A Justiça é feminina

Se não há mulheres no ministério de Michel Temer, no Judiciário elas vão chefiar os mais importantes tribunais do País, a partir de setembro: a ministra Cármen Lúcia será presidente do Supremo Tribunal Federal e a ministra Laurita Vaz vai presidir o Superior Tribunal de Justiça. Mas não é opção dos tribunais: esta é a vez de as ministras assumirem as presidências do STF e do STJ, observando o critério de revezamento.
Hoje, os cinco tribunais superiores têm em sua composição mulheres muito admiradas pelo saber jurídico.
Apesar da forte presença qualitativa, as mulheres ainda são apenas 18% na composição dos tribunais superiores.
Até o final de 2015, apenas cinco dos 27 Tribunais de Justiça nos Estados brasileiros tinham uma mulher no comando.
 

Uma resposta to “A Justiça é feminina”

  1. E todas por mérito, nada de cotas. É assim que ter que ser.

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