Perguntas pertinentes sobre a falada espionagem

  • 0003Incompetentes

    Dilma reclamou da espionagem americana, mas esqueceu de perguntar aos incompetentes que chefiam o Ministério da Defesa e Abin, que aliás se fingiram de mortos, por que não conseguem nem mesmo proteger as comunicações da Presidência da República.

  • Com a chegada do tal “e-mail tupiniquim”, prometido pelos Correios, restará um dilema de fácil opção: é melhor ser espionado por Barack Obama, para quem você não existe, ou ser espionado pelo PT?

    FONTE: COLUNA CLAUDIO HUMBERTO

Do @DiariodoPoder: o que Dilma teme lá pelos lados americanos

queimando dinheiro.2gifDesvio de foco

Não é a espionagem americana que preocupa Dilma, mas a galopante deterioração das contas do Brasil, ameaçado de rebaixamento pelas agências internacionais de rating e de um retorno amargo ao FMI.

fonte: Coluna Claudio Humberto

Que delícia é esse país da trapalhada ( e piada ) pronta. Olha o Cardozão em ação.

  • homenzinho falandoCoisa feia…

    O ministro José Eduardo Cardozo (Justiça) foi aos EUA mudo e voltou calado. Só ontem contou que suas “ponderações” não foram aceitas.

     
  • Cardozo disse que “propôs” condicionar espionagem a “ordem judicial”, mas os americanos não aceitaram. Devem ter gargalhado.

    FONTE: DIÁRIO DO PODER

Hello! EUA tem 43 rádios aqui no pedaço? Ondas tropicais.

imagesEscândalo: EUA operam 43 rádios no Brasil

No escândalo da espionagem do governo dos Estados Unidos no Brasil, uma descoberta inquietante do portal DiariodoPoder.com.br: os americanos exploram 43 frequências de rádio em quatro estados brasileiros. As bandas custaram uma ninharia ao governo americano, em 2009: apenas R$ 16,9 mil. Está autorizado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) a explorar as rádios até 2019.

fonte: COLUNA CLAUDIO HUMBERTO – DIÁRIO DO PODERantenna1

Mais sobre a “espionagem” americana e o nosso governo

fonte: DIÁRIO DO PODER

sample_persienneDF: PF ajudou central de espionagem dos EUA

A ordem do ministro José Eduardo Cardozo (Justiça) para a Polícia Federal investigar a espionagem eletrônica de brasileiros pela Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA) esbarra num problema “técnico”: a estreita e oficial colaboração dos serviços de inteligência brasileiros com a CIA, o serviço secreto, e o FBI (a PF americana) em operações de investigação, busca e captura contra o narcotráfico.

Funcionava no Setor Policial, em Brasília, a central de monitoramento binacional da COIE, a Coordenação de Operações de Inteligência.

Criada no governo FHC, a COIE esteve no centro de escândalos revelados pelo português Carlos Costa, ex-agente do FBI na capital.

Costa detalhou à época os “convênios” da PF com a CIA envolvendo doleiros, dinheiro cash do governo dos EUA em malas.

O ex-espião Carlos Costa depôs no Congresso em Brasília e sempre mostrou que conhecia mais as atividades do governo que o governo.