25 anos. ♥ Edison Dezen ♥. Uma ausência que trago em meu coração, bem vivo

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NÃO CONSIGO FALAR MUITO MAIS DO QUE ANO A ANO VENHO FALANDO NESSA DATA.

ESSAS FOTOS FUI PROCURAR HOJE. SÃO DE UMA VIAGEM ÚNICA, INESQUECÍVEL, ONDE O LORD ME MOSTROU LONDRES.

LÁ DEVE ESTAR ELE, QUE ADORAVA AQUELA CIDADE. DEVE ESTAR ALIMENTANDO OS ESQUILOS.

EU, AQUI, ALIMENTO MEU ETERNO AMOR, AGRADECIMENTO E CARINHO.

PARA VOCÊS QUE TAMBÉM TIVERAM A HONRA DE CONHECÊ-LO, NÃO É BOM VÊ-LO POR AQUI?

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23 anos sem o anjo que ainda me guia na vida: EDISON DEZEN

Hoje, 25 de agosto, como todos os anos, para mim é dia de boas lembranças, de vida, de viagens, de conhecimento, mas especialmente de amor. Dia de lembrar, também, e uma tristeza imensa me invade apenas porque se o mundo fosse povoado por gente como Edison foi,  como levou sua vida, nossa, como  como toda ela seria tão bela, boa, bonita, caridosa, de paz!

Edison Dezen foi a melhor pessoa que conheci em minha vida, não sendo superado nem 23 anos após sua morte.

Hoje, coincidentemente, achei uma de sua últimas mensagens para mim, sempre acompanhada dos anjos que já o representavam aqui na Terra. Do dia do meu aniversário, no ano anterior à sua morte.

Mas onde vejo anjos – e sou guardiã de vários que o acompanhavam- me sinto beijada por ele.

Não posso deixar de mostrar a todos, com o orgulho que sempre tive de ter sido sua parceira, meu lorde Dezen.

E um pedido: por favor, proteja-me. Proteja a nossos amigos. A aura de sua energia nos alimenta.

Anjos, olhai por nós

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A maioridade de uma perda. 18 anos de uma distância intransponível. Um amigo perdido e jamais esquecido: Edison Dezen

HOJE, 25 de agosto, é há 18 anos um dia muito, mas muito difícil para mim e para várias pessoas que conheço –  e que o conheceram, ou com ele conviveram.

Foi nesse dia, em 1993, há 18 anos, que perdemos uma luz que nos orientava: o amigo Edison Dezen. Mas que nos deixou um exemplo de conduta da qual eu, nem muitos destes amigos, nos desviamos. Assim como nunca tanta coisa e nunca deixei de ter flores em casa para pavimentar o caminho para os anjos que, segundo ele, seguiam por essas trilhas. Assim como nunca deixei de o evocar quando precisava de algo mais perto da “razão”, da ponderação.

Nesse momento que escrevo não há como o coração não apertar muito e lágrimas gordas não pularem dos olhos. É como se imediatamente eu o visse, maroto, sorrindo, me chamando para ir para a praia, para aprontar alguma, ou para ver se nossa viralata livre Banzai e seu companheiro de estrada, o Capitão, estavam bem.

Escrevo, ouvindo as músicas que escolhi para homenageá-lo mais uma vez, homenagear o lorde que foi, e que amava profundamente a música e os musicais. Em especial, esse que escolhi para hoje, Cats.

 Nós, gatos, já nascemos pobres
Porém, já nascemos livres
Senhor, senhora, senhorio
Felino, não reconhecerás…”

 Com ele, conheci Londres e um universo de coisas. Com ele, entrei e sai de roubadas. E com ele – tentando suavizar sua dor – estive até seus últimos minutos. Com a lembrança perene de seu último e vaidoso pedido – o vidro de perfume.

 São 18 anos hoje. A maioridade de uma perda. A tristeza de saber que não acompanhou tantas coisas que ele próprio previu ou quis. Mas que, de onde estiver, sua essência continua emanando.

 O ano passado, post que fiz nesse dia, atraiu gente do mundo inteiro, amigos que não sabiam de seu paradeiro, e seus familiares. Espero que todos possam saber mais dele, do nosso Edison, como o próprio nome, Dezen, do Paraíso.

 Palavras também podem ser flores depositadas.