Nota Abraji – Morre Santiago, o cinegrafista que virou símbolo dos ataques à imprensa. Vamos guerrear contra isso. Contra todos os lados que não querem a liberdade.

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Abraji lamenta morte de cinegrafista atingido por rojão durante protesto 

A Abraji lamenta a morte cerebral do cinegrafista Santiago Ilídio Andrade confirmada nesta segunda-feira (10.fev.2013) e se solidariza com familiares, amigos e colegas do profissional. Santiago foi ferido na cabeça por um rojão na noite de quinta-feira (6.fev.2014). Ele cobria uma manifestação, na região central do Rio de Janeiro, contra aumento das passagens de ônibus. A investigação da polícia aponta manifestantes como os responsáveis pela compra e disparo do rojão.

É o primeiro caso fatal envolvendo jornalistas atacados durante os protestos de rua, mas os incidentes têm se multiplicado. Desde junho de 2013, a Abraji alerta para a escalada de violência e violações contra profissionais da imprensa. Desde que esta onda de protestos começou até o anúncio da morte de Santiago Ilídio Andrade, houve 117 casos de agressão, hostilidade – tanto por manifestantes quanto por policiais – ou detenção de jornalistas.

A violência sistemática contra profissionais da imprensa constitui atentado à liberdade de expressão. É preciso que o Estado (Executivo e Judiciário) identifique, julgue e puna os responsáveis pelos ataques.

Diretoria da Abraji, 10 de fevereiro de 2013

http://www.abraji.org.br/?id=90&id_noticia=2729

Alerta geral sobre o perigo das lajes. Veja que númers impressionantes e os cuidados, principalmente com as crianças

Queda de laje mata 1 pessoa a cada 3 dias em SP

 

Especialista faz alerta especial em relação a crianças, que utilizam o pavimento superior das casas para brincar e empinar pipas

 Levantamento da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo aponta que uma pessoa morre a cada três dias por queda de laje no Estado de São Paulo.

Somente no ano de 2011, foram registradas 2.649 internações causadas por quedas acidentais de estruturas como lajes, balcões ou sacadas, muros, telhados e torres. Desse total, 136 pessoas morreram. No total as internações custaram R$ 3,2 milhões ao Sistema Único de Saúde (SUS) paulista.

Segundo a cirurgiã-geral Silvana Nigro, gerente do pronto-socorro do hospital estadual do Mandaqui e médica do Grupo de Resgate e Atendimento a Urgências da Secretaria (Grau), as quedas acidentais de laje ocorrem, principalmente, pela ausência de uma estrutura de proteção nesses pavimentos superiores.

“Muitas famílias constroem as lajes em suas residências para usarem como área de recreação e lazer ou mesmo como local para armazenarem mobílias e outros objetos, mas se esquecem de adicionarem um muro de tijolos ou mesmo uma grade como forma de proteção da área e evitar acidentes. Isso também propicia alto risco de choques elétricos,  já que, dependendo da altura das lajes, os moradores podem ficar mais próximos aos fios de energia”, diz Silvana Nigro.

A médica também faz uma alerta para esse tipo de acidente  com crianças, que utilizam as lajes para brincadeiras com bola ou pipas, especialmente em finais de semana e feriados.

“As quedas em laje podem provocar desde lesões mais leves, como escoriações e contusões, até fraturas de membros superiores e inferiores, lesões de coluna, traumatismos de tórax, abdômen e crânio”, ressalta Silvana.

Em casos de quedas em lajes, a cirurgiã dá as seguintes recomendações:

– A primeira medida é tentar manter a vítima calma e imobilizada segurando cuidadosamente sua cabeça para que ela não movimente a região do pescoço.

– Ligar para o serviço de resgate o mais rápido possível e informar com precisão o endereço no qual o acidentado se encontra, além de passar informações como a altura da queda e o estado da vítima, se há alguma fratura exposta ou sangramento e se ela está ou não consciente.

– Aguardar o socorro no local e evitar movimentar os membros da vítima, assim como manipular sangue ou outros tipos de secreções.

FONTE: Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo

Assessoria de Imprensa

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