#ADEHOJE – COMEMOS (AGRO)TÓXICO. E A SUPER “PIRRALHA”

#ADEHOJE – COMEMOS (AGRO)TÓXICO. E A SUPER “PIRRALHA”

 

SÓ UM MINUTO – Escuta só essa: a Anvisa encontrou resíduos de agrotóxicos acima do limite ou proibidos em 23% dos alimentos avaliados entre 2017 e 2018. Foram avaliados 14 tipos de legumes, cereais e frutas, entre os mais consumidos. Foram pesquisados 270 tipo de agrotóxicos. Apresentam os maiores índices: Laranja, goiaba e uva – com os maiores porcentuais agudos – ou seja, comeu, pode passar mal. Mas não se preocupe, que eles dizem que os alimentos são seguros. Imagina se não fossem.

A menina ativista Greta Thunberg gostou de ser chamada de pirralha pelo Bolsonaro – até botou no Twitter dela.- pirralha, como atributo. Aliás, ser malvisto por ele, é atributo positivo. Não gostou que ela falou sobre o assassinato dos Guajajara…

Alberto Fernandez assume a presidência na Argentina. E sumiu um avião da Força Aérea do Chile com 38 pessoas a bordo, e que estava a caminho da Antártida.

#ADEHOJE – LIBEREM REMÉDIOS FORTES PARA OS “OLAVADOS” TAMBÉM.

#ADEHOJE – LIBEREM REMÉDIOS FORTES PARA OS “OLAVADOS” TAMBÉM.

 

SÓ UM MINUTO – Anvisa autoriza registro e produção de remédio à base de maconha no Brasil. Ufa, finalmente uma decisão importante. Mas é preciso pedir remédios fortes também para os desorientados que estão sendo postos em lugares-chave da Cultura nacional. O presidente da Funarte já disse que o rock pode ser abortivo, que os Beatles são demoníacos, entre outras sandices. O presidente da Biblioteca Nacional, acreditem, já associou, em 2017, Caetano Veloso, Legião Urbana e Gabriel O Pensador ao analfabetismo. Socorro! Alguém medique esses caras! Ou pelo menos nos livrem deles, esses seguidores do Olavo de Carvalho. Os cérebros deles estão olavados.

A regulamentação dos remédios com base no canabidiol ocorrerá em 90 dias e a medicação só poderá ser comprada em farmácias, com receita médica.

Ah, na área de Educação: Brasil cai em ranking mundial de ciências e matemática e empaca em leitura.

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Sobre o perigo do cigarro eletrônico. Recebi e achei que pode interessar a um grande número de pessoas. Saiba mais.

Wrinkle FaceDoutíssima alerta: a nicotina dos cigarros eletrônicos pode causar envenenamento

(fonte: doutíssima)

 


A utilização dos “e-cigarettes” vêm crescendo em todo o mundo. O site Doutíssima atenta para os danos causados pela nicotina líquida que pode causar vômitos, convulsões e até levar à morte
Os cigarros eletrônicos apontados por alguns como a solução para parar de fumar e como uma opção menos prejudicial à saúde do que os cigarros convencionais, na verdade, podem ser bem mais nocivos do que se imagina. A nicotina líquida utilizada nos “e-cigarettes” é muito mais perigosa do que o tabaco, já que é absorvida mais rapidamente. Ela é uma neurotoxina e pequenas quantidades – ingeridas ou absorvidas pela pele – podem ser letais.

Vários centros de controle de envenenamento em todo o mundo estão apresentando aumento nas taxas de intoxicação acidentais, especialmente entre as crianças. Segundo informações do Sistema Nacional de Dados sobre Veneno (National Poison Data System- NPDS), divulgadas pelo New York Times (março, 2014), o número de casos ligados aos e-líquidos, em 2013, nos Estados Unidos, teve um crescimento de 300% em relação a 2012. Nos casos ocorridos em 2013, 365 foram encaminhados para hospitais – quase o triplo do ano anterior.

Ainda segundo o New York Times, em Minesota, EUA, foram constatados 74% de casos de intoxicação decorrentes da “e-nicotina” em 2013. Entre eles, 29 eram crianças com menos de dois anos que, atraídas pelas cores ou aroma (como cereja, chocolate e chiclete) acabaram ingerindo ou colocando o produto na pele. Em Oklahoma, 23 dos 25 casos registrados nos primeiros dois meses de 2014 envolveram crianças de menos de 4 anos de idade.

 Principais sintomas do envenenamento

A diretora do Centro Regional de Controle de Envenemanto de Kentucky, Ashley Webb, alerta para os principais sintomas da intoxicação: “Os sintomas são os mesmos: náusea, vômito, palidez, sudorese e salivação. Já encontramos alguns casos de aumento da frequência cardíaca, pressão arterial e convulsões. Temos receio de que em um contato com uma quantidade mais expressiva, acarrete problemas cardíacos e ataque o sistema nervoso”. A diretora reforça que o produto deve ser tratado como um medicamento, sempre mantido longe das crianças e usado com muito cuidado pelos adultos, principalmente no momento em que estão inserindo a “e-nicotina” no cigarro, para que não entre em contato com a pele.

Percentual de nicotina nos “e-líquidos”

A quantidade de nicotina nos “e-líquidos” (refil dos cigarros eletrônicos) varia. A maioria possui 1,8 a 2,4%- concentrações que já podem causar doenças ou até a morte. Mas existem percentuais mais altos comercializados na internet- como 7,2 a 10%. Segundo o New York Times, uma colher de sopa já seria letal para uma criança ou mesmo um adulto.

 Comercialização proibida no Brasil

No Brasil, a Anivsa proibiu a comercialização, importação e propaganda do cigarro eletrônico. Apesar disso, ele é vendido ilegalmente em alguns sites. Atualmente ele é liberado na Europa e também é comercializado nos Estados Unidos, apesar dos seus ingredientes ainda não terem sido regulamentados pelo órgão responsável pelos alimentos e drogas nos EUA (Food and Drug Administration).

 

Doutíssima

O site Doutissima.com.br é uma mídia colaborativa de médicos – única no Brasil – que busca informar, cuidar, alertar e dar dicas sobre saúde, beleza e bem estar, com linguagem simples e direta. Diariamente são publicados dezenas de artigos de médicos e especialistas sobre os mais diversos temas, com o objetivo de contribuir para uma vida saudável.

Lançado em setembro de 2013, o Doutíssima.com.br possui mais de 26 milhões de páginas visitadas por mês e cerca de 3 milhões de visitantes únicos mensais. Atualmente, além da sua equipe de redatores, o site conta com a colaboração de 100 médicos e especialistas das mais diversas áreas.

Em 2014, o Doutíssima lançou o maior fórum de discussão de Saúde, Beleza e Bem-Estar do Brasil que conta com a moderação de especialistas direcionando as discussões e esclarecendo as dúvidas dos participantes.

Contato: contato@doutissima.com.br

http://www.doutissima.com.br

 

Estranho. Sempre ouvi dizer que cerveja e leite é união do mal, e a indútria quer misturar? Urghh.

GAROTO BUNDINHASem aditivos

Sem perspectiva de análise

A Anvisa demonstrou essa semana que não deverá analisar tão cedo um pleito considerado prioritário para indústria etílica: a permissão para fabricantes incluírem mel e leite na composição das cervejas à venda no Brasil. A proposta é tida como temerária pelos técnicos da agência, que a enxergam como uma cartada potente para atrair o público jovem.

A Anvisa divulgou sua agenda regulatória, documento contendo os pontos considerados mais urgentes para serem analisados até o fim do ano que vem. Ao contrário do que esperava o empresariado do setor, o pedido de autorização para uso de aditivo nas cervejas, como mel e leite, não aparece nos tópicos da agenda. O tema, se for tratado, está longe de ser prioridade.

FONTE: COLUNA RADAR – VEJA ONLINE – Por Lauro Jardim

Um pouco de Dilma e seu grande bom humor, calma e temperança…

Dilma style

Broncas não são de hoje

Uma passagem de Dilma Rousseff à época em que ocupava a Casa Civil do governo Lula dá a exata medida das agruras vividas pelos atuais ministros. Ex-presidente da Anvisa, Dirceu Raposo dava explicações a Lula e à própria sobre um sistema de fracionamento de medicamentos. Dilma saca uma pergunta da cartola e, constrangido por não saber responde-la, Raposo pede licença para dar um telefonema e confirmar a informação. Para quê?

Dilma então arremata, sem piedade:

– O senhor está com a ministra da Casa Civil e com o presidente da República. Vai ligar para tirar dúvidas com quem, com Deus?

FONTE: COLUNA RAdar – veja menseneatPor Lauro Jardim

RECEBI ESSE COMPÊNDIO DE ACONTECIMENTOS COM ALIMENTOS. BEM, AINDA NÃO É COMPLETO. ONTEM MESMO TEVE BOMBOM COM LARVA, KIT KAT COM PEDAÇOS DE PLÁSTICO…

Ostrich_girlPara quem tem estômago de avestruzOSTRICH

AdeS contaminado tinha soda cáusticaades todinho sapo sadia macd habibs creac

Fonte: http://www.ibamendes.com/

ELIO GASPARI NA FOLHA DE SP DE HOJE. SOBRE OS IMPLANTES DE SILICONE. MÉDICOS! ALôôô!!!

Elio Gaspari – Os doutores blindaram os implantes

 
Quantos médicos notificaram problemas com as mamas PIP de suas pacientes? Zero

Os cirurgiões plásticos e suas guildas deveriam convocar um congresso da categoria para discutir os aspectos desastrosos de suas condutas diante das adversidades provocadas pelos implantes de mamas de silicone PIP.

A ruína poderia ter sido evitada em 2009, quando a Câmara aprovou um projeto do deputado Miro Teixeira exigindo que os médicos comprovassem a “ciência da parte do paciente de todos os riscos eventuais do uso de silicone quando implantado no organismo humano”. A nobiliarquia médica mobilizou-se contra a exigência e prevaleceu, pois o projeto morreu no Senado.

Até abril de 2010, quando o uso dos implantes PIP foi proibido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, estima-se que 20 mil brasileiras tenham passado por esse tipo de cirurgia. Desde então, a Anvisa recebeu 39 queixas de ruptura dos implantes e 55 de outros efeitos adversos.

Em todos os casos, as reclamações vieram de pacientes. Não houve uma só notificação de médico. Zero, mesmo sabendo-se que, antes de reclamar na Anvisa, a vítima queixou-se a ele. (É verdade que os computecas da agência avisam no site do órgão que só se chega ao formulário de “evento adverso” com um navegador, o Explorer, da Microsoft.)

A agência recebe anualmente 650 mil queixas de pacientes e apenas 200 notificações de profissionais. Essa disparidade resulta do ambiente promíscuo onde coabitam a indústria farmacêutica, médicos e hospitais. Mesmo assim, no primeiro semestre de 2011 ocorreram 323 queixas relacionadas com a má qualidade de luvas de procedimentos.

A revendedora das próteses -EMI Importação e Distribuição- foi obrigada pela Justiça a pagar uma nova cirurgia e a troca da prótese. Notificação do médico? Nem pensar. O silêncio persistiu ao longo de 2009 e 2010, quando o fabricante verificou que o índice de rompimento dos seus implantes oscilava entre 30% e 40% e indenizou mais de uma centena de vítimas, na França.

Os médicos que implantaram essas mamas souberam dos problemas e nada disseram à Anvisa. Serão obrigados a defender suas condutas na Justiça, pois não só há ações das vítimas, como o Ministério Público entrará no lance. A Anvisa, que não deu atenção às queixas das pacientes, responderá pela sua inépcia.

Ocorrida a desgraça, a Sociedade Brasileira de Mastologia informou que um estudo de 2002 revelou que os índices de ruptura dos implantes oscilavam entre 26% em quatro anos, 47% em dez anos e 69% em 18 anos.

Em 2009, combatendo a exigência da comprovação do conhecimento, pelas clientes, dos riscos que corriam, o Conselho Federal de Medicina disse o seguinte: “O médico brasileiro é obrigado, por questões éticas, a explicar a seu paciente o que será usado como propedêutica e como terapêutica, sem a necessidade de um ‘laudo de autorização’ que, sem trazer qualquer benefício ao paciente, irá -ao contrário- provocar uma situação de constrangimento para o médico que empregue a prótese de silicone e uma expectativa negativa por parte do paciente. Isso mostra que a exigência de autorização por escrito para a realização desse procedimento médico é incabível”.

Incabível era jogar para baixo do tapete uma justa “expectativa negativa” da paciente. Boa notícia: daqui a duas semanas, com a Câmara reaberta, Miro Teixeira reapresenta seu projeto, com novas salvaguardas.

Esses ratos, pobres ratos… Agora atacam o chá da Oetker

Da coluna do lauro jardim - http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/

Anvisa interdita lote de chá com pelo de rato

A Anvisa interditou hoje um lote de chá de erva doce da marca Dr. Oetker. Motivo: o exame de pesquisa para matérias macroscópicas e microscópicas detectou a presença de pelo de roedor e fragmentos de inseto.

Por Lauro Jardim

Caso sério. Conto com sua atenção, também. Isso é Brasil. Mas não pode continuar assim.

ATENÇÃO, CORREÇÃO DE INFORMAÇÃO, ATUALIZADA DIA 8/12/2010, às 20h10

Do site www.brickmann.com.br

“As primeiras informações sobre o caso colocaram a responsabilidade sobre um órgão federal. Quem se opõe ao fornecimento do remédio que mantém a criança viva é, entretanto, a Agência de Vigilância Sanitária de São Paulo, um órgão estadual”.

Eu diria: “dá na mesma”.

 A ANVISA quer matar uma criança??

ESSA NOTA SERÁ PUBLICADA  DAQUI A POUCO NA COLUNA DE CARLOS BRICKMANN,no www.brickmann.com.br 

E  AMANHÃ ESTARÁ EM VÁRIOS JORNAIS QUE PUBLICAM A COLUNA.

MAS ACHO QUE TEM COISAS QUE NÃO PODEM ESPERAR NEM MAIS UM SEGUNDO PARA SEREM DENUNCIADAS, FALADAS, XINGADAS.

São inacreditáveis.

O crime de salvar uma vida

Diz a Bíblia: “Não fique inerte perante o sangue do próximo”. O Talmud, compilação das leis judaicas e de suas interpretações, diz que quem salva uma vida salva a Humanidade. No Brasil, um laboratório está sendo processado por uma agência federal pelo crime de colaborar, de graça, para salvar uma vida.

A história inacreditável do processo da Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, contra o Laboratório Baldacci, de São Paulo, começou há três anos. Victor, filho recém-nascido de Bianca Calumby, tem uma doença rara: para viver, precisa de um caríssimo aminoácido, a citrulina, que lhe permite aceitar alimentação. O Laboratório Baldacci, procurado, doou três quilos do aminoácido, que garantiram a vida de Victor até o início deste ano. O Baldacci doou então mais dois quilos – tudo documentado, com pedido médico, doação formal.

A Anvisa, alegando que o Baldacci tinha autorização para usar o aminoácido como matéria-prima, mas não para doá-lo, autuou o laboratório. “Nunca pensei que pudéssemos ser punidos por querer socorrer uma criança”, diz, com toda a razão, Ronaldo Abbud, diretor do Laboratório Baldacci. A mãe de Victor completa: “É questão de formalismo cego. Sem o remédio, o garoto teria morrido”.

O laboratório fala pouco sobre o caso: pode sofrer retaliações e talvez até perder o certificado de boas práticas farmacêuticas, o que o tiraria fora do mercado. Mas o Baldacci pretende continuar (gratuitamente) cumprindo sua missão: ajudando a salvar vidas. Já a Anvisa prefere cuidar dos formulários e não de vidas.

As dúvidas, as dúvidas

Caso a Anvisa tenha êxito e impeça o Laboratório Baldacci de doar a substância que permite a sobrevivência de Victor, que acontecerá?

1 –Abre-se então um rigoroso inquérito caso o menino morra?

2 – O Governo passa a fornecer o remédio que já disse que não tem?

3 – A família do menino que se vire, que a Anvisa não tem nada com isso?