Nota dura do MTST, que promete tomar as ruas dia 23. Acaba de ser divulgada

people_jobs_e0passeataO MTST mais uma vez repudia as soluções adotadas pelo Governo Federal que joga o custo da crise nas costas dos trabalhadores mais pobres.
Desta vez foi anunciado o corte de mais R$26 bilhões no Orçamento. Os principais cortes referem-se ao congelamento no salário de servidores e ao financiamento do Minha Casa Minha Vida, além de R$3,8 bilhões na saúde.

A terceira fase do MCMV foi anunciada no último dia 10/9 e seu formato incorporou várias das propostas apresentadas pelo MTST, tais como: maior priorização da modalidade Entidades, aumento do limite de renda da faixa 1, recurso para equipamentos públicos e regulamentação de áreas comerciais nos condomínios.
Mas de nada adianta ganhar e não levar. Não houve compromisso do Governo com a definição do orçamento do programa nem com metas de novas contratações. O cenário se agravou ainda mais com os cortes de hoje. Ainda não está claro de que forma a mudança de fonte de R$4,8 bilhões para o FGTS afetará o programa, mas os sinais do Governo novamente vão em sentido contrário das expectativas populares.

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Por isso, o MTST mobilizará milhares de pessoas no próximo dia 23/9 em importantes capitais do país contra os cortes. Deixaremos claro que não aceitamos pagar a conta da crise.
A solução para o problema fiscal deve ser buscada em cima daqueles que ganharam como nunca nos últimos anos. Defenderemos nas ruas a taxação das grandes fortunas, de dividendos e remessas de lucro, além da maior progressividade no Imposto de Renda. Os ricos, banqueiros e empresários devem pagar a conta.
A saída para a crise é com o povo e não contra ele.
Coordenação Nacional do MTST

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3 comentários sobre “Nota dura do MTST, que promete tomar as ruas dia 23. Acaba de ser divulgada

  1. károly f. halász 15 de setembro de 2015 / 15:14

    É só pegar os dinheiros roubados de volta, confiscar a fortuna destes ladrões e seus parentes,além de pena de prisão perpétua ou morte, retirar todas as mordomias e regalias em dinheiro dos parlamentares que só parlam, mas não trabalham, e impor a eles o mesmo salário mínimo que impõem aos seus cidadãos que aliás, representam. Se representam só e não trabalham, diria que nem o salário mínimo merecem, porque salário é só para quem trabalha, portanto, poderiam prestar serviços comunitários como voluntários, tendo direito apenas a um passe livre, e merenda, e nada mais!

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  2. károly f. halász 15 de setembro de 2015 / 15:18

    VAMOS FAZER JUSTIÇA! ISONOMIA PARA OS PARLAMENTARES: SALÁRIO MINIMO OU SEREM VOLUNTÁRIOS DA PÁTRIA, PRESTANDO SERVIÇO COMUNITÁRIO PARA OS CIDADÃOS COM DIREITO A PASSE LIVRE E MERENDA.

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