Se você gosta de tulipas tanto quanto eu, vai sonhar com esse lugar. Sinta o frescor, veja as cores. Matéria do G1. E o lugar é o parque das Tulipas

tulips_pink_Parque das tulipas’ abre temporada de primavera na Holanda; veja fotos

Próximo a Amsterdam, Keukenhof funciona apenas nesta época do ano.
Campos floridos podem ser apreciados a pé, de barco, bicicleta ou avião.

Do G1, em São Paulo

Keukenhof, o parque das tulipas da Holanda (Foto: Divulgação/Keukenhof)Keukenhof, o parque das tulipas da Holanda (Foto: Divulgação/Keukenhof)

Começou a primavera no Hemisfério Norte, e com ela a chance de admirar as paisagens mais famosas da Holanda nesta época do ano.

Um dos locais preferidos dos turistas para apreciar os coloridos campos de flores é o Keukenhof, conhecido como “o parque das tulipas”. Situada entre Amsterdã e Haia, a área tem 32 hectares repletos dessa flor típica do país.

Keukenhof, o parque das tulipas da Holanda (Foto: Divulgação/Keukenhof)Avião sobrevoa os campos floridos
(Foto: Divulgação/Keukenhof)

O parque só abre dois meses ao ano. A temporada de 2013 foi inaugurada na quarta-feira (21) pelo ministro da economia do país e segue até o dia 20 de maio.

Também foi aberta uma Exposição Internacional de Flores realizada desde 1949. No dia 20 de abril o parque recebe a Flower Parade, um desfile com carros cobertos de flores.

Além de percorrer os 15 quilômetros de trilhas pelos campos e pavilhões de flores, os visitantes têm a opção de alugar bicicletas, fazer passeios de barco e até sobrevoar a área em um pequeno avião. O local tem ainda restaurantes e playgrounds para crianças.

E não são só tulipas que podem ser vistas. Jacintos, narcisos e outras flores de primavera se espalham pela área e pelos pavilhões.

O preço da entrada para adultos custa 15 euros e para crianças, 7,50. Recomenda-se levar câmera fotográfica porque a paisagem rende belas imagens (veja algumas fotos a seguir).

Keukenhof, o parque das tulipas da Holanda (Foto: Divulgação/Keukenhof)Tulipas do Keukenhof (Foto: Divulgação/Keukenhof)
Keukenhof, o parque das tulipas da Holanda (Foto: Divulgação/Keukenhof)Visitantes no parque (Foto: Divulgação/Keukenhof)
Passeio de barco no Keukenhof, o parque das tulipas da Holanda (Foto: Divulgação/Keukenhof)Uma das opções é fazer uma passeio de barco (Foto: Divulgação/Keukenhof)
Keukenhof, o parque das tulipas da Holanda (Foto: Divulgação/Keukenhof)Tulipas (Foto: Divulgação/Keukenhof)
Keukenhof, o parque das tulipas da Holanda (Foto: Divulgação/Keukenhof)Keukenhof, o parque das tulipas na Holanda (Foto: Divulgação/Keukenhof)
Keukenhof, o parque das tulipas da Holanda (Foto: Divulgação/Keukenhof)Keukenhof, o parque das tulipas da Holanda (Foto: Divulgação/Keukenhof)
Crianças no Keukenhof, o parque das tulipas da Holanda (Foto: Divulgação/Keukenhof)Crianças aprendem sobre flores durante passeio (Foto: Divulgação/Keukenhof)
Keukenhof, o parque das tulipas da Holanda (Foto: Divulgação/Keukenhof)Há flores de diversos tons (Foto: Divulgação/Keukenhof)
Keukenhof, o parque das tulipas da Holanda (Foto: Divulgação/Keukenhof)O parque tem esculturas ao longo dos jardins (Foto: Divulgação/Keukenhof)

Descobriram de quem era o enorme olho azul encontrado na praia. Não era do Ulysses Guimarães…Matéria do G1

‘Globo ocular gigante’ achado em praia pertencia a peixe-espada

Globo ocular de 10 cm de diâmetro foi achado em praia na Flórida.
Ele foi achado por homem que passeava por praia de Pompano Beach.

Do G1, em São Paulo

Um globo ocular de mais de dez centímetros de diâmetro que foi encontrado em uma praia da Flórida, nos Estados Unidos, pertencia a um peixe-espada, segundo especialistas.

De acordo com a Comissão para Pesca e Fauna Selvagem da Flórida (FWC, na sigla em inglês), “o misterioso globo ocular gigante” foi encontrado na última quarta-feira (10) por um homem enquanto passeava pela praia de Pompano Beach.

Globo ocular tem mais de 10 centímetros de diâmetro (Foto: AP)Globo ocular tem mais de 10 centímetros de diâmetro (Foto: AP)

O homem entrou em contato com a FWC, que decidiu preservar o olho no gelo enquanto investigava sua origem.

Após análise, os especialistas descobriram que ele pertencia a um peixe-espada. Incialmente, chegou a ser cogitado que o globo ocular fosse originário de uma lula gigante ou baleia

BELA MATÉRIA DO G1. SÓ PODIA SER DO PAULO SAMPAIO. Saudades desse jornalismo gostoso de ler

Camelô aluga sutiã na porta de cadeia para ‘esquentar’ visita íntima

Mulheres comercializam peças íntimas em frente a CDP de São Paulo.
Concorrência é acirrada; além de lingeries, as calças saruel estão na moda.

 Paulo Sampaio Especial para o G1, em São Paulo
  
A cearense Isa Gonzaga gira nas mãos uma microcalcinha cor da pele, na tentativa de descobrir onde termina a parte da frente, onde começa a de trás, enquanto mostra o arsenal de roupa íntima que disponibiliza para venda e aluguel em dia de visita aos presos no Centro de Detenção Provisória do Belém I e II, na Zona Leste de São Paulo. “Essa é P. Mas a gente tem até o GG”, diz Isa, de 48 anos, rodando uma espécie de varalzinho com vários modelos pendurados. Os preços vão de R$ 5 a R$ 10.

A ideia de vender lingerie na porta do CDP surgiu da demanda das mulheres dos detentos, que buscam usar modelos especialmente provocantes para “esquentar” a visita íntima (com direito a sexo).

Mas a dúvida é: alguém que não vê a mulher durante a maior parte do tempo, como os detentos, precisa desse tipo de estímulo? “Ah, não sei te responder isso”, despista Isa, ela mesma mulher de um caminhoneiro que passa mais tempo na estrada, supostamente sem sexo, do que em casa. Isa titubeia quando perguntam se, nas voltas do marido para casa, ela também lança mão das calcinhas que vende. “Ah, eu uso, sim, quer dizer, nem precisa.”

Isa conta que estabeleceu seu negócio em 2010, durante a construção dos CDPs, quando seu cunhado trabalhou na obra como pedreiro e ela servia lanche para a “peãozada”. Poucos anos depois, estava vendendo com a mesma desenvoltura cachorro quente e fio-dental. Sua especialidade é o lanche natural: queijo, presunto, salame, peito de peru, maionese e batata palha.

Cerca de 800 pessoas por fim de semana, entre 8h e 16h, entram na fila de visitantes em cada CDP. Boa parte chega ao local de madrugada, para pegar um bom lugar. Isa pernoita durante o fim de semana em uma barraca de tábuas que se equilibra em um muro nas redondezas do centro de detenção e é protegida das intempéries por um plástico azul turquesa.

Apesar de ser a precursora em venda de lingerie no pedaço, ela não está mais só. “Agora, tem outra vendedora ali, ó, que chegou há um ano e quis me expulsar daqui. Reclamou do preço que eu cobro, queria que eu aumentasse. Eu não aumentei nada, ela que baixe os dela!”

Isa diz que fatura em torno de R$ 1,2 mil por mês, incluindo venda de bebida e comida.

A concorrente de Isa, a quem chamam de Agostina, não é de papo. “Que que é!?”, pergunta, em um tom que concorre com a calça azul berrante que ela está usando. Embrulhada em um casaco de moleton com estampa de onça e capuz, avisa: “Não vou falar com ninguém”. É o que diz enquanto pendura calças modelo saruel de várias cores.

Roupa muito justa, marcando o corpo, é problema. Só tem homem aí dentro, eles vão mexer com a mulher dos outros, dá confusão”
Sabrina Nunes, que aluga roupas

É proibido entrar para a visita usando jeans ou legging. “Roupa muito justa, marcando o corpo, é problema. Só tem homem aí dentro, eles vão mexer com a mulher dos outros, dá confusão”, diz Sabrina Nunes, de 17 anos, que há cinco anos disponibiliza roupas para aluguel na porta do CDP.

Sabrina percebeu que podia ganhar algum dinheiro quando foi com a mãe, Eliene, visitar o padrasto, que está preso por homicído, tráfico de drogas e “muitas outras coisas”. Sabrina também aluga calças saruel, moleton (“no inverno”) e chinelo de borracha (“para quem está usando sapato com fivela de metal e pode ser barrado pelo alarme na vistoria”). Aluga ainda sutiã. O modelo rosa desbotado que tira de uma maleta vermelha, com rodinhas, cheia de roupas emboladas, parece bem gasto. Sabrina garante que lava as roupas que aluga toda semana. “Claro, lavo, sim”, diz ela, sem encarar a reportagem.

A auxiliar administrativa Andrea Costa, de 23 anos, e a estagiária Camila Ribeiro, de 18, respectivamente irmã e namorada de um detento, experimentam modelos de saruel que podem ser alugados por uma média de R$ 5. Andrea já esteve no CDP antes; Camila, não. “Eu era menor, minha mãe não deixava eu vir. Ela é contra o namoro.” O namorado foi preso por assalto à mão armada.

Camila está há seis meses sem vê-lo, mas garante que se guardou para ele. “Não tive nada com mais ninguém”, diz, rindo muito. O provador de roupas fica em um canto de um galpão escuro, frio e, a maior queixa, sem espelho. Na porta, em letras de fôrma, lê-se: “Vamos ter mais higiene, colaborar com a limpeza”.

Aluguel de sutiã
O aluguel de sutiã é mais comum que a venda de calcinha, porque muitas visitantes de primeira viagem não sabem das restrições da vistoria a modelos com armação de metal, por exemplo. Além disso, os frequentadores dizem que só é possível entrar usando sutiã com bojo no CDP Belém 2, considerado mais liberal que o 1.

A Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) informa que a norma é a mesma para os dois. “Não se permite a entrada de visitante trajando vestuário inadequado ao ambiente carcerário”, eles avisam. Entre as restrições estão sutiã com suporte de ferro; sandália tipo plataforma; miniblusas e minissaia; saias rodadas tipo cigana; roupas transparentes, excessivamente decotadas ou em cores similares das dos uniformes dos funcionários (calça azul marinho, camiseta branca ou cinza) e dos militares.

“Quem mais compra da gente são as visitantes que vêm pela primeira vez. Elas não sabem que não podem entrar com determinadas roupas, e acabam sendo barradas”, diz Isa. “Outras esquecem de colocar a calcinha, por exemplo, uma peça que eles exigem.”

Se eu for contar, tem mais de 50 sutiãs desaparecidos. Às vezes eu alugo já sabendo que não vou ver mais. É que, olha, eu também quero ajudar as coitadas, elas são tão carentes”
Vanda Oliveira, que aluga calcinhas e suitãs

O problema maior enfrentado pelas comerciantes que trabalham na porta do CDP é conseguir reaver a peça alugada. “Se eu for contar, tem mais de 50 sutiãs desaparecidos. Às vezes eu alugo já sabendo que não vou ver mais. É que, olha, eu também quero ajudar as coitadas, elas são tão carentes…”, explica Vanda Oliveira Gomes, de 55 anos, que, antes de virar comerciante, ganhava R$ 15 por uma manhã inteira distribuindo cartões de advogado na porta da cadeia. “Hoje, graças a Deus, dá pra tirar mais [mesmo com o sumiço dos sutiãs].”

No final de semana em que o G1 esteve por lá, em março, os comerciantes reclamavam que o movimento estava fraco. Atribuíam a redução da frequência ao castigo recebido pelo raio 7, um dos oito pavilhões do CDP, por mau comportamento – os detentos fizeram uma pirâmide humana na hora do banho de sol e danificaram a concretina que envolve o muro do raio. Com capacidade para 768 presos, o Belém I tem uma população de 1.580, sendo 240 por raio; no II, que tem uma área construída mais de três vezes maior, a proporção é de 768 para 1762, 220 por raio.

Apesar de não aumentar os preços, mesmo com a concorrência, Isa, que é evangélica fiel da Igreja Mundial do Poder de Deus, “aquela do pastor Waldomiro”, diz que não deixa de pagar o dízimo. Será que tem problema ser com o dinheiro da venda de calcinhas provocantes e tops? “Muita igreja reprime, mas, para a minha, não importa de onde vem o dinheiro. Eu sou muito abençoada.”

Ela achava livros no lixo, e estudava. Agora, Ercilia entrou na Universidade

Dia da mulher, 8 de março: dia de despertar todas essas heroínas que existem dentro de cada um de nós.

Veja essa. E comemore com ela.

Eu não tinha visto, mas na minha seção Mulher do Dia, o leitor Airton me chamou a atenção para o caso. A matéria é do g1

 

Com livros achados no lixo, catadora passa em vestibular no ES

Ercília foi proibida de estudar pelo pai, mas superou as dificuldades.
Ela foi aprovada no curso de Artes Plásticas, na Ufes.
 FONTE: Roger Santana Do G1 ES, com informações da TV Gazeta
 

“Obrigado Deus por esse presente, pela luta e por mais essa conquista”. Essas foram as palavras escritas pela catadora de lixo Ercília Stanciany, de 41 anos, que foi aprovada no último vestibular da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), para o curso de Artes Plásticas. Apesar de ter interrompido os estudos na infância após terminar a 4ª série do ensino fundamental, depois de adulta, ela continuou a estudar pelos livros que encontrava no lixo.

A família de Ercília residia em Belo Horizonte, em Minas Gerais, mas há oito anos se mudou para o Espírito Santo. Foi nessa época que ela, sem alternativas para ajudar a sustentar a casa, resolveu ganhar a vida catando materiais recicláveis.

Ercília Stanciany foi aprovada no último vestibular para o curso de Artes Plásticas (Foto: Reprodução/ TV Gazeta)Ercília Stanciany foi aprovada no último vestibular para o curso de Artes Plásticas (Foto: Reprodução/ TV Gazeta)
Meu pai dizia que eu nunca seria nada”
Ercília Stanciany, catadora de lixo aprovada na Ufes

Ela explicou que o pai a obrigou a parar de ir à escola quando criança para ajudá-lo na marcenaria que trabalhava. “Meu pai falava que de forma alguma eu iria estudar e ainda dizia que eu nunca seria nada na vida”, disse.

Livros no lixo
No lixo, ela encontrou muitos livros e um cartaz que anunciava um curso para jovens e adultos em escolas públicas. Ercília se matriculou e, apesar das dificuldades para ir às aulas, se formou no ensino médio.

Uma conquista seguiu a outra, já que no último vestibular da Ufes a catadora foi aprovada no curso de Artes Plásticas. “Quando fui assinar minha matrícula eu tremia. Saí de lá emocionada. Cheguei no ponto de ônibus e perdi até a noção de como chegar em casa”, contou.

Sobre arte, Ercília é familiarizada e, desde jovem, desenvolve o talento de fazer pinturas em tecido. Sem dúvidas, a maior arte que sabe fazer é transformar a dificuldade em motivação.

"Quando fui assinar minha matrícula eu tremia", disse Ercília. (Foto: Reprodução/ TV Gazeta)“Quando fui assinar minha matrícula eu tremia”, disse Ercília. (Foto: Reprodução/ TV Gazeta)

O cara achou um cenoura com cara de cardozo, lá na Alemanha

Cenoura lembra o formato de um porco. (Foto: Reprodução/Bild)

Alemão colhe cenoura que se parece com porco
Legume foi colhido por Stephan Wolff.
Ele mora em Emmerich, na Alemanha.

Do G1, em São Paulo

O alemão Stephan Wolff colheu uma cenoura que se parece com o formato de um porco em sua propriedade em Emmerich, na Alemanha, segundo o jornal alemão “Bild”.

Babado forte. Bafão. Aos 73 anos, Super Homem se despe e fica só com aquele collant super sexy. Só mostrando a sua kriptonita.

E AGORA, SUPLICY?

Em nova fase, Superman aposenta cueca vermelha sobre a calça

Mudança faz parte de renovação de diversos títulos promovida pela DC.
Após mais de 700 edições, revista-título do herói ganha novo número 1.

Do G1, em São Paulo

Setenta e três anos depois de estrear nos quadrinhos usando capa e uma cueca vermelha por cima do uniforme azul, o Superman vai ganhar um novo visual nas HQs da editora DC Comics. Em uma imagem divulgada nesta sexta-feira (10) pela DC, o Homem de Aço aparece sem a sua tradicional cueca vermelha, mantendo apenas o cinturão escarlate.

Capa da primeira revista do Superman, de junho de 1939, ao lado de ilustração que estampará a primeira página da nova HQ do herói, que será lançada em setembro nos EUA  (Foto: Reprodução e AP)Capa da primeira revista do Superman, de junho de 1939, ao lado de ilustração que estampará a primeira página da nova HQ do herói, que será lançada em setembro nos EUA (Foto: Reprodução e AP)

A ilustração estará na capa da revista “Superman” nº 1, com desenhos de Jesus Merino e texto de George Perez. A edição, que chega às lojas dos EUA em setembro, zera a numeração oficial do título “Superman”, que já somava mais de 700 edições desde sua estreia em junho de 1939.

Além do título oficial do herói, dezenas de outras revistas da DC terão a numeração reiniciada a partir do segundo semestre. Entre os títulos mais aguardados, está o número 1 da revista “Action comics” – a mesma que, em junho de 1938, trouxe a primeira aparição do Superman. A nova fase da HQ será escrita por Grant Morrison e ilustrada por Rags Morales.