Cesar Maia resumiu para a gente a pesquisa. Tudo o que desaprovamos no governo. E não é pouco. Tamufu e sabemos disso.

  • estudo não é injeçãoIBOPE: DESAPROVAÇÃO ÀS FUNÇÕES DO GOVERNO DILMA É TOTAL! IMPOSTOS: A MAIOR REJEIÇÃO, 90%!

    Combate à fome e à pobreza: Desaprovam: 68%

    Segurança pública: Desaprovam: 82%

    Taxa de juros: Desaprovam: 89%Não!

    Combate à inflação: Desaprovam: 83%

    Combate ao desemprego: Desaprovam: 83%

    Impostos: Desaprovam: 90%

    Meio Ambiente: Desaprovam: 65%

    Não,não, não!Saúde: Desaprovam: 84%

    Educação: Desaprovam: 73%

FONTE: EX-BLOG CESAR MAIAmini reclamações: as pessoas podiam prestar atenção, não?

Previsão: Cesar Maia deu uma boa viajada hoje, pensando o futuro, Lula, Dilma, o porvir e o …

Gifs%20Animados%20Relojes%20(3)“GRAMPO NO INSTITUTO LULA”? TÁTICA E ESTRATÉGIA!
(FONTE: DO BOLETIM DE CESAR MAIA, EX-BLOG DO CESAR MAIA)
1. Lula e seu entorno perderam completamente qualquer expectativa em relação a Dilma e seu governo. E acham mais: sua continuidade será um abraço de afogado em Lula e no PT. Melhor seria ela sair logo. A possibilidade de um impeachment, com todo o ritual desgastante de autorização pela Câmara de Deputados para julgamento pelo Senado, seria descarnar Dilma e o PT e inviabilizar qualquer projeção de Lula para 2018.

2. Nixon –nesta etapa, ou seja, na autorização para julgamento- preferiu renunciar. Collor da mesma maneira. O impeachment suprime direitos de Dilma de ser ex-presidente (proventos, assessoria…). Ficaria desprotegida para sua “aposentadoria”.

3. Num quadro como este, o melhor para Lula, para o PT e para Dilma seria ela sair sem perder seus direitos. Desta forma, há um único caminho: a licença médica sem prazo definido para tratamento, seja por razões físicas, seja por razões psíquicas. Lula estaria não só de acordo com este caminho, mas entusiasmado com esta hipótese: a companheira estaria financeiramente protegida.

4. O entusiasmo é maior pelas novas perspectivas que seriam criadas para Lula e para o PT. Com Dilma em licença e com assistência médica, Michel Temer, seu vice, assume a presidência. Na construção de cenários por Lula e seu entorno, Temer iria construir um governo de união nacional com a base aliada e a oposição. Mas o PT –alegando incomodidade política- não participaria.

5. Em seguida, colocaria em campo sua banda de música de defesa das conquistas sociais e, portanto, de oposição às medidas que estariam sendo adotadas. E em cima do trio elétrico reapareceria Lula –em defesa dos fracos e oprimidos que estariam perdendo direitos conquistados em seu governo- e assumindo, na “tragédia”, um papel que cumpriram tão bem –ele, o PT e a CUT- por anos: oposição a tudo que se está fazendo.

6. Esse novo cenário, em pouco tempo, colocaria Lula liderando a comissão de frente da sucessão em 2018. Contariam com o que chamam de memória tênue da população. Em menos de dois anos, o governo seria o PMDB, o PSDB, e aliados. Seria como se o PT tivesse sido derrotado e assumido um novo governo defendendo o interesse das elites econômicas.

7. E em junho de 2018, uma grande mobilização no lugar mais favorável para a concentração popular exigiria que Lula assumisse a candidatura a presidente. Lula, emocionado, tomaria uma criança nos braços, derreter-se-ia em lágrimas e diria, vestindo a fantasia de salvador da Pátria: Como é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao Povo que…, aceito a honrosa missão.

8. E encerrando a reunião: Quanto mais cedo melhor!

Retratos da crise. Cesar Maia destaca: 15 % da frota de caminhões parada.

Caminhão louco , parece a estrada

100 MIL CAMINHÕES PARADOS, OU 14% DA FROTA!

(Folha de SP, 07) 1. O país tem mais de 100 mil caminhões parados em garagens de empresas transportadoras. É o que aponta pesquisa da NTC&Logística, associação que reúne companhias de frete de todo o país. No levantamento, as empresas apontaram que estão com 13,5% de seus caminhões parados, em média. A frota estimada pelo setor é de 800 mil caminhões, o que aponta para perto de 100 mil veículos parados.

2. “Caminhão parado é prejuízo. O normal é que 5% da frota, no máximo, fique parada para manutenção ou de reserva”, disse Lauro Valdívia, diretor técnico da associação. Segundo ele, o motivo da paralisação é a drástica redução no volume de fretes no últimos meses. Para 84% dos pesquisados, houve queda nos negócios em relação ao ano passado, devido, principalmente, à menor demanda... e o coração tranquilo...tudo é uma questão de manter...

(FONTE: EX-BLOG CESAR MAIA)

Análise de Cesar Maia sobre o governo e a comunicação. O problema é que eles querem controlar tudo e nós não vamos deixar

CESAR MAIA (ex-blog) FAZ INTERESSANTE ANÁLISE INFORMATIVA DA COMUNICAÇÃO/GOVERNO/DESESPERO

graphics-journalist-335913COMUNICAÇÃO POLÍTICA NA ERA ELETRÔNICA!       

1. Na reunião com seus ministros, na semana passada, a presidenta Dilma conclamou a todos dar a máxima atenção à comunicação. Seu alvo era a imprensa, permanentemente acusada pelo PT e seu governo de discriminá-los. No Brasil, a imprensa faz como o faz também nos países mais ricos. Aqui, até de forma mais suave. Quem duvidar passe um período de férias em Londres.

2. A comunicação política mudou muito na era eletrônica. Ocorre em tempo real e exige ao mesmo tempo velocidade e extremo cuidado para não expelir bobagens pelo smartphone, que serão manchetes no dia seguinte. A importância da comunicação cresceu de tal forma que todas as funções de governo estão associadas. Ministro de Economia/Comunicação. Ministro de Transportes/Comunicação. Presidente da Republica/Comunicação. Etc.

3. O ministro de comunicação propriamente tem hoje uma função adicional: preparar os ministros e primeiro escalão do governo para saberem agir como responsáveis simultâneos por suas funções e pela comunicação de suas funções. O celular deve ser usado com extrema cautela, pois a conversa discretamente gravada desmoraliza desmentidos. Palavra a palavra.

journaux0114. Lembrem sempre a primeira aula de jornalismo: Cachorro morder uma mulher não é notícia. Notícia é a mulher morder o cachorro. Atrás disso andam os repórteres com olhos e orelhas vivos, smartphones às vezes ocultos.

5. A comunicação eletrônica gera certo conforto para os políticos. As respostas saem editadas e permitem pesquisa e avaliação antes de serem digitadas. Mas, ao mesmo tempo, gera riscos: a resposta está registrada e a exigência de rapidez própria da comunicação nos dias de hoje, muitas vezes não permite a reflexão desejada. Lembrem um princípio da gestão do tempo. Sempre que alguém lhe telefona ou envia um e-mail, quem está gerenciando o seu tempo não é você. Cuidado com a vaidade por estar sendo contatado por um repórter. Não se sinta importante.

6. O governo Dilma, em seu início, fez um treinamento do segundo escalão em mídias sociais com empresas especializadas contratadas. Uma boa medida sobre o aspecto técnico. Mas não resolve o problema básico: o conteúdo reativo e rápido. O segundo e terceiro escalões envaidecem quando a informação que prestaram saem como “fonte reservada ou oculta”.

7. Anos atrás isso exigia almoços e jantares discretos. Agora basta um só contato físico e a partir daí eletrônico.  É um jogo estratégico. Tudo muito simples e muito complexo ao mesmo tempo. JONALISTA 2

8. Há um princípio básico dos comunicadores políticos clássicos do século 20: “Não há um bom governo sem uma boa propaganda. Mas não há uma boa propaganda sem um bom governo.” Esse é o dilema de Dilma, agora que o “rei está nu”.  E não só dela.

Manifestações 2015, muitas… Já falei disso no meu último artigo…#vemprarua

FONTE: EX-BLOG CESAR MAIA

( e o meu artigo você lê clicando aqui)

people-confusedman A VOLTA –EM 2015- DAS MANIFESTAÇÕES DE RUA IMPULSIONADAS PELA CRISE E PELAS REDES SOCIAIS!

1. A crise econômica é um processo cumulativo. As empresas e pessoas primeiro tomam decisões defensivas, reduzindo gastos, antecipando férias, aumentando a rotatividade ao trocar -para a mesma função- um salário maior por outro menor… Esse é um processo que vai se esgotando. A campanha eleitoral criou um colchão em 2014. Entre despesas registradas e não registradas (cabos eleitorais, etc.), estima-se um gasto em todo o país de uns R$ 5 bilhões.

2. Em 2015, tanto pela cumulatividade como pelo colchão de 2014, esse processo estará esgotado. Então começarão as reações que as pesquisas poderão medir em tempo real, por vários indicadores, a começar pela avaliação dos governantes. E dependendo do fôlego de cada governo, atingirão as eleições municipais de 2016 nos grandes centros.

3. Sobre isso vêm os chamados fundamentos macroeconômicos, que serão os alvos da política econômica do “novo” governo Dilma em 2015. Os alvos –claro- serão o déficit fiscal, o déficit externo e a inflação/juros. As medidas tradicionais nesses casos são bem conhecidas. Manter a inflação no topo da meta ajuda o governo, ao manter as receitas automaticamente corrigidas, como o caso dos tributos. E –como se faz sempre para evitar medidas drásticas- se mantém as despesas nominalmente, reduzindo o déficit. Exceção do serviço da dívida.

4. O déficit externo estimulará o câmbio alto, afetando o consumo da classe média e o IGP (aluguéis). A inflação se manterá no nível atual em grande parte do ano, para ajudar a redução do déficit fiscal. E a taxa básica de juros não deverá cair, para continuar atraindo capitais externos e não deixar a inflação passar dos limites da meta. Os governos anteciparão para janeiro o aumento das tarifas de transportes públicos.

5. Em resumo, o desconforto das pessoas será crescente com preços crescendo mais que os salários, com a inadimplência aumentando, com o desemprego avançando, com a aceitação de novos empregos com salários menores… O derrame do Petrolão excitará os protestos antipolíticos, na medida em que os nomes de políticos forem sendo divulgados. Os milhões da corrupção inevitavelmente levarão a uma dedução, exagerada, mas inevitável: o sofrimento que as pessoas passam é produto da corrupção.people

6. As redes sociais se agitarão, e o multiplicador delas será explosivo. Estará criado o clima – objetivo (a crise) e subjetivo (a reação das pessoas). A sinergia alcançará temperatura elevada. As manifestações pontuais voltarão e se multiplicarão e terão efeito cumulativo e sinérgico. O ano calendário político começa em março. Com isso, provavelmente, as grandes manifestações estarão nas ruas no final do semestre

Cesar Maia fez umas contas para explicar os indecisos, as rejeições, que acabaram, por pouco pouco dando a re-presidência. Indecisos decidiram, de alguma forma.

animation-counter-gif-love-numbers-Favim_com-292566CÁLCULO RESIDUAL DA ELEIÇÃO PRESIDENCIAL MOSTRA A CONQUISTA DOS INDECISOS!

1. A pesquisa que mais se aproximou do resultado eleitoral foi a do Datafolha, fechada na véspera da eleição, com 19.318 eleitores. Para realizarmos um cálculo residual do resultado é necessário retirarmos dos votos dados a cada candidato aqueles que não votariam em um e outro de jeito nenhum. Dessa forma, poderíamos nos aproximar de quanto um e outro conquistaram de indecisos.

2. O Datafolha publicado no dia da eleição nos dá a seguinte informação. Transcrevendo: “A candidatura de Aécio chega à véspera da eleição rejeitada por 41% do eleitorado, enquanto Dilma registra taxa de rejeição de 38%. Uma parcela de 46% do eleitorado votaria com certeza em Dilma. Em Aécio, 41% votariam com certeza.”

3. Dos eleitores que foram às urnas, 6,34% votaram em branco ou anularam seu voto. 48,36% votaram em Dilma e 45,30% votaram em Aécio.

4. Vamos fazer o cálculo residual de duas maneiras. a) 38% não votariam de jeito nenhum em Dilma. Não a queriam presidente. O mais provável é que estes votariam residualmente em Aécio. Dessa forma, Aécio conquistou, de fato, na reta final, 45,30% menos 38% de votos proativos que estavam indecisos, ou 7,3% dos eleitores.

5. Por outro lado, 41% não votariam em Aécio de jeito nenhum. Dessa forma, na reta final, Dilma conquistou, de fato, 48,36% menos 41% de votos proativos que estavam indecisos ou 7,36%.

6. A primeira conclusão é que entre os finalmente indecisos, a eleição empatou. Como entre os decididos Dilma estava na frente, as urnas ratificaram essa tendência.

7. Façamos o cálculo residual inverso. b) 46% do eleitorado diziam na véspera que votariam em Dilma com certeza. Além desses, Dilma conquistou entre os indecisos 48,36% menos 46% ou 2,36%. Por seu turno, 41% afirmavam na véspera da eleição que votariam em Aécio com certeza. Além desses, Aécio conquistou entre os indecisos 45,30% menos 41% ou 4,3%.

8. Fazendo o cálculo assim, Aécio cresceu 2 pontos mais que Dilma sobre os indecisos. Esses dois cálculos combinados explicam a redução da diferença das duas últimas pesquisas do Datafolha de 4 pontos para 3 pontos na urna. Para vencer, Aécio teria que, nos últimos dias, ter avançado mais 2 pontos sobre os indecisos.

9. Finalmente, num momento que Aécio desenha uma programação nacional para ter contato com os eleitores, seria útil seus assessores irem às pesquisas do Datafolha e cruzar o avanço final de Aécio sobre os indecisos com sub-regiões e ir preferencialmente a estas e direcionar seu discurso nelas para os segmentos de gênero, faixa etária e socioeconômicos, de forma a fidelizá-los. É pouco? Pode ser…, mas decide uma eleição.

fonte: ex-blog de Cesar Maia

Uma análise de Cesar Maia que pode animar os azuis. Ele é especialista na área, conforme já expliquei

voteEX-BLOG ESPECIAL; NA VÉSPERA DA ELEIÇÃO! I- O DEBATE NA TV GLOBO! AÉCIO PODE TER GANHADO ATÉ 3,3 PONTOS!

(FONTE: EX-BLOG CESAR MAIA)

1. Os debates não mudam o voto dos decididos. Mas podem mudar os dos indecisos –6%- somados aos que marcam sua intenção de voto nas pesquisas, mas admitem que podem mudar –10%. A tendência dos indecisos se pode mensurar pelas perguntas feitas pelos indecisos escolhidos pelo Ibope para fazerem perguntas. Todas as perguntas foram de críticas ao governo. Ou seja: precisavam de razões para votar na oposição. 2. O debate mostra a falta que faz a prática parlamentar. Dilma não tem eloquência, gagueja, perde a continuidade da frase e se interrompe. Aécio não apenas levou vantagem por isso, mas com tiradas que geram lembrança como “para acabar com a corrupção no Brasil: tirar o PT do poder”. Dilma tem erros de concordância e de português (para mim responder, etc.). E ainda sugeriu à economista indecisa fazer o pronatec (arghh). 3. A ambos falta suavizar as expressões, o que a TV gosta. Dilma nunca, Aécio às vezes. 4. A audiência do debate foi de 30 pontos na média e 38 pontos no pico. A cada 100 televisores ligados, 47 sintonizavam o debate. 5. Numa pesquisa telefônica (600 ligações Rio, SP, BH), buscando aqueles que não estavam convencidos antes do debate, citando Aécio, Dilma e nenhum dos dois por enquanto, e usando como referência aqueles 16% de indecisos, 39% responderam que o debate não foi suficiente. 41%, responderam Aécio e 20% Dilma. Ou seja, liquidamente, Aécio cresceria 3,3 pontos em relação à Dilma pelo debate, extrapolando-se para todo o Brasil. * * * II- OS ÚLTIMOS PROGRAMAS DE AÉCIO E DILMA! AÉCIO.

DILMA.

* * *

III- Pesquisa realizada no Rio de Janeiro em 24/10: Vantagem para Pezão de 11 pontos e para Dilma de 10 pontos. * * * IV- PROPORÇÃO DE VOTOS NAS REGIÕES E INTERFERENCIA DA ABSTENÇÃO E DOS VOTOS BRANCOS E NULOS! 1. Admitindo a confiabilidade das pesquisas realizadas pelos Institutos reconhecidos nacionalmente, o resultado das mesmas se refere ao total do eleitorado inscrito. Mas parte dos eleitores não comparece às urnas: é a taxa de abstenção. E parte dos que comparecem anulam seu voto ou votam em branco. 2. O cálculo da porcentagem de eleitores em cada região é feito sobre os eleitores inscritos em cada uma delas. São dados oficiais do TSE. Mas chamemos de voto líquido, já que parte dos eleitores se abstém ou não escolhem nenhum dos candidatos. Portanto, o que vale no final são os votos líquidos, ou seja, os que marcam o número dos candidatos. 3. Mas a abstenção e votos brancos+nulos não constituem as mesmas proporções em cada região. Com isso, as pesquisas só cobrem essas diferentes proporções quando a diferença de intenção de voto entre os candidatos é acentuada. Não é o caso desta eleição presidencial. Vejamos. 4. Em 2010, a abstenção no primeiro turno foi de 20,34% na região Norte; foi de 20,43% na região Nordeste; foi de 17,15% na região Sudeste, foi de 15,27% na região Sul, e de 18,16% na região Centro-Oeste. Vamos comparar apenas as regiões Nordeste e Sudeste que representam respectivamente 27% e 44% do eleitorado. Com isso, a região Sudeste representa 62% a mais que o eleitorado do Nordeste. Mas levando em conta esta abstenção, passa a representar 70% a mais que o Nordeste. Isso afeta o resultado –mesmo supondo que as pesquisas acertaram na hipótese que se referiam ao total do eleitorado. 5. Em 2010 a abstenção no segundo turno foi de 26,19% na região Norte, crescendo 29%. Foi de 23,79% na região Nordeste, crescendo 16%. Foi de 20,05% no Sudeste, crescendo 17%. Foi de 21,54% no Sul, crescendo 41%. E foi de 22,82% no Centro-Oeste crescendo 25%. Por exemplo, o maior crescimento no Sul prejudicou o candidato José Serra no segundo turno. 6. Em 2010, os votos brancos+nulos no primeiro turno foram 11,2% no Nordeste. No segundo turno caíram para 6,8%, favorecendo a candidata Dilma. No Norte passaram de 5,7% no primeiro turno para 4,5%. No Sudeste caíram de 8,4% para 7,7%. No Sul caíram de 6,9% para 4,8%. E no Centro-Oeste passaram de 7% para 6,1%. 7. Dessa forma, são dois os movimentos. Primeiro a mudança das ponderações do eleitorado por região em função da abstenção e dos votos brancos+nulos. Segundo, o aumento ou diminuição dessas proporções do primeiro para o segundo turno. 8. Sendo assim, além da margem de erro que os Institutos informam (nas últimas pesquisas falam em + ou – 2 pontos), ainda deve ser levando em conta o voto líquido –em função da abstenção e brancos+nulos, o que altera a ponderação entre as regiões. 9. Portanto, há que se ter cautela –muita cautela. Uma diferença em pesquisas entre candidatos para o segundo turno no entorno dos 5% não garante nada. Há que esperar os movimentos de abstenção, brancos e nulos. * * *

V- MUITO CUIDADO COM AS MESAS ELEITORAIS DEPOIS DAS 16H! COMO FLAGRAR! 1. Os “profissionais” das mesas eleitorais costumam usar uma fraude depois das 16h em várias mesas. Na medida em que as pessoas, em geral, não se interessam em participar das mesas, grupos “interessados” compõem as mesas. A partir das 16h o afluxo é mínimo. Um “amigo” se aproxima da mesa e o “mesário” aponta um nome para ele assinar. E em seguida vai votar. 2. Se por acaso chega o verdadeiro dono do nome, o “mesário” diz que houve um descuido, mas ele pode assinar em outro lugar, sem problema, porque na ata isso se ajusta. E assim vai. 3. Em mesas que se repetem em muitas eleições isso é feito com facilidade porque parte da abstenção compulsória (moram fora, etc.) é conhecida. Por isso, o risco é mínimo, assim como a chegada no final do verdadeiro dono do nome. 4. Mas o TSE tem como pegar esta fraude. Basta cruzar a lista dos que justificaram a ausência com a lista dos que votaram. Isso se faz eletronicamente. Aqueles nomes que “votaram” e que justificaram ausência correspondem a uma fraude. Aquela urna deveria ser anulada retroativamente e procedida nova eleição.a dançando

Como já disse, Cesar Maia é bom de marketing político. Veja o que ele diz sobre os ataques sórdidos da turma da desesperada

fonte: EX-BLOG CESAR MAIA

dalmataMARKETING POLÍTICO DE ATAQUE! NO BRASIL HÁ RISCOS DE PERDER A ELEIÇÃO!

1. Nos países anglo-saxões com milenar disputa do poder pela força e pela violência, o uso dos ataques em campanhas eleitorais é algo normal, que faz parte da cultura política. Os melhores exemplos estão nas campanhas eleitorais nos EUA. Os estudos realizados lá, em campanhas eleitorais através dos últimos 50 anos, mostram que os comerciais de 30 segundos negativos produzem mais memória que os positivos, que são conhecidos como defensivos.

2. Aqui no Brasil é diferente. Os comerciais e programas de ataque assustam o eleitor. Em geral se voltam como bumerangue, contra quem os usa nas campanhas eleitorais.

3. Sempre as campanhas eleitorais majoritárias (presidente, governador, prefeitos de grandes cidades, senador) começam suaves e propositivas: o que o candidato fez, o que pretende fazer, sempre com imagens suaves dos candidatos que sorriem levemente conforme orienta o diretor de gravação.

4. Mas as campanhas chegam à metade do percurso, os programas e comercias de TV e rádio entram e criam expectativas. Mas os dias passam e se as pesquisas indicam que um candidato está ficando para trás, este e sua equipe resolvem iniciar uma bateria de ataques aos adversários que estão na frente.Woman_boxer_2

5. Em geral o fazem usando os comerciais, ou no final dos programas, como se estes tivessem terminado como terminam todos os dias. E fazem o ataque como se não fossem eles que o fizesses. Da mesma forma nos comerciais, ou diretamente, ou colocando a marca do programa do candidato imperceptível e atacando o adversário.

6. Esta mudança de percurso é percebida pelos eleitores que se perguntam: Por que agora? Será porque está perdendo? O publicitário Duda Mendonça tem uma frase que ficou célebre: “Quem bate, perde!”.

7. Com os quadros eleitorais majoritários definindo os candidatos, mais competitivos e os que estão atrás, ou estando na frente temem que a situação se reverta, começaram as agressões. As eleições no Rio têm sido um exemplo disso, desde a semana passada. Anotem quem bate. Anotem assim os perdedoresCammy-hdstance

Marketing político. Como já disse, nisso o Cesar Maia é bom. Por isso que ele se faz de maluco.

Dados sobre campanhas em tevê e a conclusão do último item. Por aqui, estamos perdidos

FONTE: EX-BLOG DE CESAR MAIA

tevePROGRAMAS/COMERCIAIS ELEITORAIS NA TV, NO BRASIL, E AS LIMITAÇÕES PARA A COMUNICAÇÃO!

1. A professora e pesquisadora norte-americana Kathleen Jamieson, uma das mais importantes autoridades em comunicação política e autora de vários livros, realizou, no início dos anos 90, uma enorme pesquisa desde a Universidade da Pensilvânia sobre as eleições presidenciais norte-americanas de Kennedy a Clinton. Trabalhou com 5 mil pesquisadores.

2. No final, as conclusões da pesquisa foram publicadas em um livro com o nome “O que você pensa que sabe sobre política e por que você está errado”. Esse livro não foi ainda traduzido para o português.

3. Uma das conclusões mais importantes foi testar que tipo de comercial de trinta segundos é o mais efetivo sobre os eleitores. Jamieson agrupou os comerciais em três tipos: comerciais defensivos, comerciais negativos e comerciais de contraste.

4. Os comerciais defensivos são aqueles que os candidatos dizem o que fizeram, dizem o que pensam, enfim, falam bem de si mesmos e de seus governos ou de seus mandatos. Os comerciais negativos são aqueles que os candidatos atacam seus adversários, mostrando os erros em seus governos ou no exercício de seus mandatos.

5. Finalmente, os comerciais de contraste são aqueles que os candidatos, ao afirmarem suas posições, contrastam com as posições dos adversários sobre aquele tema. Os amplos testes feitos foram agrupados como conclusões. Os comerciais que menos efeito tem sobre a decisão de voto e a memória do que foi dito são os comerciais defensivos.

6. Os comerciais negativos criam certo desconforto no espectador quando são vistos. Mas depois disso, geram muito mais memória que os defensivos e têm muito maior efeito sobre o voto. Jamieson considera os comerciais defensivos fracos sobre o voto e a memória e os comerciais negativos regulares sobre voto e memória, mas de bem maior impacto que os defensivos.

7. Finalmente, os comerciais de contraste de longe são os que produzem maior impacto sobre a memória e a decisão de voto.

8. No Brasil, a legislação eleitoral proíbe os ataques de uns –em seus programas- sobre outros, especialmente com o uso da imagem dos adversários, coisa que é liminarmente proibida com perda de tempo de TV e direito de resposta. Dessa forma, proíbem, e por proibir, inibem os comerciais negativos e de contraste.

9. Sendo assim, abrem-se todas as portas e janelas para quem tem mais tempo de TV, pois pode falar a vontade de seus feitos –mesmo que ficcionais- e se sentem protegidos pela legislação. Com isso, com estas limitações, os eleitores ficam pouco informados diretamente pelos programas/comerciais eleitorais e ficam dependentes da imprensa.

10. Ou seja, a legislação termina estimulando a ficção eleitoral e a desinformação do eleitor –impedindo o debate publicitário entre candidatos. Para ativar a crítica ou o contraste, resta contar com a imprensa. Ou, agora, as redes sociais.teve

Para onde vão os indecisos. Veja essa análise do César Maia. Ele pode ser o que for, mas de marketing político entende

FONTE: EX-BLOG DE CESAR MAIA

circle03ELEIÇÃO PRESIDENCIAL: PARA ONDE VÃO OS INDECISOS?

1. Os indecisos numa eleição majoritária não são apenas aqueles que marcam branco, nulo, não sabem ou não responderam. Entre os que marcam sua intenção de voto estão também indecisos. Os institutos de pesquisa identificam a proporção deles perguntando se estão decididos ou podem mudar o voto.

2. Mas, de qualquer maneira, aqueles que marcam branco/nulo/não sabe/não respondeu são certamente os efetivamente indecisos, que tanto podem votar como não votar em nenhum candidato.

3. Todas essas dezenas de pesquisas para presidente mostram Dilma com X% das intenções de voto e os demais somados têm quase –mais ou menos- esses X% de intenções de voto.

4. (Band, 28) “O Índice Band – que sintetiza as últimas pesquisas de intenção de voto – mostra que é grande a probabilidade de a eleição presidencial ser decidida no segundo turno. De acordo com a ferramenta, Dilma Rousseff (PT) teria hoje 50% dos votos válidos. Aécio Neves (PSDB) ficaria com 29%. Eduardo Campos (PSB) somaria 11%. Já Pastor Everaldo (PSC) teria 4% dos votos válidos.”

5. Os institutos tem perguntado aos completamente indecisos algo assim: “Mas no dia das eleições, tem mais chance de votar Dilma ou outro candidato?”. Bom, a resposta para esta questão tem dado em quase todos os estados, 80-90% para um dos outros e 20-10% para Dilma. Ou seja: numa pesquisa com Dilma 40% outros 40%, e 10% indecisos e 10% branco/nulo, com os números de hoje, se pode cravar que Dilma fica com 42%, e os demais com 48% no dia da eleição. E 10% mantêm a decisão de anular ou votar em branco.

6. Importante lembrar isso, até em defesa dos institutos, para não virem as análises costumeiras: “institutos erram, 2º turno com folga” ou “Surpresa nas Urnas”, ou etc.

o que vai dar

Análise de Cesar Maia – Como será, seria, pode ser, os nossos dias de Copa

3d_Animasi_Fire_Ball_Animated_O QUE PREOCUPA -PARA VALER- NA COPA!

1. Em reunião de simulação de situações em Brasília, os analistas chegaram à conclusão que a Copa em si não será problema. Em torno dos estádios se colocam cinturões de isolamento com duas circunferências concêntricas.

2. Os assistentes mostrariam seus ingressos em cada uma delas e finalmente no estádio. Mobilizações eventuais ficariam na parte externa à primeira circunferência. Um pouco de barulho, alguma ação de separação por parte da polícia e nada mais grave.

3. E assim se iria até a grande final no Maracanã. Bem, se o Brasil for vencendo as etapas anteriores. Mas se não for…

4. Esse é o ponto. Se o Brasil for desclassificado até a semifinal, os riscos de grandes manifestações serão enormes. Nelas estariam os manifestantes de sempre somados aos torcedores frustrados que convergiriam com os demais no sentido que tudo foi um gasto inútil. Um sentimento muito mais intenso que em 1950.

5. A conclusão unânime é que a paz na copa, ou pelo menos as manifestações sob controle dependem muito mais da seleção brasileira que dos esquemas policiais e militares. Que no caso de uma desclassificação prematura da seleção não haverá força policial ou militar capaz de conter as manifestações.

6. Assim, a responsabilidade da seleção será dupla: vencer as partidas e conter as manifestações. E, portanto, governos federal e estaduais nunca torcerão tanto pela seleção canarinha como agora na Copa-2014.

7. E se isso -a desclassificação- acontecer logo na segunda fase…, salve-se quem puder.

….. >>>>>fonte: EX-BLOG DE CESAR MAIA

Do Ex-Blog de Cesar Maia. Friboi, Roberto Carlos, Dilma e BNDES. Senão não tem samba

graphics-cows-824453TONY RAMOS, ROBERTO CARLOS, FRIBOI, BNDES E DILMA!

(Sakamori Ossami – Gazeta do Paraná, 15) 1. O grupo HBS/Friboi é maior tomador individual do programa PIS, Bolsa Empresário, do BNDES.  O valor ascende a R$ 20 bilhões.  Os tais empréstimos são subsidiado pela União, uma vez que ela capta no mercado, hoje, entre 10,75% da taxa Selic a 13,46% da taxa da NTN-F.  O BNDES empresta para empresários como JBS/Friboi a uma taxa média de 3,5% ao ano.  O subsídio do governo federal varia entre 7,25% a 9,96%.

2. O grupo JBS/Friboi, aplicando o dinheiro do PIS, instituído no governo Lula, tomado em forma de empréstimo do BNDES, mais de R$ 20 bilhões, significa que, se deixar aplicado, sem produzir nada, rende cerca de R$ 2 bilhões anuais.  No final das contas, vão jogar os empréstimos do BNDES no lixo.   Já fiz, a primeira denúncia no dia 19 de janeiro deste ano.  Mas, ninguém ousa tomar atitude para investigar as operações estranhas do grupo JBS/Friboi junto ao BNDES.graphics-cows-624514

3. Recentemente, contrataram os atores globais, o cantor Roberto Carlos, apresentadora Fátima Bernardes, o ator Tony Ramos e a apresentadora Ana Maria Braga para fazer propaganda/ merchandising dos produtos Friboi.  O pano do fundo é fazer divulgação dos nomes do Júnior Friboi para o governo de Goiás e a Dilma para a presidente da República.  Não demora muito, as personagens citadas, vão aparecer em companhia dos atores globais, num propaganda subliminar, sem infringir legislação eleitoral.

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O ex-prefeito Cesar Maia é excelente analista político. Veja o que acha da união Marina-Campos e os desdobramentos

 

FONTE: EX-BLOG DE CESAR MAIA

agriculteur001EFEITO DA SAÍDA DE MARINA NAS PESQUISAS!

1. É verdade que só o tempo e o efeito progressivo da informação irão produzir novas avaliações de pesquisas. São duas situações polares: Marina não leva seus eleitores pela heterodoxia da opção. Marina leva seus eleitores pois Campos dirá que ela definirá os Ministérios de Meio Ambiente, Agricultura, Reforma Agrária e Direitos Humanos.

2. Mas até que se conheça os efeitos e compromissos, pode-se usar as pesquisas atuais comparando primeiro turno –Dilma, Marina, Aécio e Campos- e segundo turno Dilma/Aécio e Dilma/Campos.

3. Para isso, usamos as duas pesquisas MDA e IBOPE de setembro. Pelo MDA, Dilma passa de 36,4% para 44% com Aécio e para 46,7% com Campos. Estes passam (Aécio) de 15,2% para 24,5% e (Campos) de 5,2% para 16,8%. Pelo Ibope  -Dilma, Marina, Aécio e Campos- Dilma vai de 38% para 45% e 46%. Aécio vai de 11% para 21% e Campos de 4% para 14%.

4. Elas por elas. Tanto Dilma como Aécio e Campos crescem praticamente os mesmos 10 pontos em valores absolutos retirando Marina. Ou seja, de partida, a saída de Marina do jogo presidencial é neutra. Será a pré-campanha que informará ao eleitor que Marina apoia Campos: a conservadora nos valores, ou a ambientalista-humanista. Só com esta informação as pesquisas poderão projetar o novo cenário. E Dilma e Aécio farão o seu jogo entre valores liberais e demandas ruralistas.

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MARINA E CAMPOS:  O TEMPO E A POLÍTICA!

1. São inúmeras as assertivas tratando do fator tempo na política. Mais uma vez os que imaginavam que as pedras estavam jogadas a partir da certeza que o partido de Marina não seria registrado após os votos dos ministros no registro do Solidariedade se enganaram. Até alguns daqueles que participaram da reunião madrugada afora com Marina –políticos experimentados- erraram. Um exemplo foi Marina não cumprimentar Sirkis no ato da assinatura com Campos, certamente pelas entrevistas que ele deu para os jornais de sábado. E Miro Teixeira que se filiou açodadamente ao PROS.

2. Errou Aécio que, depois de pentear-se mutuamente com Eduardo Campos nos últimos meses, no dia D estava em NY fazendo palestra para empresários, como se fosse ele a única alternativa. Erraram os irmãos Gomes imaginando que não havia caminho para Campos, pois estavam esvaziando o PSB.

3. Nos dois longos discursos -de Marina e Campos, fora os lugares comuns e as declarações de princípio tão comuns aos políticos nos grandes momentos,- ficou claro que o candidato é Eduardo Campos, dito de forma clara por Marina. E ficou ainda mais claro que tal decisão pretende isolar o PSDB quando Campos sublinhou que ali estavam quebrando a falsa polarização (PT x PSDB).

4. Os novos partidos estão sentindo o golpe. O PROS, que passa a ser um depósito de políticos de apoio a Dilma. O Solidariedade que deixou de ser uma novidade ou um voto de Minerva para um lado ou outro. E o PSD que terá que decidir entre ser um acessório fantasia de Dilma ou aderir rapidamente a Aécio. Deixou de ser a noiva disputada.Caulifower

5. A decisão de Marina –segundo ela no discurso- foi solitária, no velho estilo dos caudilhos. Quando falava, e citou líder carismático, ela apontou ostensivamente para ela mesma. Mostrou, na decisão, uma habilidade que não se conhecia e que Campos realçou: uma rasteira nos politicões.

6. Muda o quadro eleitoral? Depende. Campos está nas mãos de Marina. Se amanhã, por uma razão qualquer (menor ou maior), ela se retira da candidatura Campos, essa desinflará com mais força que inflou. Paradoxalmente, a candidatura Dilma se fortalece, pois aumenta sua força de atratividade por falta de alternativas para os partidos que formam a base aliada.

7. O quadro eleitoral se afunila em três candidaturas. Melhor teria sido estimular Serra ser candidato pelo PPS. Se ele pudesse prever isso, provavelmente estaria no PPS. Agora a soma das intenções de votos de Aécio e Campos tem que subir para 40% de forma a ficar claro que o segundo turno continua de pé. Isso significa intensificar a pré-campanha.

8. Apesar da boa vontade de Campos, a REDE não tem capilaridade, é apenas o símbolo Marina com sua inegável atratividade. Mesmo que aceite ser vice –e ela vai ganhar tempo para tomar essa decisão-, vice é vice e em eleições de personalidades sequer conseguirá trazer seu potencial de votos. E as críticas do PT sobre os novos aliados dela poderão ter força.

9. Agora é avaliar como ficará o campo eleitoral nos Estados. O grid de largada nacional está finalmente constituído e num sábado, como na Fórmula 1. Mas o campo efetivo da disputa dependerá de como serão desenhadas as candidaturas majoritárias em cada Estado e com que sinergia com as presidenciais.


Cesar Maia lembra uma boa história em tempos de diplomacia caída e achatada

 

cookiesDILMA HUMILHA O ITAMARATY!

1. A Comissão de Inquérito que foi criada pela julgar o Ministro Eduardo Saboia é formada por dois Diplomatas, um Auditor Fiscal da Receita Federal e um Assessor da Controladoria Geral da União, que a presidirá.

2. Desde as épocas dos Chanceleres Celso Amorim e Antônio Patriota, o Itamaraty vem perdendo espaço, inclusive em áreas administrativas. Mas jamais ocorrera uma comissão de inquérito com pessoal de fora.

3. Quando os militares assumiram o poder em 1964, eles queriam colocar um dos seus à frente da Divisão de Segurança e de Informações, bem como das comissões de investigação sumária. O então Ministro Leitão da Cunha se opôs ferozmente a tal intromissão.

4. Mas, agora, com Dilma...

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E EDUARDO SABÓIA FOI DEMITIDO!

Olha só a capa do francês L `Equipe, acabando com o Rio de Janeiro. Nota do ex-blog, de Cesar Maia.

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JORNAL FRANCÊS “L’EQUIPE” FAZ MATÉRIA ESCANDALOSA CONTRA O RIO!

(ESPN, 11) “Descubra a face escondida do Rio-miséria, violência e corrupção”, diz o título do anúncio da revista, publicado hoje no jornal francês L’Equipe Magazine. A bandeira brasileira esfacelada por buracos de tiros nos lugares das estrelas brancas. A matéria só estará à disposição no sábado. Provavelmente terá informações fieis à realidade do Brasil. A L’Equipe Magazine, revista encartada no jornal L’Equipe que circula aos sábados, chegará às bancas da França no dia da abertura da Copa das Confederações com um relato sobre o lado do Rio que a Europa conhece menos. A capa da revista terá o Cristo Redentor, braços abertos sobre a Guanabara. A bandeira brasileira esfacelada por buracos de tiros nos lugares das estrelas brancas.

Do ex-blog do Cesar Maia, para a CPI do Cachoeira. Frases ditas que dizem

REFLEXÕES PARA A CPI DO CACHOEIRA!

O Poderoso Chefão de Francis Ford Coppola:

“O poder faz perder quem não o tem.”
“Eu farei uma oferta que ele não poderá recusar”.
“Por trás de toda grande fortuna há um crime.”
“Mantenha seus amigos perto, e seus inimigos mais perto ainda.”
“São apenas negócios.”
“As mulheres e as crianças podem ser descuidadas. Mas não os homens.”
“Este foi o negócio que escolhemos.”
“Nunca odeie seus inimigos. Isso atrapalha o raciocínio.”