Homofobia FORA!!! Denúncia. Veja o relato. Publicitário foi ser voluntário no desabamento e…acabou agredido no Hotel Marabá, centro de SP

EXIGIMOS APURAÇÃO IMEDIATA!

Sou publicitário, trabalho com relações públicas. Você está no meu mailing, pois em algum momento da vida recebeu algum release meu. 

Mas agora, o assunto é um pouco diferente:

Caso de Homofobia que aconteceu comigo depois de passar horas ajudando às vítimas da tragédia do prédio que pegou fogo e veio ao chão aqui em SP.

Não quero divulgar meu nome, pois temo represálias e falta de job depois disso.

O Hotel em questão é o Marabá Palace Hotel, um dos mais tradicionais da cidade de SP com 4 estrelas.

A Globo, foi a primeira a repercutir o assunto, porém é preciso mais força e união de todos para a gente conseguir acabar com a Homofobia e que essa investigação vá para frente, No estado de SP,  existe uma lei para pune estabelecimentos que que cometam esse crime.

Voluntário que ajuda desabrigados de prédio que desmoronou em SP acusa funcionários de hotel de homofobia

Polícia especializada apura denúncia de publicitário que alegou ter sido xingado e agredido por funcionários porque é gay e por estar sujo.

Um voluntário que foi ajudar os moradores do edifício Wilton Paes de Almeida, que desmoronou após um incêndio na terça-feira (1º), no Centro de São Paulo, acusa funcionários de um hotel próximo de homofobia. Uma delegacia especializada da Polícia Civil da capital investiga o caso.

O publicitário de 34 anos, que é gay, disse ter sido xingado e agredido por funcionários quando entrou no local, que é tradicional e fica na Avenida Ipiranga, na noite de quarta (2), para se esconder de ladrões enquanto esperava um carro pedido por aplicativo.

Ele aceitou conversar com o G1 desde que seu nome e rosto não fossem divulgados. Segundo ele, um recepcionista lhe ofendeu como xingamentos homofóbicos e um segurança o agrediu com um soco no peito para expulsá-lo.

“Fui ofendido porque sou gay e apanhei por estar sujo depois de ter ido voluntariamente ajudar as famílias que perderam tudo no desabamento”, disse o publicitário, que procurou a polícia para prestar queixa contra os empregados do hotel.

“Me sinto vítima de homofobia e preconceito por isso tudo. Voltava para casa, marquei o Uber na frente do hotel e só entrei lá porque achei que seria assaltado”, disse o rapaz, que enviou uma foto de arquivo pessoal no qual aparece com a pulseira roxa usada pelos desabrigados para identificar moradores e voluntários.

Apesar de dizer que não se lembra dos nomes dos funcionários, ele contou que sabe identificar quem são os dois homens. “E mesmo dizendo a eles que só queria ficar lá esperando o transporte por aplicativo por segurança, porque achei que poderia ser assalto, eles me enxotaram”. A reportagem não encontrou os responsáveis pelo hotel para comentar o assunto.

O caso foi registrado no 78º Distrito Policial (DP) como injúria e lesão corporal. Como há suspeita de que o publicitário tenha sido vítima de homofobia, a Delegacia Estadual de Crimes Racionais e Delitos de Intolerância (Decradi) vai assumir as investigações.

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