Cesar Maia resumiu para a gente a pesquisa. Tudo o que desaprovamos no governo. E não é pouco. Tamufu e sabemos disso.

  • estudo não é injeçãoIBOPE: DESAPROVAÇÃO ÀS FUNÇÕES DO GOVERNO DILMA É TOTAL! IMPOSTOS: A MAIOR REJEIÇÃO, 90%!

    Combate à fome e à pobreza: Desaprovam: 68%

    Segurança pública: Desaprovam: 82%

    Taxa de juros: Desaprovam: 89%Não!

    Combate à inflação: Desaprovam: 83%

    Combate ao desemprego: Desaprovam: 83%

    Impostos: Desaprovam: 90%

    Meio Ambiente: Desaprovam: 65%

    Não,não, não!Saúde: Desaprovam: 84%

    Educação: Desaprovam: 73%

FONTE: EX-BLOG CESAR MAIAmini reclamações: as pessoas podiam prestar atenção, não?

Previsão: Cesar Maia deu uma boa viajada hoje, pensando o futuro, Lula, Dilma, o porvir e o …

Gifs%20Animados%20Relojes%20(3)“GRAMPO NO INSTITUTO LULA”? TÁTICA E ESTRATÉGIA!
(FONTE: DO BOLETIM DE CESAR MAIA, EX-BLOG DO CESAR MAIA)
1. Lula e seu entorno perderam completamente qualquer expectativa em relação a Dilma e seu governo. E acham mais: sua continuidade será um abraço de afogado em Lula e no PT. Melhor seria ela sair logo. A possibilidade de um impeachment, com todo o ritual desgastante de autorização pela Câmara de Deputados para julgamento pelo Senado, seria descarnar Dilma e o PT e inviabilizar qualquer projeção de Lula para 2018.

2. Nixon –nesta etapa, ou seja, na autorização para julgamento- preferiu renunciar. Collor da mesma maneira. O impeachment suprime direitos de Dilma de ser ex-presidente (proventos, assessoria…). Ficaria desprotegida para sua “aposentadoria”.

3. Num quadro como este, o melhor para Lula, para o PT e para Dilma seria ela sair sem perder seus direitos. Desta forma, há um único caminho: a licença médica sem prazo definido para tratamento, seja por razões físicas, seja por razões psíquicas. Lula estaria não só de acordo com este caminho, mas entusiasmado com esta hipótese: a companheira estaria financeiramente protegida.

4. O entusiasmo é maior pelas novas perspectivas que seriam criadas para Lula e para o PT. Com Dilma em licença e com assistência médica, Michel Temer, seu vice, assume a presidência. Na construção de cenários por Lula e seu entorno, Temer iria construir um governo de união nacional com a base aliada e a oposição. Mas o PT –alegando incomodidade política- não participaria.

5. Em seguida, colocaria em campo sua banda de música de defesa das conquistas sociais e, portanto, de oposição às medidas que estariam sendo adotadas. E em cima do trio elétrico reapareceria Lula –em defesa dos fracos e oprimidos que estariam perdendo direitos conquistados em seu governo- e assumindo, na “tragédia”, um papel que cumpriram tão bem –ele, o PT e a CUT- por anos: oposição a tudo que se está fazendo.

6. Esse novo cenário, em pouco tempo, colocaria Lula liderando a comissão de frente da sucessão em 2018. Contariam com o que chamam de memória tênue da população. Em menos de dois anos, o governo seria o PMDB, o PSDB, e aliados. Seria como se o PT tivesse sido derrotado e assumido um novo governo defendendo o interesse das elites econômicas.

7. E em junho de 2018, uma grande mobilização no lugar mais favorável para a concentração popular exigiria que Lula assumisse a candidatura a presidente. Lula, emocionado, tomaria uma criança nos braços, derreter-se-ia em lágrimas e diria, vestindo a fantasia de salvador da Pátria: Como é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao Povo que…, aceito a honrosa missão.

8. E encerrando a reunião: Quanto mais cedo melhor!

Retratos da crise. Cesar Maia destaca: 15 % da frota de caminhões parada.

Caminhão louco , parece a estrada

100 MIL CAMINHÕES PARADOS, OU 14% DA FROTA!

(Folha de SP, 07) 1. O país tem mais de 100 mil caminhões parados em garagens de empresas transportadoras. É o que aponta pesquisa da NTC&Logística, associação que reúne companhias de frete de todo o país. No levantamento, as empresas apontaram que estão com 13,5% de seus caminhões parados, em média. A frota estimada pelo setor é de 800 mil caminhões, o que aponta para perto de 100 mil veículos parados.

2. “Caminhão parado é prejuízo. O normal é que 5% da frota, no máximo, fique parada para manutenção ou de reserva”, disse Lauro Valdívia, diretor técnico da associação. Segundo ele, o motivo da paralisação é a drástica redução no volume de fretes no últimos meses. Para 84% dos pesquisados, houve queda nos negócios em relação ao ano passado, devido, principalmente, à menor demanda... e o coração tranquilo...tudo é uma questão de manter...

(FONTE: EX-BLOG CESAR MAIA)

Análise de Cesar Maia sobre o governo e a comunicação. O problema é que eles querem controlar tudo e nós não vamos deixar

CESAR MAIA (ex-blog) FAZ INTERESSANTE ANÁLISE INFORMATIVA DA COMUNICAÇÃO/GOVERNO/DESESPERO

graphics-journalist-335913COMUNICAÇÃO POLÍTICA NA ERA ELETRÔNICA!       

1. Na reunião com seus ministros, na semana passada, a presidenta Dilma conclamou a todos dar a máxima atenção à comunicação. Seu alvo era a imprensa, permanentemente acusada pelo PT e seu governo de discriminá-los. No Brasil, a imprensa faz como o faz também nos países mais ricos. Aqui, até de forma mais suave. Quem duvidar passe um período de férias em Londres.

2. A comunicação política mudou muito na era eletrônica. Ocorre em tempo real e exige ao mesmo tempo velocidade e extremo cuidado para não expelir bobagens pelo smartphone, que serão manchetes no dia seguinte. A importância da comunicação cresceu de tal forma que todas as funções de governo estão associadas. Ministro de Economia/Comunicação. Ministro de Transportes/Comunicação. Presidente da Republica/Comunicação. Etc.

3. O ministro de comunicação propriamente tem hoje uma função adicional: preparar os ministros e primeiro escalão do governo para saberem agir como responsáveis simultâneos por suas funções e pela comunicação de suas funções. O celular deve ser usado com extrema cautela, pois a conversa discretamente gravada desmoraliza desmentidos. Palavra a palavra.

journaux0114. Lembrem sempre a primeira aula de jornalismo: Cachorro morder uma mulher não é notícia. Notícia é a mulher morder o cachorro. Atrás disso andam os repórteres com olhos e orelhas vivos, smartphones às vezes ocultos.

5. A comunicação eletrônica gera certo conforto para os políticos. As respostas saem editadas e permitem pesquisa e avaliação antes de serem digitadas. Mas, ao mesmo tempo, gera riscos: a resposta está registrada e a exigência de rapidez própria da comunicação nos dias de hoje, muitas vezes não permite a reflexão desejada. Lembrem um princípio da gestão do tempo. Sempre que alguém lhe telefona ou envia um e-mail, quem está gerenciando o seu tempo não é você. Cuidado com a vaidade por estar sendo contatado por um repórter. Não se sinta importante.

6. O governo Dilma, em seu início, fez um treinamento do segundo escalão em mídias sociais com empresas especializadas contratadas. Uma boa medida sobre o aspecto técnico. Mas não resolve o problema básico: o conteúdo reativo e rápido. O segundo e terceiro escalões envaidecem quando a informação que prestaram saem como “fonte reservada ou oculta”.

7. Anos atrás isso exigia almoços e jantares discretos. Agora basta um só contato físico e a partir daí eletrônico.  É um jogo estratégico. Tudo muito simples e muito complexo ao mesmo tempo. JONALISTA 2

8. Há um princípio básico dos comunicadores políticos clássicos do século 20: “Não há um bom governo sem uma boa propaganda. Mas não há uma boa propaganda sem um bom governo.” Esse é o dilema de Dilma, agora que o “rei está nu”.  E não só dela.

Manifestações 2015, muitas… Já falei disso no meu último artigo…#vemprarua

FONTE: EX-BLOG CESAR MAIA

( e o meu artigo você lê clicando aqui)

people-confusedman A VOLTA –EM 2015- DAS MANIFESTAÇÕES DE RUA IMPULSIONADAS PELA CRISE E PELAS REDES SOCIAIS!

1. A crise econômica é um processo cumulativo. As empresas e pessoas primeiro tomam decisões defensivas, reduzindo gastos, antecipando férias, aumentando a rotatividade ao trocar -para a mesma função- um salário maior por outro menor… Esse é um processo que vai se esgotando. A campanha eleitoral criou um colchão em 2014. Entre despesas registradas e não registradas (cabos eleitorais, etc.), estima-se um gasto em todo o país de uns R$ 5 bilhões.

2. Em 2015, tanto pela cumulatividade como pelo colchão de 2014, esse processo estará esgotado. Então começarão as reações que as pesquisas poderão medir em tempo real, por vários indicadores, a começar pela avaliação dos governantes. E dependendo do fôlego de cada governo, atingirão as eleições municipais de 2016 nos grandes centros.

3. Sobre isso vêm os chamados fundamentos macroeconômicos, que serão os alvos da política econômica do “novo” governo Dilma em 2015. Os alvos –claro- serão o déficit fiscal, o déficit externo e a inflação/juros. As medidas tradicionais nesses casos são bem conhecidas. Manter a inflação no topo da meta ajuda o governo, ao manter as receitas automaticamente corrigidas, como o caso dos tributos. E –como se faz sempre para evitar medidas drásticas- se mantém as despesas nominalmente, reduzindo o déficit. Exceção do serviço da dívida.

4. O déficit externo estimulará o câmbio alto, afetando o consumo da classe média e o IGP (aluguéis). A inflação se manterá no nível atual em grande parte do ano, para ajudar a redução do déficit fiscal. E a taxa básica de juros não deverá cair, para continuar atraindo capitais externos e não deixar a inflação passar dos limites da meta. Os governos anteciparão para janeiro o aumento das tarifas de transportes públicos.

5. Em resumo, o desconforto das pessoas será crescente com preços crescendo mais que os salários, com a inadimplência aumentando, com o desemprego avançando, com a aceitação de novos empregos com salários menores… O derrame do Petrolão excitará os protestos antipolíticos, na medida em que os nomes de políticos forem sendo divulgados. Os milhões da corrupção inevitavelmente levarão a uma dedução, exagerada, mas inevitável: o sofrimento que as pessoas passam é produto da corrupção.people

6. As redes sociais se agitarão, e o multiplicador delas será explosivo. Estará criado o clima – objetivo (a crise) e subjetivo (a reação das pessoas). A sinergia alcançará temperatura elevada. As manifestações pontuais voltarão e se multiplicarão e terão efeito cumulativo e sinérgico. O ano calendário político começa em março. Com isso, provavelmente, as grandes manifestações estarão nas ruas no final do semestre

Cesar Maia fez umas contas para explicar os indecisos, as rejeições, que acabaram, por pouco pouco dando a re-presidência. Indecisos decidiram, de alguma forma.

animation-counter-gif-love-numbers-Favim_com-292566CÁLCULO RESIDUAL DA ELEIÇÃO PRESIDENCIAL MOSTRA A CONQUISTA DOS INDECISOS!

1. A pesquisa que mais se aproximou do resultado eleitoral foi a do Datafolha, fechada na véspera da eleição, com 19.318 eleitores. Para realizarmos um cálculo residual do resultado é necessário retirarmos dos votos dados a cada candidato aqueles que não votariam em um e outro de jeito nenhum. Dessa forma, poderíamos nos aproximar de quanto um e outro conquistaram de indecisos.

2. O Datafolha publicado no dia da eleição nos dá a seguinte informação. Transcrevendo: “A candidatura de Aécio chega à véspera da eleição rejeitada por 41% do eleitorado, enquanto Dilma registra taxa de rejeição de 38%. Uma parcela de 46% do eleitorado votaria com certeza em Dilma. Em Aécio, 41% votariam com certeza.”

3. Dos eleitores que foram às urnas, 6,34% votaram em branco ou anularam seu voto. 48,36% votaram em Dilma e 45,30% votaram em Aécio.

4. Vamos fazer o cálculo residual de duas maneiras. a) 38% não votariam de jeito nenhum em Dilma. Não a queriam presidente. O mais provável é que estes votariam residualmente em Aécio. Dessa forma, Aécio conquistou, de fato, na reta final, 45,30% menos 38% de votos proativos que estavam indecisos, ou 7,3% dos eleitores.

5. Por outro lado, 41% não votariam em Aécio de jeito nenhum. Dessa forma, na reta final, Dilma conquistou, de fato, 48,36% menos 41% de votos proativos que estavam indecisos ou 7,36%.

6. A primeira conclusão é que entre os finalmente indecisos, a eleição empatou. Como entre os decididos Dilma estava na frente, as urnas ratificaram essa tendência.

7. Façamos o cálculo residual inverso. b) 46% do eleitorado diziam na véspera que votariam em Dilma com certeza. Além desses, Dilma conquistou entre os indecisos 48,36% menos 46% ou 2,36%. Por seu turno, 41% afirmavam na véspera da eleição que votariam em Aécio com certeza. Além desses, Aécio conquistou entre os indecisos 45,30% menos 41% ou 4,3%.

8. Fazendo o cálculo assim, Aécio cresceu 2 pontos mais que Dilma sobre os indecisos. Esses dois cálculos combinados explicam a redução da diferença das duas últimas pesquisas do Datafolha de 4 pontos para 3 pontos na urna. Para vencer, Aécio teria que, nos últimos dias, ter avançado mais 2 pontos sobre os indecisos.

9. Finalmente, num momento que Aécio desenha uma programação nacional para ter contato com os eleitores, seria útil seus assessores irem às pesquisas do Datafolha e cruzar o avanço final de Aécio sobre os indecisos com sub-regiões e ir preferencialmente a estas e direcionar seu discurso nelas para os segmentos de gênero, faixa etária e socioeconômicos, de forma a fidelizá-los. É pouco? Pode ser…, mas decide uma eleição.

fonte: ex-blog de Cesar Maia

Uma análise de Cesar Maia que pode animar os azuis. Ele é especialista na área, conforme já expliquei

voteEX-BLOG ESPECIAL; NA VÉSPERA DA ELEIÇÃO! I- O DEBATE NA TV GLOBO! AÉCIO PODE TER GANHADO ATÉ 3,3 PONTOS!

(FONTE: EX-BLOG CESAR MAIA)

1. Os debates não mudam o voto dos decididos. Mas podem mudar os dos indecisos –6%- somados aos que marcam sua intenção de voto nas pesquisas, mas admitem que podem mudar –10%. A tendência dos indecisos se pode mensurar pelas perguntas feitas pelos indecisos escolhidos pelo Ibope para fazerem perguntas. Todas as perguntas foram de críticas ao governo. Ou seja: precisavam de razões para votar na oposição. 2. O debate mostra a falta que faz a prática parlamentar. Dilma não tem eloquência, gagueja, perde a continuidade da frase e se interrompe. Aécio não apenas levou vantagem por isso, mas com tiradas que geram lembrança como “para acabar com a corrupção no Brasil: tirar o PT do poder”. Dilma tem erros de concordância e de português (para mim responder, etc.). E ainda sugeriu à economista indecisa fazer o pronatec (arghh). 3. A ambos falta suavizar as expressões, o que a TV gosta. Dilma nunca, Aécio às vezes. 4. A audiência do debate foi de 30 pontos na média e 38 pontos no pico. A cada 100 televisores ligados, 47 sintonizavam o debate. 5. Numa pesquisa telefônica (600 ligações Rio, SP, BH), buscando aqueles que não estavam convencidos antes do debate, citando Aécio, Dilma e nenhum dos dois por enquanto, e usando como referência aqueles 16% de indecisos, 39% responderam que o debate não foi suficiente. 41%, responderam Aécio e 20% Dilma. Ou seja, liquidamente, Aécio cresceria 3,3 pontos em relação à Dilma pelo debate, extrapolando-se para todo o Brasil. * * * II- OS ÚLTIMOS PROGRAMAS DE AÉCIO E DILMA! AÉCIO.

DILMA.

* * *

III- Pesquisa realizada no Rio de Janeiro em 24/10: Vantagem para Pezão de 11 pontos e para Dilma de 10 pontos. * * * IV- PROPORÇÃO DE VOTOS NAS REGIÕES E INTERFERENCIA DA ABSTENÇÃO E DOS VOTOS BRANCOS E NULOS! 1. Admitindo a confiabilidade das pesquisas realizadas pelos Institutos reconhecidos nacionalmente, o resultado das mesmas se refere ao total do eleitorado inscrito. Mas parte dos eleitores não comparece às urnas: é a taxa de abstenção. E parte dos que comparecem anulam seu voto ou votam em branco. 2. O cálculo da porcentagem de eleitores em cada região é feito sobre os eleitores inscritos em cada uma delas. São dados oficiais do TSE. Mas chamemos de voto líquido, já que parte dos eleitores se abstém ou não escolhem nenhum dos candidatos. Portanto, o que vale no final são os votos líquidos, ou seja, os que marcam o número dos candidatos. 3. Mas a abstenção e votos brancos+nulos não constituem as mesmas proporções em cada região. Com isso, as pesquisas só cobrem essas diferentes proporções quando a diferença de intenção de voto entre os candidatos é acentuada. Não é o caso desta eleição presidencial. Vejamos. 4. Em 2010, a abstenção no primeiro turno foi de 20,34% na região Norte; foi de 20,43% na região Nordeste; foi de 17,15% na região Sudeste, foi de 15,27% na região Sul, e de 18,16% na região Centro-Oeste. Vamos comparar apenas as regiões Nordeste e Sudeste que representam respectivamente 27% e 44% do eleitorado. Com isso, a região Sudeste representa 62% a mais que o eleitorado do Nordeste. Mas levando em conta esta abstenção, passa a representar 70% a mais que o Nordeste. Isso afeta o resultado –mesmo supondo que as pesquisas acertaram na hipótese que se referiam ao total do eleitorado. 5. Em 2010 a abstenção no segundo turno foi de 26,19% na região Norte, crescendo 29%. Foi de 23,79% na região Nordeste, crescendo 16%. Foi de 20,05% no Sudeste, crescendo 17%. Foi de 21,54% no Sul, crescendo 41%. E foi de 22,82% no Centro-Oeste crescendo 25%. Por exemplo, o maior crescimento no Sul prejudicou o candidato José Serra no segundo turno. 6. Em 2010, os votos brancos+nulos no primeiro turno foram 11,2% no Nordeste. No segundo turno caíram para 6,8%, favorecendo a candidata Dilma. No Norte passaram de 5,7% no primeiro turno para 4,5%. No Sudeste caíram de 8,4% para 7,7%. No Sul caíram de 6,9% para 4,8%. E no Centro-Oeste passaram de 7% para 6,1%. 7. Dessa forma, são dois os movimentos. Primeiro a mudança das ponderações do eleitorado por região em função da abstenção e dos votos brancos+nulos. Segundo, o aumento ou diminuição dessas proporções do primeiro para o segundo turno. 8. Sendo assim, além da margem de erro que os Institutos informam (nas últimas pesquisas falam em + ou – 2 pontos), ainda deve ser levando em conta o voto líquido –em função da abstenção e brancos+nulos, o que altera a ponderação entre as regiões. 9. Portanto, há que se ter cautela –muita cautela. Uma diferença em pesquisas entre candidatos para o segundo turno no entorno dos 5% não garante nada. Há que esperar os movimentos de abstenção, brancos e nulos. * * *

V- MUITO CUIDADO COM AS MESAS ELEITORAIS DEPOIS DAS 16H! COMO FLAGRAR! 1. Os “profissionais” das mesas eleitorais costumam usar uma fraude depois das 16h em várias mesas. Na medida em que as pessoas, em geral, não se interessam em participar das mesas, grupos “interessados” compõem as mesas. A partir das 16h o afluxo é mínimo. Um “amigo” se aproxima da mesa e o “mesário” aponta um nome para ele assinar. E em seguida vai votar. 2. Se por acaso chega o verdadeiro dono do nome, o “mesário” diz que houve um descuido, mas ele pode assinar em outro lugar, sem problema, porque na ata isso se ajusta. E assim vai. 3. Em mesas que se repetem em muitas eleições isso é feito com facilidade porque parte da abstenção compulsória (moram fora, etc.) é conhecida. Por isso, o risco é mínimo, assim como a chegada no final do verdadeiro dono do nome. 4. Mas o TSE tem como pegar esta fraude. Basta cruzar a lista dos que justificaram a ausência com a lista dos que votaram. Isso se faz eletronicamente. Aqueles nomes que “votaram” e que justificaram ausência correspondem a uma fraude. Aquela urna deveria ser anulada retroativamente e procedida nova eleição.a dançando