Eu uso. Só gente boa usa. Heitor Werneck volta para a moda. Viva! Escola de Divinos, a marca que sempre esteve à frente de seu tempo

 

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MUITO FELIZ COM A DECISÃO DE MEU QUERIDO AMIGO HEITOR WERNECK DE VOLTAR A FAZER A MODA.

ELE É MODESTO, DAÍ TALVEZ VOCÊ NÃO CONHECER AQUELE QUE , PARA MIM, SEMPRE DEIXOU ALEXANDRE HERCOWITCH NO CHINELO

ABAIXO PUBLICO RELEASE DA JORNALISTA SILVIA LAKATOS  ANUNCIANDO ESSA DELICIOSA NOVIDADE. ASSIM QUE TIVER UM TEMPO, POSSO PUBLICAR AQUI UMAS CRIAÇÕES DE HEITOR WERNECK QUE TENHO HÁ ANOS E QUE AINDA SÃO À FRENTE DESSE TEMPO CARETA QUE VIVEMOS.

 

Heitor Werneck está de volta – e com grife fetichista!

 

foto DE IVAN SHUPIKOV

 

Uma das personagens mais queridas da moda e da noite paulistanas, Heitor Werneck está com mil projetos na cidade – dentre eles, uma nova coleção de roupas fetichistas, que será lançada dentro de poucos dias em parceria com a Love Toys, na Rua Augusta. 

 

O mais difícil em escrever um release sobre Heitor Werneck é que não dá para seguir a receita de bolo tradicional e apresentá-lo “em poucas linhas”, de modo a “despertar o interesse da redação”.

 Sua história é rica demais, e sua personalidade multifacetada – e, ao mesmo tempo, absolutamente coerente – merece uma abordagem à altura.

 Com o corpo malhado e coberto de tatuagens, rosto de traços finos e cabelos “muito doidos”, Heitor é um cara de quase 50 anos que iniciou a adolescência na Alemanha – onde, segundo ele mesmo diz, “deve ter frequentado os mesmos lugares que a Cristiane F.”, porque “viu de perto” tudo que ela descreveu em sua autobiografia.

 Foi um dos primeiros punks em terra brasilis e conheceu como poucos os bastidores da cena underground paulistana. “Eu era mascote no Madame Satã”, brinca. À frente da Escola de Divinos, grife que concebeu e gerenciou praticamente sozinho durante quase duas décadas, Heitor foi consultor para a criação de figurinos que fizeram história na TV, em novelas como Que Rei Sou Eu? (1989), Vamp (1991), Pecado Capital (1989) e muitas outras.

 Em sua trajetória criativa, ousou tanto no design quanto nos materiais escolhidos – vinil, látex, caveiras, teias, ratos, sobreposições assimétricas… enfim, verdadeiros delírios transmutados em beleza, estilo e provocação estética. 

 Acometido por um tumor ósseo maligno, chamado “osteossarcoma”, que afetou seu quadril, ombro e coluna, Heitor ficou fora de cena por um bom tempo. Nesse período, chegou a usar cadeira de rodas, submeteu-se a diversas cirurgias e recorreu a todos os caminhos possíveis para a cura – radioterapia, quimioterapia, fisioterapia, RPG, acupuntura, pilates…  “Hoje, sou remissivo”, celebra.

Curado, Heitor tomou para si uma “missão”: mostrar para as pessoas que o sexo e o prazer podem ter uma gama infinita de possibilidades, sensações, experiências.

Foi assim que surgiu o Projeto Luxúria, uma festa fetichista que recebe convidados de todo o Brasil e propõe a realização de fantasias. Não se trata de festa de sexo explícito, em absoluto! Além disso, nela só são permitidas experiências e trocas absolutamente consensuais – o que rola, na verdade, é o encontro entre pessoas “comuns”, que capricham no dress code (cada festa tem um tema, como vampiros, anjos & demônios, cabaré…), se despem de seus medos e revelam suas fantasias de dominação & submissão, bondage, podolatria, enquanto desfilam em trajes de couro, látex, vinil…

“As pessoas estão transando muito mal e se expondo a riscos desnecessários. Vejo uma nova geração que não usa camisinha, exagera no uso de drogas pesadas e dá importância demais ao número de parceiros. Não foi para isso que lutamos tanto pela liberdade e contra preconceitos”, pondera Werneck. E completa: “Só o orgasmo salva!”.

Enquanto o Luxúria caminha para seu décimo aniversário, esse pioneiro underground abraça o desafio de voltar com força total para o mundo da moda – e, agora, no comando de uma grife que levará seu nome e só terá produtos fetichistas. “Fechamos parceria com a Love Toys, da Rua Augusta. Minha loja vai funcionar no segundo piso e não terá nada sequer parecido com o que o mundo fashion paulistano conhece”.

Em se tratando de surpreender, Heitor Werneck nunca decepciona!

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PARA VOCÊ QUE QUISER SABER MAIS:

CONTATOS PARA ENTREVISTAS

Sílvia Lakatos, jornalista, MTb 33.775

Celular (11) 9 7299-1909

silvialakatos@gmail.com

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