#ADEHOJE – ACABOU O MÊS. GAIDÓ ENTRE NÓS. E TUDO NA MESMA

 

#ADEHOJE – ACABOU O MÊS. GAIDÓ ENTRE NÓS. E TUDO NA MESMA

 

SÓ UM MINUTO – Acabou. Já acabou o mês de fevereiro e a gente continua igual que nem, tudo parado, esperando o Carnaval passar. Ou a Páscoa, ou o próximo Natal, talvez? Ou mais tragédias, decisões ministeriais absurdas, vaivéns? Até quando? Lá veio PIBinho de 1.1%. Vergonhoso para um país com essas dimensões e riquezas, mas atacado pela ignorância e gestão de quinta categoria. O país do futuro que nunca chega.

Juan Guaidó está aqui no Brasil para uns encontros e, talvez, para ver se consegue voltar à Venezuela por aqui. A grande tensão do momento é como será esse retorno, já que Maduro diz que, se ele voltar, será preso. A gente se preocupa com o nosso, com o dele, com o país de todos, que a coisa está esquisita para todos os lados. Agora tem pendenga também entre a Índia e o Paquistão. E explosiva, já que são potências nucleares.

#ADEHOJE – DAMARES NO ALVO. MILHÕES NAS RUAS, PROTESTOS. MAS LÁ NA VENEZUELA

#ADEHOJE – DAMARES NO ALVO. MILHÕES NAS RUAS, PROTESTOS. MAS LÁ NA VENEZUELA

SÓ UM MINUTO, TALVEZ MAIS… – Juan Guaidó agora foi reconhecido pelo Parlamento Europeu como presidente da Venezuela, como se autoproclamou a semana passada. O problema é que a Rússia está perto de defende-lo e os malucos de Maduro seguem na repressão violenta, inclusive contra os jornalistas estrangeiros. Mas o babado do dia está por conta de quem? … Da Damares Alves, claro! A revista Época vem pesada contra ela. Reconstrói a história de como a ministra Damares Alves levou há 15 anos, de uma aldeia no Xingu, a menina que hoje apresenta como sua filha adotiva, Lulu Kamayurá. A adoção nunca foi formalizada. Uma das pessoas ouvidas pelos repórteres Natália Portinari e Vinícius Sassine é Tanumakaru, uma senhora octogenária e cega de um olho, avó da menina e quem a criou até mais ou menos seus seis anos. Falando em tupi, ela contou que Lulu nasceu frágil e com inúmeros problemas de saúde. Era menininha ainda quando Márcia Suzuki, braço direito da hoje ministra, se ofereceu para levá-la a um tratamento dentário. Nunca mais voltou. Damares conta que salvou a menina de ser sacrificada. Segundo os índios, ela foi levada na marra. MP investiga a Ong da tal ministra.

Ah, tem mais essa: 3,5 milhões no país vivem em áreas com barragens em risco.

Crime de lesa mulher, crime de lesa humanidade. Tiram úteros, clitóris…Hoje é Dia mundial de luta contra a mutilação.

danceMilhares de indianas teriam tido útero retirado sem necessidade

BBC

  • BBC

    Ao consultar um segundo médico, Rajanthi ouviu que sua histerectomia teria sido desnecessáriaAo consultar um segundo médico, Rajanthi ouviu que sua histerectomia teria sido desnecessária

Milhares de mulheres indianas estão tendo seus úteros removidos em operações que ativistas dizem ser desnecessárias.

Segundo as denúncias, tais procedimentos seriam realizados por médicos inescrupulosos interessados apenas em lucrar com eles.

Uma dessas mulheres seria Sunita, jovem de cerca de 25 anos que vive em uma aldeia no Rajastão, no noroeste da Índia.

Ela conta que foi para uma clínica médica privada porque estava tendo muito sangramento durante seu período menstrual.

“Fui internada no mesmo dia e a operação foi realizada no final da tarde”, disse à BBC.

“O médico fez uma ultrassonografia e disse que eu poderia desenvolver câncer. Ele me pressionou para que fizesse a histerectomia (operação de retirada do útero) no mesmo dia.”

Sunita diz que estava relutante em ser submetida ao procedimento cirúrgico e queria discutir o assunto com seu marido.

Argumentando que a operação seria urgente, porém, o médico a enviou para a mesa de cirurgia em questão de horas.

O incidente ocorreu há dois anos, mas desde esse dia Sunita diz que se sente fraca demais para trabalhar ou cuidar dos filhos.

Consequências

Mais da metade das mulheres questionadas pela reportagem da BBC na vizinhança da casa de Sunita disseram ter se submetido a uma histerectomia.

Segundo autoridades locais, 90% das mulheres da aldeia teriam sido submetidas a operação – muitas na casa dos 20 a 30 anos.

Elas teriam sido aconselhadas a passar pelo procedimento ao reportar desde anormalidades em seu período menstrual até dores nas costas e sintomas associados a infecções urinárias.

Os médicos da região costumam cobrar em torno de US$ 200 (R$ 397) pela cirurgia de retirada de útero.

Muitas vezes, para pagar pelo procedimento, as famílias têm de vender seus animais ou outros ativos.

O proprietário e principal médico da clínica em que Sunita e outras mulheres da aldeia fizeram histerectomias nega qualquer irregularidade e diz que, ao contrário de outras clínicas da região, a sua seria “ética”.

Mas questionado sobre como poderia ter diagnosticado a presença de células pré-cancerosas em uma ultrassonografia, o médico admitiu que às vezes não faz biópsias antes de remover o útero de algumas pacientes.

Outros Estados

Relatos de muitas localidades do Rajastão e de outros Estados indianos, como Bihar, Chhattisgarh e Andhra Pradesh, sugerem que um número grande de mulheres está tendo seus úteros removidos – muitas antes dos 40 anos.

Em geral as mulheres dizem que se submetem à cirurgia ao serem alertadas pelos médicos de que, caso contrário, poderiam desenvolver câncer.

  • BBCAldeia de Sunita: 90% das mulheres teriam passado por uma histerectomia

Em muitos casos, porém, o diagnóstico é feito com base em uma única ultrassonografia – exame que, segundo médicos independentes, não pode justificar a decisão de se levar adiante uma operação desse tipo.

O ativista Narendra Gupta, da organização Prayas (parceira local da conhecida ONG Oxfam), está convencido de que alguns médicos particulares estão cometendo abusos ao realizar tais histerectomias.

“As pessoas dizem que em alguns lugares há distritos inteiros sem útero”, Gupta diz.

“Parece que os médicos particulares veem isso (a operação) como uma oportunidade para fazer dinheiro rápido com doenças que poderiam ser tratadas de forma mais simples e menos invasiva.”

Segunda opinião

Em Jaipur, capital do Rajastão, a ginecologista Vineeta Gupta, diz receber em seu consultório sete ou oito mulheres de aldeias da região que procuram uma segunda opinião após receberem indicação para uma histerectomia.

“Nas áreas rurais, os médicos dão um diagnóstico de câncer muito facilmente”, ela diz.

“Isso é errado. Quando as pacientes chegam em meu consultório, tenho de explicar que uma infecção não causa câncer. Eu digo: vamos curar essa infecção e você vai ficar bem. Algumas se convencem, mas outras não porque alguém lhes disse que se não tiverem o útero removido, elas vão ter câncer e morrer. ”

Até recentemente, não havia dados sobre o número de histerectomias realizadas na Índia, mas os relatos de médicos e pacientes indicam que as operações são mais comuns.

O aumento é impulsionado em parte por uma rápida expansão das clínicas e hospitais privados, especialmente nas áreas rurais, que não são bem atendidas pelo sistema de saúde do governo.

Os ativistas admitem que essas clínicas privadas são necessárias tendo em vista as deficiências do sistema de saúde público indiano.

Mas eles ressaltam que o trabalho dos médicos particulares deveria ser melhor regulado e monitorados para evitar abusos.

Seguro saúde

Em 2008, o governo indiano lançou um programa nacional de saúde, o RSBY, que permite a famílias pobres se submeterem a tratamentos de até US$ 550 (R$1.092) por ano em clínicas privadas.

As clínicas recebem do governo os recursos para pagar o tratamento. Em alguns Estados, porém, há denúncias de que o esquema estaria funcionando como um incentivo para as clínicas realizarem procedimentos desnecessários, entre eles histerectomias.

Em Samastipur, no norte do Estado de Bihar, algumas estimativas sugerem que mais de um terço das operações cobertas pelo RSBY seriam de histerectomia.

Preocupado com esses números, Kundan Kumar, juiz em Samastipur, convidou mulheres que se submeteram à cirurgia a participar de uma campanha de saúde em agosto na qual elas foram avaliadas por médicos independentes.

O relatório final dessa segunda avaliação concluiu que das 2.606 mulheres examinadas, 316 (cerca de 12%) tiveram seus úteros removidos desnecessariamente.

Também foram encontrados casos em que, apesar de ter cobrado a operação, o médico não chegou a realizar a histerectomia, fazendo apenas uma incisão superficial na paciente, mas deixando o útero intacto.

Kumar acusa um algumas clínicas privadas de cometerem “excessos” para obter “ganhos egoístas” e está preparando processos contra elas.

“Em vez de recorrer a outras técnicas para tratar alguns problemas, eles ( médicos) preferem a cirurgia porque ela lhes traz mais dinheiro”, diz Kumar.

As clínicas investigadas pelo magistrado negam irregularidades e dizem que todas as operações de histerectomia eram necessárias.

Uma legislação aprovada pelo governo central para regulamentar as clínicas privadas na Índia só agora está começando a ser implementada pelos Estados do país.

FONTE: bbc – http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/bbc/2013/02/06/milhares-de-indianas-teriam-tido-utero-retirado-sem-necessidade.htm

 

 

Ô mundo violento. Na Índia, atriz tem cabeça decepada…por colegas!

Atriz de Bollywood é sequestrada e decapitada por dois colegas na Índia

Casal de colegas sequestrou Meenakshi Thapar em troca de dinheiro.

Polícia diz ter achado o corpo, mas não a cabeça da vítima em Gorakhpur.

 fonte: G1, em São Paulo
 
 A atriz de Bollywood Meenakshi Thapar, de 26 anos, foi sequestrada e morta por decapitação por dois colegas atores que trabalharam junto com ela, segundo a imprensa britânica.

Segundo o jornal “Telegraph” os atores Amit Jaiswal e Preeti Surin, que têm um envolvimento amoroso, são suspeitos do crime.

Eles trabalharam juntos no filme “Heroine”.

O casal teria planejado sequestrar Thapar após ela ter falado que sua família era rica e poderosa na cidade de Dehar Dun, no norte da Índia.

Eles teriam convidado a vítima para visitar a cidade de Gorakhpur, onde ela foi tomada refém

Um filme de Bollywood:

 

A nova cara da oposição, do pacifismo e da luta contra a corrupção. Anna Hazare.

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Protestos por prisão de ativista ameaçam causar crise política na Índia
17 de agosto de 2011 13h31

A prisão do ativista anticorrupção Anna Hazare vem causando uma onda de protestos na Índia que ameaça causar uma crise política no país.

O ativista de 74 anos de idade está em greve de fome desde terça-feira, quando foi preso junto a 1,2 mil de seus simpatizantes por supostamente descumprir regras impostas para seu protesto contra a nova proposta de lei anticorrupção apoiada pelo governo, mas considerada falha pelos manifestantes.

Nesta quarta-feira, milhares de pessoas se aglomeraram nos arredores da prisão Tihar em Nova Déli, onde Anna está preso, portando bandeiras da Índia e gritando slogans contra a corrupção.

O correspondente da BBC no local Sanjoy Majumder diz que as ruas próximas da prisão estão cheias de manifestantes com ânimos exaltadas dispostos a persuadir o governo a libertar Hazare.

Há relatos de grandes manifestações em outras cidades indianas como Mumbai e Bangalore e no Estado de Assam.

Advogados da Suprema Corte do país anunciaram que vão fazer uma passeata de apoio a Hazare. Condutores de riquixás motorizado, pequenos veículos de transporte de passageiros, entraram em greve.

Proposta

Hazare recusou uma oferta feita pelas autoridades para sua liberação, dizendo que permanece na prisão a menos que possa retomar a greve de fome pela mudança na lei.

Em abril, ele interrompeu outra greve de fome de quatro dias contra a corrupção quando o governo o convidou para participar da formulação de uma lei para combater o problema.

O governo aceitou 34 dos 40 pontos propostos por Hazare.

O ativista, no entanto, critica a exclusão do primeiro-ministro, juízes e parlamentares como eventuais alvos de investigação por parte do ombudsman, cargo que será criado para investigar a corrupção no país.

Problema político

Falando ao Parlamento nesta quarta-feira, o premiê indiano, Manmohan Singh, criticou o uso da greve de fome, disse que a forma de protestar de Hazare seria “totalmente equivocada” e que representa uma ameaça ao governo que ele tem como obrigação proteger.

“Reconheço que Anna Hazare possa ser inspirado por altos ideais. Mas o caminho que ele escolheu para impor um projeto de lei ao Parlamento é totalmente equivocado e repleto de graves consequências para nossa democracia parlamentar”, disse Singh.

“Os que acreditam que apenas sua voz representa a vontade de 1,2 bilhão de pessoas devem refletir sobre essa posição.”

“Eles devem deixar que os representantes eleitos pela população façam seu trabalho. Diferenças de opinião devem ser resolvidas por meio do diálogo e consenso.”

O discurso do premiê foi constantemente interrompido por oposicionistas com gritos de “vergonha”.

Correspondentes dizem que é possível que os eventos deflagrem uma prolongada queda de braço entre governo e oposição.

Um estudo recente indica que a corrupção na terceira maior economia asiática custa bilhões de dólares para a Índia e ameaça frear o crescimento do país.

 (TERRA, VIA BBC)

Isso é que é GAFE. Veja essa diplomata dizendo que, sem banho, fica suja e escura igual às pessoas que a ouviam

http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticia/

Diplomata dos EUA causa revolta na Índia após dizer: ‘sem banho eu fico suja e escura como vocês’

 Maureen Chao, vice-cônsul dos Estados Unidos no estado indiano de Tamil Nadu, provocou uma crise diplomática após afirmar em uma escola de Chennai, capital do estado, que a falta de banho havia deixado a pele dela “suja e escura”, como a dos indianos. Políticos locais pediram pelo afastamento imediato de Chao do consulado.

Divulgação

Chao, vicê-cônsul dos EUA em Tamil Nadu

“Eu estava em uma viagem de trem de 24 horas de Nova Déli até Orissa [estado indiano localizado junto ao Golfo de Bengala]. No entanto, após 72 horas, o trem ainda não havia chegado ao seu destino…e minha pele ficou suja e escura como a de vocês”, afirmou a diplomata, às gargalhadas, para uma classe de aula cheia de crianças.

Após o incidente, que provocou revolta na cidade, de acordo com o jornal local Hindustan Times, o consulado pediu desculpas por Chao por meio de um comunicado: “a Senhora Chao fez um comentário inapropriado. Ela se arrepende profundamente caso ele tenha ofendido alguém, pois essa não foi sua intenção”.