimas décadas.

( Em seguida, responderá a perguntas do público, num bate-papo informal, na Sala Paulo Emílio Salles Gomes, no dia 29 de março, das 15h às 17h.)

SOBRE O CURADOR DE LITERATURA E POESIA DO CCSP: CLAUDIO DANIEL
Claudio Daniel, curador de Literatura e Poesia do Centro Cultural São Paulo, é poeta, tradutor e ensaísta. Nasceu em 1962, em São Paulo (SP), onde se formou em Jornalismo pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero. É mestre Literatura Portuguesa na Universidade de São Paulo. Atualmente, cursa o doutorado na mesma instituição. Publicou os livros de poesia Sutra (1992), Yumê (1999), A sombra do leopardo (2001, vencedor do prêmio Redescoberta da Literatura Brasileira, oferecido pela revista CULT), Figuras Metálicas (2005), Fera Bifronte (2009), Letra Negra (2010)  e o de contos Romanceiro de Dona Virgo (2004). Traduziu poemas do cubano José Kozer, dos uruguaios Eduardo Milán e Victor Sosa, do argentino Reynaldo Jiménez, do dominicano León Felix Batista e outros autores, incluídos na antologia Jardim de Camaleões, A Poesia Neobarroca na América Latina (2004). Publicou também a antologia Na Virada do Século, Poesia de Invenção no Brasil (2002), em co-autoria com Frederico Barbosa, e Ovi-Sungo, Treze Poetas de Angola (2007), entre outros livros.  Em 2007, foi selecionado para o Programa Rumos Literatura, promovido pelo Itaú Cultural, e em 2009 recebeu a bolsa de criação literária oferecida pela Funarte.  Organizou os eventos literários internacionais Galáxia Barroca e Kantoluanda, em 2006, em São Paulo, Artimanhas Poéticas, em 2009 e em 2010, no Rio de Janeiro, e foi um dos curadores do Tordesilhas, Festival Ibero-Americano de Poesia Contemporânea, em 2007, e do Tordesilhas, Poetas de Língua Portuguesa, realizado em Lisboa, em 2010. É editor da revista eletrônica Zunái (www.revistazunai.com.br <http://www.revistazunai.com.br>) e mantém o blog Cantar a Pele de Lontra (<http://cantarapeledelontra.blogspot.com>).
Serviço
29/03 (sáb.) –  UMA CONVERSA COM EMIR SADER
Sábado, das 15h às 17h – Sala Lima Barreto (99 lugares)
Grátis – entrada livre – sem necessidade de retirada de ingressos
 VOCÊ PRECISA CONHECER:

Centro Cultural São Paulo

Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso (Próximo às estações Paraíso e Vergueiro do metrô)

mao apontando direitahttp://www.centrocultural.sp.gov.br

@CentroCultural | fb: CentroCulturalSaoPaulo

 

                               CENTRO CULTURAL SÃO PAULO
Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso – CEP 01504-000 – São Paulo – SP
www.centrocultural.sp.gov.br
Atendimento ao público: (11) 3397-4002
E-mail: imprensaccsp@prefeitura.sp.gov.br
Galeria de fotos: www.centrocultural.sp.gov.br/imprensa
Assessoria à Imprensa: Zaira Hayek e Alvaro Olyntho (estagiário)

2 comentários sobre “Golpe de 1964: o horror. Mas ainda precisamos dissecá-lo. Veja programação do Centro Cultural São Paulo. Vale a pena.

  1. Marlene 24 de março de 2014 / 13:34

    Será que isso que estamos vivendo realmente é democracia? Acho que estamos numa fria e não em uma democracia.

    Curtir

    • Marli Gonçalves 24 de março de 2014 / 15:04

      estamos numa fria, claro!!!
      Quis dizer democracia pelo menos na possibilidade de divergirmos!
      O negócio todo está é um horror, e dominado – nisso concordamos de A a Z…Se não nos cuidarmos, uma outra dita maldita pode chegar, e não será “ao contrário” como dizem, porque quem fez a maldita há 50 anos, muitos dos que a apoiaram, estão com quem? Comigo? Com você? NÂO!Estão lá no governo federal, mandando e desmandando, com suas trocas escandalosas.
      Beijo!

      Curtir

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