Viram essa pesquisa, seus pequenos cérebros?

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Uso regular de maconha diminui o tamanho do cérebro, diz pesquisa

(FONTE – VEJA ONLINE)

Estudo constatou que fumar a droga por mais de seis anos diminui o cérebro e o QI, mas aumenta a conectividade cerebral

Os pesquisadores verificaram que, quanto mais cedo se começa o consumo regular de maconha, maior é a sua interferência na estrutura e no funcionamento do cérebro (David Bebber/Reuters/VEJA)

Fumar maconha por mais de seis anos pode causar anormalidades no funcionamento e na estrutura do cérebro. O efeito, porém, depende da idade em que a pessoa começou a fumar a droga. Essa é a conclusão de uma pesquisa publicada nesta segunda-feira no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).

CONHEÇA A PESQUISA

Título original: Long-term effects of marijuana use on the brain

Onde foi divulgada: periódico PNAS

Quem fez: Aabenhus R, Jensen J-US, Jørgensen KJ, Hróbjartsson A e Bjerrum L.

Instituição: Universidade do Texas, nos Estados Unidos.

Resultado: Usuários crônicos de maconha têm QI e volume do cérebro menores do que não usuários, mas apresentam uma conectividade cerebral maior.

“Desde 2007 há um crescimento no número de usuários de maconha. Apesar das mudanças na legislação de alguns estados dos Estados Unidos sobre a droga, ainda são escassas as pesquisas sobre seus efeitos a longo prazo”, diz Francesca Filbey, coautora do estudo e professora da Faculdade de Comportamento e Ciências do Cérebro da Universidade do Texas, nos Estados Unidos.

Testes – Participaram da pesquisa 48 usuários adultos e 62 não usuários, separados conforme sexo, idade e etnia. Todos foram submetidos exames de ressonância magnética e a testes cognitivos. Tabagismo e consumo de álcool foram levados em consideração para a análise dos resultados.

Os pesquisadores concluíram que os usuários de maconha têm um menor volume cerebral numa parte do cérebro associada ao vício, o córtex orbitofrontal, mas maior conectividade cerebral do que as pessoas que não fumam a droga. Nos testes cognitivos, os usuários de maconha demonstraram menor QI. Os estudiosos, entretanto, não associaram esse resultado ao menor volume cerebral.

Idade — Foi verificado também que, quanto mais cedo começa o consumo regular de maconha, maior é a sua interferência na estrutura e no funcionamento do cérebro. “Esse efeito começa depois de seis a oito anos de uso contínuo. Porém, usuários de maconha continuam a exibir conectividade cerebral mais intensa do que os não usuários”, diz Francesca.

De acordo com os autores, o consumo crônico da erva faz com que os neurônios dos usuários se adaptem à diminuição do volume cerebral. Eles alertam, no entanto, que são precisos outros estudos para determinar se essa mudança é reversível e se ela acontece, também, em usuários ocasionais da droga.

voce me faz perder a cabeça

Seu Sarney quer dar o nome de Romeu Tuma ao Aeroporto de Congonhas. Era o que faltava. Vai se catar! Vai procurar o que fazer e quem homenagear!

Essa não!

Leia a nota que o Lauro Jardim, da coluna Radar, publicou ontem. Caramba! sai para lá? Quem precisa rebatizar Congonhas? Muito menos com o nome de políticos como Tuma?

Gente, vamos fazer listas de prioridades e sugestões de trabalho para esse povo?

 

 

Sarney também quer rebatizar Congonhas

João Bittar (DEM-MG) não estava sozinho quando teve a ideia de rebatizar Congonhas (leia mais em Novo Nome). No começo de agosto, José Sarney também apresentou proposta para dar o nome de um político ao principal aeroporto do país. Ao contrário de Bittar, que pensou em Freitas Nobre, Sarney quer que Congonhas passe a se chamar “Aeroporto de Congonhas – Senador Romeu Tuma”. Diz Sarney:

– É com emoção que tomo a iniciativa de oferecer esse preito a Romeu Tuma, na certeza de que o povo de São Paulo receberá com imensa satisfação a manifestação do Congresso em favor de um dos mais brilhantes