Atenção! MTST, MPM, MLP e outros “M” fazem várias manifestações amanhã em São Paulo. As informações são deles próprios, fonte direta. E vem mais por aí.

manifPREPAREM-SE!

Amanhã vai ter protestos pela cidade de São Paulo…

https://issuu.com/mtsemteto/docs/cartilhacopasempovofinal?e=0

A Resistência Urbana, frente que inclui o MTST, MPM, MLP e outros movimentos, iniciará a Campanha COPA SEM POVO, TÔ NA RUA DE NOVO amanhã em São Paulo e outras cidades do país.

Esta Campanha realizará uma série de manifestações populares nas próximas semanas até a Copa. As pautas e propostas estão no Manifesto em anexo.

A Ocupação Copa do Povo em Itaquera participará também desta jornada.

Amanhã ( 8 de maio) realizaremos grandes manifestações em empresas que mais lucraram com o dinheiro público jogado na Copa do Mundo: As grandes construtoras, em particular aquelas que abocanharam os recursos da construção e reforma de estádios.

O MST e outra organizações sociais também participarão de parte da atividade.

Pontos de Concentração:
1. Metrô Butantã – 9hs
2. Estação CPTM Berrini – 9hs
3. Praça do Ciclista – 9hs

0001( FONTE – ASSESSORIA DE IMPRENSA DO RESISTÊNCIA URBANA)

Veja nota. ABRAJI faz nova contagem. São 19 os sacos de pancada jornalistas, agredidos pela PM sábado passado. 19! Deixa o carnaval passar…

japanflagAbraji atualiza levantamento de agressões e detenções de jornalistas durante protesto em São Paulo 

Novos casos confirmados pela Abraji aumentam para 19 o número de jornalistas agredidos ou detidos no sábado (22.jan.2014) durante protesto em São Paulo. Além dos profissionais mencionados em nota emitida na última segunda-feira (24.jan.2014), cinco repórteres relataram ter sofrido agressões.

Mário Bentes (Jornal GGN) foi atingido por estilhaços de bomba de efeito moral; Nelson Antoine (Foto Arena) e Adriano Conter (VejaSP) foram agredidos nas costas com golpes de cassetete. Antoine teve ainda uma das lentes de sua câmera quebrada. Diógenes Muniz (VejaSP) foi ferido na mão por um golpe de cassetete enquanto filmava a detenção de um manifestante. Aloísio Maurício (Brazil Photo Press) foi agredido com uma voadora e jogado ao chão por policiais e detido temporariamente. Todos estavam identificados como profissionais da imprensa a serviço.

Desde junho de 2013, foram registrados 68 casos de agressões a jornalistas nas cobertura de manifestações na capital paulista. Dentre os 68 casos, 62 (91%) partiram da polícia. Desses 62, pelo menos 36 (58%) foram deliberados – ocorreram apesar de o profissional estar identificado como imprensa. A planilha com os dados completos pode ser baixada neste link.

Brasil

Em todo o país, desde junho de 2013, a Abraji registrou 138 casos de agressão, hostilidade ou detenção de jornalistas enquanto cobriam protestos. Destes, 79% foram cometidos pela polícia; 19% partiram de manifestantes e o restante foi causado por guardas municipais e segurança privado.

http://www.abraji.org.br/?id=90&id_noticia=2760

Copa, mas eles acham que estão, sei lá, na cozinha deles. Veja esse absurdo abuso da Adidas

Camiseta vendida nos EUA usa apelo sexual vinculado à Copa no Brasil

  • Em uma das peças, um coração foi estilizado para parecer com as nádegas com um biquini fio dental

Evandro Éboli

Publicado: 24/02/14 – 12h00
Atualizado: 24/02/14 – 20h10
Uma das camisas vendidas em São Francisco com apelo sexual vinculado à Copa Foto: Flávia Pierry / O Globo
Uma das camisas vendidas em São Francisco com apelo sexual vinculado à Copa Flávia Pierry / O Globo

SÃO FRANCISCO, EUA – Camisetas alusivas à Copa do Mundo no Brasil com apelo sexual estão sendo vendidas em lojas da Adidas nos Estados Unidos. Na cidade de San Francisco, na Califórnia, uma loja de produtos da marca no Shopping Westfield, exibia a coleção de camisetas que faz referência às mulheres brasileiras.

Em uma das camisetas, um coração foi estilizado para parecer com as nádegas com um biquíni fio dental. Outra mostra uma mulher voluptuosa de biquíni com o Pão de Açúcar ao fundo. Em cima da imagem o seguinte texto: “Looking to score”, um jogo de palavras sobre fazer gols e pegar garotas, com a expressão usada em inglês em referência ao sexo.

As camisetas são vendidas por US$ 25 no modelo masculino e US$ 22 no feminino. Um vendedor da loja afirmou que as camisetas da coleção têm bastante saída, em especial as que mostram a logomarca oficial da Fifa. Questionado se a mensagem nas camisetas incitava o turismo sexual, o vendedor disse que não tinha notado que a estampa tinha conteúdo desse tipo. Ele contou que as duas camisetas fazem parte da coleção que estaria sendo vendida em todas as lojas da Adidas.

A notícia causou indignação no presidente da Empresa Brasileira de Turismo (Embratur), Flávio Dino, que reagiu com veemência à revelação de que a Adidas fabrica e comercializa camisetas vinculando a Copa do Mundo no Brasil a apelos sexuais.

– Não aceitaremos que a Copa seja usada para práticas ilegais, como o chamado turismo sexual. Exigimos que a Adidas ponha fim à comercialização desses produtos – disse Flávio Dino, que continuou. – Lembramos que no Brasil há leis duras para reprimir abusos sexuais e as polícias irão atuar nesses casos no território nacional. O povo brasileiro é acolhedor e temos certeza de que aqueles que nos visitarão irão respeitar o Brasil – afirmou o presidente da Embratur em nota.

O presidente da Embratur informou também que vai trabalhar para que as camisas vendidas nos Estados Unidos sejam recolhidas do comércio.

Por sua vez, a secretária de Enfrentamento à Violência da Secretaria de Políticas Para Mulheres, Aparecida Gonçalves, criticou o comércio de camisetas com apelo sexual e afirmou que não retrata o Brasil de hoje.

– Achei uma campanha (da Adidas) complicada. Para não dizer outra coisa. O legado que o Brasil tem para as mulheres não é esse. Estamos num país em que, efetivamente, as mulheres estão tendo mais acesso e lutando por igualdade. Não vamos aceitar esse tipo de propaganda da Adidas nos Estados Unidos. É inadmissível. Avançamos quando elegemos uma presidente da República mulher, temos partidos políticos que discutem paridade entre homem e mulher no Parlamento; mulheres que estão no mercado de trabalho ocupando espaço nas empresas, que são grandes empresárias, grandes executivas – disse Aparecida Gonçalves.

A secretária afirmou que o ministério discutirá que medidas deve adotar nesse episódio. – Amanhã (terça) possivelmente teremos uma conversa com a Ouvidoria da secretaria para que possamos pensar alternativas, como falar com o Itamaraty e com o Ministério do Turismo.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/esportes/camiseta-vendida-nos-eua-usa-apelo-sexual-vinculado-copa-no-brasil-11696324#ixzz2uLiFRfiV