#ADEHOJE – O INSANO PRESIDENTE, A CHUVA DE OURO E O BEIJO GREGO

#ADEHOJE – O INSANO PRESIDENTE, A CHUVA DE OURO E O BEIJO GREGO

SÓ UM MINUTO – Precisei dar essa folguinha porque no Carnaval é hora de se divertir. Mas, vejam só: o presidente Jair Bolsonaro não tinha o que fazer. E ficou por aí nas redes sociais fazendo bobagens graves. A mais séria foi a publicação de um vídeo sabe-se lá de onde ele arrumou, com cenas escatológicas e insinuando que era assim que estava o carnaval nas ruas. Com as pessoas fazendo sexo em cima de bancas de jornal! Outra coisa engraçada foi ele perguntar o que era Golden shower – a famosa chuva de ouro, aquela fantasia sexual com urina. O pessoal está por aí respondendo para ele. Me ocorreu perguntar: será que ele sabe o que é beijo grego??? A gente já podia ir informando…

ARTIGO – MULHERES DO BRASIL: OS DOIS X DESSA QUESTÃO! Por Marli Gonçalves

Igualdade. Em tempos que se dizem modernos, fico abismada em ver como a mulher ainda aparece só sempre mais como um reboque, acessório, ser inferior que sempre precisa de tutela, leis que obrigam, dizem, a resolver seus problemas e que acabam sendo usadas para nos manter por baixo. E mulher deveria estar sempre por cima, em todas as ocasiões.

O mundo gira cada vez mais rápido é uma impressão. Mas os costumes parecem que usam ponteiros ao contrário. Para obrigar que se respeite a mulher forçam a barra com ordens vindas de cima para baixo e que até as formiguinhas do Himalaia sabem que não funcionam. Como a tal cota obrigatória de mulheres candidatas. 30% de obrigatoriedade. Vocês estão vendo no que está resultando?

Um bando de mulheres que não têm a menor ideia do que fazem, dizem, propõem. Gente que nunca vimos, no horário eleitoral falando e propondo obviedades, isso quando as deixam aparecer como relâmpagos no meio da tempestade que vivemos nestas eleições. Um número absurdo de “vices”: 67 candidatas a vice-governadoras, cinco candidatas a vice-presidente, 83 à primeira suplência e 108 à segunda suplência para o Senado. Pior é que estão lá para cumprir o tal Fundo Partidário – e que até esses últimos momentos poucas receberam, ainda por cima. De malandragens estamos cheias.

No entanto será o voto feminino que poderá decidir; somos 52,5% do eleitorado. O mais louco é que agora, a poucos dias da eleição, mais da metade das mulheres ainda se declara indecisa, e um outro bom punhado votará em branco ou nulo. “As mulheres são mais exigentes”, dizem as estudiosas da questão. Muito bem. Me sinto assim também.

Junte-se a todas as mulheres do mundo!Mulheres são ligadas na realidade, no dia a dia e em questões específicas como o aborto, a disparidade salarial e a violência doméstica principalmente quando se trata de escolher os representantes do Legislativo. Infraestrutura, segurança, creches, educação, saúde – quem está propondo mexer nesse vespeiro, de verdade?

Não é por menos que nos últimos dias a movimentação feminina, muito real, e que acompanho – seja a grande novidade, e que se firmará ainda mais de acordo com a movimentação prevista para as ruas na reta final dessa eleição já de antemão de terrível e triste memória.

Para as mulheres esse momento nacional poderá ser historicamente importante, não só por seu visível poder de decisão, como para a compreensão de que devem tomar a frente de suas vidas, porque esse é o caminho da não-submissão. Foi preciso que um indigesto e seus agregados aparecessem falando asneiras de manhã, de tarde e à noite. Pode até acontecer que o indigesto se fixe, mas não restam dúvidas de que enfrentará problemas se não mudar.

Se não entender, ele, na verdade, e todos, não entenderem que os nossos dois cromossomos X nos tornam diferentes em muitos aspectos dessa questão.

Finalmente repara só que as mulheres aparecem como coadjuvantes até quando são companheiras deles, os tais candidatos. Quando aparecem. Dão tchauzinho, um sorriso, e olhe lá!

turma de mulheres

turma de mulheres

Até a jovem Manuela D`Ávila, não me conformo, que teria tido uma campanha inteira para se firmar e ao movimento feminino aceitou fazer parte desse espetáculo circense petista que nos apresenta, por outro lado, um boneco ventríloquo de um líder e de um grupo que não sabe pedir desculpas, como oposição.

A coisa está malparada de todos os lados para os quais buscamos horizontes. Vamos para o alto da montanha, já que a montanha não vem até nós.

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Marli Gonçalves, jornalista – Que tal preparar um manifesto especial? Política, para mulheres. #ElesNao

Brasil, 2018, beira do abismo

ARTIGO – A carta de Dilma. Por Marli Gonçalves

writing_love_letterFaz uns três meses que uma tal carta começou a ser escrita e nunca se viu tantas idas e vindas, tantos rascunhos, tantos garranchos, tanto tira e põe, tanta gente se metendo, palpitando, igual ao governo que não fez. Essa carta podia mesmo ser só um ponto final.ARROBINHBA

Cabeçalho: Brasília, (__) de agosto de 2016. Destinatário: Ao Povo Brasileiro. “Desculpem qualquer coisa. Sei que estou sendo afastada pelo conjunto da obra e de minha teimosia, que acabaram desenhando os acontecimentos que vivemos. Grata pela compreensão, e um pedido: não gostaria que se associasse isso tudo ao fato de eu ser mulher. Não tem nada a ver. Apenas me uni a um projeto de poder político que se mostrou patético e falido”. Assinado, Dilma.

Pronto, estava dito.

Mas não. Quer porque quer causar. Sair batendo o pé. Agora a coisa está piorando e a tal missiva ameaça até ser uma espécie de carta-testamento, tipo a de Getúlio Vargas – sem o suicídio, esperamos, claro, que ninguém quer sangue. Dá para acreditar? Mais, a ameaça continua: poderá não ser só uma carta, mas duas! Mais ainda: ameaça listar as lutas da esquerda brasileira que acredita encarnar contra os contrários ao Deus Supremo Lula. Coisa mais antiga, démodé. Fico preocupada se ela não vai acabar fazendo logo um livro capa tão dura quanto sua cintura. Novela a história toda já virou. Toques venezuelanos emocionantes.

Mártir de si mesma, a presidente afastada sugere que não viu que foi quem montou o jogo que perdeu, o mundo se desmoronando à sua frente em erosão constante, promessas e mentiras desmascaradas. Que não ouviu os primeiros berros à sua porta em junho de 2013. Não admite que a cada passo que se revela da mangueira de sucção instalada na Petrobras vem à tona sua cegueira, incompetência de gestão. Ou, o que tem hora que até eu acredito, que foi feita de otária – e o que deve ser duro para a valenta admitir – as coisas correram ali nas suas barbas. Barbas, não, melenas caprichosamente cultivadas na sua visível transformação nos últimos anos.

cartero-echando-cartaO mesmo com relação ao partido, o PT e seus radicais livres, muitos que inclusive agora não mais o são, e estão ou foram presos, com o quais ela nunca pareceu ter afinidade mesmo, mas fazer o quê? Vivem ranhetando entre si. Mas poste não tem vez, nem voz. O problema maior é que caiu a lâmpada que iluminava o poste e o fazia imprescindível.

Igual soluço, a palavra golpe está até cansada de tanto senta e levanta, de tanto que entrou e saiu dessa tal carta que já marcou várias datas para nascer de cesariana, e deu para trás até agora em todas. Parto difícil, alto risco.

Outro dia dessa semana, pelo que se deu a entender, Lula foi até Brasília para conhecer a tal pecinha. Vocês conhecem o Lula? Conseguem imaginar o que é que ele realmente pensa dessa ideia de escrever cartinha, como deve se referir com desdém, o que será que acha? Do papelzinho? O intuitivo Lula deve achar uma papagaiada, entre outros termos menos airosos.

Fora que pelo que se ouve por aí, na tal epístola ela quer – e se voltar, garante que o fará – chamar o povo – esse arrepiante coletivo – para opinar em plebiscito. Um eufemismo para admitir sua própria derrota.

Não quero ser chata, tinha até pensado em ajudar a escrever uma minuta completa para abreviar a angústia que essa carta, ao fim e ao cabo a nós endereçada, deve causar a Dilma. Será que ela levanta de madrugada pensando nela? Será que é ela mesma que a está escrevendo sentada em sua penteadeira, com caneta bico de pena (imagem romântica)? Qual a cor da tinta? Ou escreverá a lápis, apagando detalhes com borracha cheirosa? Usará branquinho?

Spike_writing_in_the_friendship_journal_S4E23Se perde pensativa, desenha casinhas no papel? Escreve os palavrões que pensa? Ou teclará catando milho palavra por palavra? Tira cópias? Parece a carta mais vazada e aberta do mundo, mais que obra de Umberto Eco. Imprime para ler? Destrói no triturador as partes que despreza? Deixa guardada em um pendrive que mantém junto a si, amarrado em uma corda no pescoço?

Escreveu não leu, o pau comeu.

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Marli Gonçalves, jornalista – A melhor de todas é a carta branca, que nos deixa decidir o que queremos. Mas que não damos a governo algum em nosso nome.

Brasil, 2016, Código 55. O CEP não sei. Registrada.
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Marte e suas surpresas: água, sal, córregos, Cadê os marcianos? Seriam os marcianos bactérias?

Nasa: Marte tem água líquida em sua superfície

A agência espacial americana afirmou nesta segunda-feira que tem as “provas mais sólidas” da existência de veios de água na forma líquida e, possivelmente, salgada no planeta. Essas seriam as condições mais propícias ao surgimento e desenvolvimento de vida

Planeta Marte

Planeta Marte(iStockphoto/Getty Images)

A Nasa anunciou nesta segunda-feira que encontrou as “provas mais sólidas” até o momento da existência de água líquida em Marte. De acordo com a agência espacial americana, imagens da sonda Mars Reconaissance Orbiter (MRO), em órbita no planeta vermelho localizaram veios de cerca de cem metros de comprimento e cinco metros de largura que, segundo a hipótese dos cientistas, abriga água corrente. Além de estar na forma líquida, a água tem grandes possibilidades de ser salgada, pois já foram encontradas marcas de sais hidratados em algumas das crateras do planeta. Água na forma líquida e salgada seriam algumas das condições mais propícias ao surgimento e desenvolvimento de vida.

De acordo com a Nasa, há “evidência espectral” de que as linhas em quatro lugares diferentes da superfície de Marte “confirmam a hipótese” que existem por conta da “atividade atual de água salobra”, segundo os pesquisadores de um estudo que será apresentado nesta semana no Congresso de Ciência Planetária Europeu, realizado em Nantes (França).

(Da redação) – FONTE – VEJA.COM

ARTIGO – Vamos todos virar cactos. Por Marli Gonçalves

Girl_cactusQue tal? A primavera vindo aí, mil flores, mil amores, mas a secura é tamanha que não há nada melhor do que esses espécimes para nos descrever de forma precisa, a nós e ao momento. Uma selfie especial para a tal secura desértica, não só de água, mas de inteligência, bom-senso, boa vontade, educação… assim por diante, que a lista é grande de tudo que anda faltando

Vocês aí me desculpem, mas é uma das únicas formas que vejo para nossa sobrevivência. Não precisamos exatamente virar cactos em toda a sua plenitude porque senão não poderemos mais nem nos esbarrar, e isso não seria nada bom. Não poderíamos mais nos abraçar ou fazer amor. Trabalhar ou outras atividades até que daria porque se você pensar bem já tem muita gente que bota casaquinho de espetos assim que sai da cama, e, pior, fica se aproximando, se encostando, cutucando e incomodando todo mundo que encontra durante o dia inteiro.

Nesta primavera, podemos só nos fantasiar de cactos, ou neles buscar referências sobre quais são as suas formas de resistência. Porque a gente vai precisar muito, de qualquer forma, aconteça o que acontecer, e o que não temos a menor ideia do que será – precisaremos resistir bravos, em pé, formando barreiras. Por exemplo, sabe por que os cactos têm espinhos? Primeiro, servem para se proteger de predadores, que é exatamente o que não falta nessa nação. Além disso, os espinhos são como folhas, mas no caso aparecem para que não haja desperdício de nenhuma gota além do necessário. E é melhor ser cacto do que porco espinho hão de convir.animated-cactus-image-0011

Ou seja, se fôssemos cactos conseguiríamos nos proteger de tantos predadores e situações que surgem todo santo dia, de todos os cantos, e que estão tornando difícil a vida aqui em nosso país. Adianto que gosto deles, esses negocinhos secos e misteriosos que podem ser tão diversificados como somos nós, ou muito feinhos e mirrados, ou belos, grandes, e botando belas flores para fora. Também são libertários, pouco dependentes de nossa benevolência e memória, aguentando firme quando esquecemos de lhes dar – até só uma vez por mês – aquelas gotas de água que já os saciam. Do jeito que a coisa anda, gota de água será item de primeiríssima necessidade, e nem gosto de pensar nisso.

Cactos também sempre me lembraram gente sofrida, que resiste. Coisas áridas, chão seco, terra batida, bichos como o calango, e pessoas tipo cangaço, Lampião, Maria Bonita. Sinto um ar de dignidade nos cactos, mesmo eles sendo amargos. Mas ao mesmo tempo são meio que irmãos das… suculentas! Suculentas: uma palavra que dá água na boca. Contradições são boas e eu gosto.

tumblr_mgg2xyzNvf1rjdnouo1_r4_400A imagem de nós, os cactos, como eu ia dizendo, chegou junto com o pensamento sobre a primavera, minha estação predileta, e o que sempre me induziu a fantasiar – devo ter lido livros infantis em excesso – vendo tudo frutificar, casais se encontrarem, acasalamentos, arrulhos de pássaros construindo ninhos, além de simbolizar o nascimento e a renovação. Só que a realidade me espetou. Falta tudo, faltam condições para esse mundo paraíso perfeito eldorado. Falta até a água. Não é hoje, não é amanhã, acaba.

Me toquei principalmente do deserto de ideias, do tamanho das indefinições que estão à nossa frente, e que não há bola de cristal translúcida o suficiente para arriscar um palpite por mais que a gente a esfregue sofregamente. Melhor mesmo ficar paradinho, se fingindo de cacto. Tô falando. Tô avisando.

Ando impressionada com a incapacidade vinda de tudo quanto é lado, tanto quanto a violência. Ando impressionada com o egoísmo que aqui em São Paulo escoa na forma da água das mangueiras com que se lavam calçadas, carros, ou mesmo é desperdiçada jorrando nos vazamentos ignorados pelo tais poderes públicos. Ando mesmo impressionada com a passividade de nosso povo, esperando um salvador ou uma salvadora, como é mais provável.animated-cactus-image-0016

Lembro – vejam só – de jacas, gordas, apáticas, que vão levando os galhos até o chão se não forem recolhidas. Ainda preferirei ser cacto.

Nessa indefinição toda, faria uma pesquisa especial sobre como as pessoas prevêem os próximos dias e meses. Tenho certeza de que o número de Não sabe/Não respondeu vai ser o maior de todos.

A gente pode ser cacto, mas não é burro; tem de aprender pelo menos alguma coisa com eles, que não sabem de nada, nem têm nunca nada a declarar.Imagen-animada-Planta-carnivora-03

São Paulo, lugar sem lazer que ganha agora quilômetros de uma pistinha vermelha, 2014Marli Gonçalves é jornalista – Pelo menos teremos um bom material para fazer nossa própria coroa, senão de flores, de espinhos.

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E-mails:
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kaktus28

Datafolha fala em 14 milhões atendidos por “Mais Médicos”. Ô conta que não fecha! Não sei porque, mas acho que daqui a pouco publicarão um “erramos”…Médicos, façam essas contas, por favor.

FONTE FOLHA DE S.PAULO/ 27-03-março

Animated_ThinkingMansão 9500 médicos, 210 dias mais ou menos, contando de setembro/ 13 a março/14…

(GRIFOS SÃO MEUS)

14 milhões já foram atendidos por médicos estrangeiros, diz Datafolha

Alcance do Mais Médicos foi divulgado em pesquisa apresentada em seminário da Folha sobre saúde

Ministro da Saúde fez defesa de reforma do modelo de gestão do SUS; seminário se encerra hoje em SP

DE SÃO PAULO

Cerca de 14 milhões de brasileiros (10% da população acima de 16 anos) já foram atendidos por algum médico estrangeiro do programa Mais Médicos.

O dado pertence à mais recente pesquisa Datafolha, apresentada ontem durante o Fórum a Saúde do Brasil, segundo seminário da série promovida pela Folha para discutir questões relevantes do cotidiano dos brasileiros.

O Mais Médicos é um programa federal, iniciado em setembro de 2013, que busca levar médicos às regiões do país carentes de profissionais. Atualmente, atendem pelo programa 9.501 médicos (87% estrangeiros).

Entre os brasileiros que foram atendidos pelos médicos estrangeiros, 69% consideram que o atendimento foi ótimo ou bom e 27% acharam regular, ruim ou péssimo.

Quando questionados sobre a vinda de estrangeiros para trabalhar em regiões do país com falta de profissionais, 67% dos entrevistados são favoráveis à medida.

A maior aceitação foi verificada na região Nordeste, com 72% de aprovação, seguida da região Norte e Centro-Oeste, juntas, com 68%. A região com menor índice de aprovação é a Sul (64%).

A pesquisa Datafolha, encomendada pela Interfarma, entidade que representa a indústria farmacêutica, entrevistou 2.109 pessoas em 140 municípios.

O fórum da Folha contou ainda com a presença do ministro da Saúde, Arthur Chioro, que, em sua exposição, fez uma avaliação do sistema público de saúde do país, o SUS.

Entre os desafios do sistema apontados pelo ministro está a consolidação dos serviços de atenção básica e de redes integrais de saúde, que deem continuidade ao tratamento médico.

Para melhorar o financiamento da saúde, Chioro propôs uma interação mais adequada entre os sistemas de saúde público e privado.”

“Meu sonho é que o SUS legal cada vez mais se aproxime do SUS real, aquele que possa fazer o brasileiro dizer: Estou satisfeito’.”

Segundo o ministro, é preciso ainda fazer uma reforma no modelo de gestão do SUS. “Hoje é uma grande dificuldade para gestores públicos: é OS, é Oscip, é fundação, é fundação privada, é empresa. Nenhum desses modelos dá estabilidade e capacidade para o processo de gestão de que nós precisamos”, disse.

O último dia do fórum, hoje, terá a presença de David Uip, secretário estadual de Saúde, e de Mozart Sales, secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do governo federal. Sales substitui no evento o ex-ministro José Gomes Temporão.

No sábado, a Folha publicará um caderno especial com reportagens com um diagnóstico do setor.