Leiam essa nota do Lauro Jardim. O tom é para ser levado em conta. E a descrição do estado do governo é forte

Morte cerebralnamoro de urubus - fiéis

dilma

De um oposicionista que prefere o anonimato em fúnebres comparações entre governos e estados terminais:

– O governo está na seguinte condição: teve morte cerebral, mas o coração ainda está batendo. Nestes casos, o resultado já se sabe qual é. Falta apenas a data do sepultamento.

Por Lauro Jardim

RIP DIÁRIO DO COMÉRCIO, DE SÃO PAULO. ASSIM ESTÁ SENDO FEITO O CONTROLE DA IMPRENSA.

 

Triste pelos grandes amigos que trabalhavam lá.

Triste porque acabou um dos jornais mais bem feitos do país.

Triste porque estou vendo como é que o controle está sendo feito.

Triste porque era um jornal que me publicava, eeu ficava muito feliz por atingir leitores novos e gente que trabalha.

Triste, porque aguardarei um pronunciamento minimamente razoável do Rogério Amato/ Associação Comercial de São Paulo

Triste porque vejo que o nosso Sindicato dos Jornalistas de São Paulo e a Fenaj não nos servem de nada, nada, para nada.

 

Vai ter sim a festa do Fim do Mundo. Para gozar com quem achava que ia acabar. E, claro, se não acabar mesmo

Vivos, enfim

E agora, chega de coisas esquisitas: jornalistas, intelectuais, boêmios e até políticos organizam o Almoço do Fim do Mundo, num dos restaurantes mais agradáveis e charmosos de Brasília: o Stella Grill. No almoço, dia 21 de dezembro, vão comemorar o fracasso das profecias da moda de que o mundo iria acabar.

Para alguns, até que acabou. Mas aí já não é profecia, é sentença judicial.

FONTE: COLUNA CARLOS BRICKMANN

Claudio Humberto informa que a Greve dos Correios acabou

  • Terça-feira, 04 de Outubro de 2011 – quase agora mesmo

    Acordo põe fim à greve nos Correios; apenas 6 dos 21 dias serão descontados

Os trabalhadores e a direção da Empresa de Correios e Telégrafos chegaram a um acordo, que neste momento está sendo consignado em ata, que poderá determinar o fim da greve da categoria a partir de quinta-feira, caso a maioria dos sindicatos o arovem, nesta quarta-feira. Pelo acordo, a ECT concederá um amento linear de oitenta reais para todos os trabalhadores, a partir de 1º de outubro, e mais 6,87% reatroativos a 1º de agosto. Dos 21 dias de paralisação, que provocram grandes prejuízos à estatal e à população, serão descontados apenas seis dias, mesmo assim em doze parcela, e a partir de janeiro de 2012. A reunião de conciliação foi presidida pela ministra Maria Cristina Peduzzi, do Tribunal Superior Eleitoral, que conduziu os entendimentos com serenidade e firmeza, permitindo que as partes chegassem a um acordo.

fonte: da coluna claudio humberto