ARTHUR MOREIRA LIMA VOLTA EM GRANDE ESTILO COM SEU PIANO PELA ESTRADA. VEJA LOCAIS DOS CONCERTOS

Com patrocínio da Ultragaz, projeto Um piano pela estrada leva música clássica, brasileira e internacional, para diferentes regiões do Brasil

 Pianista Arthur Moreira Lima viaja em caminhão teatro para apresentar concertos gratuitos à população

 Em março e abril, o projeto cultural Um piano pela estrada, que leva o pianista Arthur Moreira Lima e seu Caminhão Teatro para todo o país, passará por mais de por mais de 15 cidades brasileiras, em 11 Estados, com o patrocínio da Ultragaz, pioneira na distribuição de Gás LP (Liquefeito de Petróleo) e referência em ações de sustentabilidade.

Com o objetivo de levar música clássica, brasileira e internacional, gratuita, a uma população que dificilmente teria acesso a este estilo musical, o projeto Um piano pela estrada partirá de São Paulo, capital, no dia 4 de março. Depois, o caminhão seguirá para diferentes regiões do país, até chegar a Caucaia, no Ceará, no dia 22 de abril.

O músico viaja acompanhado de dois pianos de cauda Steinway & Sons e uma equipe composta por mais de 20 profissionais, entre técnicos e produtores. Quando chega ao destino, a caravana faz a montagem do concerto em poucas horas, possibilitando a realização de um espetáculo por dia em cada cidade.

O repertório prestigia obras clássicas e populares de grandes compositores da música mundial, como Pixinguinha, Bach, Luiz Gonzaga, Chopin, Beethoven, Mozart, entre outros, sem esquecer a Grande Fantasia Triunfal sobre o Hino Nacional Brasileiro. Durante as apresentações, Arthur interage com a plateia, falando sobre as obras apresentadas, os autores, suas singularidades e inspirações. O projeto inclui ainda a participação de artistas locais nos shows.

Com aprovação do Ministério da Cultura, através da Lei Rouanet, é a primeira vez que o projeto recebe o patrocínio da Ultragaz. Para Daniela Gentil, Gerente de Sustentabilidade da Ultragaz, a iniciativa “reforça a missão da companhia de contribuir com o desenvolvimento socioeconômico das comunidades, investindo em projetos educativos, culturais e de preservação ambiental com foco em sustentabilidade”.

 

 

Projeto Um Piano Pela Estrada, de Arthur Moreira Lima, patrocinado pela Ultragaz:

DATAS CIDADES (PRAÇAS)
04/03/2012 São Paulo (SP)
07/03/2012 Santos (SP)
10/03/2012 Mauá (SP)
11/03/2012 Paulínia (SP)
13/03/2012 São José dos Campos (SP)
16/03/2012 Porto Alegre (RS)
20/03/2012 Dourados (MS)
22/03/2012 Rio Verde (GO)
24/03/2012 Betim (MG)
27/03/2012 Duque de Caxias (RJ)
12/04/2012 Feira de Santana (BA)
14/04/2012 Aracaju (SE)
17/04/2012 Recife (PE)
19/04/2012 João Pessoa (PB)
22/04/2012 Caucaia (CE

 FONTE: ASSESSORIA DE IMPRENSA ULTRAGAZ

OLHEM QUEM VEM LÁ! O bode velho Elomar e o filho, que conheci criança!

Trabalhei com ele, olhem que honra! Fiz justamente esse concerto PARCELADA MALUNGA. Ele, , Osmar Santos, José Buck, que eram os donos da produtora, Arthur Moreira Lima, Heraldo do Monte…
O show foi no SESC VILANOVA.
O ano? 78,79, 80, talvez…minha memória me trai..

Mas até hoje, creio, smos amigos, e ainda tenho uma pele curtida de veado que ele me deu.
Fora nossas inesquecíveis visitas ao grande Mário Schemberg, já falecido, que eu, uma FEDELHINHA, presenciei na época…e eles falavam de estrelas e astros.

 

Elomar faz apresentação com filho João Omar em SP

 03 de fevereiro de 2012 | AE – Agência Estado

A Bahia, que deu “régua e compasso” e a bossa nova de João Gilberto também gerou outro gênio recluso: Elomar Figueira Mello. De lá do sertão profundo, das margens do Rio Gavião, ele vem mais uma vez à cidade grande, pela qual sente aversão (não exatamente São Paulo, mas qualquer metrópole), para outro concerto ao lado do filho, o violonista João Omar, domingo no Auditório Ibirapuera.

São Paulo é a cidade onde a música rara de Elomar melhor se projetou, e talvez a única “cantada” por ele, servindo de cenário de passagens de suas óperas, como “O Retirante”, “O Peão Mansador” e “A Carta”. Uma de suas obras-primas, “Chula no Terreiro”, tem um personagem retirante que morre atropelado na capital paulista, quando distraidamente atravessa a rua olhando para a Lua.

A épica “Chula” não está prevista no roteiro do concerto de domingo, que tem peças inéditas e outros clássicos, como “Campo Branco”, “Cantiga de Amigo”, “A Função” e “Na Estrada das Areias de Ouro”, esta com participação da cantora Alba Graça Marabelli. O concerto é também uma homenagem a Marcus Pereira – publicitário e pesquisador musical paulista que criou uma importante gravadora independente na década de 1970 e distribuiu o clássico LP duplo “Na Quadrada das Águas Perdidas”, de Elomar, em 1979 – e se estende a Luiz Gonzaga (1912-1989).

Algumas das inéditas estarão no álbum “Riachão do Gado Brabo”, que inclui árias de óperas de sua autoria e marca a volta de Elomar ao disco, depois de muitos anos. Seu registro mais recente é “Cantoria 3”, de 1995. Em 2006 ele regravou apenas três canções, incluídas entre poemas e depoimentos para um CD que acompanha o livro “Tramas do Sagrado – A Poética do Sertão de Elomar”, de Simone Guerreiro (Editora VentoLeste). O novo álbum já teve metade das músicas gravadas em estúdio montado na Fundação Casa dos Carneiros, criada para cultivar a obra do autor numa fazenda em Vitória da Conquista (BA), e deve ser concluído ainda este semestre.

Elomar não dá entrevistas, não permite que se fotografe ou grave suas apresentações. Essa é uma das cláusulas de seu contrato. “Já perdemos muitas propostas de concertos e outros produtos – como também cinema com propostas de longa com imagens de Elomar -, programas de TV, seriados, por conta disso”, diz sua produtora e assessora Rossane Nascimento.

Em texto antológico para a contracapa de seu primeiro LP, “…Das Barrancas do Rio Gavião” (1973), o poeta bossa-novista Vinicius de Moraes (1913-1980) o chamou de “príncipe da caatinga” e até considerou irônico que ele tivesse “mar” no nome. Elomar vive no campo, onde lida com atividades rurais, compõe e escreve romances e roteiros para cinema. Como seu pai já dizia no início da década passada, lá também chegou “o lixo cultural, estético e espiritual”, via televisão. Porém, ele ainda encontra harmonia entre os sertanejos, silêncios e cantos de pássaros. Agora escreve o ensaio “A Era dos Grandes Equívocos”, análise crítica e filosófica sobre o século 20. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Elomar – Auditório Ibirapuera (Avenida Pedro Álvares Cabral, s/nº, Portão 2 do Parque do Ibirapuera). Telefone (011) 3629-1014. Dom., às 19 h. R$ 10/ R$ 20.

Minhas andanças por aí. Zélio, autografando. Embaixador Bustani tocando piano em concerto…

Ontem tive uma noite animada.

Fui ver meu querido Zélio que lançou ZÉLIO -50 ANOS DE UMA AVENTURA VISUAL, na Livraria Cultura.

O livro é bárbaro, o Zélio é bárbaro. Toda a família do Zélio ( CIÇA, ANA, PEDRO, FERNANDO) é bárbara. No momento que passei por lá destaco a presença do… Ziraldo, do Ricardo Kotscho, do Eduardo Fracalanza, da Alice Carta, do Cláudio Tozzi, do Pedro Alves Pinto; não vi o Fernando Alves Pinto, o filho ator. Não pude esperar a chegada do músico  Antonio Pinto que há muito não vejo, nem da Daniela Thomas.

Morram de inveja:

Meu autógrafo. vejam que delícia. Tenho uma obra particular em meu livro.

De lá saí ventando para assistir, vejam que chique, o embaixador do Brasil na França, José Mauricio Bustani, como solista ao piano de um concerto maravilhoso da Orquestra Sinfônica da USP, OSUSP. Sob a regência da maestrina Ligia Amadio.

No programa, Beethoven e Ravel, que acabei por conhecer uma valsa maravilhosa, muito além do Bolero.

Gente, vou falar: o embaixador toca maravilhosamente. Não é para menos. Sabem onde ele costuma, digamos, ensaiar? Com o amigo Arthur Moreira Lima, outro que sabe das coisas.

Quero aproveitar para destacar que fiquei fascinada pela maestrina Ligia Amadio, que não conhecia. Uma figura, meio Merryl Streep, com  presença eletrizante de palco e de batuta. Apareceu num longo negro fascinante, com transparências e chamas negras nas costas transparentes.

Estavam lá ambém, claro, já que a festa era deles, os reitores das universidades de São Paulo.  João Grandino Rodas, da USP, o anfitrião.  Tive a impressão de ter visto o Marco Aurélio Garcia, mas aí a gente nã precisa falar muito, né?

Parabéns, embaixador!

Parabéns, Lígia!

( e vou dizer: meu lugar na platéia era especialmente privilegiado)
Não deu para fazer fotos, desculpem. Mas aqui vai o ticket de entrada