#ADEHOJE – NOSSO MURO DAS LAMENTAÇÕES EM 1º DE ABRIL

#ADEHOJE – NOSSO MURO DAS LAMENTAÇÕES EM 1º DE ABRIL

SÓ UM MINUTO – Jair Bolsonaro esteve hoje rezando, pedindo, posando, sabe-se lá, no Muro das Lamentações, em Israel. Ao seu lado, Benjamin Netanyahu, o Primeiro Ministro, que está em plena campanha eleitoral e cheio de denúncias de corrupção. Mais uma viagem internacional e mais problemas internacionais também para o país. A bola da vez é a Palestina, que protesto contra a decisão do Brasil instalar um escritório em Jerusalém. Chamou o diplomata, o que já mostra desagrado. E estão em contato com outros países do Oriente Médio. Um tropeço depois do outro.
Ontem ocorreram manifestações contra o Golpe de 64 em várias cidades do país. Fui à do Ibirapuera, onde se calculou a presença de 8 mil pessoas. O Golpe que a turma de Bolsonaro nega levou familiares, gente idosa, triste, que carregava as fotos de seus filhos, mortos e desaparecidos.
Viva Primeiro de Abril, e tudo o que estamos passando, infelizmente, é verdade.

Um comentário sobre “#ADEHOJE – NOSSO MURO DAS LAMENTAÇÕES EM 1º DE ABRIL

  1. Károly Ferenc Halász 4 de abril de 2019 / 16:22

    Tudo se sabe, e quem como eu participou de tudo o que aconteceu em 1964, quando eu morava no Rio de Janeiro, e era vizinho do Comando Militar e das Forças Armadas na Urca, o Marechal Castelo Branco intercedeu na política, porque havia realmente ameaça do comunismo de entrar no Brasil, e aí as forças do exército não permitiram, mas como ele foi assassinado, entrou o General Costa e Silva no lugar, que também foi morto. Após isso, a BANDA PODRE DO EXERCITO TOMOU CONTA. A partir daí, começou a morrer gente, porque os militares bandidos abusando do poder, cometeram as maiores atrocidades, entrando a censura das opiniões,jornais,revistas. Perseguiram pessoas,e muitas sumiam e eram executadas e atiradas em cemitérios clandestinos. O chefe do SNI,general Figueredo, do serviço nacional de informações, ficava monitorando a vida particular e pública das pessoas que não aceitavam imposições autoritárias na conduta dos cidadãos, e aí vinha a CENSURA e a SURRA! O DOICOD, lugar que os presos eram interrogados e torturados e mortos.Eu sou testemunha disso, porque naquela época eu participei da manifestação em frente a igreja da Candelária, onde o padre Payton, discursou em protesto, e a gente segurava a faixa”A FAMILIA QUE REZA UNIDA PERMANECE UNIDA”. O cardeal D.Jaime de Barros Câmara estava presente, e protestava contra a ditadura militar que tomou conta do país! Isso não dá para mudar e esquecer. Agora os militares querem apagar esta PÁGINA NEGRA DE UMA BANDA PODRE DO EXÉRCITO,que se apoderou do poder? O fascínora Ernesto Geisel,e o bandido Figueredo foram os mais cruéis! O menos sanguinário foi o Médici, conforme meus conhecimentos. É isso aí!

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