#ADEHOJE – AS NÓIAS COM O INFINITO. RADARES GARANTIDOS E ASSANGE PRESO

#ADEHOJE – AS NÓIAS COM O INFINITO. RADARES GARANTIDOS E ASSANGE PRESO

 

SÓ UM MINUTO – Juíza com juízo. A juíza federal Diana Wanderlei, de Brasília, proibiu o governo de retirar medidores de velocidade nas rodovias federais. A medida foi determinada numa ação popular contra decisão de Jair Bolsonaro, anunciada no mês passado, de suspender a instalação de novos radares e reduzir a quantidade de equipamentos instalados. Em caso de descumprimento, o governo será multado em R$ 50 mil por dia para cada unidade retirada. Cabe recurso.

Nóia: inacreditável, mas a Folha de S. Paulo implicou com o símbolo usado pelo Bolsonaro na cerimônia – juntou ao 100, de cem dias de governo, em verde e amarelo, o símbolo do infinito – o oito deitado. Para a repórter, há temor de perpetuação no poder, de ditadura. Socorro. O infinito, que aparece também na fita de Moebius é também o símbolo da Rede! Tanta coisa de verdade, lá precisa invocar com uma bobagem dessas?

Assange preso: incrível, parece que envelheceu décadas, como deu para ver pelas imagens.

GRITE! DIA INTERNACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS, HOJE! NO MAC TEM CERIMÔNIA IMPORTANTE ÀS 5 DA TARDE. SABIA?ESSAS COISAS NÃO CIRCULAM MUITO EM TEMPOS DE BAIXARIAS E CORRUPÇÕES

  • DAQUI A POUCO TEM CERIMÔNIA DE ENTREGA DE PRÊMIOS PELO DIA INTERNACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS NO MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DA USP

  • ÀS 17 HORAS!

DIA INTERNACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS

(* FUI BUSCAR MATERIAL “INTERNACIONAL”, DE ANGOLA)
Hoje é Dia Internacional dos Direitos Humanos
ALTO FALANTES

Luanda – Comemora-se hoje, 10 de Dezembro, o Dia Internacional dos Direitos Humanos, data em que foi aprovada, em 1948, pela Assembleia Geral das Nações Unidas, a Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Por ser o primeiro documento internacional que afirma a universalidade dos direitos fundamentais e a igualdade entre todos os seres humanos, a declaração é considerada um marco para a protecção e respeito dos direitos humanos.
Por esse motivo, o 10 de Dezembro foi proclamado, em 1950, pela Organização das Nações Unidas “Dia Internacional dos Direitos Humanos”, com o objectivo de alertar os governantes de todo o mundo para o cumprimento da Declaração Universal.
Tem ainda como objectivo assegurar a igualdade de todos os cidadãos o direito a uma vida digna, o direito ao trabalho a à segurança, o direito à saúde e à educação, o respeito pela diversidade e pela dignidade de todas as pessoas.
 A Declaração nasceu em resposta à barbárie praticada pelo nazismo contra judeus, comunistas, ciganos e homossexuais e também as bombas atómicas lançadas pelos Estados Unidos sobre Hiroshima e Nagazaki (Japão), matando milhares de inocentes.
Segundo o documento (Declaração Universal dos Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas), todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.
A ideia de direitos humanos tem origem no conceito filosófico de direitos naturais que seriam atribuídos por Deus, mas alguns sustentam que não haveria nenhuma diferença entre os direitos humanos e os direitos naturais e vêem na distinta nomenclatura etiquetas para uma mesma ideia.
Outros argumentam ser necessário manter os termos separados para eliminar a associação com características normalmente relacionadas com os direitos naturais.
Muitas declarações de direitos humanos, emitidas por organizações internacionais regionais, põem um acento maior ou menor no aspecto cultural e dão mais importância a determinados direitos, de acordo com sua trajectória histórica.
A Organização da Unidade Africana proclamou em 1981 a Carta Africana de Direitos Humanos e de Povos, que reconhecia princípios da Declaração Universal dos Direitos Humanos e adicionava outros que tradicionalmente se tinham negado na África, como o direito de livre determinação ou o dever dos Estados de eliminar todas as formas de exploração económica estrangeira.
 Mais tarde, os Estados africanos, que acordaram a Declaração de Túnis, em 6 de Novembro de 1992, afirmaram que não se pode prescrever um modelo determinado a nível universal, já que não podem se desvincular as realidades históricas e culturais de cada nação e as tradições, normas e valores de cada povo.
Em uma linha similar se pronunciam a Declaração de Bangkok, emitida por países asiáticos em 23 de Abril de 1993, e de Cairo, firmada pela Organização da Conferência Islâmica em 5 de Agosto de 1990.
“A pobreza é, ao mesmo tempo, causa e produto das violações de direitos humanos. Devido a esta dualidade, a pobreza é provavelmente o mais grave dos problemas dos direitos humanos no mundo”, afirma a ONU em mensagem de celebração da data.
De acordo com o documento, aqueles que têm seus direitos fundamentais negados têm mais probabilidade de serem pobres, e a pobreza afecta todos os direitos humanos.
 “A pobreza está formada por muitos ingredientes, mas sempre se caracteriza por factores como a discriminação, o acesso desigual aos recursos e a estigmatização social e cultural”, diz o documento.
Para a alta comissária das Nações Unidas para os direitos humanos, Louise Abour, “a luta contra a pobreza, as privações e a exclusão não é uma questão de caridade e não depende de quão rico seja um país”.
 A ONU avalia que o chamamento à luta para a erradicação da pobreza deve ser respondido, não como uma obra de caridade, mas por ser uma obrigação de todos.
Eis alguns direitos previstos na Declaração Universal dos Direitos Humanos:
– Direito à vida
– Direito a não ser submetido a tortura nem a penas ou tratamentos desumanos ou degradantes
– Direito a não ser mantido em escravidão ou servidão, nem constrangido a realizar trabalho forçado ou obrigatório
– Direito à liberdade e segurança, não podendo ser privado da sua liberdade a não ser nos casos e nos termos previstos na Convenção
– Direito a um processo equitativo, designadamente, a que a sua queixa seja examinada por um tribunal independente e imparcial, num prazo razoável e com julgamento público
– Direito a não ser condenado por acto que não constituísse uma infracção no momento em que foi cometido ou a sofrer pena mais grave do que a aplicável no momento em que a infracção foi cometida
– Direito ao respeito da vida privada, do domicílio e da correspondência
– Direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião
– Direito à liberdade de reunião e de associação, incluindo o direito de fundar ou de se filiar em sindicatos
 – Direito ao respeito dos seus bens
 – Direito à instrução e direito dos pais a que a educação e o ensino dos seus filhos respeitem as suas convicções religiosas e filosóficas
 – Direito a eleições livres
 – Direito a não poder ser privado de liberdade por não cumprir uma obrigação contratual
 – Direito de circulação no território do Estado e de escolher livremente a sua residência
– Direito a não ser expulso do território do Estado de que é cidadão e de não ser privado de entrar nesse território
 – Direito à existência de um recurso, perante as instâncias nacionais, de actos violadores dos direitos e liberdades reconhecidos na Convenção, quer esses actos sejam da responsabilidade de particulares quer do Estado.

FONTE:http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/politica/2012/11/50/Hoje-Dia-Internacional-dos-Direitos-Humanos,242f0daa-8c60-43e8-bb62-8d979f00fe81.html

Legal!Para a gente lembrar e corrigir as bobagens de outrora. Da lista, fico feliz, especialmente, pelo meu amigo e ex-chefe, Almino Affonso

Correção histórica

Plínio de Arruda Sampaio: presença confirmada

É amanhã a sessão solene em homenagem aos deputados cassados durante a ditadura. Num ato simbólico, serão devolvidos os mandatos dos 173 parlamentares perseguidos pelos militares.

Confirmaram presença:

Almino Affonso (PTB – AM)

Almir Araújo- (MDB-GO)

Antonio de Almeida Magalhães- (MDB-GO)

Camillo Montenegro Duarte – (Arena-PA)

David José Lerer – (MDB-SP)

Gastone Righi (MDB-SP)

João Machado Rollemberg Mendonça (Arena–SE)

Alencar Furtado (MDB-PR)

Bernardo Cabral – (MDB-AM)

José Lurtz Sabiá – (MDB/SP)

Leo de Almeida Neves- (MDB-PR)

Lígia Doutel de Andrade – (MDB-SC)

Marco Antonio Tavares Coelho (PST – GB)

Marcos Tito – (MDB-MG)

Milton Reis – (MDB-MG)

Ney Maranhão – (Arena-PE)

Ney Ortiz Borges (PTB- RS)

Plínio de Arruda Sampaio – (PDC-SP)

FONTE: COLUNA RADAR – VEJA – Por Lauro Jardim