#ADEHOJE – Morte de Boechat uniu pontas desfiadas há anos

#ADEHOJE – Morte de Boechat uniu pontas desfiadas há anos

 

SÓ UM MINUTOBoechat ficaria orgulhoso em ver a união de todos em torno de seu nome e do jornalismo nacional.

O JORNALISMO NACIONAL ESTÁ HÁ MUITO TEMPO ACUADO, ATACADO, VILIPENDIADO, DESPRESTIGIADO. De repente, a morte de um de seus principais expoentes, Ricardo Boechat, um dos mais duros e diretos defensores de direitos, de justiça, e uma praga contra políticos corruptos, foi o que uniu a todos. Pena que mais uma vez na tristeza. Pelo menos nessas primeiras 24 horas não houve direita ou esquerda – houve a tristeza pela perda de um voz que sabia como ninguém falar ao povo. As ondas do rádio serenaram. O noticiário de tevê ficou sombreado.

RIP Leon Cakoff. Perde o cinema. Perde São Paulo. Perde o Brasil. Perde, perde, só andamos perdendo.

FONTE: UOL

Crítico Leon Cakoff morre aos 63 anos em SP

DE SÃO PAULO

O crítico Leon Cakoff, fundador da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, morreu hoje, às 13h, no hospital São José, em São Paulo. Ele tinha 63 anos e, desde dezembro do ano passado, lutava contra um câncer –um melanoma que originou metástase, chegando ao cérebro.

O velório será realizado no MIS (Museu da Imagem e do Som, av. Europa, 158, SP, tel. 0/xx/11/2117-4777) a partir das 17h. O corpo será cremado no sábado (15), às 12h, no Memorial Parque Paulista (R. Dr. Jorge Balduzzi, 520), em Embu das Artes.

Nascido Leon Chadarevian em Alepo, na Síria, Cakoff chegou ao Brasil aos oito anos. Adotou o sobrenome Cakoff como pseudônimo, após ter um artigo de jornal censurado pelo próprio veículo, durante a ditadura.

Começou a carreira de crítico de cinema aos 19 anos, escrevendo para o “Diário da Noite” e o “Diário de São Paulo”, dos Diários Associados.

Em 1971, com US$ 300 e uma passagem permutada, viajou ao Festival de Cannes e começou a pensar numa maneira de levar filmes de fora do circuito para o Brasil. Em 1974, foi para o departamento de cinema do Masp, onde três anos depois criaria a 1ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, que chega agora a sua 35ª edição.

Cakoff integrou a equipe de articulistas da Folha entre 1996 e 2000, ano em que se tornou colaborador do jornal “Valor Econômico”. Desde agosto era colunista da Folha.com.

Ele deixa a mulher, Renata de Almeida, com quem teve Tiago e Jonas; e também Laura e Pedro, filhos de seu primeiro casamento, com Vera Lucia Caldas.

FILMES

Em 1999, Cakoff dirigiu, em parceria com Renata, o filme “Volte Sempre, Abbas”, sobre a vinda do cineasta iraniano Abbas Kiarostami a São Paulo para integrar o júri da 22ª Mostra. Também com Renata, organizou “Bem-vindo a São Paulo” (2004), filme composto por 17 episódios sobre a cidade de São Paulo filmados por vários cineastas, como o israelense Amos Gitai, o alemão Wolfgang Petersen, o japonês Yoshida e o próprio casal organizador da Mostra.

O último projeto de Leon Cakoff foi o longa “Mundo Invisível”, com episódios de cineastas como Wim Wenders e Atom Egoyan, que filmou a volta de Cakoff à terra de seus pais, na Armênia.

Morreu a mãe de Erenice Guerra. E ela está abandonada. Se ela falasse…

Fiquei sabendo há pouco, ao ler a coluna de Claudio Humberto, que publicou duas notas hoje, que trago para você:

( MAS ISSO É COISA SÉRIA. NOSSOS SENTIMENTOS. REALMENTE DEVE ESTAR SENDO DIFÍCIL PARA ELA SEGURAR ESSA BARRA)

Poço de mágoas

Ontem, no enterro da mãe, falecida aos 81, a ex-ministra da Casa Civil Erenice Guerra estava muito abatida. E magoada com a ausência de ex-colegas do governo e o mal que o escândalo fez à sua família.

Mãe de Erenice enterrada em Taguatinga

Raimunda Carvalho, mãe da ex-ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, morreu na manhã desta quinta (18) aos 81 anos, em Brasília. Ela sofria de problemas cardíacos e se recuperava de uma cirurgia no coração. A sra. Raimunda estava internada e sofreu uma parada cardíaca na noite de ontem (17) por volta das 22h. Erenice acompanhou o velório, em Taguatinga. O corpo foi sepultado no final da tarde. Aproximadamente 60 pessoas acompanharam o enterro.

http://www.claudiohumberto.com.br/principal/index.php