Maridos, vejam só. Esse médico dá dicas de como, digamos, trair em paz.

ohmen22Antes de pensar em trair sua mulher: leia com atenção

POR
Rubens Paulo Gonçalves

Se você está pensando em trair sua esposa e manter seu casamento aconselho-o a ler com atenção as dicas que escrevo abaixo e descubra quais os cuidados a tomar.

Quanto ao objeto do prazer:

  • O primeiro é evidente. Se você quer trair sua mulher, faça um raio de no mínimo cinco quilômetros na hora de marcar um encontro e se a pretendente morar próximo, caia fora. Vizinha então, nem pensar!
  • Se você está bem de vida, bom emprego e bom de grana mais cuidado tem a tomar. Tem muitas mulheres querendo alguém para mantê-las.
  • Afaste-se de suas secretárias, das amigas de sua mulher, das suas cunhadas, parentes e das esposas de seus amigos.
  • Ela terá que ser bonita e gostosa, capaz de conquistar outros homens. Mulher feia gruda!

Quanto ao segredo

  • Lembre-se! Ela vai contar para no mínimo duas pessoas que saiu com você. Esse número aumenta exponencialmente quanto mais conhecido ou bonito você é. Mulher não fica quieta. A única maneira dela não falar para ninguém é ter mais a perder do que você: por exemplo ser casada e ter filhos.
  • Já ouviu falar na expressão “come quieto”? Pois é! Quanto mais experiência no assunto você tiver, mais quieto você vai ficando. Contenha-se! Não é fácil.

Quanto a oportunidade

  • Fique atento: sua mulher sabe de todos os seus horários. Reuniões, congressos, jantares da empresa, encontros com clientes, ou qualquer outra coisa que você pense em inventar para justificar atrasos. Todos poderão ser checados. O melhor horário é no seu horário de trabalho.
  • Você sabia que já existe um programa de computador que localiza o seu celular por GPS? Cuidado! Desligue o aparelho ou  esqueça ligado numa gaveta fechada de seu escritório.
  • Atenção! Não se vista diferentemente para o dia de seu encontro. Muito mais, não use perfume além do normal.

Quanto aos detalhes

  • O carro é um lugar muito perigoso. Sua amiga pode propositada ou involuntariamente esquecer algo dela, como um brinco, um broche, muitas vezes até algo mais comprometedor. Saia no carro dela mesmo porque é mais fácil de explicar se você for visto.
  • Combine de se encontrarem o mais perto possível do local onde vão. Pode ser, por exemplo, um estacionamento de supermercado. e tenha sempre uma explicação pronta para o caso de ser visto, pode dizer que foi comprar qualquer coisa e ficou sem gasolina e pegou uma carona para ir buscar no posto. Qualquer coisa estúpida do gênero)
  •  Cuidado com o perfume dela! Sua mulher vai senti-lo quanto você entrar no portão de sua casa! Ou você vai direto para o banheiro fingindo uma diarreia e toma um banho ou faça isso no motel! Ah! Se lavar a cabeça não use sabonete, ela vai querer saber o porque do cabelo molhado e vai perguntar que cheiro de sabonete diferente é aquele?

Quanto a ligação

  • A não ser que você esteja procurando alguém e não tenha nenhuma vontade de continuar casado, cuidado para não se apaixonar.
  •  Caso você tenha sido traído e esteja tendo uma vida “ajeitada” com sua mulher, lembre-se: Em caso de separação ela fica com 50% do que você conseguiu formar até hoje. Provavelmente ela ira gastar seu dinheiro para ficar mais bonita e lhe perturbar o resto da vida, desvalorizando-o perante seus filhos. As maneiras para isso são as mais diversas: “Seu pai nunca se cuidou! Seu pai está ficando gaga! Não digo nada se ele não arranjar uma “zinha” qualquer na altura dele”!
  • Daí para a frente, como já dissemos anteriormente,  a mulher sempre acha – até quando ela trai – que o culpado é sempre o marido.

Quanto aos filhos

  • A vida é sua e suas responsabilidades também são. Não queira responsabilizá-los pelas escolhas de vocês e usá-los como arma contra sua mulher. Eles crescem rápido e logo ali na frente vão culpá-lo de não os ter atendido. Não seja pão duro. Seja um ótimo pai separado.

Rubens Paulo Gonçalves, Médico pela PUC do Paraná,Ginecologista e Obstetra pela Febrasgo, com residência no Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina da USP, Dr. Rubens Paulo Gonçalves, mora em São Paulo e trabalha desde 1971 no Hospital Albert Einstein, na Pro Matre e no Hospital São Luiz, além de dirigir o Centro Ginecológico e Obstétrico Paulista. Também, é autor de três livros com temática médica: Gravidez para Grávidas, Desafio da Menopausa e Envelhecer Bem e escreve atualmente para seu site: www.rubenspaulogoncalves.com.br

FONTE: ASSESSORIA DE IMPRENSA COMUNICA

Cuelcinha, grande ideia! Bonitinha, confortável, para todos os tamanhos e tipos de homens. Inclusive gay, mas não necessariamente nesta ordem.

 

Empresa aposta no público gay e cria ‘cuelcinha’, a calcinha para homens

Jovem começou a desenhar e vender lingerie masculina com ajuda dos pais.
Marca quer atender filão pouco explorado no Brasil, diz empresária

FONTE: Ligia Guimarães Do G1, em São Paulo

Foi para presentear um amigo que a jovem estilista Beatriz Rouce, 21 anos, fabricou sua primeira peça de lingerie masculina. “Eu tenho vários amigos homossexuais, e um dia um comentou que seria interessante se houvesse um produto como esse”, conta a empresária de Americana, no interior de São Paulo.

“Ele gostou, mais amigos pediram, e eu abracei a ideia”, diz Beatriz, que viu no interesse do amigo uma oportunidade de se especializar e abrir a própria empresa.

A estilista Beatriz Rouce, 21 anos, criadora das "cuelcinhas". (Foto: Flavio Moraes)A estilista Beatriz Rouce, 21 anos, criadora das “cuelcinhas”. (Foto: Flavio Moraes)

Nasceram daí as “cuelcinhas” (de cueca + calcinha), batizadas assim por serem criadas para se adequarem à anatomia do homem, mas com todos os babados, rendas e delicadezas das tradicionais lingeries femininas. Hoje, ela contabiliza a venda de cerca de 50 peças por dia, confeccionadas por uma empresa de costura terceirizada. É dela, no entanto, a escolha dos desenhos, tecidos, aviamentos, acabamentos e moldes de toda a produção.

O empreendimento contou com o total apoio dos pais de Beatriz. Donos há 23 anos de uma metalúrgica na cidade, eles financiaram a abertura, em outubro do ano passado, da Comum de Dois, empresa criada para a filha. Hoje, a mãe de Beatriz cuida também da administração da empresa ao lado de seu outro filho, Rodrigo, que é responsável pelos estoques, logística, emissão de notas fiscais e envio da mercadoria aos clientes.

“Meus pais viram uma oportunidade de crescimento e resolveram investir”. Abriram um site na internet, procuraram quem fabricasse as peças e já começaram a receber pedidos e encomendas. As vendas acontecem por Skype e MSN e os produtos são entregues pelos Correios – tudo com a máxima discrição, garante a empresária. Os preços variam de R$ 40 a R$ 55.

A reação ao lançamento da marca, conta Beatriz, foi imediata – tanto dos consumidores quanto dos críticos. Nas primeiras semanas, a “cuelcinha” repercutiu nas redes sociais e o site chegou a cair por conta do alto e inesperado número de acessos. “Não precisamos nem fazer propaganda. Logo já estávamos em blogs e recebendo muitos comentários”, conta a estilista.

Peças têm modelagem feita para o corpo masculino. (Foto: Flavio Moraes)Peças têm modelagem feita para o corpo masculino. (Foto: Flavio Moraes)

A mãe de Beatriz e gerente da Comum de Dois, Edy Rouce, diz que o filão de homossexuais que gostam de usar peças de roupas femininas existe e é praticamente ignorado no Brasil. “Como empreendedores, é claro que pensamos no resultado. Mas tudo isso surgiu porque esse mercado é carente de coisas exclusivas para eles”, diz Edy que, junto com a filha, planeja lançar uma nova linha de produtos no início de fevereiro, sempre ligada ao universo das roupas femininas. “Vamos manter esse conceito”.

Tanto na opinião da mãe quanto da filha, grande parte das críticas ao produto vem de pessoas que não entenderam o conceito da marca, destinada a atender um nicho específico de consumidores.

“Não é um produto para homens heterossexuais, para o namorado de nenhuma mulher. É para um nicho dentro do público gay, e vi que em alguns momentos isso não foi compreendido. Mas não vou me esforçar para que isso seja entendido, quem é o público sabe”, diz Beatriz.

Empresária aplica tendências femininas para criar a lingerie para homens. (Foto: Flavio Moraes/G1)Empresária aplica tendências femininas para criar a lingerie para homens. (Foto: Flavio Moraes/G1)

Segundo Edy, a gerente, a marca oferece produtos que se diferenciam de itens vendidos em sexshops, dedicados a fetiches, porque a ideia é que as calcinhas sejam usadas também no dia a dia, a exemplo das mulheres. “Tem a vertente da noite, a que você usa para a balada. E tem aquela de usar para o escritório que não vai marcar nada, não vai denunciar nada. Um executivo, por exemplo, não vai gostar que apareça um lacinho. Tem modelos mais básicos”, diz.

Peças são embaladas discretamente. (Foto: Flavio Moraes/G1)Peças são embaladas discretamente. (Foto: Flavio Moraes/G1)

A jovem empreendedora, que até então acumulava no currículo alguns cursos técnicos e trabalhos pontuais na costura, diz que precisou pesquisar e aprender para desenhar as lingeries masculinas. “É difícil porque você tem que aplicar o conceito masculino, com a anatomia diferente, mais a parte da sensualidade”. As redes sociais e a internet são as principais fontes de inspiração da empresária para saber das preferências do público e até do que é tendência nas lingeries femininas para aplicá-las às coleções. “É um público exigente, detalhista, que presta atenção no acabamento e vê para onde está indo o dinheiro dele”.

Justamente pelo inusitado dos produtos que fabrica, Beatriz entende que a seriedade na produção e no relacionamento com os clientes é fundamental para o crescimento da empresa. “É um trabalho sério, é muita responsabilidade. De não fazer feio, de não vulgarizar, de não me denegrir, nem aos meus clientes”, afirma a empresária.