#ADEHOJE – GOTAS SALGADAS DO TSUNAMI

#ADEHOJE – GOTAS SALGADAS DO TSUNAMI

 

SÓ UM MINUTO – Continuam as movimentações da maré do tsunami para cima do Bolsonaro e que ele está fazendo de um tudo para se desviar. E quanto mais ele se mexe, mais piora. Agora incentiva a participação em uma passeata no próximo Domingo, 26. Ele acredita que é em seu apoio, mas é perigosa, e mais uma sucessão de equívocos de pequenos grupos extremistas de direita, Querem acabar com o STF, instância garantidora da democracia. Vocês não têm noção de quem são e como são esses influenciadores… Não é por menos que mais do que um tsunami, o Brasil vive em tremores. Hoje o dólar já ultrapassa 4 reais e dez centavos!

O vaivém continua na reforma da Previdência. Texto paralelo vem e vai.

No mais, Estadão fala de uma pesquisa, acreditem, que liga Bolsonaro à luta contra Satanás! Haja obscurantismo!

E tem a história do Lula apaixonado ♥ que vai casar. Era o que faltava para ocupar os espaços da loucura nacional.

Crivella diz que protestos são porque Dilma é mulher, por machismo.Socorro! Emque mundo esses caras estão vivendo, pelo amor de Deus!

feliz dia, chefeEvangélico, ministro Crivella atribui onda de protestos a machismo

CATIA SEABRA
VALDO CRUZ
DE BRASÍLIA

Evangélico, o ministro da Pesca, Marcelo Crivella, surpreendeu colegas de Esplanada ao apontar o machismo como origem dos protestos de rua pelo país.

Na segunda-feira, durante reunião ministerial na Granja do Torto, Crivella expôs sua opinião diante da presidente Dilma Rousseff: os manifestantes, avalia, foram às ruas porque ela é mulher.

Ainda segundo relato de participantes, a presidente não reagiu à avaliação. Ela foi bem dura, porém, ao responder aos comentários do ministro Moreira Franco (Aviação Civil) sobre o impacto da inflação no ânimo do brasileiro. Segundo participantes, Dilma disse que Moreira não tinha entendido a exposição feita minutos antes pelo presidente do Banco Central, Alexandre Tombini.

Ministros de Dilma Rousseff criticaram, diante dela, as previsões “otimistas” da equipe econômica e a falta de medidas concretas para responder à onda de protestos.

A presidente foi enfática também em defesa da ministra Helena Chagas (Comunicação). Foram feitas críticas à comunicação do governo, que teria falhado, na avaliação de ministros, na divulgação de ações positivas do Palácio do Planalto.

“A gente não resolve problema só no gogó”, disse a presidente, segundo participantes, pedindo para que os ministros cumprissem seu papel.

Após ouvir avaliações negativas de seus próprios ministros, Dilma cobrou maior efetividade de sua equipe, afirmando que têm de dar começo e fim a suas tarefas.

“É preciso entregar” ações à população, reagiu, rebatendo as críticas à comunicação de seu governo.

Durante a reunião, Moreira Franco (Aviação Civil) queixou-se das avaliações de Mantega e Tombini indicando que a inflação estava em queda. Ele afirmou que a percepção das pessoas é que, ao irem ao supermercado, o dinheiro já não compra o mesmo do que no ano passado.

Moreira reagiu ainda ao pedido de Tombini para que explicassem bem a trajetória da inflação, que no acumulado de doze meses ficará acima da meta (6,5%) em junho, mas terá uma tendência de queda.

O ministro afirmou que esse “é um problema político, não de comunicação”.

Dilma alegou, em resposta, que a inflação está caindo mensalmente. “O povo não faz compras vendo um gráfico. Mas sente no bolso”, argumentou Moreira, segundo relato de participantes.
A reunião foi marcada por dissonância entre equipe econômica e demais ministros. Remanescente da equipe do ex-presidente Lula, Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência) foi o primeiro a lançar dúvidas sobre as previsões feitas por Miriam Belchior (Planejamento) e pela chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann.

Segundo presentes, Carvalho argumentou que não haveria manifestações se tudo estivesse “cor-de-rosa”. O ministro Paulo Bernardo (Comunicação) disse, segundo participantes, que o momento exigia um autocrítica, enquanto José Eduardo Cardozo (Justiça) sugeriu uma análise da origem do movimento.

Ainda segundo participantes, Dilma cobrou objetivamente os ministros César Borges (Transportes) e Fernando Bezerra (Integração), avisando que será mais dura na cobrança no acompanhamento do trabalho dos ministros.

Horas antes, num momento de ausência da presidente, Cesar Borges usou uma música ao comentar a exposição de Belchior.

“De que me vale tudo isso se você não está aqui?”, afirmou, numa referência à música de Roberto Carlos.

Procurado pela Folha, Borges disse, por intermédio da assessoria, que não se lembrava dessa intervenção, descrita por quatro ministros que participaram da reunião.

 

FONTE: FOLHA SP/UOL

E já que falávamos de imprensa. O povo enlouqueceu? Festejam que um jornal lá de lá “ultrapassou” a Folha de S. Paulo

ESSA NOTÍCIA FOI PUBLICADA NO SITE COMUNIQUE-SE,VOLTADO A JORNALISTAS.

VOU TER DE SER A SINCERA:

NUNCA TINHA OUVIDO FALAR NO TAL SUPER NOTÍCIA.

 

 

Super Notícia passa a Folha e editor acredita que jornal possa crescer ainda mais

Izabela Vasconcelos

O editor do jornal Super Notícia, Rogério Maurício, comemora o fato de o veículo fechar 2010 como o periódico de maior circulação do Brasil, à frente da Folha de S.Paulo, que liderou o ranking por 24 anos, mas acredita que o jornal mineiro ainda possa crescer mais. “Num mercado como o nosso, numa cidade grande, ainda temos espaço para crescer ainda mais”, afirmou. O jornal, que custa R$ 0,25, registrou média diária de circulação de 295.701 exemplares, contra 294.498 da Folha.

Para Rogério, o crescimento da classe C impulsionou as vendas do jornal popular. “Nossos leitores não migraram de outro jornal para o nosso. É um novo mercado leitor. São pessoas que nunca leram jornal e encontram o Super Notícia em padarias, mercearias e bancas”, explica.

Outro fato que pode ter incrementando as vendas foi o lançamento da revista Super TV, que circula às quintas-feiras com o jornal. A revista, com uma tiragem de 100 mil exemplares, é vendida por R$ 0,75 e foi lançada no dia 16 de setembro de 2010.

A Redação do Super Notícia é formada por cerca de 20 jornalistas, mas um número grande de profissionais de O Tempo e O Tempo Online colaboram com o jornal mineiro, num trabalho integrado.

O principal concorrente do Super Notícia é o Aqui MG, dos Diários Associados, que aparece na 27º posição do ranking, com 41.539 exemplares.