Nossa moral ( feminina ) é mais forte que a deles…

Mulheres têm valores morais mais fortes que os homens

 FONTE:::http://oglobo.globo.com/saude/mulheres-tem-valores-morais-mais-fortes-que-os-homens-4662513#ixzz1sF8nsppE

 RIO – É comum dizer que as mulheres são mais sensíveis que os homens. Mas se não passa diretamente pela sensibilidade, um estudo realizado por um filósofo conclui que elas têm valores morais mais fortes que eles. E as que têm mais de 30 anos apresentam esta característica com mais intensidade.

A pesquisa, que avaliou respostas a perguntas sobre honestidade e competência, mostrou que as mulheres são mais propensas a tomar decisões baseadas no quanto vão impactar a vida dos outros. E também sugere que as características morais, tanto dos homens quanto das mulheres, mudam com a idade: ambos tornam-se menos obedientes mas mais capazes de usar a razão, até que alcançam um “pico de nossas capacidades morais e intelectuais” no início da faixa dos 60 anos, de acordo com o coordenador da pesquisa, o professor Roger Steare.

Ele baseou suas conclusões em um “teste de DNA moral”, que desenvolveu quatro anos atrás para medir mudanças nos sistemas de valores das pessoas. Cerca de 60 voluntários de 200 países já realizaram o quiz abrangendo uma variedade de tipos de trabalho e status social para ajudar a entender o que influencia a moralidade.

Os participantes deram respostas a perguntas sobre suas vidas profissionais e em casa, incluindo impressões sobre se as pessoas a seu redor os consideravam honestos. Eles avaliaram como se enquadrariam em declarações como “eu sou bom em exercitar o autocontrole” e “eu sempre honro a confiança das pessoas em mim”.

Depois, foram rotulados como um dos seis tipos de personalidade a seguir: filósofo, juiz, anjo, professor, realizador e guardião.

– As mulheres preferem tomar suas decisões baseadas em como isso impacta os outros – o que tende a produzir melhores decisões – enquanto os homens têm uma abordagem mais individualizada e interessados em si mesmos – disse o professor Steare ao britânico “Daily Mail”. – O que isso mostra é que quando começam a trabalhar, os homens precisam crescer, colocar o ego de lado e mostrar alguma humildade e compaixão – qualidades que muitas vezes têm em suas vidas pessoais, mas ignoram quando entram no escritório.

O especialista acrescenta que o ser humano também parece manifestar mais valores morais com a idade:

– O que ficou claro a partir das respostas é que a obediência diminui com a idade, enquanto a razão aumenta – uma ocorrência lógica ao fazermos a transição da juventude para a experiência. O ponto de mudança ocorre aos trinta e poucos anos, que é quando amadurecemos como adultos. Este processo continua até o início dos 60 anos, ao alcançarmos o auge de nossas capacidades morais e intelectuais.

ARTIGO – Homens são assim; mulheres são assadas.

Marli Gonçalves

Nada de planetas. Homens de Marte, mulheres de Vênus, essas coisas. Nem vem também com o simplista Irmão Sol, Irmã Lua. Quero saber é se você viu como os homens podem se estrumbicar gostoso nas mãos de uma mulher.

Tenho um amigo que vive me dizendo que os homens não querem nem saber se a mulher é isso, aquilo, se está gorda, tem celulite, pneuzinho. Homem quer é rodar, mesmo com pneu furado. Toda vez que reclamo de algum defeito que encontro em mim, ele repete. “Quem repara nessas coisas é mulher!” Esta semana ouvi mais uma frase lapidar: “Uai, tem gente que parece que não pode mais ver uma mulher feia na frente, que fica um troço impossível”.

Começo a achar que ele tem razão ao ver a foto de Mildred Baena, pivô fora do padrão da separação, depois de 25 anos de casados, de Arnold Schwarzenegger e a bela Maria Shriver. Realmente. O grandalhão bonitão ainda teve um filho, hoje com dez anos, o que parece mostrar que a relação foi continuada; não foi um acidente, e nem ele pode falar que no dia estava bêbado ou sem óculos. Aí, se pensei assim, parei ainda para pensar qual foi a reação da esposa dele, que é uma Kennedy chiquérrima, e em como deve ter sido essa conversa de fim de relacionamento com o Exterminador. “Não tinha coisa melhor?” – tenho certeza de que ela deve ter perguntado. E depois de bater a porta foi procurar o melhor advogado que podia para tratar da separação, ou melhor, do escalpo que fará.

O que se passa na cabeça dos homens? Eu nunca entendi direito. Mas percebo bem o que se passa na cabeça das mulheres. E às vezes coisa boa não é, ó moços e desavisados que são levados por instintos e cabeças que empinam!(Dependendo do caso). Há mulheres envenenadas. Comeu, morreu. Não é por menos que a abelha é rainha, e a aranha, viúva e negra.

Todas as mulheres têm – de alguma forma – seus mitológicos seres internos, e eles aparecem. Uma hora aparecem. E podem não ser só as fadas, elfos, anjos, femmes fatales Podem ser sereias, com o andar de peixe insinuante fora d`água ; dragões vociferando chamas e brasas; bruxas urdindo venenos e vinganças; ou apenas Amélias – que um dia cansam. Um dia a casa cai. Foi o que o Exterminador do Futuro sentiu na pele esses dias¸ com o pé que levou da esposa depois que veio a público o caso com a ex-empregada baranga. É. Baranga, mas quem se deu bem foi ela. Agora pode contar o caso em prosa e verso, investindo e ganhando mais do que um Palocci, e em menor tempo. Veja bem.

Outro caso desses dias beira o paradoxo do ridículo, do nonsense. Homem mundialmente superpoderoso, peladão, numa suíte chiquérrima de hotel de Nova York se encanta com camareira que vê no quarto quando sai do banho, como conta esta quase fábula moderna. Mais: se encanta e quer pegar. Tenta pegar. Pega. O problema é que desta vez ele tinha encontrado um osso mais duro de roer, e acabou preso e exposto em praça pública. Vai perder as calças. O cargo que tinha – e o que poderia ter – foram afogados. O ganso sofreu um entorse. Moral da história: às vezes é melhor só ter um passarinho nas mãos. Nas próprias mãos.

O problema é que em todas essas histórias as mulheres acabam se queimando junto; inclusive junto das esposas, que viram vítimas, e que acabam obrigadas, muitas, a fazer o papel de solidárias e compreensivas quando os casos vão aos tribunais. E logo começam a surgir as teorias e os dedos apontados para os pivôs. “Ela deve ter provocado”, ”Agente infiltrada”, “Armação”.

Até nisso é mais difícil quando se é mulher. Lembra da cara de tacho de Hillary Clinton ao ver o marido, o homem mais poderoso do mundo naquele momento, com o charuto na mão, segurando uma gordinha de vestido azul? Será que os homens pensam que mulheres mais comuns, feias, gordas ou outras coisas, ficarão tão felizes com suas cantadas que costurarão a boca depois? Que ficarão agradecidas pelo fato? Outro dia, um idiota, abominável, imperdoável e inominável, daqui mesmo, chegou até a dizer que as mulheres feias tinham de agradecer por ser estupradas. Deve ser isso. Na velha dominação ainda existente, eles acham que são o supra-sumo da cocada. E acabam se dando mal.

São novos tempos. Tempos em que vemos também as mulheres perdendo suas mais incríveis especialidades, sua naturalidade, mas antes de tudo cuidando perigosamente de alguns de seus interesses, divididos entre o amor e o dinheiro. Aqui não se trata mais de meras idiossincrasias dos sexos, ou discussão das relações nos encontros de casais. Trata só da maldade humana, a parte capaz de vender filha, matar mãe, subir de qualquer jeito. Sem ilusões. E quando as ilusões acabam não há mais limites.

Portanto, senhores, cuidado. Uma chave de pernas pode abrir algumas portas. Inclusive para as feias, bruacas e barangas, como vocês a elas se referem, como se fossem, logo vocês, as coisas mais lindas do mundo, Avis Rara.

Os tempos são modernos. Ninguém mais fica só. Tem internet. Tem agência de encontro de iguais ou parecidos. Mulher não sofre mais tanto assim – compra cachorro, gato, preá. Paga e pega. Pega e paga. E só entra na quebrada quando tem certeza, como diria a Ofélia. De que vai levar alguma vantagem, como diria o Gérson.

Afinal, homens são flautas; e as mulheres, pandeiros e violão.

 

São Paulo, no mês das casadoiras, 2011

(*) Marli Gonçalves é jornalista. Continua pensando em escrever um livro com o título “Lili, A Amante Ideal”. Legislando em causa própria.
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