Orgulho das amigas Teresa Ribeiro e Liana John. Supermulheres e uma grande turma de escola!

1.

Teresa Ribeiro

A Teresa Ribeiro avisa do lançamento de seu trabalho. Agora, foi para Maceió, onde lançará o livro junto com o Fernando Morais:

 ‘Biografia, o jornalismo literário de Fernando Morais’ na Bienal do livro de maceió, dia 28. Lembram daquela tese de doutorado?Pois é, virou livro. Quando o lançamento em Sampa tiver data eu aviso…

 

 

Liana John - (foto facebook)

2. LIANA JOHN – PREMIADA

Liana John vence Prêmio Jornalistas&Cia/HSBC

 O trabalho premiado chama-se Plantadores de Florestas – histórias de gente dedicada à recuperação das matas brasileiras, veiculado no site da National Geographic Brasil, no portal Abril.com.  O prêmio será entregue na próxima quarta feira, dia 26 de outubro, na EcoHouse, em São Paulo

 São Paulo (SP) – A jornalista ambiental Liana John é a ganhadora do Prêmio Jornalistas&Cia/HSBC de Imprensa e Sustentabilidade, na categoria Mídia Nacional – Internet. O trabalho premiado chama-se Plantadores de Florestas – histórias de gente dedicada à recuperação das matas brasileiras, veiculado no site da National Geographic Brasil, no portal Abril.com.

O prêmio será entregue na próxima quarta feira, dia 26 de outubro, na EcoHouse, em São Paulo. Como os demais agraciados do segmento Mídia Nacional, Liana receberá troféu, certificado e R$ 10.000,00. E ainda concorre ao Grande Prêmio, cumulativo, que só será anunciado durante o evento.

 Liana conta como surgiu a ideia do especial premiado: “Vivemos num Brasil em que a questão ambiental central é evitar o desmatamento. Tanto na Mata Atlântica – cuja situação crítica não admite a queda de nem mais uma árvore – como na Mata Mista de Araucária, no Cerrado, no Pantanal, nas matas ciliares de todo o país e mesmo na Amazônia, que para alguns ainda parece infinita, mas está longe disso.

 Essa mulherada é demais!

e isso é que é ‘TURMA DE ESCOLA”

Nossa turminha de escola. Aqui só tem gente legal. Inclusive…eu!

Quer saber tudo sobre anjos? Amanhã tem programa. Vá conhecer a Mirna Grzich

 PARA VOCÊ SE PROGRAMAR, COM ANJOS

A editora Lua de Papel lança nesta terça-feira, dia 12/04, a partir das 18h30, o livro “Anjos”, de Mirna A.Grzich. Depois de 15 anos, os anjos voltam a visitar as livrarias. O sucesso na literatura fantástica, presente em diversos livros, levou a Editora Lua de Papel a apostar no retorno dos Anjos fora da ficção. Eles estão o tempo todo ao nosso redor, e percorrem a história a ponto de serem registrados nos mais importantes eventos. Com este livro você vai aprender tudo sobre os Anjos. O evento será seguido por uma sessão de autógrafos com a autora.

             Sobre o livro, da minha antiga e grande amiga MIRNA:

Anjos 

Tudo que você queria saber para entrar em contato agora

 Retranca:  Depois de 15 anos, os anjos voltam a visitar as livrarias. Atualmente o sucesso na ficção fantástica, presente em diversos livros, levou a Editora Lua de Papel a apostar no retorno dos Anjos fora da ficção.

 

Bem-vindo ao mundo dos Anjos! Eles estão o tempo todo ao nosso redor, e percorrem a história a ponto de serem registrados nos mais importantes eventos. Eles estão bem aí a seu lado. Que sejamos capazes de percebê-los, ouvir seus sinais e, agradecidos, fazer bom uso deles. Com este livro você vai aprender tudo sobre os Anjos.

 Mirna A. Grzich, foi responsável pela mega-coleção sobre o assunto na década de 90 que vendeu mais de 2 milhões de exemplares. Produziu o programa de rádio Música da Nova Era e a revista Meditação. Nesta versão atualizada Mirna escreveu capítulos que vão da presença dos anjos na história e nas artes até registros mais recentes e mostra como entrar em contato e captar suas orientações no dia-a-dia.

 

Pratique os ensinamentos e depois relaxe e se distraia. Quando você menos esperar, vai sentir a presença dos anjos a seu lado, num sonho ou numa intuição. Afinal, eles nunca se afastaram, mesmo nos piores momentos. Os anjos estão nos chamando agora para esse processo de ascensão e integração de saberes universais, como num elevador, esperando que todos entrem para subirmos juntos na grande espiral da consciência, em direção a uma civilização de paz, verdade e sabedoria.

 

Abra o seu coração e entre em contato com os Anjos!

Sobre a autora: MIRNA A . G R ZICH é comunicadora na área da consciência e da espiritualidade no Brasil há 20 anos. Criou o programa de rádio Música da Nova Era, a coleção Anjos na Editora Três e a revista Meditação. Em suas palestras e workshops nos incita a meditar, a melhorar nossa qualidade de vida, utilizando a voz, mensagens e a música a serviço da elevação do nível de consciência. Mirna sempre esteve em contato com os Anjos.

Eu indico:Luis Mir lança O paciente, sobre o caso Tancredo Neves, amanhã, em São Paulo. Aí você vai ficar sabendo tudo, e que ele não precisava ter sido operado, nem morrido. A morte que mudou o caminho do país.

Lembro-me, como se fosse hoje, dos angustiantes dias de março e abril de 1985,  na cobertura, em frente ao Incor. Contra tudo e contra todos. Estava no Jornal da Tarde.

LEIA ESSE RESUMO, FEITO PELO PRÓPRIO AUTOR

 Tancredo Neves poderia ter tomado posse. E por uma série de equívocos diagnósticos e cirúrgicos, todos primários, foi mal diagnosticado, mal operado, mal acompanhado. Tudo o que está publicado no livro está lastreado nos prontuários do Hospital de Base de Brasília e do Incor. 

O diagnóstico primário de uma apendicite aguda com abscesso e suspeita de peritonite feito no exame de ultrassom no Centro Radiológico Sul era totalmente equivocado. O que se via na ecografia era um tumor, com necrose, gás e líquido. Era um caso para uma cirurgia programada, eletiva. Não havia risco de vida, não havia urgência, deveriam ter  entrado a partir do dia 13 de março com uma antibioticoterapia para combater a bacterimia, identificar o foco infeccioso, e prepará-lo bem para a cirurgia.

 Operado no  início da madrugada do dia 15 de março, quando abriram o abdômen do Presidente o que encontraram foi um tumor intestinal – leiomiossarcoma – pediculado, pendurado, no íleo terminal. Não havia peritonite, não havia líquidos na cavidade abdominal, não havia hemorragia, não havia obstrução. E começa o desastre. Ao invés de ser retirado o tumor com uma ressecção segmentar, como já preconizava a literatura e a técnica mais adequada à epoca, o cirurgião opta por uma ressecção em cunha, em V. O que provocou que o paciente babasse (sangrasse gota a gota) na linha de sutura da anastomose desde o primeiro momento. Em uma área hipervascularizada como aquela onde estava o tumor, ele deveria ter feito uma enteroctomia ampliada, de grandes margens, ter removido todo o mesentério adjacente e amarrado os vasos na linha de sutura. O que determinou a morte do Presidente Tancredo Neves: enterorragia decorrente de um erro técnico na sutura da primeira cirurgia – não era um divertículo, era um leiomiossarcoma.

 Repito, não se poderia fazer a ressecção em cunha. É uma técnica de escolha completamente equivocada para esse caso. Ele sangrou desde o primeiro momento e isso explica porque o intestino não voltou a funcionar (por hipoperfusão tecidual). Determinou as complicações que o levariam à morte.

 Perdemos todos.

                                                                                                                                           Luís Mir

Lalá Aranha lança livro: aproveite e tome as cápsulas de seu ensinamento em RP

Lalá

é uma lenda

no nosso meio.

Lalá Aranha: tudo o que eu for falar dela será pouco diante da admiração e respeito que por ela mantenho, desde que a conheci, em 1990 e pedrinhas.

Tive a honra de por ela ser chefiada. De ter ganho sua confiança e, creio, também o seu respeito.

É doido saber que agora ela vai ensinar por livro um pouco do que aprendi apenas olhando para ela, observando seus movimentos contidos e elegantes.

Eu e Celsinho Barata, o outro diretor, a chamávamos de mamãe, de madame, lá na AAB, Hill and Knowlton do Brasil, onde trabalhamos, junto da Standard, Ogilvy & Mather, do Ronald Assumpção, do Faveco, de toda uma lista de craques.

Ela nos olhava com ar de preocupação e depois sorria.

Sabia tudo, mesmo que não soubesse nada. Nunca a vi dar o braço a torcer. Mas a carinha de muxoxo a denunciava. Não, naquele momento não sabia.

Mas daqui a alguns minutos, ela chegava, munida, e dava o show.

Lembro-me e tenho saudades dela, que agora vive no Rio de Janeiro. Tenho saudade de ver seus modos clássicos, seus modelos clássicos que adorava herdar – era dia de festa quando ela aparecia com uma malinha de roupinhas e coisinhas, que até hoje tenho e uso – às vezes até para me inspirar em reuniões mais importantes ( ela não sabe disso).

ôba, vou encontrá-la na semana que vem!

marli gonçalves

Não deixe de ver o convite do post anterior.