PAREM!!! PAREM DE MATÁ-LOS! OS BUGIOS NOS SALVAM. #SOSBUGIOS

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ARTIGO – Vamos partir para a ignorância? Por Marli Gonçalves

Briga feia, contra a liberdade de imprensaAh, é? Ah, é isso, é assim? É para partir para a ignorância? Vamos todos agora virarmos uns trogloditas, nos socando nas ruas, uns cuspindo em outros? Joga pedra na Geni? Vamos partir para o tacape? Para o tudo ou nada? Que coisa feia, dando exemplo para as crianças, para os meninos e meninas que se divertem sem saber por quê, muito menos do quê em rolezinhos-protestos. qUERO BRIGAR TAMBÉM! CADÊ ELE?

Inacreditável. Estamos mesmo conseguindo andar para trás a passos largos – passos não, saltos, e saltos ornamentais provando que precisamos mais do que muito urgentemente fazer nada mais nada menos do que superar. Parar com isso, com essa animosidade toda. Não, não estamos divididos, pelo menos não em apenas dois pedaços como querem fazer parecer. Há uma infinidade de opções.

Não vamos partir para a ignorância.

De repente o ator conhecido, ultimamente mais por ser petista, burro e destemperado, do que como ator, cospe – sim, cospe no casal que o afrontou em um restaurante de São Paulo. Cospe no homem. Cospe na mulher. (Ele agora vai sentir com quantos cuspes se desfaz uma carreira)

O casal sem noção afrontou o ator petista, burro e destemperado, falando um monte de asneiras e bobagens, acusando o zézinho de ladrão, já que dali discussão civilizada sobre política não sairia mesmo. Vomitaram clichês, mas ainda bem que apenas em gritos, por insuportável sua quantidade.

Aí, o zezinho, o ator petista burro e destemperado, vai para casa e corre para o computador para escrever e contar para seus amiguinhos o quanto estava orgulhoso de ter cuspido no casal. Um grupo bate palminhas. O outro quer queimá-lo em praça pública, esquecendo apenas que ele é apenas um ator petista burro e destemperado. Sem qualquer importância.

Nem muita personalidade teve o ato, já que o projétil salivar já havia sido emitido por um outro “bravo combatente” há poucos dias na cara do imbecilnaro. Imbecilnaro esse que ousou evocar e pronunciar o nome do cão dos infernos em seus segundos de votação.

Quequiéisso?

Acho preocupante e considero um comportamento inadmissível ver amigos, inclusive jornalistas, rosnando e babando contra veículos de comunicação grandes, os poucos que estão sobrando, e propondo que no lugar se busque a informação para beber só nos poços alternativos – maioria, água que se diz pura, mas na verdade já vem contaminada com enormes equívocos históricos. Ou de origem e financiamento.

É desonestidade intelectual e uma inusitada sordidez de ataque. Sabem que não é o que dizem, que não tem golpe nenhum, que erraram, que o país está parado, que a maioria os quer ver pelas costas seja por causa de pedaladas, dos pontapés, fora só uma, fora uma e o outro, os dois, desde que saiam da frente, nos deixem superar. Transformam-se em chacotas, fantasmas dos líderes que já foram. E eles não têm altivez para ao menos tentar solução, não semear a discórdia, parar de incentivar o confronto, e muito menos patrocinar os escrachos que vêm sendo feitos pela molecada, tão naturais e espontâneos que até assessoria de imprensa têm.

Uma coisinha, um cisco, vira uma tese sociológica e acadêmica chaaata, muito chata, de como forças conservadoras através de uma matéria com o perfil de uma sortuda estão operando para que as mulheres brasileiras todas regridam em suas conquistas e voltem a ser apenas belas, recatadas, e do lar. Coitada da mulher sortuda que parece saída de uma cândida fotonovela – se bem que com essa ela já toma o primeiro tranco para perceber o que vai vir daí por diante, o rojão grosso que terá de segurar.

Precisaria de uma mágica, um milagre para mudar os nossos políticos tentando fazê-los lordes – difícil. Penso nisso quando lembro que vi o espancador Pedro Paulo jogado na fogueira da ciclovia de pluma levada por Netuno. Atento ao marketing de quem ainda pensa(va) em ser candidato ousou, mexendo na aliancinha no dedo – balbuciar que “talvez” houvesse algum problema com a obra, e chamando de “incidente” aquela tragédia. Tragédia cuja imagem que restou – os dois corpos das vítimas jogados na areia da praia, e ao lado uma normal partida de futebol – essa sim, levada ao mundo essa imagem informou mais sobre como estamos do que as mais vigorosas teses intelectuais.

Nós já partimos para a ignorância. Quando a humanidade se acostuma com trevas, ficamos nos abalroando no escuro. Pisando uns nos calos dos outros. Chutando bem abaixo da linha do Equador.

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SP, 2016

Marli Gonçalves, jornalista Lágrimas roxas pelo ídolo que nesta semana se fez partículas. Achem engraçado, mas na minha cabeça tinha o Prince como uma espécie de gêmeo, porque nasci poucas horas depois dele aqui nesse país tropical. Acostumei-me a acompanhá-lo como um ser “quase” como eu, negro, rico, extraordinário, virtuoso, arrojado e famoso.

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Veja esses dados que o Cesar Maia publicou hoje no Ex-Blog. O país está esquizofrênico e esquisito. Veja o número de pessoas que não sabem…que vai ter eleição para presidente!

teddy_roosevelt_rushmore_dance_hg_wht (1)ESTADO DO RIO: 18,5% AINDA NÃO SABEM QUE NESTE ANO TEREMOS ELEIÇÃO PARA PRESIDENTE DA REPÚBLICA!

1. O GPP, nos dias 27-28/09, neste fim de semana (2 mil entrevistas), realizou pesquisa sobre conhecimento e opinião dos maiores de 16 anos, ou seja, dos eleitores. As respostas à primeira pergunta surpreenderam. Faltando uma semana para as eleições, o grau de desconhecimento (ou alheamento?), dos eleitores é enorme e nunca visto assim antes.

2. A primeira pergunta foi: Para que cargos teremos eleições este ano? As respostas são múltiplas, naturalmente. São 18,5% os que não sabem que vamos ter eleição para Presidente. São 26,3% os que responderam que não sabem que vamos ter eleição para Governador. São 31,4% os que não sabem que vamos ter eleição para Senador. São 24,8% os que não sabem que teremos eleição para Deputado Federal. São 26,5% os que não sabem que teremos eleição para Deputado Estadual. E ainda mais: 2,6% dizem que termos eleição para Prefeito e 2,2% para Vereador.

3. Pela ordem de desconhecimento: Senador 31,4%, Deputado Estadual 26,5%, Governador 26,3%, Deputado Federal 24,8% e Presidente 18,5%. Nas diversas regiões do Estado esses números não variam muito. Os melhores índices para Presidente estão em Niterói 8,9%, Região Norte/Lagos 12,3% e Zona Sul/Barra da capital 9,5%.

4. As porcentagens mais altas de desconhecimento estão: Presidente, Baixada 24,2%, Governador Capital 30,2%, Senador Região Serrana/Sul 36%, Deputado Federal Região Serrana/Sul 30,2%, e Deputado Estadual Região Serrana/Sul 32,2%.

5. Para Governador, o voto consolidado, ou seja, os que vão votar e não admitem mudar na última hora, são 60,8%. Ou seja, 39,2% ou não votam/anulam ou não estão decididos.

6. 73,4% dizem que não votariam num candidato que defendesse o aborto, o casamento homossexual e a legalização das drogas. A porcentagem mais alta está na Baixada com 84,8%. A mais baixa está na Zona Sul/Barra da capital com 43,4% (x 41,7% que votaria).

fonte:ex-blog Cesar Maia