Esposa de Pimentel nomeada para obter foro especial! É escândalo em cima de escândalo

descabelandosePimentel nomeia esposa secretária de Trabalho Desenvolvimento Social em MGOUVIDOS - os nossos parecem descarga

FONTE: COLUNA ESPLANADA – Leandro Mazzini

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Um dos alvos da Operação Acrônimo da Polícia Federal – já foi ouvida pela delegada em plena maternidade – a primeira-dama do Estado de Minas Gerais, Carolina Oliveira, foi nomeada hoje secretária de Trabalho e Desenvolvimento Social do Governo do Estado.

A nomeação foi feita pelo marido, o governador Fernando Pimentel – também alvo da Acrônimo e já indiciado pela PF, com aval do Superior Tribunal de Justiça.

A nomeação saiu no Diário Oficial do Estado nesta manhã. Pimentel exonerou do cargo André Quintão, ligado ao ministro do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias. A reviravolta no primeiro escalão causa hoje rebelião velada de secretários.

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Se isto não é um escândalo, o que mais que é?

Para oferecer ao ex-deputado mensaleiro Valdemar Costa Neto (SP) a indicação do ministro de Minas e Energia, em nome do PR, do qual é controlador, Dilma foi obrigada a enviar emissários para uma conversa de pé-de-orelha. Ela não poderia convidá-lo a um cafezinho porque, usando tornozeleira eletrônica, ele não pode se afastar mais que 200m de onde mora e trabalha, em Brasília, em regime de prisão domiciliar.

Logo cedo, ontem, Valdemar Costa Neto recebeu a visita do presidente do PP, Ciro Nogueira. Eles negociaram uma aliança no impeachment.

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Torta na cara do Murdoch. Que situação.

VEJA SÓ:

http://video.nytimes.com/video/2011/07/19/world/europe/100000000953922/disturbance-during-murdoch-testimony.html

Murdoch pede desculpas por erros e lamenta não ter agido antes
DE SÃO PAULO

O magnata da mídia Rupert Murdoch encerrou nesta terça-feira seu depoimento ao Parlamento britânico pedindo reiteradas desculpas pelos erros de seu tabloide, o “News of the World”, nas escutas ilegais de milhares de telefones e lamentou não ter agido antes para evitar a proporção da crise.

Filho de Murdoch diz ter visto e-mails que provariam suborno de policiais
Murdoch compareceu ao lado do filho e presidente do braço europeu da News Corporation, James, no Comitê de Cultura, Mídia e Esportes da Câmara dos Comuns. Eles foram questionados sobre as escutas ilegais e o pagamento de propina a policiais, uma prática aparentemente comum entre os jornalistas do tabloide para obter informações exclusivas.

Os Murdochs passaram a maior parte das cerca de três horas de depoimento garantindo que não sabiam da extensão da prática em seus veículos e prometendo total cooperação com a investigação policial.

“Eu tenho 52 mil empregados, eu liderei por 57 anos e cometi meus erros. Eu liderei 200 jornais, de diferentes tamanhos, e segui diversas histórias de práticas errôneas”, disse Murdoch.

“Em nenhum momento eu fiquei tão enojado como quando ouvi o que aconteceu com a família Dowley e nunca fiquei tão irritado quando soube que o “News of the World” teria causado isso”, completou Murdoch, que chegou a pedir desculpas pessoalmente à família da menina Milly Dowley, sequestrada e assassinada.

Seu celular foi acessado por um detetive contratado pelo tabloide e algumas das mensagens foram apagadas, o que serviu de indicação para a família de que ela ainda estaria viva.

“Eu gostaria que eles soubessem o quando eu estou arrependido”, disse Murdoch.

“Ouvir as mensagens de seus celulares é errado, pagar policias é errado. São inconsistentes com a política da empresa e não há lugar para isso na minha empresa”, disse Murdoch.

“Dizer desculpa não é suficiente, por isso estamos cooperando para que a justiça seja feita. Tenho certeza que o comitê vai entender isso”, completou.

Murdoch disse ainda que gostaria de ter resolvido o problema dos grampos ilegais muito antes, mas que não sabia que o problema continuava depois da condenação, em 2007, de um jornalista e um detetive particular.

Na época, o editor de assuntos reais do tabloide Clive Goodman e o detetive particular Glenn Mulcaire foram condenados a quatro e seis meses de prisão, respectivamente, por interceptar ilegalmente mensagens de telefones de funcionários da família real.

Murdoch alega que, na época, a polícia determinou que era um caso isolado e a própria publicação fez um inquérito interno sobre o tema que mostrou não haver outros casos.

“Este país deu a mim, minhas companhias e meus empregos muitas oportunidades e estou grato a eles”, continuou Murdoch, que, em sua primeira declaração perante ao comitê, disse viver o dia “mais humilde” de sua vida.

“Acima de tudo, espero que entendamos os erros do passado e evitemos cometê-los de novo. Estou comprometido a fazer isso com toda minha força”, encerrou.