Lula, o filhote do Brasil, foi muito bem bancado. Vejam só! Série de notas da Coluna de Cláudio Humberto, no Diário do Poder

casal no cinemaEnrolados na Lava Jato bancaram filme de Lula
A devoção de empreiteiras ao ex-presidente Lula coincide com o início do “petrolão” em seu governo. Enquanto montavam os esquemas revelados pela Operação Lava Jato, Odebrecht, OAS, Camargo Corrêa e Estre Ambiental financiavam “Lula, o filho do Brasil”, filme de 2010 que bajula o político do PT. E faturariam mais de R$ 6,8 bilhões entre 2004 e 2015 na era Dilma, segundo o Portal da Transparência.

Retorno garantido
A empresa de Marcelo Odebrecht, preso na Lava Jato, foi a que mais faturou no governo Dilma: quase R$ 3,9 bilhões.
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A Estre Ambiental, uma das patrocinadoras do filme, é acusada de pagar propina de R$1,4 milhão ao ex-diretor Paulo Roberto Costa.
Tem mais
A JBS Friboi, maior financiadora da campanha eleitoral de 2014, e até a EBX, do ex-bilionário Eike Batista, deram dinheiro para o filme.
CENAS DE CINEMANúmero 1
A cervejaria Brahma ajudou a bancar o filma. “Brahma” foi o codinome usado pelo ex-presidente da OAS Leo Pinheiro para se referir a Lula.

Série de notas do Cláudio Humberto. Muito interessantes.

Dilma quer licença
de Lula para
demitir Carvalho

A presidenta Dilma já não suporta a convivência com Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência, mas ainda não o demitiu porque o ministro é uma indicação pessoal do ex-presidente Lula. E espera que Lula a libere para demiti-lo quando julgar conveniente. A informação é de senadores do PT e do PTB com acesso aos gabinetes do Planalto. Ela se queixa de que ele provoca uma crise sempre que abre a boca.

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Preocupações

Gilberto Carvalho e as manifestações de segunda-feira por todo o País foram temas da conversa de Dilma com Lula, ontem, em São Paulo.

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Espião oficial

Ex-chefe do Gabinete Pessoal de Lula, o ministro Gilberto Carvalho é uma espécie de “olhos e ouvidos” do ex-presidente no Planalto.

Pastilha Valda

Após “a voz das ruas”, Dilma torrou R$ 147 mil por hora de voo, mais assessores e seguranças, para ouvir a “voz rouca de Lula” em SP

Bolsonaro tem saudades e boas lembranças. Veja como em uma pequena nota de jornal a gente descobre “tanto” sobre certos personagens

(nota da Coluna Monica Bergamo de hoje, na Folha de S. Paulo)

MEMÓRIA

Em entrevista à revista “Playboy”, o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) relata em detalhes o diálogo que teve com seu médico, José Carlos, quando fez exame de próstata pela primeira vez. “Não senti nada. Quer dizer, senti aquele dedo entrando e vi que ele tinha umas unhas grandes. “Pô, Zé! Que unhão, hein?”. E ele falou: “Ah, o rabo não é o meu! É que eu toco cavaquinho”, relembra o parlamentar. “Pelo fato de ser militar da reserva, nós somos, confesso, machistas.”