Embaixador Bustani foi o primeiro da Opaq, que ganhou o Nobel da Paz deste ano

Nobel da Paz

0014Brasileiro foi o primeiro diretor da Opaq, ganhadora do Nobel da Paz

Embaixador foi destituído por pressão dos EUA, porque agia de forma independente

embaixador bustani 2

Bustani enfrentou os EUA, por isso caiu.

O embaixador brasileiro José Maria Bustani foi o primeiro diretor-geral da Opaq (Organização para a Proscrição das Armas Químicas) entidade das Nações Unidas contemplada pelo Prêmio Nobel da Paz, nesta sexta-feira. Bustani foi eleito para o cargo por unanimidade no ano 2000, quando FHC era presidente do Brasil, e ficou no carg até ser destituído, em 2002. Ele saiu da Opaq porque seu comportamento independente não interessava aos Estados Unidos, inventores e donos dos maiores depósitos de armas químicas do planeta.

No auge da pressão contra a Opaq, Bustani demitiu um funcionário de nacionalidade norte-americana, suspeito de estar muito mais preocupado em zelar pelos interesses do governo dos Estados Unidos do que pelos da organização para a qual trabalhava. Esse episódio foi a gota d’água que transbordou, deflagrando a crise que levou Washington a pedir sua cabeça.

Em entrevista à BBC Brasil em julho de 2002, Bustani acusou os Estados Unidos de promover um esvaziamento da entidade e de proteger os países ricos com grandes indústrias químicas, concentrando suas inspeções no Hemisfério Sul, onde as empresas químicas não são tão importantes.

0005FONTE: DIÁRIO DO PODER

Minhas andanças por aí. Zélio, autografando. Embaixador Bustani tocando piano em concerto…

Ontem tive uma noite animada.

Fui ver meu querido Zélio que lançou ZÉLIO -50 ANOS DE UMA AVENTURA VISUAL, na Livraria Cultura.

O livro é bárbaro, o Zélio é bárbaro. Toda a família do Zélio ( CIÇA, ANA, PEDRO, FERNANDO) é bárbara. No momento que passei por lá destaco a presença do… Ziraldo, do Ricardo Kotscho, do Eduardo Fracalanza, da Alice Carta, do Cláudio Tozzi, do Pedro Alves Pinto; não vi o Fernando Alves Pinto, o filho ator. Não pude esperar a chegada do músico  Antonio Pinto que há muito não vejo, nem da Daniela Thomas.

Morram de inveja:

Meu autógrafo. vejam que delícia. Tenho uma obra particular em meu livro.

De lá saí ventando para assistir, vejam que chique, o embaixador do Brasil na França, José Mauricio Bustani, como solista ao piano de um concerto maravilhoso da Orquestra Sinfônica da USP, OSUSP. Sob a regência da maestrina Ligia Amadio.

No programa, Beethoven e Ravel, que acabei por conhecer uma valsa maravilhosa, muito além do Bolero.

Gente, vou falar: o embaixador toca maravilhosamente. Não é para menos. Sabem onde ele costuma, digamos, ensaiar? Com o amigo Arthur Moreira Lima, outro que sabe das coisas.

Quero aproveitar para destacar que fiquei fascinada pela maestrina Ligia Amadio, que não conhecia. Uma figura, meio Merryl Streep, com  presença eletrizante de palco e de batuta. Apareceu num longo negro fascinante, com transparências e chamas negras nas costas transparentes.

Estavam lá ambém, claro, já que a festa era deles, os reitores das universidades de São Paulo.  João Grandino Rodas, da USP, o anfitrião.  Tive a impressão de ter visto o Marco Aurélio Garcia, mas aí a gente nã precisa falar muito, né?

Parabéns, embaixador!

Parabéns, Lígia!

( e vou dizer: meu lugar na platéia era especialmente privilegiado)
Não deu para fazer fotos, desculpem. Mas aqui vai o ticket de entrada