Socorro! Conheça ( e tema) o Oropouche, que pode estar disfarçado pela questão da dengue. Borrachudo é um transmissor. De O GLOBO

Vírus transmitido por insetos pode ser confundido com dengue
Cientistas alertam que Oropouche pode causar metade dos casos suspeitos no Brasil

por Ana Lucia Azevedo

A síndrome viral é dolorosa e transmitida por insetos – O Globo

RIO — O véu cobria toda a cabeça da moça. Ela não suportava a luz. Tinha ainda febre, dores pelo corpo. Um final infeliz para as férias numa praia do Nordeste de uma adolescente de Ribeirão Preto, em São Paulo. Chegou ao hospital como um caso de dengue. Saiu com o diagnóstico de febre do Oropouche, uma síndrome viral pouco conhecida, dolorosa e transmitida por insetos. O caso é um dos dois primeiros do Brasil registrados fora da Amazônia e evidencia a necessidade de vigilância sanitária para síndromes virais novas, como o zika, que chegou sem alarde e agora causa epidemia de microcefalia.

INFOGRÁFICO: Vírus Oropouche é misterioso

A febre do Oropouche é pouco conhecida, mas não incomum. Especialistas alertam que ela pode representar até metade dos casos que se pensa serem dengue no Brasil. É mal notificada. O Oropouche causa surtos na Amazônia brasileira, incluindo Maranhão e Tocantins. Com epidemias recentes no Amazonas e no Pará, esta última com 30 mil casos.

Considerado um dos maiores especialistas internacionais no Oropouche, o professor Eurico Arruda, do Departamento de Biologia Celular da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo, destaca que a doença não tem chamado a atenção porque, até agora, tem se limitado à Amazônia, onde vilarejos inteiros adoecem quando acometidos por um surto. Do ribeirinho ao político mais importante, todo mundo fica doente, acrescenta o pesquisador.

— Os médicos precisam estar atentos. E o Brasil necessita desenvolver um protocolo para síndromes virais, e não apenas dengue, zika e chicungunha. Estamos certos que de 40% a 50% dos casos suspeitos de dengue não são de fato dengue. Médicos e população têm que ser alertados — afirma Arruda.

Os casos se contam aos milhares no Brasil.

— Contando todos os casos no Norte, a febre do Oropouche é a segunda febre arboviral mais frequente no Brasil, depois da dengue. Oficialmente, desde os anos 60 já foram registrados mais de 500 mil casos no país. Mas devem ser muito mais, porque casos isolados da doença também ocorrem, e não somente surtos, e estes não são notificados ou publicados. Além disso, muitos casos que se pensa serem dengue são, na verdade, Oropouche — salienta.

Isso acontece por dois motivos, explica Arruda. O primeiro é que muitas vezes o diagnóstico é clínico. E, como a dengue é mais comum, o médico aposta nela. O segundo é que o exame sorológico pode ser positivo para dengue numa pessoa que está com Oropouche. Isso pode manter o Oropouche não reconhecido, observa o geneticista Mariano Zalis, diretor do Laboratório Progenética Pardini, que trabalha no desenvolvimento da aplicação de um teste genético para o zika.

A febre do Oropouche causa sintomas semelhantes aos da dengue e, como esta, não tem tratamento específico. Porém, costuma causar mais dores nos olhos e intensa fotofobia. Que se saiba, o Oropouche não é letal, mas causa de três a cinco dias de intenso sofrimento. É comum também a volta dos sintomas após alguns dias da cura inicial, e em torno de 10% dos pacientes desenvolvem meningite.

O diagnóstico preciso dessas viroses é importante para a saúde pública. Por exemplo, uma vacina contra a dengue não surtirá qualquer efeito contra o Oropouche, e somente a redução de casos suspeitos de dengue não servirá como parâmetro de sua eficácia, pois esses podem ser, por exemplo, devidos ao Oropouche.

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Como dengue, zika e chicungunha, o Oropouche também é uma arbovirose; portanto, transmitido por insetos. Mas, no caso do Oropouche, o principal vetor é o maruim ou borrachudo, que na verdade é uma pequena mosca hematófaga, muito comum em regiões próximas a florestas e manguezais de quase todo o Brasil. São abundantes nas florestas do Rio e nas lagoas da Zona Oeste, por exemplo.

Porém, em testes de laboratório, mosquitos do gênero Aedes se mostraram capazes de transmitir Oropouche, o que só aumenta a necessidade de sua vigilância, destacam cientistas como a professora de Virologia Clarissa Damaso, do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Temos os vírus, os insetos transmissores, os animais hospedeiros, o manejo inadequado das florestas onde estão os micro-organismos e uma população vulnerável. Some-se a isso um fluxo cada vez maior de pessoas entre estados e países. O Brasil tropical da biodiversidade é também a terra da tempestade viral perfeita.

— O zika evidenciou um problema que se arrasta há anos com a dengue. Somos um país tropical, vulnerável à emergência de doenças novas, e precisamos estar o tempo todo alertas a isso. Boa vigilância sanitária é fundamental para evitar a propagação desses vírus. Quando se instalam, é muito difícil erradicá-los — alerta Clarissa, que integra o comitê da OMS de controle dos últimos estoques de varíola (a única doença erradicada no mundo) e faz estudos de biodefesa no Brasil.

Eurico Arruda alerta que há casos de Oropouche adquiridos fora da Amazônia, inclusive no litoral do Nordeste, o que significa que o vírus está circulando em outras regiões brasileiras. No caso específico da moça adquirido numa praia do Nordeste, chamaram a atenção de Eurico Arruda o fato de os testes serem negativos para dengue e de a paciente ter fortíssima dor nos olhos e estar completamente fotofóbica, características marcantes do Oropouche. O diagnóstico de Oropouche foi confirmado, e a paciente ficou bem, mas o caso representa um alerta importante. A dor forte nos olhos é uma característica frequente em vítimas da febre do Oropouche, mas a doença pode surgir sem esse sinal.

— Essas febres costumam ter algumas características mais relevantes, mas elas não são específicas, e não dá para basear o diagnóstico só nisso. Assim, exantema, isto é, manchas avermelhadas costumam acompanhar infecções pelo zika; dores e inchaços nas articulações são marcas de chicungunha e Mayaro; dores nos olhos lembram Oropouche. Mas nenhuma dessas características é obrigatória, e por isso o teste de laboratório é essencial — frisa ele.

Outro sinal de que o vírus circula por outras partes do país, inclusive no Sudeste, foi a descoberta de um pequeno sagui infectado em Arinos, Minas Gerais. O Oropouche foi isolado do sagui pelos pesquisadores Pedro Vasconcelos e Márcio Nunes, ambos do Instituto Evandro Chagas, em Ananindeua, no Pará.

Há pouco estudo sobre o Oropouche, como, aliás, acontece com a maioria das doenças emergentes. Num estudo piloto em Manaus, um grupo com o qual Arruda colabora pode comprovar como a doença é subnotificada.

— O estudo com pacientes de síndromes febris agudas em Manaus, fora de um surto de Oropouche, mostrou que 20% de 631 pacientes com febre e negativos para malária e dengue tinham Oropouche — explica o cientista.

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O impacto socioeconômico é grande.

— A dor nos olhos e nos músculos do corpo é muito forte. A pessoa não suporta a luz e não consegue se levantar da cama. A doença dura em média até cinco dias. E um terço dos pacientes sofre uma recaída dias depois. Veja o peso disso na sociedade, em perda de dias trabalhados — frisa Arruda.

Ele acredita que a febre do Oropouche esteja subnotificada no país. Opinião semelhante tem pesquisadores como Clarissa Damaso.

Dá o dedinho. Dilma não fala mais com Temer…”Tô de mal”

Animated%20Gif%20Children%20(19)FONTE: COLUNA LAURO JARDIM – O GLOBO

Dilma e Temer pararam de se falar

por Guilherme Amado

Dilma Rousseff e Michel TemerDilma Rousseff e Michel Temer | André Coelho

Dilma Rousseff e Michel Temer não se falam há duas semanas.

A situação chegou a tal ponto que, quando alguém menciona o nome do vice perto de Dilma, ela amarra a cara.

Como andam as coisas no Planalto? Você tem de ler essa coluna do jornalista Jorge Moreno, publicada dia 3, sábado passado.

Coluna do jornalista Jorge Bastos Moreno, em O GLOBO, do dia 3 de outubro de 2015

Animated%20Gif%20Children%20(19)Escolinha da professora Dilma
Jorge Bastos Moreno
Reunião da presidente Dilma com 20 governadores, equipe econômica e outros ministros de Estado para discutirem o ajuste fiscal. O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que vinha de uma maratona intensa de trabalho, estava monocórdico.
Mas a maioria, ávida para expor sua ideia, nem reparou. Eis que, de repente, Kátia Abreu descobre que o colega tinha caído em sono profundo.
O ministro parecia estar mais satisfeito nos braços de Morfeu do que na companhia daqueles governadores chatos e pidões, tanto que até esboçava um leve sorriso nos lábios, enquanto dormia.
Desesperada, Kátia lança mão da única arma que vê à sua frente: um prato de azeitonas. Para não desperdiçar alimento, começou a lançar apenas os caroços que tirava da boca e os disparava em direção à testa de Levy, mas estes não alcançavam o alvo. Resolveu então jogar azeitonas inteiras até que uma delas cumpriu o objetivo e Levy acordou assustado.
children_sledDedo no nariz
Esta outra cena, envolvendo também Levy, aconteceu no Palácio do Jaburu. O convidado da vez, um próspero líder oposicionista, sentado entre o ministro da Fazenda e Ricardo Berzoini, passou a se incomodar com os gestos do ministro das Comunicações de, sempre que discordava de Levy, esfregar literalmente o dedo no nariz do colega, aos gritos de: “Quem você pensa que é, Levy?”
De repente, Berzoini deixa a reunião, batendo o pé e sem se despedir de ninguém.
Temer, sem favor, o político mais educado do país hoje, vermelho de vergonha, pede desculpas a Levy:
— Desculpe-me, mas eu não o convidei. Aliás, estranhamente, ele e o Mercadante começaram a aparecer aqui de surpresa, a mando de quem, não sei e nem imagino.
Imagina sim, Temer!
Sem solução
Um governador que esteve recentemente com Dilma Rousseff saiu do palácio impressionado com dois aspectos da fala da presidente.
Primeiro, a maneira desabrida como ela se referiu à possibilidade de impeachment.
Segundo, a admissão sem rodeios da gravidade da crise econômica, em contraste com suas manifestações públicas sobre o assunto.
Dilma chegou a dizer que a situação seria explosiva para qualquer um. “Para mim, para o Temer ou para o Aécio.”
É bem Mercadantechildren6
Para se ter o grau de como anda o relacionamento entre os ministros petistas, basta citar um dos imensos “elogios” que Mercadante tem feito ao seu sucessor, Jaques Wagner, na Casa Civil:
— Não vai dar certo. A Casa Civil é para paulista, não para baianos.
Triste ilusão
Em pelo menos um ponto todas as alas do PMDB concordam: na eventualidade do afastamento de Cunha, o Planalto vai influir muito menos do que imagina na escolha do seu sucessor.
Caiu do céu
De um observador mordaz da cena política brasileira:
“A sorte da Dilma é que o Aécio só faz oposição no horário comercial e de acordo com a agenda do Congresso: de terças às quintas.”
BOY REVIDADúvida atroz
Dilma buscou informações de um ministro do PMDB sobre Pansera, totalmente insegura com a escolha, que ela mesmo reconhecia fraca para o cargo.
— Só uma pessoa pode ajudá-la.
— Quem? O Eduardo Cunha?
— Não, presidenta, o Pezão! Cunha é dono!
Sincericídio
Mercadante, cantando de galo para dois petistas:
— Quando descobri que era o Jobim que estava por trás do Lula, liberei a presidente, que não queria minha saída. Falei para ela também que agora que estamos mal na Saúde, com a saída do Chioro, vou levantar a Educação. Além do que terei mais tempo para acompanhá-la em viagens e entrevistas.
Eu corri ao Jobim:
— O senhor andou falando mal do Mercadante?
— Publicamente, não. Eu disse para vários amigos que, botando pedras no caminho do Michel e do PMDB, sua permanência tornou-se insuportável.
— Posso publicar isso?
— Pode, pode!
— E dizer que o senhor falou mal dele, mas só pelas costas?
— Pode, pode!

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Viu o artigo do Chico Buarque defendendo a CENSURA? (é esse o nome que se dá a proibições). E a resposta de O GLOBO

Chico publicou hoje em O GLOBO. Em seguida, a resposta do jornal

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Chico Buarque

Cantor, compositor e escritor

Pensei que o Roberto Carlos tivesse o direito de preservar sua vida pessoal. Parece que não

Pensei que o Roberto Carlos tivesse o direito de preservar sua vida pessoal. Parece que não. Também me disseram que sua biografia é a sincera homenagem de um fã. Lamento pelo autor, que diz ter empenhado 15 anos de sua vida em pesquisas e entrevistas com não sei quantas pessoas, inclusive eu. Só que ele nunca me entrevistou.

O texto de Mário Magalhães sobre o assunto das biografias me sensibilizou. Penso apenas que ele forçou a mão ao sugerir que a lei vigente protege torturadores, assassinos e bandidos em geral. Ele dá como exemplo o Cabo Anselmo, de quem no entanto já foi publicada uma biografia. A história de Consuelo, mulher e vítima do Cabo Anselmo, também está num livro escrito pelo próprio irmão. Por outro lado, graças à lei que a associação de editores quer modificar, Gloria Perez conseguiu recolher das livrarias rapidamente o livro do assassino de sua filha. Da excelente biografia de Carlos Marighella, por Mário Magalhães, ninguém pode dizer que é chapa-branca. Se fosse infamante ou mentirosa, ou mesmo se trouxesse na capa uma imagem degradante do Marighella, poderia ser igualmente embargada, como aliás acontece em qualquer lugar do mundo. Como Mário Magalhães, sou autor da Companhia das Letras e ainda me considero amigo do seu editor Luiz Schwarcz. Mas também estive perto do Garrincha, conheci algumas de suas filhas em Roma. Li que os herdeiros do Garrincha conseguiram uma alta indenização da Companhia das Letras. Não sei quanto foi, mas acho justo.

O biógrafo de Roberto Carlos escreveu anteriormente um livro chamado “Eu não sou cachorro não”. A fim de divulgar seu lançamento, um repórter do “Jornal do Brasil” me procurou para repercutir, como se diz, uma declaração a mim atribuída. Eu teria criticado Caetano e Gil, então no exílio, por denegrirem a imagem do país no exterior. Era impossível eu ter feito tal declaração. O repórter do “JB”, que era também prefaciador do livro, disse que a matéria fora colhida no jornal “Última Hora”, numa edição de 1971. Procurei saber, e a declaração tinha sido de fato publicada numa coluna chamada Escrache. As fontes do biógrafo e pesquisador eram a “Última Hora”, na época ligada aos porões da ditadura, e uma coluna cafajeste chamada Escrache. Que eu fizesse tal declaração, em pleno governo Médici, em entrevista exclusiva para tal coluna de tal jornal, talvez merecesse ser visto com alguma reserva pelo biógrafo e pesquisador. Talvez ele pudesse me consultar a respeito previamente e tirar suas conclusões. Mas só me procuraram quando o livro estava lançado. Se eu processasse o autor e mandasse recolher o livro, diriam que minha honra tem um preço e que virei censor.

Nos anos 70 a TV Globo me proibiu. Foi além da Censura, proibiu por conta própria imagens minhas e qualquer menção ao meu nome. Amanhã a TV Globo pode querer me homenagear. Buscará nos arquivos as minhas imagens mais bonitas. Escolherá as melhores cantoras para cantar minhas músicas. Vai precisar da minha autorização. Se eu não der, serei eu o censor.

deskRESPOSTA DE O GLOBO

Pingo nos iis

O Globo

 

COMO SEMPRE, é o debate que ajuda a formar e qualificar opiniões.

ACONTECE AGORA na polêmica sobre as biografias. E nela, coerentes com a defesa da liberdade de expressão no sentido mais amplo, como estabelece a Constituição, somos a favor do direito de o biógrafo exercer seu trabalho, sem qualquer tipo de censura prévia. Assim como do direito do biografado de apelar à Justiça em busca de qualquer reparo.

LAMENTE-SE, apenas que, nesta saudável discussão, alguns tentem constranger O GLOBO com alusões descabidas.

Precisa dizer mais algo? Celular com as tarifas mais altas: Brasil

tankgirlsodoffBrasil tem tarifa de celular mais cara do mundo

(O Globo)

As tarifas de telefonia móvel cobradas no Brasil são as mais caras do mundo em termos absolutos, segundo estudo divulgado pela União Internacional de Telecomunicações (UIT), órgão ligado às Nações Unidas.

De acordo com o levantamento, que tem como base dados de 2012, o preço por minuto para ligação entre celulares de uma mesma operadora é de 0,71 dólar no Brasil (dados de São Paulo), a mais cara entre os 161 países analisados. Perto do Brasil estão Bélgica e Nova Zelândia, com 0,70 dólar o minuto, e Suíça, com 0,68 dólar. No México e na Argentina, o preço por minuto é de 0,32 dólar, no Peru, de 0,18 dólar, e no Chile, 0,14 dólar.

(…)

Popularidade em baixa. E Dilma reforça a segurança. A dela. Com 737 mil e lá vai pedrada nosso. Trecho de O Globo.

sprmn24Governo reforça segurança da residência oficial de Dilma

  • Instalação de barreiras acionadas por controle remoto no Palácio da Alvorada custou R$ 737,5 mil

FONTE: Luiza Damé, DE O GLOBO

BRASÍLIA — Em tempos de protestos pelo país, a Presidência da República reforçou o sistema de segurança dos acessos ao Palácio da Alvorada, residência oficial da presidente Dilma Rousseff. Barreiras manuais instaladas no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foram substituídas por pinos hidráulicos, acionados por controle remoto. O sistema, que custou R$ 737.500,00, funcionará na portaria principal do Alvorada e nos dois acessos laterais.

Segundo o Gabinete de Segurança Institucional (GSI), “a instalação de pinos hidráulicos reforça a segurança e agiliza a entrada e a saída de veículos no Palácio da Alvorada”. A obra inclui, além da instalação dos pinos hidráulicos, a remoção dos antigos e a restauração do asfalto nas três entradas. A previsão é que fique pronta até a próxima quarta-feira. O controle das pessoas que entram no Palácio continuará sendo feito mediante identificação individual. Ministros, autoridades e convidados da presidente têm de passar pela identificação.

( continua em O GLOBO – mas nem precisa, não é mesmo?)

PREFEITO DÁ UM FORA E TANTO. PELO TWITTER, ABRE CONVERSA NA QUAL MANDAVA SECRETÁRIO…SE DEMITIR…e restam dúvidas sobre o motivo

redes sociais fazendo estrago…

 

Demissão pelo twitter, por Ilimar Franco

NOTA DE Ilimar Franco, O Globo

O prefeito de João Pessoa, Luciano Agra (sem partido), achou que estava mandando uma mensagem reservada, via twitter, para seu secretário, Alexandre Urquiza, sugerindo que ele pedisse demissão. Mas acabou publicando uma mensagem aberta: “Meu filho, entregue o cargo antes que descubram o restante (…) Fique em silêncio que saberemos como lhe recompensar”.