#ADEHOJE, #ADODIA – PLANTÃO: VOU TE CONTAR AS COISAS QUE TÊM PARA ACONTECER NESTE QUENTE VERÃO

#ADEHOJE, #ADODIA – PLANTÃO: VOU TE CONTAR AS COISAS QUE TÊM PARA ACONTECER NESTE QUENTE VERÃO

 

FIM DE ANO, SOL, VERÃO. ESTOU DAQUI VENDO VOCÊ FAZER PLANOS, ARRUMAR MALAS, CONFERIR PASSAGENS, TUDO PARA SAIR POR AÍ. NÃO ME ABANDONE. FICO AQUI DE PLANTÃO. AINDA MUITA ÁGUA VAI ROLAR NÃO SÓ NOS PRÓXIMOS QUINZE DIAS, COMO ESPECIALMENTE NOS PRIMEIROS QUINZE DIAS DO ANO QUE VEM. VEJAM SÓ: TEM JOÃO DE DEUS FORAGIDO, PARA SE ENTREGAR… SERÁ? COM 35 MILHÕES NO BOLSO. SEI NÃO SE ELE JÁ NÃO PODE ESTAR LONGE FAZENDO RETIRO EM ALGUM TEMPLO DO LUXO. TEM CESARE BATISTTI COM UM AVIÃO ESPECIAL PARADO ESPERANDO POR ELE PARA LEVÁ-LO DE VOLTA À ITÁLIA CONFORTAVELMENTE. E O QUEIRÓZ, O ASSESSOR DO BOLSONARINHO FLÁVIO QUE SUMIU? E LEVOU A FAMÍLIA, MAS MANTEVE A CONVERSA NO NOTICIÁRIO SÓ PIORANDO PRO LADO DOS QUE VÃO ASSUMIR A DIREÇÃO DO GIGANTE ADORMECIDO. E DEPOIS? O QUE ACONTECERÁ COM O TEMER E OS INQUÉRITOS QUE PAIRAM SOBRE ELE AMEAÇADORES. COMO SERÁ A POSSE, OS NOVOS GOVERNOS? O VERÃO VAI SER QUENTE MESMO.UM FORNO. VOU TE CONTANDO, VOU TE CONTAR.

#ADEHOJE, #ADODIA – REAJUSTES DO JUDICIÁRIO, OPERAÇÕES DA PF E A LIMPEZA PESADA QUE TEMOS DE FAZER

#ADEHOJE, #ADODIA – REAJUSTES DO JUDICIÁRIO, OPERAÇÕES DA PF E A LIMPEZA PESADA QUE TEMOS DE FAZER

É TANTA COISA ACONTECENDO QUE DAQUI A POUCO VAI SER #ADOMINUTO. ALÉM DAS MORTES HORROROSAS NA CALIFÓRNIA POR MAIS UM MALUCO ARMADO ATÉ OS DENTES, O ESCANDALOSO REAJUSTE DO JUDICIÁRIO POSTO – E APROVADO – PARA VOTAÇÃO À LUZ DO DIA. NEM ESPERAM MAIS A CALADA DA NOITE. E OS DEPUTADOS ESTADUAIS DO RIO? TINHA UM QUE RECEBIA 100 MIL MENSAIS PARA SE CALAR ENQUANTO OS GOVERNADORES, INCLUSIVE O PEZÃO, NOS ROUBAVAM, SAQUEAVAM. COMO É QUE A GENTE VAI LIMPAR ISSO TUDO?

 

ARTIGO – Prepare seu coração. Por Marli Gonçalves

boygirl3Dtoons_onRollerCoaster_169x169_anigraphics-rollercoaster-600814Sim. Calma. Respira. De novo. Vamos. Não adianta se desesperar. Ainda teremos emoções bem fortes pela frente nos próximos seis meses. Sim, já se passaram seis meses, a metade, deste ano. Incrível, não pode ser só eu que acha que o tempo está voando sob nossos pés. Feliz segundo semestre de 2016!

Aos trancos e barrancos, descendo e subindo ladeiras, tropeçando, prendendo a respiração, arregalando o olho, prestando atenção, pulando poças, se desviando das flechas. Vai mesmo parecer corrida de obstáculos, labirinto. Ou trem fantasma. O que já está seguro: temos de enfrentar os dias de cabeça erguida. Me dá sua mão. Eu preciso de uma mão.

Já se deu conta? Vamos indo juntos, pensando. Primeiro, algo suave, as estações. Meses de inverno com frio. Frio, que até a gente tinha se desacostumado. Previsão de tempo seco, nada de ficar se esquentando debaixo do chuveiro. Vai passar também toda uma primavera, daquelas, para que a gente sempre acredite que ela traz coisas boas, novas, coloridas, amorosas, perfumadas, belas.

Lá pro finzinho do ano, que a coisa vai ficando quente (ou fria, depende; mas me refiro à coisa), chegará o verão e suas modas. Engatilhado, o Natal, o Ano Novo, a vontade de pensar só coisas boas e otimistas, roupinhas brancas, e todas aquelas palavras e gestos de todos os anos, com hohoho e tudo.

Mas antes vai ter muito protesto, muita manifestação, muito barulho por tudo e por nada, que agora a gente gostou de ir para a rua, de vermelho ou de verde e amarelo, carregando plaquinhas. Tem a votação do impeachment no Senado, os julgamentos pendentes nos tribunais superiores. As ruas vão fazer pressão, queda de braço, ver quem grita mais alto. Os jovens estão sedentos por causas, e só não temos mais tantas greves porque para ter greve precisa ter trabalho e isso anda bem escasso. 14 milhões de desempregados em todas as faixas podem ocupar um país, acabar de pará-lo, puxar o freio de vez, deixando a marca no asfalto.

Tá bom, vou maneirar, refrescar um pouco, e lembrar que teremos quatro feriados nos próximos seis meses: 7 de setembro, 12 de outubro, 2 e 15 de novembro. Sim, verifiquei; caem em dias da semana, para serem enforcados. Esquece o Natal que esse vai cair no domingo.

Voltando à nossa conversa, todos os dias dos próximos seis meses ouviremos falar as mesmas palavras como uma cantiga: João que delatou Maria que delatou o Pedro, que contou que não sabia de nada. José preso; Francisco com tornozeleira. Antonio nega. Paulo condenado. Ao fundo só ouvimos contar os milhões, bilhões, desviados de algo que ao fim e ao cabo era nosso – fomos roubados.

No meio dessa cantação toda, ouviremos também obrigatoriamente a cantilena e os jingles de campanha para prefeitos e vereadores. 2 de outubro tem eleição. Não temos bons candidatos, mas temos eleição, e vamos ter que votar e uns serão eleitos. Obrigatório.

Está pensando que eu esqueci agosto? Como poderia? Deve ser votado o final da novela Dilma, e o fim do seriado Eduardo Cunha, para ver se enfim as peças se ajustarão melhor e algum futuro poderá ser previsto mais solidamente, que agora está no ar, como os devaneios e baboseiras. Spoiler: os dois serão varridos.091_snowjump_cat_gifs

E vamos todos estar com as mãos juntinhas rezando para que nada de muito grave ocorra durante as Olimpíadas, logo esse ano, por aqui, no Rio, na calamidade. De 5 a 21 de agosto, muita fé. Vale promessa, virar o sapo no telhado, subir no Cristo Redentor de joelhos, qualquer coisa. Só rezar para que não seja baixo astral coletivo. O mundo todo olhando para cá. Para lá.

Mal respiraremos saindo dessa e logo, de 7 a 18 de setembro, a agonia vai voltar durante as Paralimpíadas. Mais atletas, mais perigos, mais Rio de Janeiro.

O mundo todo, eu sei, estará bem ocupado. Vai ter dor de pescoço de tanto ter de se virar de lá para cá para assistir a tanta coisa acontecendo na Terra, quiçá no espaço, quiçá no subsolo, quiçá vinda do céu, ou invadido pelo mar que anda querendo se espreguiçar. Eleições doidas na nação mais poderosa do mundo, numa terça-feira, 8 de novembro, com competidores díspares e atitudes inusitadas em movimentos perigosos. O Reino Unido arrumando as malas para se mudar, morar sozinho. Bolsas sensíveis a qualquer movimento mais brusco. E o terrorismo à espreita com os delírios de suas virgens, suas proibições e dogmas em Estados e organizações paramilitares e religiosas.

Bem, então, como eu ia dizendo…. Prepare seu coração para as coisas que eu já contei.

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Marli Gonçalves, jornalista – A profissão que existe para contar as histórias dos dias que virão, tentando entendê-los. E ultrapassá-los, porque afinal falta pouco para virar o ano.

Réveillon do segundo semestre, mais uma metade, tim tim, 2016

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ARTIGO – Dias marcantes. Por Marli Gonçalves

terremotos diáriosAgenda (1)Estamos vivendo dias marcantes. Se até para quem já viveu outros iguais ou parecidos, são marcantes, imagine para quem os vive agora a primeira vez, caso de muitos que nesses dias estão nas ruas palpitando sobre política, tomando partido ou trocando de algum. Dias marcantes são os inesquecíveis. Esses que vivemos agora estão sendo marcantes, extenuantes e históricos.

Você tem dias marcantes na sua vida, deve ter alguns. Todo mundo tem. Às vezes só percebe que tinham sido marcantes quando lembra deles tempos depois, anos após. Dias são parâmetros diferentes, importantes, específicos. Você começa um e nunca sabe como ele vai terminar, do acordar ao dormir de novo, o período que vive o dia, e que claro abarca a noite, mas não é desse período o dia sobre o qual falamos. Você pode ter tido um dia marcante porque aquela foi uma noite magnífica. É coisa de memória, que vai para uma gaveta específica e às vezes até surpreendente.

Qual é o dia marcante para você? Dia de alguma luta inglória, ou de uma vitória suada?

Repara que tem essa: dias marcantes podem o ser por motivos bons ou ruins, essa coisa dialética. Morte, vida, começo ou fim. O dia que perdeu alguém; o dia que ganhou alguém.

Pode ter sido bobo ou extraordinariamente proveitoso. Pode ter virado dia comemorativo, tipo dia do casamento, dia do nascimento. Pode ter sido dia da caça ou do caçador. Datados ou não. Você pode deles lembrar o mês ou o ano, ou apenas uma época, em qual década. Alguns vêm completos, até com dia, mês, ano, hora. E cor, cheiro, sabor. Esses são os que marcaram a ferro e fogo.

Pensando agora, me veio à mente dias marcantes díspares. O dia em que tirei meu aparelho de dentes, que viveu comigo e foi um suplício oito longos anos. Tinha quinze anos. O dia do casamento, vejam só, de um amigo; na verdade exatamente o que aconteceu depois desse casamento quase 30 anos atrás. Uma paixão eterna, sem cura.

david_goliathNa minha profissão tive muitos dias marcantes. Muitos deles com o mesmo afã dessas horas de agora, quando acompanhava pelo Jornal da Tarde e Rádio Eldorado a luta pelas Eleições Diretas, os comícios, e especialmente o mais marcante, o grande dia da votação no Congresso da Emenda Dante de Oliveira, o nome do deputado que a havia apresentado. Fui a última a sair do ar, já de madrugada. “Eles” censuravam tudo e haviam proibido a cobertura livre. Meu golpe foi ficar falando de lá com a redação ao telefone direto de um orelhão (daqueles com ficha) na Praça da Sé, perto de onde havia um palanque acompanhando a votação em Brasília, e que dispunha de alto-falantes, nomeando voto a voto. Assim os meus ouvintes acompanharam a votação até eu ser “descoberta”. Lembro do dia por isso e mais ainda por causa da grande tristeza da derrota que ocorreu naquele dia e que ainda atrasaria o país alguns anos. Lembro do calvário de Tancredo Neves, e do marcante dia do féretro pelas ruas de São Paulo. Já choramos muito por política, sim.

Decepção também faz muitos dias serem marcantes. O time que deixou de ser campeão. O fim de um relacionamento. A descoberta de uma traição. Um encontro esperado e desmarcado.

Dias marcantes podem ter sido dias trabalhados ou descansados. Letivos, entre muitos que lembramos por motivos que só muita terapia poderia explicar. Dias úteis e inúteis, ou que foram úteis para alguém, talvez. Dias assim, assados, nublados ou ensolarados.janela homem corre atras da mulher

Pois esses dias de agora são desses, marcantes, e cujas marcas esperamos sejam boas e não nos deixem cicatrizes. Eles podem não ir para o lado que você gostaria, mas sabe de antemão que são dias frenéticos, do tipo que ainda por muito tempo procurará e precisará de ajustes. Dias melhores virão. Ainda mais marcantes.

Serão mais que dias, etapas. Só estou curiosa de saber como que lembraremos desses aqui mais tarde, ali logo mais no futuro.

SP, 2016, de um dia marcante.

Marli Gonçalves, jornalista Na Ordem do Dia: por que não vemos um movimento sério, suprapartidário, de união? Por que os artistas e intelectuais de um lado e outro, acompanhados de outros de os outros matizes, não propõem e saem em busca da solução? Porque são egoístas. Querem os dias assim. Se sentem importantes demais.

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ARTIGO – Marco de Março. Por Marli Gonçalves

Animated-Calendar-MarchA impressão que dá é que nem começou ainda. Há uma efervescência e infelizmente não é cultural. Março é sempre mês quente, e não é só pelo verão que vai se mandando. Muita água ainda vai rolar, literalmente, e literalmente é bom que role mesmo porque vamos precisar muito dela para acalmar os ânimos laterais.

Tem tanta coisa que acontece e outras tantas que já aconteceram em março, boas e ruins, que tornam este mês muito especial, tanto a ponto de ganhar uma obra-prima musical que descreve o seu outono, como a escrita por Tom Jobim em Águas de Março.

Mês contraditório do é ou não é, do anda e do desanda, e por aqui pelo Brasil muita coisa já desandou justamente em março. O louco é que também muito se andou em março, por exemplo 21 anos depois, quase conseguindo marcar a libertação do que nos foi tirado em um último dia de um outro março. Mas onde morte e nascimento se misturam seguidamente, e onde parece haver uma dicotomia para tudo, abrindo desvios, a doença de Tancredo adiou a data dessa festa lá em 1985.

E de lá até hoje a gente vem vindo com o que tem à mão, com o que pode, o marimbondo de fogo; com um que surgiu com olhos esbugalhados de messias, mas traiu e caiu; com o topete mineiro que de novo levantava uma esperança, sucedido por um intelecto mais refinado, e que depois também se esvai dando lugar ao que deveria ter sido, enfim, o utópico, o revolucionário, social, justo, mas se mostra até hoje, antes de mais nada, muito pobre de espírito. Pelo que vemos agora pobre só de espírito.

march-clip-animated-clipart-1.jpgNós, querendo enterrar os fios pendurados que enfeiam nossos horizontes, e eles plantando postes. Nós, querendo de novo mudar, e eles contando histórias para os bois dormirem, principalmente em dias de votação, e nessas histórias mentiram, mas mentiram tanto, mentiram muito, mentiram até sobre os que ouviam suas mentiras, e que acabaram assim percebendo que mentiras eram.

Na história que não queremos que se repita, milhares de pessoas ouviram num 13 de março, lá em 1964, na Central do Brasil, o inflamado discurso de João Goulart propondo reformas de base. Antes do final de março daquele ano, outros milhares foram às ruas assustados, e crendo numa ameaça comunista acabaram literalmente nos jogando em braços armados e fardados e afundando, aí sim, no mais vermelho dos mundos, mas não o de uma bandeira; o vermelho do sangue dos nossos que durante anos escorreu das prisões, dos porões, da tortura, da censura, do controle, da morte.

E ousavam falar que agiam em nome de Deus, da família e da liberdade. Mas impuseram foi a moralidade que lhes convinha, a dose de liberdade que os deixava confortáveis, e – não, Deus não deve ter podido ver tanta barbaridade que foi praticada em seu nome.

Cá estamos nós de novo em um intrincado março. As situações são completamente diferentes, vale dizer, deixar bem claro, embora as forças de esquerda estejam se apegando à tese de que quem não está com eles vira salgadinhos de rotisseria, embora sejam eles que estejam mais enrolados do que croquetes, numa massa que prepararam para se perpetuar no poder, pouco se importando com a farinha que usavam para isso, alegando que dessa farinha outros já haviam se empanado.

serpent_012Está difícil. Não dá para viver tranquilo numa terra rachada pelo maniqueísmo. Onde estão as soluções? Do que nos adianta o discurso inflamado da jararaca de rabo pisado que, diante de amestrados, desafia ameaçadoramente que lhe cortem a cabeça se quiserem suas escamas? Desafia autoridades, que xinga em praça pública, em tom de desacato?

Do que nos adianta um governo paralisado, do qual não se sabe de mais nada que consiga fazer de bom, além de trapalhadas, a não ser se defender ele próprio do indefensável que é revelado todo santo dia desde um março de dois anos atrás, quando começou a Lava Jato, a este março agora, quando chegou ao ápice, de prender, mesmo que por horas e usando outro nome magnificamente tucano, de condução coercitiva, o líder máximo? E no março que tantas contradições traz, que dizer ao ver a chefe eleita sair correndo para beijar a mão, afagar a cabeça e consolar aquele que é suspeito e investigado pelas autoridades que, ao fim e ao cabo, ela comanda, chefia? Muita coisa fora do lugar para um povo só, exposto a uma plateia infernalmente mundial e globalizada.

Aliás, ainda bem que eles estão vendo, porque se a gente fosse contar ninguém acreditaria. Muito menos se contássemos também sobre a pândega oposição incapaz de nem ao menos criar um fato para manter a bola no ar. Pândegos, falastrões que adoram se reunir, para decidir fazer alguma outra reunião que nada produz.

Sim, tem gente do mal, muito mal, tentando se aproveitar de mais esse delicado março. Sim, precisamos ir às ruas mesmo assim para demonstrar que estamos com pressa de mudança sob pena de nos atrasarmos muito para embarcar no vagão da história. Sim, tem muita gente boa, e com fé surgirão líderes melhores do que estes que se nos apresentam, bastardos inglórios que nos mortificam de vergonha quando aparecem na festa. Sim, batamos panelas, palmas, façamos barulho, mas não nos enganemos nem com os gatos pardos, nem com as farinhas do mesmo saco.

Que nesse março o pau e a pedra não sejam o fim do caminho. Mas apenas o mistério profundo, o queira ou não queira.

Cat_FailSP, março de 2016

Marli Gonçalves, jornalista 25 de março comemora a primeira Constituição brasileira (1824). É também feriado no Ceará porque nesse dia ali foi abolida a escravatura. Shakespeare marcou para o dia 11 de março o casamento de Romeu e Julieta (1302). Em 20 de março de 1969, John Lennon e Yoko se casaram. Em um março de outrora sobrevivi a quem queria por amor me subjugar, e neste março meu pai faz 98 anos; sei que não gostará de ver ninguém se matar e brigar pelo que ele já cansou de me dizer que não vale a pena. E olha que ele já viveu para ver.

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