Notícia de última hora, da Monica Bergamo: 100 manifestantes na casa do Haddad?

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@monicabergamo 4 min Cem manifestantes na porta da casa de Haddad, infos que circulam na prefeitura neste momento 

COLUNISTA MONICA BERGAMO AGORA MESMO, NO TWITTER

e pelo que acompanho, em BH a coisa não está muito bonita também, desandou Animated Gif Fire (101)

Nossa! Fátima Bernardes deixando o Jornal Nacional? É o que Monica Bergamo tenta apurar. E o Bonner?

Fátima Bernardes deve deixar o “Jornal Nacional”

MÔNICA BERGAMO
COLUNISTA DA FOLHA

A apresentadora Fátima Bernardes, 49, deve deixar a bancada do “Jornal Nacional”. A Folha apurou que ela alega cansaço na função. O anúncio pode ser feito em breve.

Procurado, o diretor da Central Globo de Jornalismo, Ali Kamel, disse em um primeiro momento que não estava ouvindo direito a ligação.

Em seguida, sua secretária ligou para a reportagem. Disse que ele estava numa reunião com a cúpula da empresa e que, por isso, não poderia conversar.

O diretor da Central Globo de Comunicação, Luis Erlanger, também não retornou os telefonemas. Seu secretário disse que ele estava em um compromisso importante e, por isso, incomunicável.

Fátima Bernardes entrou para a TV Globo em 1987. Ela passou pelo “RJTV”, “Jornal da Globo” e “Fantástico” antes de assumir o “Jornal Nacional”, em 1998, ao lado de seu marido, William Bonner, 48. Ela substituiu Lillian Witte Fibe na bancada.

Fátima e Bonner são pais dos trigêmos Vinícius, Beatriz e Laura, que nasceram em 1997.

  João Miguel Júnior/TV Globo  
Os jornalistas William Bonner e Fátima Bernardes, apresentadores do "Jornal Nacional", da TV Globo
Os jornalistas William Bonner e Fátima Bernardes, apresentadores do “Jornal Nacional”, da TV Globo

O “Jornal Nacional” entrou no ar em 1969 com Hilton Gomes e Cid Moreira. Em 1972, Sérgio Chapelin passou a dividir a bancada com Moreira. A dupla comandou o programa durante 11 anos.

Em 1983, Celso Freitas substituiu Chapelin e formou dupla com Cid Moreira por seis anos, até a volta de Chapelin ao “JN”. Em 1996, começaram a comandar o jornal William Bonner e Lillian Witte Fibe.

CONTINUA NO       http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/1014723-fatima-bernardes-deve-deixar-o-jornal-nacional.shtml

 

eu achei esse vídeo na internet. TIRA O SOM porque a musiquinha é horrorosa.

Monica Bergamo publica que Giannecchini está com câncer. O diagnóstico de linfoma do tipo não Hodgkin -um tumor que atinge os gânglios linfáticos. Vamos começar uma torcida para que ele se recupere? Chamada geral.

Reynaldo Gianecchini recebe diagnóstico de tumor nos gânglios

FONTE: UOL E FOLHA.COM
MÔNICA BERGAMO
COLUNISTA DA FOLHA
LÍGIA MESQUITA
DIÓGENES CAMPANHA
DA COLUNA MÔNICA BERGAMO
O ator Reynaldo Gianecchini, 38, recebeu diagnóstico de linfoma do tipo não Hodgkin --um tumor que atinge os gânglios linfáticos. Ele está internado no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

Gianecchini fez uma cirurgia de hérnia inguinal há cerca de um mês. Após o procedimento, teve uma reação infecciosa na perna e uma outra reação, alérgica. Como os gânglios não diminuíam, os médicos começaram uma investigação profunda sobre o que estaria acontecendo.

Internado há uma semana, ele aguardava os resultados dos exames. Ele mantém contato com amigos pela internet e comunicou há pouco, por e-mail, o diagnóstico.

O parecer inicial da equipe médica é que o ator está com um linfoma.

O Sírio-Libanês soltará uma nota sobre o estado do ator ainda nesta quarta (10).

Gianecchini estava atualmente em cartaz em São Paulo com a peça “Cruel”, na qual contracenava com Erik Marmo. O espetáculo estreou em junho e estava previsto para ficar em cartaz até outubro, mas foi suspenso esta semana.

Bolsonaro tem saudades e boas lembranças. Veja como em uma pequena nota de jornal a gente descobre “tanto” sobre certos personagens

(nota da Coluna Monica Bergamo de hoje, na Folha de S. Paulo)

MEMÓRIA

Em entrevista à revista “Playboy”, o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) relata em detalhes o diálogo que teve com seu médico, José Carlos, quando fez exame de próstata pela primeira vez. “Não senti nada. Quer dizer, senti aquele dedo entrando e vi que ele tinha umas unhas grandes. “Pô, Zé! Que unhão, hein?”. E ele falou: “Ah, o rabo não é o meu! É que eu toco cavaquinho”, relembra o parlamentar. “Pelo fato de ser militar da reserva, nós somos, confesso, machistas.”