#ADEHOJE – LIBEREM REMÉDIOS FORTES PARA OS “OLAVADOS” TAMBÉM.

#ADEHOJE – LIBEREM REMÉDIOS FORTES PARA OS “OLAVADOS” TAMBÉM.

 

SÓ UM MINUTO – Anvisa autoriza registro e produção de remédio à base de maconha no Brasil. Ufa, finalmente uma decisão importante. Mas é preciso pedir remédios fortes também para os desorientados que estão sendo postos em lugares-chave da Cultura nacional. O presidente da Funarte já disse que o rock pode ser abortivo, que os Beatles são demoníacos, entre outras sandices. O presidente da Biblioteca Nacional, acreditem, já associou, em 2017, Caetano Veloso, Legião Urbana e Gabriel O Pensador ao analfabetismo. Socorro! Alguém medique esses caras! Ou pelo menos nos livrem deles, esses seguidores do Olavo de Carvalho. Os cérebros deles estão olavados.

A regulamentação dos remédios com base no canabidiol ocorrerá em 90 dias e a medicação só poderá ser comprada em farmácias, com receita médica.

Ah, na área de Educação: Brasil cai em ranking mundial de ciências e matemática e empaca em leitura.

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Vejam que interessante e civilizado esse material vindo de uma empresa de Cannabis, legal, com capital aberto, nos EUA

Medical Marijuana Inc. anuncia Raul Elizalde como Presidente da HempMeds® América Latina

Executivo ocupava o cargo de presidente da HempMeds México

SAN DIEGO, CA – fevereiro de 2018 A Medical Marijuana, Inc. (OTC: MJNA), a primeira empresa de cannabis de capital aberto nos Estados Unidos, anuncia que Raul Elizalde, presidente da subsidiária HempMeds® México, foi promovido a presidente da empresa na América Latina.

Elizalde, que ingressou na Medical Marijuana, Inc. e HempMeds® no México, em junho de 2017 sempre foi um defensor ativo de cannabis medicinal, resultado de sua luta para obter acesso ao óleo de cânhamo CBD para sua filha Grace, que sofre de epilepsia. A luta de Elizalde levou à legalização da cannabis medicinal no México.

“Estamos orgulhosos das muitas realizações de Raul ao longo dos últimos seis meses e sentimos que era hora de lhe dar mais responsabilidade à medida que nossas operações globais continuam expandindo rapidamente”, disse Dr. Stuart Titus, CEO da Medical Marijuana, Inc. “Desde que se juntou à nossa organização, Raul não só nos ajudou a crescer no próspero mercado mexicano, mas também tem sido uma voz global que auxilia a companhia a divulgar a importância de o CDB ser considerado um suplemento que pode proporcionar benefícios terapêuticos a pessoas de todo o mundo. ”

“Tenho a honra de fazer parte da principal empresa de cannabis e espero uma expansão agressiva da nossa empresa em toda a América Latina”, diz o presidente da HempMeds®, América Latina, Raul Elizalde.

Em novembro de 2017, Elizalde foi convidado a fazer uma palestra na Organização Mundial da Saúde no Comitê de Especialistas sobre Dependência de Drogas em Genebra, na Suíça. Lá, ele apresentou evidências de que o cannabidiol (CBD) não é psicoativo e não tem efeitos colaterais, o que levou o Comitê a não incluir o CBD como uma droga.

Elizalde também é o fundador da organização sem fins lucrativos Por Grace Foundation, que tem como objetivo garantir a famílias o direito à assistência médica e o acesso ao óleo de cânhamo da CBD e a defender a legalização da maconha medicinal no México.

Sobre a Medical Marijuana, Inc.

A Medical Marijuana, Inc. (OTC PINK: MJNA) é a primeira empresa de Cannabis publicamente negociada nos Estados Unidos. A missão da empresa é ser a principal inovadora da indústria de cânhamo. A Medical Marijuana, Inc. (OTC PINK: MJNA) utiliza sua equipe de profissionais para fornecer, avaliar e comprar empresas e produtos de valor agregado, permitindo-lhes manter a sua integridade e espírito empreendedor. Trabalha para conscientizar a indústria, desenvolver negócios ecologicamente corretos e economicamente sustentáveis, aumentando o valor para o acionista. Está empenhada em fornecer consistentemente os produtos de óleo de cânhamo CBD da mais alta qualidade no mercado. Informações complementares sobre o portfólio de empresas e investimentos da Medical Marijuana, Inc., estão disponíveis no site www.medicalmarijuanainc.com.

Sobre a HempMeds® Brasil

A HempMeds® Brasil foi a primeira empresa a receber aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para importação de um produto à base de canabidiol, substância derivada do cânhamo, planta do gênero Cannabis. Atualmente, está autorizada a fornecer seus produtos, que auxiliam no controle de doenças como epilepsia, Parkinson, dor crônica e esclerose múltipla, sob prescrição médica. Para essas indicações, os produtos podem ser subsidiados pelo governo brasileiro. A HempMeds® Brasil trabalha em aprovações adicionais para outras indicações. Sobre a HempMeds® Brasil e todos os seus produtos com óleo natural de cânhamo: http://www.hempmeds.com.br.

Divulgação Legal

A Medical Marijuana Inc. não vende ou distribui quaisquer produtos que violem a Lei de Substâncias Controladas dos Estados Unidos (US.CSA). Estas empresas produzem, vendem e distribuem produtos à base de cânhamo e estão envolvidas com a distribuição federalmente legal de produtos médicos à base de maconha em determinados mercados internacionais. O canabidiol é um componente natural do óleo de cânhamo.

FONTE: ASSESSORIA DE IMPRENSA

Para sua agenda, digamos, cultural: “Exposição – A História da Cannabis”. Para maiores de 18 anos

MARIJU MARIJUA Exposição conta história da maconha com coleção de museu holandês

DO UOL/FOLHA SP – DE SÃO PAULO

A partir do dia 13 de maio, uma exposição em São Paulo vai contar a história da maconha.

Restrita a maiores de 18 anos, a mostra “A História da Cannabis: Uma planta proibida” terá ilustrações, fotos e objetos da coleção do Hash Marihuana & Hemp Museum, museu dedicado ao tema em Amsterdã.

As peças ficarão em exibição até o dia 4 de julho na Matilha Cultural, na região central da cidade.

A história da Cannabispopulação

 

Folheto de propaganda da cannabis medicinal integra a mostra sobre a planta

O visitante poderá ver embalagens antigas e receitas de remédios a base de cannabis do século 19, além de cordas, tecidos antigos e novos e bioplástico produzido com fibra de cânhamo.

De acordo com a organização do evento, nenhum objeto contém THC, princípio ativo da maconha e a importação foi feita de acordo com as exigências da Receita Federal.

A exposição terá também painéis abordarão o assunto pelos aspectos medicinal, histórico/cultural, industrial e falaram da proibição do uso da maconha.

A programação da mostra inclui ainda a exibição de filmes e documentários relacionados ao tema e um ciclo de debates sobre maconha, saúde e modelos de regulamentação.

MARIA História da Cannabis: Uma Planta Proibida
Matilha Cultural: R. Rego Freitas, 542, Centro, São Paulo, tel. 0/xx/11/3256-2636.
De 13/5, às 19h, a 4/7. Ter. a dom., das 14h às 22h.
Entrada gratuita e restrita para maiores de 18 anos. Documento de identidade obrigatório.
www.matilhacultural.com.br

MARI SOL

Cultura Canábica é muito bom!Marcha da Maconha lança revista “Sem Semente”

Marcha da maconha em SP terá lançamento de revista especializada


Nº 1 inclui receita de ‘space brownie’ e foto de modelo regando ‘plantinha’.
Editores negam apologia e se dizem preparados para eventual processo.

 Capa Revista SemSemente (Foto: Reprodução) 

Capa da revista ‘SemSemente’ (Foto: Reprodução).
Discussão sobre descriminalização, uma receita de bolo cujo principal ingrediente é a “mantegonha” e até um ensaio fotográfico de modelo regando uma “plantinha” recheiam a primeira edição da revista especializada em maconha “SemSemente”, que deve ser lançada neste sábado (19), em São Paulo.
 
Segundo os editores, trata-se da primeira publicação do tipo no Brasil. Em outros países, revistas de “cultura canábica” já existem há pelo menos 35 anos.
 
A “SemSemente” tem 64 páginas coloridas que tratam da maconha sob os mais variados pontos de vista. Os temas abordados incluem a história de um doente de câncer que se beneficiou da planta para fins terapêuticos, uma entrevista com um integrante da banda Cypress Hill, além dos 10 anos da Marcha da Maconha no Brasil.
 
A tiragem é de 10 mil exemplares, segundo informa o diretor de arte William Lantelme. Mas imprimir as cópias não foi tão fácil. A primeira gráfica que aceitou o serviço acabou desistindo na última hora, com medo de ser corresponsabilizada pelo conteúdo. Por isso, o lançamento teve de ser adiado para este sábado, durante a Marcha da Maconha, marcada para começar às 13h na Avenida Paulista.
 
Anunciantes

Entre os anunciantes da publicação, de acordo com o diretor de arte (o G1 não teve acesso à edição inteira), há diferentes empresas “desse mercado”, como tabacarias, bancos de sementes e lojas de cultivo – “nada ilegal”, diz Lantelme.
Ensaio revista SemSemente (Foto: Reprodução) 
Além de reportagens e entrevistas, a revista traz
também um ensaio com uma moça
regando uma ‘plantinha’. (Foto: Reprodução)
O presidente da Comissão de Estudos sobre Educação e Prevenção de Drogas e Afins da Ordem dos Advogados do Brasil em São Paulo, Cid Vieira de Souza Filho, acredita que não deve haver problemas jurídicos com a revista, já que a decisão do STF (Superior Tribunal Federal), de junho do ano passado, autorizando a realização das marchas da maconha em todo o país, sinalizou que a manifestação em favor da descriminalização dessa droga, ainda que por meio de uma publicação, é permitida no contexto da liberdade de expressão.
 
“Claro que, dependendo do conteúdo, pode ser que o Ministério Público tome alguma providência para eventualmente apurar se isso seria apologia”, explica.
 
Os autores da revista se dizem preparados para uma possível polêmica após o lançamento. 
 
“Não estamos incitando [o uso de maconha], estamos promovendo um debate”, afirma Lantelme.
 
Matias Maxx, editor da “SemSemente”, também diz não fazer apologia ao consumo de drogas, mas se diz pronto caso isso venha a ser questionado. “Temos nosso setor jurídico, e quem vai ter que decidir isso vai ser o juiz”, afirma.
 
FONTE: Dennis Barbosa Do G1, em São Paulo

Do iG, sobre inflação da maria joana, no Rio. Completando: usuários “não identificados” de SP dizem que por aqui está pela “hora da morte”…

Preço da maconha no Rio contraria economia e não sobe

Lei da oferta e da procura não vigora no mercado de drogas da zona sul do Rio, apesar de polícia ter tomado as últimas duas favelas sem UPP da área

Raphael Gomide, iG Rio de Janeiro |

Foto: Raphael Gomide
Ocupação da Rocinha não afetou o preço da maconha no asfalto

A ocupação das favelas da Rocinha e do Vidigal pela polícia, em novembro de 2011, não afetou o preço da maconha comprada no “asfalto” da zona sul. Era dessas duas comunidades que vinha a maior parte da droga comprada por consumidores de classe média da área nobre do Rio.

Rocinha e Vidigal, até então dominadas pelo tráfico, remanesciam até novembro como as duas únicas comunidades sob controle do crime desde o início do programa das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). O Vidigal recebeu uma UPP este mês; a da Rocinha está prevista para março.

Curiosamente, porém, o mercado parece ignorar e contrariar uma dos mais conhecidos conceitos da economia, a lei da oferta e da procura. Com menos oferta disponível e de fácil acesso e a mesma demanda, seria natural imaginar que o preço da droga dispararia. Não foi o que ocorreu, como o iG apurou, com usuários frequentes, policiais e especialistas no tema.

“Não teve diferença, nenhuma alteração de preço. Não houve aumento nem impacto da ocupação da Rocinha”, afirmou um consumidor habitual de maconha, que pediu para não ser identificado.
O “peso” de 25 gramas de erva prensada, medida padrão da venda de maconha, sai, em média, por R$ 150 – em alguns lugares, varia de R$ 100, R$ 130 a até R$ 200, dependendo da qualidade. Também é vendida a droga em tabletes de 50 gramas.

Diferentemente do morro, onde a maconha é vendida em quantidades pequenas para consumo imediato – em sacos plásticos a R$ 1, R$ 2, R$ 5, R$ 10 e R$ 15 –, na “pista” os compradores optam por adquirir quantidades maiores, que garantem mais tempo de consumo e diminuem as ocasiões e riscos de uma “dura” da polícia.

“Delivery” de droga é prioridade da Polícia Civil

 

Foto: Fabrizia Granatieri
 
Sobre a mesa, 112 kg de maconha apreendidos na Rocinha após a ocupação, em novembro

O comércio ilegal no “asfalto” tem diversas modalidades, mas a predominante é a do “delivery”, em que o comprador encomenda a droga ao vendedor por telefone e é combinado o ponto de encontro para a entrega. Pontos de aglomeração de gente, como o Baixo Gávea e a Lapa, por exemplo, também muitas vezes funcionam para aqueles que não tem o contato de traficantes “delivery”.

Para a delegada da Polícia Civil Valéria de Aragão Sádio, que assumiu recentemente a chefia da DCOD (Delegacia de Combate às Drogas), esse tipo de tráfico “é uma prioridade”. “É muito importante (combater). Com as UPPs, o tráfico tende a ir para o asfalto. Vamos precisar atuar mais na área de inteligência. Vou bater em cima disso e de drogas sintéticas”, disse Valéria, que conta com uma equipe de 58 policiais.

Na opinião de um usuário entrevistado, se a polícia de fato priorizar o vendedor do “asfalto”, isso se refletirá em um aumento no preço. Ele contou ter um amigo que continua a comprar a droga diretamente na Rocinha, mesmo dois meses após a ocupação. “Ainda há o tráfico local, obviamente discreto. O preço é um terço do que se paga na rua. Quem não conhecia antes (da ocupação) talvez não encontre a droga lá, mas quem já era antigo comprador já tem os caminhos, não perde o fio da meada.”

 

Foto: Agência OGlobo Ampliar

Bope apreendeu 176 armas na Rocinha

A maior parte dos fornecedores da “pista” compra a droga em favelas, de acordo com um experiente investigador que atuou em inúmeras operações de repressão a traficantes do “asfalto”.

Esses criminosos são, em geral, homens de classe média, entre 20 e 40 anos, moram sozinhos e tem carro ou moto, usados para o transporte do seu produto ilegal. Em sua tese de mestrado na UFRJ, “Fazendo o doze na pista: um estudo do mercado ilegal de drogas na classe média”, a pesquisadora Carolina Grillo conta que esses vendedores atuam desarmados e baseados em suas relações pessoais.

Frequentemente começam na atividade ilegal porque tem “contexto” – contato – com um traficante e veem a oportunidade de lucrar com o intermédio para conhecidos.

Sem o controle territorial de favela e a proteção das armas, porém, esses traficantes são mais vulneráveis às investidas policiais. “Se grampear o telefone dele, está ‘morto’. Tem de dar essa sorte. Tem cara que envereda por isso e entrega ‘bagulho’ o dia inteiro”, contou o inspetor. Segundo ele, muitas vezes quem delata o telefone do comerciante é o pai de algum cliente, inconformado com o vício do filho.

Maconha do asfalto é de melhor qualidade

 

Foto: Agência O Globo Ampliar

UPP do Vidigal, inaugurada em janeiro

 

Na opinião de um policial civil, as UPPs dificultaram o negócio da droga nas favelas, uma vez que a presença da PM nas comunidades obriga os traficantes a agir de forma muito mais discreta, para evitar o flagrante.

Antes, os criminosos não se preocupavam em se esconder e circulavam livremente com armas e drogas. As “bocas de fumo” ficavam em lugares visíveis e de fácil acesso, como espécie de lojas, justamente para atrair os consumidores eventuais.

Como a Secretaria de Segurança admite, as UPPs não acabaram com a venda de drogas, mas eliminaram o tráfico ostensivamente armado.

Evidentemente, porém, as apreensões de drogas na Rocinha – ao menos 138kg de maconha, 196kg de cocaína, e 60kg de pasta base – e de armas – 176, sendo 73 fuzis – e a presença ostensiva e permanente da PM nessas áreas desencoraja criminosos a agir, reduzindo assim substancialmente a droga nos morros.

 

Foto: Anderson Ramos Ampliar

Drogas apreendidas na operação da Rocinha

Para Carolina Grillo, o consumidor de varejo nas favelas, em quantidade menor, não é o mesmo dos traficantes de classe média.

Em sua opinião, “os clientes dissuadidos de ir à favela (pela presença de UPPs) tenderiam a recrutar mais ‘aviões’ para subir até a boca por eles, como mototáxis, guardadores de carro, prostitutas, ou migrar para os chamados ‘esticas’ de boca de fumo, em bares do asfalto, e pontos mais ou menos identificáveis que funcionam na ‘pista’”.

Refrigerante refrescante, de cannabis. Em breve, nos EUA.

DO UOL e FOLHA.COM

Refrigerante de maconha será vendido nos EUA no próximo mês

 DE SÃO PAULO

Um refrigerante de maconha, o “Canna Cola”, estará nas lojas do Estado americano de Colorado em fevereiro. Cada garrafa custará entre US$ 10 e US$ 15 e terá entre 35 e 65 miligramas de THC (tetrahidrocanabinol), o principal ingrediente psicoativo do cannabis, o gênero botânico utilizado para produzir haxixe e maconha.

As informações foram publicadas na revista americana “Time”.

São 15 os Estados americanos onde o uso da maconha para fins medicinais é legal. No entanto, as condições para sua legalidade mudam de um lugar para o outro, e maconha, independentemente do propósito, continua sendo ilegal pelas leis federais.

Há um projeto de lei no Congresso assinado pela senadora Dianne Feinstein, conhecido como “Brownie Law”, aprovado pelo Senado no ano passado. A proposta é aumentar as penas para os que fazem produtos que misturem maconha com “algo doce”.

  Drinkcannacola/Divulgação  
Garrafas do refrigerante de maconha que serão vendidas a partir de fevereiro nos EUA
Garrafas do refrigerante de maconha que serão vendidas a partir de fevereiro nos EUA

O criador do “Canna Cola” é o empresário Clay Butler, que assegura que nunca fumou maconha e que elaborou a bebida por “acreditar que os adultos têm o direito de pensar, comer, fumar, ingerir ou vestir o que quiserem”, disse em entrevista à publicação “Santa Cruz Sentinel”.

Além do sabor de cola, serão lançados, ao mesmo tempo, o de limão chamado “Sour Diesel”, o de uva de nome “Grape Ape”, o de laranja “Orange Kush” e, por fim, o inspirado na popular bebida Dr. Pepper, o “Doc Weed”.

De acordo com Scott Riddell, criador da empresa que comercializará a bebida, os níveis de THC em “Canna Cola” serão menores que os de outras bebidas do mesmo tipo que já estão no mercado. O efeito no organismo é similar ao de uma “cerveja suave”.

http://www1.folha.uol.com.br/mundo/866184-refrigerante-de-maconha-sera-vendido-nos-eua-no-proximo-mes.shtml

Glub, Glub, Glub