#ADEHOJE – DAMARES NO ALVO. MILHÕES NAS RUAS, PROTESTOS. MAS LÁ NA VENEZUELA

#ADEHOJE – DAMARES NO ALVO. MILHÕES NAS RUAS, PROTESTOS. MAS LÁ NA VENEZUELA

SÓ UM MINUTO, TALVEZ MAIS… – Juan Guaidó agora foi reconhecido pelo Parlamento Europeu como presidente da Venezuela, como se autoproclamou a semana passada. O problema é que a Rússia está perto de defende-lo e os malucos de Maduro seguem na repressão violenta, inclusive contra os jornalistas estrangeiros. Mas o babado do dia está por conta de quem? … Da Damares Alves, claro! A revista Época vem pesada contra ela. Reconstrói a história de como a ministra Damares Alves levou há 15 anos, de uma aldeia no Xingu, a menina que hoje apresenta como sua filha adotiva, Lulu Kamayurá. A adoção nunca foi formalizada. Uma das pessoas ouvidas pelos repórteres Natália Portinari e Vinícius Sassine é Tanumakaru, uma senhora octogenária e cega de um olho, avó da menina e quem a criou até mais ou menos seus seis anos. Falando em tupi, ela contou que Lulu nasceu frágil e com inúmeros problemas de saúde. Era menininha ainda quando Márcia Suzuki, braço direito da hoje ministra, se ofereceu para levá-la a um tratamento dentário. Nunca mais voltou. Damares conta que salvou a menina de ser sacrificada. Segundo os índios, ela foi levada na marra. MP investiga a Ong da tal ministra.

Ah, tem mais essa: 3,5 milhões no país vivem em áreas com barragens em risco.

DENÚNCIA: SP CIDADE ÀS TRAÇAS. SUJEIRA E CHURRASCO NA AVENIDA PAULISTA????PODE ISSO?

DENÚNCIA: SP CIDADE ÀS TRAÇAS. SUJEIRA E CHURRASCO NA AVENIDA PAULISTA????PODE ISSO?

 

 

FILMEI PORQUE É PRECISO DENUNCIAR E REGISTRAR. NOS DEFENDER. VEJA O VÍDEO, ONDE REGISTRO O DESCALABRO E A IDEIA E PROVA DE QUE ESTAMOS COMPLETAMENTE SEM LEI NA CIDADE DE SÃO PAULO.

DOMINGO, AVENIDA PAULISTA ABERTA PARA A POPULAÇÃO.

VER AQUELES MOLAMBOS HUMANOS – HIPPIES E TODA SORTE DE SERES ESTRANHOS – OCUPANDO O CHÃO, E QUE OCUPAM AS CALÇADAS EM FRENTE AO SHOPPING CENTER 3, NA ESQUINA DA AVENIDA PAULISTA COM RUA AUGUSTA, JÁ É RUIM DEMAIS. QUASE JÁ NÃO DÁ MAIS PARA PASSAR ALI E JÁ É UM ABSURDO.

MAS NESSE DOMINGO, O DESCALABRO FOI ASSISTIR – COMO SE ESTIVESSEM NA CASA DA MÃE JOANA! – ELES FAZENDO CHURRASCO, NUM PEDAÇO DE MADEIRA NO CHÃO, COM AS CARNES JOGADAS, FUMAÇA, CRIANÇAS JUNTO. PASSOU DOS LIMITES. O HORROR. FISCALIZAÇÃO SANITÁRIA! CADÊ VOCÊ?

POIS BEM. PERGUNTEI A DUAS – DUAS – EQUIPES DE FISCALIZAÇÃO. ERA COMO SE ELES FOSSEM CEGOS E NÃO ESTAVAM VENDO AQUILO. ESTAVAM ALI APENAS PAR A FAZER NÚMERO COM SEUS COLETES. PARA TIRAR OS COMERCIANTES QUE TENTAM VENDER ALGO QUE PRODUZEM, PARA ISSO SERVEM, ÀS CENTENAS, AGINDO ATÉ COM VIOLÊNCIA…MAS OS TAIS HIPPIES…

PERGUNTEI TAMBÉM AO PESSOAL DA GUARDA METROPOLITANA, QUE TAMBÉM ESTAVAM LÁ, MAIS DE DEZ, CONTE. O RESPONSÁVEL ME DISSE QUE “CLARO QUE ERA PROIBIDO FAZER AQUILO”, MAS QUE NÃO PODIAM AGIR, ACREDITEM, PORQUE A POPULAÇÃO PODERIA REAGIR.

AH, MAS GARANTO QUE SE A GENTE SE JUNTA PARA FAZER UM CHURRASQUINHO POR ALI, ÍAMOS TODOS PRESOS…

VEJAM A SUJEIRA. FUI FILMAR PARA QUE TODOS TENHAM NOÇÃO DO DESCALABRO E AÍ OS MOLAMBOS TENTARAM ME INTIMIDAR COMO PODEM NOTAR NO VÍDEO. OS POLICIAIS CONTINUARAM SEM SE MEXER. HOUVE FORTE POSSIBILIDADE DE EU SER AGREDIDA. EU, E VOCÊ, QUE PAGAMOS IMPOSTOS, A POLÍCIA, OS FISCAIS.

NÃO TEMOS A QUEM RECORRER! ALÔ PREFEITURA!!!!!ALÔ POLÍCIA! ALÔ FISCALIZAÇÃO! ALÔ IMPRENSA QUE COBRE CIDADES!!!!

 

Marli Gonçalves

 

Campanha contra a violência doméstica. Tem de falar, denunciar. Só gente famosa entrou para participar

Enfermera-Sujetando-Una-Red-61172não fuja, Zé! É feio! FAZ O DNA!

“Foi a maçaneta da porta.”
(fonte: assessoria de imprensa)
Frases misteriosas de celebridades para o Disque Denúncia do Rio de Janeiro é ação da Agência3.

Curiosidade Salva. Para mostrar isso, dezenas de celebridades como as irmãs Bela e Preta Gil, Anitta, Cláudia Leitte, Deborah Secco, Eliana, Paolla Oliveira, Marjorie Estiano, Sabrina Sato, Luana Piovani, Luíza Possi, Regina Casé, Taís Araújo, Ingrid Guimarães, Marina Lima, Martha Nowill, Natalia Lage, Patrícia Pillar, Bárbara Evans, Paula Burlamaqui, Roberta Sá, Mariana Lima, Teresa Cristina e muitas outras aceitaram o convite do Disque Denúncia do Rio de Janeiro para uma ação inédita no Facebook, criada pela Agência3.

Desde segunda, dia 24, elas postaram mensagens misteriosas em seus perfis oficiais de Facebook (Foi a maçaneta da porta./Foi a quina da mesa./Foi o corrimão da escada). Quando clicavam no botão “Editado”, as pessoas recebiam uma mensagem que mostrava que o interesse pelos sinais de violência doméstica pode salvar vidas.

Segundo Zeca Borges, coordenador do Disque Denúncia do Rio de Janeiro, “uma mulher é vítima de violência a cada 15 minutos, e muitas não têm coragem de denunciar por medo. As pessoas não têm coragem de denunciar. É o famoso em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher. Queremos mostrar que qualquer pessoa pode ajudar, sim. E deve. E para isso, é só se interessar.”

A campanha Curiosidade Salva viralizou a ponto de lideranças ligadas à causa, como a Deputada Federal Jandira Feghali, relatora da Lei Maria da Penha, e a ex-Ministra da Secretaria de Direitos Humanos Maria do Rosário aderirem de forma espontânea. O ex-Presidente Lula também entrou na onda e usou a nova “mídia” para divulgar o Memorial da Cidadania, com uma receita de bolo. A Prefeitura de Olinda também usou o recurso para falar de combate ao preconceito.

Até o momento, a campanha já recebeu mais de 80 mil interações orgânicas e 1.500 comentários. Entre eles, estão muitas histórias de pessoas que já sofreram com o problema e apoiam a campanha. Somando os seguidores de quem aderiu à campanha, a ação tem o potencial de alcançar uma base de fãs num total de mais de 50 milhões de pessoas.

Paulo Castro, vice-presidente de criação da Agência3, reforçou que tudo o que agência e o Disque Denúncia querem com esta ação é o aumento das denúncias. “E com o impacto nacional dessa campanha e a viralização que ela tomou, achamos que vamos contribuir e muito para isso”, disse ele.

A ação conta ainda com filmes para Youtube (http://youtu.be/2ZRTOw6G7x0) e Instagram (@curiosidadesalva), dirigidos por Fabiana Winits e filmados por Bruno Miguel da Mouse House. As peças contam com várias atrizes que participaram da iniciativa, incluindo as atrizes Mariana Ximenes e Leticia Lima.

Link para o vídeo da campanha: http://youtu.be/2ZRTOw6G7x0

FICHA TÉCNICA:

Direção de criação: Paulo Castro

Criação: Daniel Bensusan, Flávio Chubes, Leandro Bechara, Lucas Queiroz

Diretora de atendimento: Rafaella Eyer
Atendimento: Renata Ouvidor
Direção: Fabiana Winits e Bruno Miguel
Produção: Mouse House
Supervisor de estratégia de marca: Willian Rocha
Estratégia de marca: Hanna Cordeiro
Analista de métricas e monitoramento: Elmer Dias, Iracema Sydronio
Aprovação: Zeca Borges

Roubo de cachorros de raça, nas ruas. Viram essa matéria apavorante da Folha de SP?

scared_dog-8682Ladrões roubam cães de raça em bairros de classe média de SP

RAFAEL RIBEIRO
DO “AGORA”
14/07/2015 02h00

Bandidos estão roubando, furtando e até sequestrando cachorros de raça em bairros de classe média da capital, como Tatuapé e Mooca, na zona leste, Santana (zona norte) e Campo Belo (zona sul). Os ladrões costumam atacar quando o dono passeia com seu animal.

A Polícia Civil diz não ter números dos crimes porque os animais, segundo o Código Penal, são considerados objetos, e os casos são registrados como roubos gerais.

Mas estatísticas de organizações não-governamentais e entidades de defesa apontam para cerca de 70 casos desde o início do ano. “O que existe hoje são quadrilhas especializadas”, diz o maestro Eduardo Roz, 37 anos, protetor de animais.

O objetivo é a revenda dos cães em feiras ilegais –sendo a mais famosa em Itaquera (zona leste)– e sites de leilão. “A polícia sabe dessa feira. Mas precisa ter vontade política de resolver o problema”, afirma José Luís Oliveira Santos, da Sociedade Brasileira de Cinofilia.

Levantamento do Ministério Público mostra que as quadrilhas atuam de duas formas. O alvo são sempre cachorros de raças de pequeno porte. Os animais mais velhos são submetidos à reprodução forçada para a geração de filhotes, enquanto os mais novos são revendidos por preços abaixo do mercado. Um cão da raça buldogue francês, por exemplo, que custa R$ 3.500 em pet shops, é vendido por no máximo R$ 1.500.

“Fazemos ações para fiscalizar as feiras e identificar animais possivelmente roubados. Quando recebemos notícias de vendas pela internet, acionamos delegacias especializadas para identificar o autor dos anúncios”, diz o promotor Carlos Prestes de Camargo, do Grupo Especial de Combate aos Crimes Ambientais.

GOLPE

Na manhã do dia 12 de fevereiro, a aposentada Clarisse Tria Bianco, 77 anos, passeava pelas ruas de Santana (zona norte), com Toy, o shitzu de 10 anos de sua filha, a professora Maria Salete Tria Bianco, 52 anos, quando uma mulher em um carro a abordou pedindo ajuda para “receber um dinheiro”.

Um comparsa que acompanhava a suspeita disse que ela estava passando mal e que precisaria comprar um remédio. Convencida com a história, a idosa entrou no carro. Quando pararam em frente a uma farmácia, a idosa desceu do veículo e o casal arrancou, levando o cão. “Eu fui muito ignorante”, culpa-se Clarisse.

Após o golpe, Maria Salete passou a integrar um grupo de resgate de animais em situação de risco nas ruas. “Esse tipo de coisa abala uma família”, disse.

Superação é palavra constante do cotidiano da economista Izilda Biel, 59 anos. Na tarde do dia 13 de junho, ela passeava pelas ruas do Tatuapé (zona leste) com Whiskey, um spitz alemão de seis anos, quando um homem passou do seu lado, fingiu tropeçar e puxou o animal pelo focinho de suas mãos.

O crime foi flagrado por câmeras de segurança. As imagens rodaram o Brasil. A polícia identificou que o autor tinha uma comparsa, mas ninguém foi preso. “Não tem o que a polícia fazer. É caso perdido”, afirmou.

Para coibir o roubo e furto dos cachorros de raça, especialistas afirmam que os interessados nesses animais podem colaborar, evitando o mercado clandestino.

Sócio diretor da Petland, uma das maiores redes de petshops do Brasil, Rodrigo Albuquerque afirma que o preço menor, maior atrativo para que as pessoas busquem seus animais nessas feiras, não é uma vantagem.

“O gasto é muito maior, pois não se sabe a procedência desse animal, se ele tem pedigree, se ele está saudável. As pessoas precisam entender que estão comprando uma vida, arcando com uma responsabilidade”, diz.

dog animado chorando de rirPara José Luís Oliveira Santos, da Sociedade Brasileira de Cinofilia Independente, não adianta culpar só a polícia enquanto não houver a mudança de comportamento. “O que a polícia vai fazer? A pessoa chega lá e diz só o nome e que o cachorro é de tal raça e de determinada cor. É necessário que haja a microchipagem de identificação do animal e que tenha a documentação dele.”

Segundo Santos, os ladrões também atacam canis. “As quadrilhas souberam agir. Eles compraram um cachorro, compraram outro, seguiram os vendedores, descobriram os canis”, afirma. Por causa disso, diz, os canis têm feito a entrega dos filhotes em locais públicos, como shoppings e estacionamentos de supermercados.

INVESTIGAÇÃO

A Secretaria de Estado da Segurança Pública afirmou apenas que os roubos e furtos de cachorros são investigados pelos distritos dos bairros onde acontecem.

A pasta não respondeu os questionamentos feitos pela reportagem sobre a identificação das quadrilhas, possíveis prisões e andamento da apuração dos casos citados na reportagem.

Sobre as feiras, a secretaria disse em nota que a fiscalização é de responsabilidade da prefeitura e que a Polícia Militar atua apenas quando há denúncias ou se depara com flagrantes.

Procurada, a Prefeitura de São Paulo disse que as fiscalizações são feitas diante programação. Não foi informado, no entanto, quantas ações foram realizadas este ano.

Bulldog bravo

ABRAJI denuncia pressão da polícia do Paraná em cima de jornalistas. Estão dando canseira ao invés de investigar.

( já passei por isso quando fui testemunha de um policial maluco atirando nas costas de motoqueiros no dia do féretro de Tancredo Neves, em 1985. Continua igual. Assim eles conseguem – ou pensam que conseguem – que desistamos…)

policia

Polícia do Paraná constrange jornalistas a revelarem suas fontes

A Polícia do Paraná está, há dois anos, tentando identificar as fontes de pelo menos cinco jornalistas que cobrem segurança pública no Estado. Os profissionais têm sido chamados desde 2013 para prestar depoimentos, como testemunhas, em diversos inquéritos e procedimentos. O interesse dos investigadores, no entanto, não é apurar os malfeitos apontados pelos repórteres dentro da corporação, mas tentar identificar a fonte das informações publicadas nas reportagens.

Os repórteres da Gazeta do Povo Felippe Aníbal, Diego Ribeiro, Albari Rosa e Mauri König já perderam a conta de quantas vezes estiveram tanto no quartel da Polícia Militar quanto em delegacias. São testemunhas tanto em processos que apuram as irregularidades publicadas na série de reportagens “Polícia Fora da Lei” quanto em procedimentos para investigar quem são os policiais informantes. Os jornalistas estimam que, somando-se todas as intimações, já foram interrogados ao menos 20 vezes – e em oitivas no mínimo heterodoxas.

Na maioria dos casos, os repórteres foram ouvidos na presença dos agentes denunciados nas reportagens. Em uma ocasião, o jornalista Felippe Aníbal se recusou a assinar seu depoimento por julgar que a redação não fora fiel a suas declarações e que o texto abria margens para questionamentos. Apenas após a intervenção do advogado da Gazeta do Povo o delegado responsável aceitou fazer as emendas propostas. Houve casos em que o agente suspeito de ser o informante é chamado à sala do interrogatório e apresentado ao jornalista, para ser identificado.

A Polícia Civil também tentou descobrir as fontes da repórter Lina Hamdar. Em 2013, quando trabalhava no jornal Metro de Curitiba, Lina foi chamada a depor na sede do TIGRE (grupo de elite da Polícia Civil do Paraná) e pressionada a revelar suas fontes. Os investigadores procuravam o responsável pelo vazamento de escutas telefônicas da médica Virgínia Soares Souza, acusada de matar pacientes na UTI de um hospital de Curitiba.

Os casos se inserem num contexto de animosidade nas relações da imprensa com as polícias do Paraná. Em janeiro deste ano, um repórter de televisão foi preso durante transmissão ao vivo após reclamar por ser retirado de uma área restrita. No mesmo mês, um colunista da Gazeta do Povo se envolveu numa discussão via redes sociais com o secretário de Segurança Pública. Em 2012, o repórter Mauri König chegou a deixar o país após avisos de que policiais metralhariam a casa em que vivia com a família.

A Abraji repudia a tentativa das polícias Civil e Militar de romper um dos pilares da liberdade de imprensa e da própria democracia: o sigilo da fonte. Constranger jornalistas da maneira como as corporações têm feito é atentar diretamente contra a imprensa brasileira e contra o direito de saber de toda a sociedade. A Abraji acredita que as polícias devem dedicar seu tempo e efetivos a identificar e punir os agentes cujas contravenções foram alvo de reportagens – e não os informantes que permitiram aos repórteres executar suas pautas.

Diretoria da Abraji, 7 de abril de 2015

Barraco no Miss Amazonas 2015. Caprichoso X Garantido. Red X Blue. Dá uma olhada na arrancada da coroa

FONTE: g1

 Em concurso, vice não aceita derrota e arranca coroa de Miss Amazonas

Interrompemos nossas transmissões para avisar que hoje é o Dia do AmigoSheislane Hayalla criticou vitória de Carol Toledo: ‘Ela não mereceu!’, disse.
Campeã evitou falar sobre ocorrido e comemorou vitória.

A edição 2015 do concurso Miss Amazonas terminou em confusão na noite de sexta-feira (30). Ao ouvir o resultado, que deu a vitória à Carol Toledo, a segunda colocada, Sheislaine Hayalla, arrancou a coroa da vencedora. A reação da vice causou tumulto e corre-corre no Centro de Convenções Vasco Vasques – Zona Centro-Oeste de Manaus -, onde foi realizado o concurso.

Ao G1, Sheislane disse que não aceitou o resultado. “Simplesmente, em Manaus, é o dinheiro que manda e eu estou mostrando para o povo amazonense que o dinheiro não manda aqui. Ela não mereceu!”, reclamou a concorrente.

Antes da confusão, campeã e vice aguardaram o resultado de mãos dadas (Foto: Marcos Dantas/G1 AM)Antes da confusão, campeã (de azul) e vice (de vermelho) aguardaram o resultado de mãos dadas (Foto: Marcos Dantas/G1 AM)

A reportagem chegou a procurar a organização do concurso, que não quis falar sobre o ocorrido e nem sobre uma possível punição a Sheislane. As finalistas do segundo ao quinto lugar devem participar de concursos ao longo do ano.

Vitoriosa, Carol não fala sobre “coroa arrancada”
A vencedora não quis comentar a confusão e preferiu falar sobre a vitória. “É uma emoção inexplicável. Eu não tenho palavras para descrever o que estou sentindo. É um frio na barriga muito gostoso. É uma honra poder representar o meu estado no Miss Brasil. Eu vou honrar com toda a garra e o povo amazonense vai ter muito orgulho de mim”, garantiu.