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Nota de Aziz Ahmed sobre visita de federais americanos lá. Lá. Em Houston. “Houston, temos um problema”

Posted in Uncategorized with tags , , , , on 17 de abril de 2015 by Marli Gonçalves

JORRANDO PETROLEOUma ‘visita’ nada protocolar

Funcionários da Petrobras American Inc, em Houston, no Texas, relataram
aos superiores no Brasil terem recebido uma “visita” de agentes federais americanos.
Disseram que computadores e até telefones celulares teriam sido
apreendidos.

O assunto está sendo guardado no mais absoluto sigilo.

FONTE COLUNA AZIZ AHMED

“Guerra nos Jardins”: Ampliação de uso de corredores comerciais vai à luta nos Jardins e toma vulto

Posted in Uncategorized with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on 17 de abril de 2015 by Marli Gonçalves

– 30 mil assinaturas favoráveis à ampliação da gama de serviços e usos estarão representadas na reunião amanhã, sobre a região da Avenida Europa, Cidade Jardim, Rua Colômbia e Jardins, já entregues na Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano em apoio à minuta inicial de Plano Diretor

Discussão é pela ampliação das categorias e subcategorias de uso comercial dos grandes corredores. Movimento Zoneamento REAL representa comerciantes, empresários, proprietários, funcionários e usuários do Eixo Augusta – Morumbi, onde no momento proliferam e aumentam problemas como a violência e imóveis desocupados, à mercê de marginais, justamente por existirem absurdas restrições de uso, em área há muito já ocupada, mas onde não há, por exemplo, opções de alimentação

SÃO PAULO – URGENTE – Com a força de 30 mil assinaturas de apoio, já entregues oficialmente, foi criado o Movimento Zoneamento REAL, que começa a enfrentar incisivamente o lobby que pretende restringir ainda mais o uso dos grandes corredores comerciais de São Paulo. Amanhã, sábado, 18, reuniões abertas em vários lugares da cidade, junto com as Administrações Regionais, continuam o debate participativo nas mudanças do Plano Diretor que serão votadas em breve na Câmara Municipal. O Movimento Zoneamento REAL estará presente, representando os comerciantes, proprietários, funcionários e usuários das áreas já comerciais do Jardim Europa, em defesa do uso mais diversificado de corredores como os das Avenidas Europa, Cidade Jardim, Rua Colômbia, Alameda Gabriel Monteiro da Silva. O movimento conta com o apoio da Associação Comercial de São Paulo, entre outros grupos de comerciantes da região nobre da cidade, preocupados com a degradação dos imóveis, subocupação e contra argumentos de restritas e elitistas associações de moradores de sobrenomes poderosos.

“Não podemos permitir que associações que, se somadas em toda a cidade, não passam de 300 pessoas, em nome de seus interesses exclusivos de segregação, se sobreponham à vontade e necessidade de milhares de pessoas que dependem da região e contra o desenvolvimento da cidade”, afirma Geraldine Maia da Silva, advogada do Movimento Zoneamento REAL e especialista em Direito Imobiliário e Direito Urbanístico. “O que pedimos é absolutamente razoável e concreto, que o interesse público seja posto acima de questões particulares. A instalação de outros tipos de comércio e serviços beneficiará a região como um todo, mas é claro que também estará garantida a preservação das regiões internas, exclusiva de moradias. A cidade é um elemento vivo”, explica Geraldine. “Todos vão sair ganhando: os moradores querem morar e continuarão tranquilos em suas casas, e os comerciantes podem fazer o que precisam, trabalhar”.

A especialista é objetiva, e esclarece: não serão instalados supermercados, shoppings ou grandes estabelecimentos, como estão querendo fazer parecer. O que se pede apenas é que possam ser instalados mais outros serviços, como lojas, restaurantes e boas lanchonetes. “Atualmente quem trabalha não encontra lugar nem para se alimentar, tomar um café! Apenas existem dois restaurantes tradicionais, Bolinha e Girarrosto, ex-Pandoro, que têm autorização anterior à lei, e um outro mais recente, que se aproveita de estar nas dependências do Museu da Imagem e Som, MIS. Mas todos são voltados à gastronomia de luxo, com preços altos, em clara discriminação social”.

Deterioração visível e abandono

O resultado das restrições numa das áreas mais bonitas da cidade, aliado à crise econômica, é visível: quadras e quadras com casas abandonadas, vazias, pichadas, atividades irregulares, problemas sérios de segurança dos moradores da região, desvalorização imobiliária, riscos de invasão e degradação de imóveis, com desequilíbrio ambiental. Vários comerciantes e importadores de marcas famosas de veículos que se instalaram ali começam a deixar o local por falta de estrutura de apoio. Fora, ainda, o constante assédio e as ameaças de fiscais. Voltado para atividades comerciais, a restrição de uso impede que proprietários possam dispor do imóvel para locação ou venda, e eles ainda arcam com impostos, como IPTU, extremamente elevados.

O arquiteto Rodrigo Ohtake, um dos apoiadores do Movimento Zoneamento REAL, lembra o quanto a cidade necessita desses eixos importantes e em movimento. “São importantes espaços de convivência. Não usá-los e à sua estrutura já construída é quase um crime, verdadeiro desperdício urbanístico. Está na hora de nos espelharmos nas grandes cidades do mundo, onde grandes eixos e corredores formam pontos de atração, como o Champs Elysées ou a Quinta Avenida, apenas para citar alguns exemplos reconhecidos”.

Leis e a participação popular – A Lei de Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo da Cidade de São Paulo é a 13885/2004. Novas mudanças previstas pelo Plano Diretor para os próximos 16 anos estão contempladas na Lei 16050/2014, sancionada em 31 de julho do ano passado. Essas mudanças vêm sendo analisadas em audiências públicas, que discutem as regras que deverão ainda ser votadas e aprovadas na Câmara Municipal de São Paulo. Os corredores são as chamadas Zonas de Centralidade Linear, e se dividem em ZCL-Z1, comércio e serviços de baixa densidade, e ZCL-Z2, serviços de baixa densidade.

As propostas desenvolvidas pelo Movimento Zoneamento REAL podem ser melhor conhecidas através de um vídeo já postado no YouTube, https://youtu.be/dmtYDFGbBNU.

A reunião no próximo sábado, que tratará dessa região, será realizada na Uninove Barra Funda, Avenida Francisco Matarazzo, 363, das 13h30 às 17h30.

Para acompanhar os encontros da revisão participativa da Lei de Zoneamento da Cidade, o endereço oficial é: http://gestaourbana.prefeitura.sp.gov.br/

– Pelo Movimento Zoneamento REAL, contato com a Dra. Geraldine Maia, (11) 9 9271-5151/ (11) 9 9138-0184.

fonte: B&A – Brickmann&Associados Comunicação

Só um Sponholz basta para desenhar o momento político que vivemos

Posted in Uncategorized with tags , , , , , , on 15 de abril de 2015 by Marli Gonçalves

Sobre o Ministro indicado para o STF. Olhe aí que beleza, como ele gosta da presidente. Pediu voto por ela, por ele e por amigos. Assiste só.

Posted in Uncategorized with tags , , , , , , on 14 de abril de 2015 by Marli Gonçalves

judge6Com vocês, Luiz Edson Fachin, o indicado para a vaga de Joaquim Barbosa no STF – Supremo Tribunal Federal

O pensamento vivo de Dilma. Sobre a mulher. Captado pelo Augusto Nunes

Posted in Uncategorized with tags , , , , , , , , on 14 de abril de 2015 by Marli Gonçalves

A metade de um neurônio

Buzzed_woman “Eu sempre acho que mulher é muito importante ser ponderada. Então, a minha resposta é genérica. Eu acredito que as mulheres elas crescentemente vão… bom, se nós somos parte do céu como dizem os chineses, agora deu, nós queremos ser metade do céu, segundo os chineses. Deu para eles, nós queremos ser é metade do mundo mesmo e, aí, isso se expressa também em presidentes ou presidentas, tá? E não sejam preconceituosos contra as mulheres”.housework3

Smaaaaackkkkkkkk. Adivinhe que dia é hoje! Beijo para você, você e para você aí, distante, mas perto do meu coração

Posted in Uncategorized with tags , , on 13 de abril de 2015 by Marli Gonçalves

beijos beijo! 150 MIL beijos

Dia do BEIJO

MAIS: AQUI, AQUI

ARTIGO – A ilusionista e a corda bamba. Por Marli Gonçalves

Posted in Uncategorized with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 12 de abril de 2015 by Marli Gonçalves

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O pior é que essa nossa artista não é nem um pouco competente no setor e o truque se volta para a própria; quem se ilude é ela pensando que nos iludiu e que está tudo certo, arranjado, decidido, controlado, contornado. Até as ordens que dá crê estarem sendo cumpridas. Este circo está na lona.mago-e-ilusionista-imagen-animada-0009

Adivinha. Não se engana a realidade. Resultado: foi parar na corda bamba. Outra imagem seria dizer que a ilusionista está no ringue, nas cordas, onde um adversário encurrala o outro até o nocaute ou o soar salvador do fim do round. De qualquer forma, ambas as cordas tremem; uma bamba, a que pode fazer cair de lá de cima; outra, para onde está sendo levada, perdida, cercada e subjugada pelo adversário. Na verdade, um monte de adversários que brotam da terra que ela planta com total inabilidade. Parece que está mesmo todo mundo querendo desmascará-la, tirar uma casquinha, dar um sopapo, acertar alguma conta, apertar um certo pescoço, descontar alguma desfeita ou vendeta.

Era uma vez um país que vive um momento muito confuso, parece até que está em um muito longo inferno astral, aquele período amargo que antecede o aniversário – e está mesmo, já que comemora 515 aninhos agora, dia 22. Bateu um ventinho que está dissipando a areia que a ilusionista e seu grupo de mágicos jogaram nos olhos da população, que acorda num pesadelo e tanto, com a inflação latindo e correndo atrás dos calcanhares, economia parada e um mar revolto sacudindo a caravela. Uma terra na tanga com as partes à mostra, e com todas as mágicas que faz tempo estavam sendo feitas, os truques, falhando e sendo revelados a uma plateia atônita e neste momento muito brava, indócil, pedindo o dinheiro de volta.

Andamos em tempo de jogo de espelhos e ilusões, com vestidos azuis que podem ser dourados e gatos que ninguém sabe se estão subindo ou descendo a escada. Juízes com leis próprias. Panos sendo levantados e mostrando que cobriam buracos imensos, enormes labirintos de sucção de recursos públicos.

Esse é o momento do país da ilusionista. Nos centros de poder, ratos saem de caixas, em vez de coelhos saírem das cartolas. Cobras botam as manguinhas de fora, nem precisam mais de encantadores. Seus botes são precisos na direção das pombas brancas da paz e liberdade, escondidas acuadas nas mangas, com as cartas, os lenços, e suas cores de arco-íris. Tentativas brutais de retrocesso nos costumes que, ainda crianças imberbes no berçário atrasado, tentam caminhar em direção ao futuro, mas são obrigadas a tropeçar na escuridão da religião, dos dogmas, das proibições, da hipocrisia social.

Os que protestam também se dividem, como aquele serrote que corta a caixa onde a assistente esperneia. Essa assistente acorrentada nos representa – somos muitos de nós, também colados na parede, paralisados, esperando que aquelas facas que arremessam em nossa direção não nos atinjam e dependentes da presteza do atiradores escolhidos sabe-se lá de onde pela prestidigitadora chefe, e que vivem com as mãos tremendo.

2007bO ilusionismo é uma arte que deveria ser respeitada. Diferente do que poderemos classificar como compulsão – as mentiras constantes, tão constantes e tão mentiras que acabam virando a verdade para quem as cria. Assim podemos entender vários fatos recentes, tais como a conta da luz que baixou subindo, o crescimento que encolheu, as economias que gastam mais, as rigorosas investigações que não dão em nada, as ordens para não usarem mais aviões que continuam sendo usados, as críticas que na verdade eram elogios conforme se quis ouvir, os cortes que serão feitos e que cada dia os gastos aumentam. A Pátria Educadora sem escolas. A total transparência de dados que nunca podem ser vistos, como o uso de cartões, ou os contratos para construção de pontes que ligam o nada a lugar nenhum (e que, aliás, nem construídas são, apenas pagas). Exemplos não faltam.

Já que estamos nesse plano teatral e mágico, abrem-se as cortinas e entram os al(k)quimistas, aqueles que não vão racionar a água que é racionada com diversos horários, aqueles que dizem que não há greve de professores e aproveitam para pedir aos pais que não levem os filhos às escolas para que não vejam a greve que não há. Aqueles que não estão chegando, esses.

Para completar o circo, faltava – mas não falta mais – aparecer o homem barbado, o domador de pês, emes, debês e outras feras, além do pequeno aprendiz que decorou um truque de abrir ciclovias e não para de repetir o feito, apontando sua varinha de tinta vermelha para tudo quando é chão. Penso que a holografia possa ser usada no caso, criando também hordas de ciclistas.newman8_e0

Quando eu estalar o dedo, você sai desse estado hipnótico e cai na real. Combinado?

Agora, fica aí se perguntando qual seria o seu papel neste picadeiro. E essa bolinha vermelha no seu nariz?

 São Paulo, 2015hipnose
Marli Gonçalves é jornalista – – Acontece que a gente vai ter, mais cedo ou mais tarde, de trocar essa trupe. Faltam bons candidatos, gente que seja de circo, como diz aquela velha expressão popular. Equilibristas estão sobrando, porque aprendemos rápido.

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