PIB, PIBINHO, PIBÃO. Agora o índice piorou, se é para ver nossas crianças… O humor desenha tudo- veja essa charge do Amarildo

essa charge está no Blog do Noblat

 

Humor

 

A Charge do Amarildo

 

 

 

 

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Olhem essa. É para espalhar! Do blog do Noblat, a história da jornalista que vai ser roubada. Tenta evitar, mas não consegue

Geral, do Blog do Noblat –
http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2012/04/03/jornalista-sera-roubada-amanha-nao-pode-fazer-nada-438529.asp

Jornalista será roubada amanhã. E não pode fazer nada

Serei roubada amanhã e quem conhece a identidade do meu agressor não a quer revelar sob a alegação de sigilo.

Ontem, por volta das 20h30, fui informada pela administradora do Mastercard (tel. 4004 0001) que foi registrada compra no meu cartão às 13h28 do dia 1 de abril, no site submarino.com.br. Informei à administradora que não reconhecia a compra, que se tratava de fraude, e pedi para cancelarem a compra. Disseram que não farão isso, que a compra será faturada e que terei que reclamar depois.

Hoje, entre 8h40 e 8h50 da manhã, conversei com a administração do site Submarino (tel. 4003 5544) e fui informada por Jonatas Queiroz que eles não farão absolutamente nada. Disseram que isso é problema do cartão. Perguntei o que foi comprado e onde será entregue. Ouvi que se trata de informação sigilosa, que não podiam repassar a terceiros informação dos clientes. (Veja o absurdo: eu que pago a conta sou considerada “terceiros”). Isso foi o que mais me chocou.

Disse que a compra seria faturada no meu cartão, como pagante, teria direito a saber o que foi comprado e por quem. Disseram que o cadastro dos clientes é sigiloso. Como pode existir um sistema que protege bandidos, que permite a alguém comprar com o seu cartão e quem paga não tem direito a saber quem comprou, o que comprou e onde será entregue? Que tipo de negócio é esse?

Procurei a 1ª DP hoje de manhã, às 10h. Não foi registrado BO porque o crime ainda não ocorreu. Minha intenção era exatamente evitar o crime, que só vai ocorrer amanhã, quando a compra for faturada e eu passar a ter uma dívida com a Submarino.com.br.

Liguei novamente para a Submarino às 13h30. Falei com Luana Oliveira, pedi para falar com a supervisora. Luana disse que ela não poderia atender. Perguntei o nome da supervisora, Luana disse que era Luciene, perguntei o sobrenome, Luana disse que se tratava de informação sigilosa e que não iria informar. Como insisti em ser ouvida por alguém da direção, Luana disse que iria transferir a ligação, me deixou esperando oito minutos e, em seguida, desligou.

Novamente, às 15h, tentei ser ouvida pela Submarino via atendimento online (chat). Fui recepcionada por Claudia Maria, que saiu do chat e meu deixou falando sozinha logo que a confrontei com a realidade de que eles estão negando informações a quem vai pagar a conta.

Liguei também para o Procon, que também disse que nada poderá fazer!

 Tina Evaristo é jornalista há 16 anos e mora em Brasília

Sniff. Nossa Maria Helena Rubinato, do Blog de O Globo, resolveu fechar as portas do boteco. Vai ficar só no balcão do Noblat. Sniffff. Profundo.

Daqui, aguardarei de portas abertas e com todo o carinho os leitores lá da Maria Helena, no  http://oglobo.globo.com/pais/noblat/mariahelena/

A gente vai ter que procurá-la só lá no blog do Noblat. O bloghetto vai sair do ar no dia 20.

Veja o recado que ela postou no dia 14. Chorei, esperneei. Mas entendo e já lhe dei um beijão hoje mesmo.

http://oglobo.globo.com/pais/noblat/mariahelena/

Constrangida, envergonhada e emocionada

Em 20 de março de 2009 Ricardo Noblat, comemorando os 5 anos do Blog do Noblat, postou o seguinte em seu blog:

5 anos – O blog de Maria Helena

Suei muito a camisa para convencer Maria Helena Rubinato Rodrigues de Sousa, colaboradora deste blog desde 2005, a criar seu próprio blog sem, no entanto, me abandonar.

Consegui. E daqui a pouco o blog dela entrará no ar. Poderá ser acessado na lateral esquerda desta página, logo abaixo do blog da cientista política Lúcia Hippolito.

Maria Helena é paulistana, nascida aos 23 de setembro de 1937. Aos 2 anos foi para o Rio de Janeiro e São Paulo passou a ser uma referência querida, mas uma referência. Hoje, considera-se carioca.

Professora primária formada em 1957, fluente em inglês, francês, espanhol e italiano, com cursos nos Estados Unidos e na Suiça, inclusive de História da Arte, é tradutora.

Hoje, dedica-se a cuidar da obra e imagem de seu pai, João Rubinato, mais conhecido como Adoniran Barbosa.

Estou certo que o blog dela será uma celebração à inteligência – como são os artigos que ela publica aqui sempre às sextas-feiras.

Por sinal, Maria Helena exercerá uma dupla militância. Estará no blog dela – e no meu diariamente com seus comentários, a seção Obra-Prima do Dia e o artigo das sextas.

Quem suará a camisa a partir de hoje será ela.

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Quem me conhece de perto sabe a emoção que senti. Um texto desses, com a assinatura que tem, foi para mim a posse na Academia Brasileira de Letras, foi receber louros e foi motivo para muita choradeira. Na minha família sou conhecida como chorona, o que sou. Na alegria e na tristeza, choro paca!

Hoje, dois anos e quase 9 meses depois, tenho que confessar: não consegui honrar a confiança do Noblat.

Não deu.

Tentei, tentei muito, mas foi impossível abraçar os dois mundos com as mãos. O Blog do Noblat e o Bloghetto. E tive que escolher um dos mundos.

Escolhi o Blog do Noblat. Fazer um blog como o dele é trabalho para leão. Só quem tenta fazer um bloghetto que seja é que valoriza o trabalhão que isso é. E eu quero aliviar a carga dele. Pelo afeto que sinto por ele: é o irmão que nunca tive. Meu filho diz que é mais que isso: que Ricardo José é o irmão que ele nunca teve… Pode ser. Há mais coisas entre o ceu e a terra do que sonha nossa vã filosofia!

Vou continuar a fazer 3 coisas que adoro:

montar o post das Obras-Primas que posto na Nave-Mãe cinco dias por semana;

montar e organizar, lá também, a Hora do Recreio, um recreio que só me faz bem;

e o artigo semanal, que foi onde tudo começou.

Sei que perco um espaço maravilhoso, onde conheci muita gente boa. Sei que diminuo minha carga de trabalho e que minha saúde vai agradecer. Todas as vezes que apelei para o coração generoso de vocês tive respostas maravilhosas. E hoje volto a pedir: não esqueçam de passar pela Obra-Prima do Dia e deixar uma palavrinha, quer gostem ou não. Leiam meus artigos e me critiquem – eu vou responder. Não quero perder o convívio com vocês e sei que não vou perder.

Quando escolhi encerrar o bloghetto no dia 20 de novembro, fiz pensando na data redonda, 2 anos e 9 meses da estreia e também no aniversário de meu filho, esse escorpião que completa 40 anos! Não sabia que a reforma do portal da Globo.com seria no dia 13. O que atrapalhou um pouco meus planos. Mas creio que são as tais linhas tortas…

Esta semana será atípica. E ainda tenho que me explicar com a Marli Gonçalves e com o Carlinhos Brickmann, dois jornalistas de peso que me honraram com seus artigos esse tempo todo!

Estou exausta, emocional e fisicamente. Peço SOS. Não briguem comigo. Compreendam meu gesto.

Não vou mais falar no assunto. Do dia 21 em diante, todos na Nave-Mãe!

Um beijo e um abraço em cada um de vocês. MH

TUDO o que eu escreveria sobre Rosemary, a filha renegada de José Alencar. Maria Helena Rubinato, para vocês.

puxei lá do Blog do Noblat, mas você precisa conhecer também o blog de  Maria Helena. Vai lá, clicando aqui.

Uma brasileira

Rosemary de Moraes deu anteontem e ontem provas de que é uma mulher de classe, elegante, uma pessoa da qual, em tempos idos, diríamos: que categoria!

Aliás, essa é a impressão que tenho dela desde o dia em que soube que ela pleiteava ser reconhecida como filha de José Alencar, na ocasião vice-presidente da República.

Todo seu silêncio desde então só reforçou essa impressão.

Ontem ampliada, pois era um momento em que todos os holofotes da mídia estariam divididos entre ela e o político velado no Palácio da Liberdade, em BH. Não lhe poderiam negar acesso, afinal, antes de ser ou não filha de José Alencar, ela é tão filha de Minas e do Brasil quanto ele.

Era tão fácil arrumar uma roupa negra, entrar na fila junto com os demais mineiros, chorar convulsamente diante do caixão do homem que julga ter sido seu pai – não é nada difícil chorar em velórios, é aliás um ambiente onde é dificílimo conter o choro.

Mas Rosemary de Moraes não fez isso.

Ela preferiu, como disse ao O Estado de S. Paulo, ficar em sua Caratinga: “Nem quis ir ao velório para não dar motivo, para não atrapalhar em nada, dizer que eu fui atrás de mídia. Estou quieta no meu canto.”

Eu não sei se ela é filha desse senhor recém falecido. Nem tenho como saber. Mas sei perfeitamente qual é o canto de Rosemary de Moraes.

Seu canto é o das mulheres com aquela elegância de maneiras que nasce com elas. Seu canto é o canto das mulheres com compostura, essa palavra tão fora de moda. É o das pessoas distintas no falar e no agir.

Vivemos no tempo da exibição completa, da alma e do corpo. No cabeleireiro, no restaurante, na condução, com um celular na mão, ou na Internet, as pessoas falam o que antes só falavam no quarto, nos confessionários, nos consultórios de um médico.

Por tudo isso, chamou minha atenção o comportamento de Rosemary de Moraes.

Sabemos que a cremação não impede o mapeamento do DNA pois o senhor José Alencar tinha filhos, netos, irmãos. Se não estou enganada, Thomas Jefferson, um dos Pais da Pátria americana, teve seu DNA todo mapeado com o material genético colhido em membros de sua família, e ele morreu em 1826!

A biociência progrediu de tal modo que possibilitou ao Homem saber sua origem: viemos todos da África. Até o senhor Bolsonaro.

Daqui do meu canto torço para que Rosemary de Moraes não esmoreça em sua luta, especialmente para honrar a mulher que foi sua mãe e de quem, naturalmente, tudo indica, herdou essas qualidades tão raras hoje em dia.

E também para que, seja qual for o resultado da ação que move, ela continue a se assinar Rosemary de Moraes. São meus votos.

http://oglobo.globo.com/pais/noblat/