Bem…Digamos que aqui no nosso Brasil isso não possa e nem vá acontecer nem com a presidente nem com o ex. Se forem visitar…

jail 4

Homenagem a um ser que foi massacrado pelos governantes agora, na Austrália/g-20. O Coala, esse herói

TIROU FOTO COM A DILMA, COM O OBAMA, COM A MERKEL. TENTOU FUGIR DOS BRAÇOS HOMOFÓBICOS DO PUTIN. DEVE ESTAR TRAUMATIZADO O COITADINHO

O HERÓI DA SEMANA É O COALA

0021 koala_throwing_boomerang_md_wht nigel-koala-25194 mini_500_157387

ARTIGO – Cartas, bilhetes e recados. Por Marli Gonçalves

postmanVamos lá! Quantas vezes você já não pensou em escrever para alguém uns desaforos? Ou uma carta com tudo o que não teve coragem de dizer pessoalmente? Ou mesmo deixar um bilhetinho grudado na porta, da rua ou da geladeira, com algum galanteio?  

Não é exatamente, mas também não deixam de ser cartas esses artigos que escrevo, prezado leitor/a, com coisas que quero dizer mas como não sei exatamente onde encontrar todos vocês, expresso em textos nos quais acabo incluindo um monte de assuntos que falam da vida, do país, de mim e do que passamos, e que imagino você também. Não escrevo “De” ou “Para”, mas sou a remetente e você nem precisa decorar o CEP para me dizer.

mail_box_post_812ccAliás, elas, as cartas, perderam demais para o tal e-mail, correio eletrônico, SMS, torpedos, recados e outras formas de contato via redes sociais, diretas ou em 140 caracteres, alguns possibilitando até a própria voz. Mas não é igual à carta, que impõe uma distância maior a ser percorrida, uma certa ansiedade de ida e talvez, de volta, como resposta, ou ela mesma, amarfanhada e carimbada, quando não encontra o caminho indicado, o endereçado. Perdemos principalmente a oportunidade de conhecer melhor alguém pela letra; admirando-a ou tentando decifrá-la. Tinha também as cartas feitas na máquina de escrever, “aparelhinho” de batucar as pretinhas, e que muita gente hoje nem conhece mais. Essas também tinham personalidade especial: o papel usado, as teclas quebradas ou que imprimiam diferente, com os erros quase impossíveis de ser apagados com os “branquinhos” , aquela gosminha em pincel que pincelávamos e com a qual tentávamos encobrir os erros, escrever em cima deles. As cartas trazem em si um certo romantismo,com ou sem envelope.th_animatedpostmansmiley[1]

Mas é mais uma coisa que mudou e muito. Às vezes fico vendo os carteiros e penso que eles já foram mais felizes quando imaginavam transportar a tiracolo em suas sacolas muitas e lindas cartas de amor, ou de despedidas, muito além do pacote de contas a pagar ou cobranças das não pagas que entregam hoje, quando até convites já não são mais aqueles que espetávamos nos murais de cortiça. Na boa, nem cartões postais tenho visto muitos, ou melhor, cartões postais, inclusive com publicidade agregada, agora até estão em displays em vários lugares, em profusão. Mas quem os usa? Eu olho e pego só os bonitos que viram quadrinhos que ficam por perto até que eu enjoe deles e os troque. Mas aqueles, típicos, tipo Torre Eiffel, Estátua da Liberdade nem tenho visto – muito menos recebido.

papersEm tempos de Instagram acompanhamos as viagens quase que in loco – agora até com filminhos, e de gente que nem conhecemos pessoalmente. Instantâneos, como tudo agora parece precisar ser. Instantâneo. Só que volátil, constantemente substituído. Ninguém guarda, como fazemos com cartas, ou determinados recados ou bilhetes que, se de amor forem, então, ah, esses ganham até caixinhas, lacinhos, aromas. Lágrimas secas.

Tudo isso digo porque também andei detectando uma nova forma de expressão por aí, inclusive de jornalistas, e que têm feito algum sucesso porque reproduzem exatamente isso: alô você aí, senhor ou senhora importante, eu existo e estou escrevendo para você. Certo que é uma carta aberta, mas a forma é essa, prezados, estimados destinatários. Cartas abertas no caminho.varie_amore_35

Nas últimas semanas encontrei muitas cartas para a Dilma e para o Obama. A primeira com observações para a senhora presidente, tipo não tenta me enganar que eu não gosto, ou contendo alguns detalhes gerais sempre esquecidos no noticiário comum, como as velhas amizades dela, as péssimas escolhas de sua equipe, lembrando-a de fatos e pessoas que certamente ela adoraria poder apagar das nossas memórias. Para o Obama, o que vi foram mensagens até mais bem humoradas, sobre quais seriam as grandes descobertas feitas pela espionagem da agência americana em cima da vida e feitos tanto da nossa presidente como daquele outro que continua como sombra, fazendo com que sejamos o único país do mundo governado por um sistema de governo de dois presidentes, como parece ser, dia e noite. Vi também muita gente brincando de consolá-lo pela ausência e enorme vazio que sentirá, dormindo na pia, com o cancelamento da visita oficial de outubro.

christmas_animated_gifs_38Mas tem outras cartas, a Magna inclusive, a Carta. E esta é uma que vai estar no topo da onda por esses dias quando comemoraremos os 25 anos da Constituinte promulgada em 1988. Uma carta importante, detalhada até demais em alguns pontos, mas que vem sendo rasurada, cortada, rasgada, pisada em alguns momentos sem que muitas vezes a gente se dê conta.

Será que precisaremos reescrevê-la qualquer dia desses?

São Paulo, 2013

Marli Gonçalves é jornalista Também lembro o horror que tinha de receber telegramas que, em geral, não traziam boas notícias. E eram caros. Além do que as frases eram marcadas por duas letras: p e t. Ponto.

********************************************************************
E-mails:
marli@brickmann.com.br
marligo@uol.com.br

Tenho um blog, Marli Gonçalves, divertido e informante ao mesmo tempo, no https://marligo.wordpress.com. Estou no Facebook. E no Twitter @Marligo

cartero-echando-carta

E o genial, sensacional, e etc e tal do Sponholz manda pra gente mais duas charges sensacionais. Nós agradecemos. E brindamos…com pinga!

e o comentário,imperdível: ” Só a Dilma para conseguir presentear Obama com um purinha nacional. OLula achava um desperdício”.

Caçada ao Osama: achei esse relato geral um dos mais interessantes. É do Blog do Gabeira, no Estadão

 

elas procuram o corpinho no mar...

Nos bastidores da caçada a Bin Laden

por Fernando Gabeira

Uma grande equipe do New York Times, liderada por três repórteres, Mark Mazetti, Helene Cooper e Peter Baker, conta hoje a história dos bastidores da ação que matou Bin Laden.

Algumas das minhas dúvidas foram esclarecidas. O microblogueiro paquistanês que contou a história menciona a explosão de um helicóptero e eu não conseguia processar esse dado. As autoridades americanas afirmavam que não houve nem mortos nem feridos entre os mariners que invadiram a casa. Aquela explosão foi provocada pelos próprios norte-americanos porque o helicóptero enguiçou na hora da partida. O raciocínio imediato foi este: é melhor destrui-lo do que deixá-lo para trás.

A longa história da captura de Bin Laden, realmente, começa na prisão de Guantánamo, onde vários detentos mencionaram a existência de um emissário de confiança de Bin Laden. Ouvidos, os lideres mais importantes na prisão disseram que desconheciam o nome . Essa recusa contribuiu para os americanos achassem que estavam numa pista correta.

A CIA começou a interceptar telefonemas e e-mails da família do emissário. Há dois anos, no Paquistão, um funcionário nativo da agência anotou a placa de um Suzuki branco e através dessa pesquisa, as investigações chegaram à casa de Abbuttabad.

Como todas as investigações de longo prazo, houve momentos mais intensos e outros mais frios. As fotos de satélite, uma vez localizada a casa, serviram para determinar o estilo de vida dos ocupantes. Não tinham internet nem telefone, queimavam o próprio lixo.

A primeira dúvida era sobre realizar ou não a captura. Não foi uma decisão linear. Pesava ainda a experiência fracassada na Somália, em 1993, quando dois helicópteros Black Hawks foram derrubados. E também, até meados de abril, a CIA tinha um dos seus quadros preso no Paquistão. Seu nome é Raymond A. Davis e estava detido por abrir fogo contra dois paquistaneses, numa rua movimentada de Lahore. Havia a possibilidade de uma retaliação contra Davis, na prisão. Ele foi libertado em 16 de abril.

Uma vez tomada a decisão de atacar, restavam grandes dúvidas sobre as características da operação. Um dos arquitetos da operação pensou em bombardear o edifício. Fizeram as contas e viram que precisariam de 32 bombas, corriam o risco de abrir uma grande cratera no lugar e jamais encontrar o corpo de Bin Laden.

Havia também a possibilidade de fazer uma blitz junto com as forças paquistanesas. Mas teriam de avisá-los com antecedência, aumentando o risco que a operação vazasse e Bin Laden conseguisse escapar. Isto não significa que o Paquistão não tenha colaborado. No momento exato, apenas os americanos sabiam da operação.

Obama fez várias reuniões secretas e pediu algum tempo para decidir. Finalmente, deu a ordem para o assalto, preferindo-o ao bombardeio. Montou uma sala de situação e mudou a rotina da Casa Branca para que visitantes não percebessem que alguma coisa se passava.

O assalto foi programado para o sábado mas a noite estava nublada. Optou-se pela noite de domingo e os quatro helicópteros partiram de Jalalabad, no lado do Afeganistão, perto da fronteira. No mapa que encontrei no Google, mencionei o aeroporto de Abbuttabad como uma possibilidade de recuo. Mas foi um erro. Dentro do espírito de não comunicar aos paquistaneses, o aeroporto era inútil. Na verdade, o grande problema dos helicópteros era serem confundido pelos paquistaneses e bombardeados como se fossem parte de força inimiga.

Soldados paquistaneses montam guarda na casa de Bin Laden.(AP)

Na sala de situação, com grande estoque da batata frita e soda, Obama e seus assessores acompanharam a operação, desde o momento em que os helicópteros decolaram em Jalalabad. Segundo os assessores, cada minuto parecia um ano. Até que a frase Gerônimo morto em ação foi transmitida. Era o fim da operação, com sucesso total.

http://blogs.estadao.com.br/fernando-gabeira/

URGENTE! ÚLTIMAS NOTÍCIAS! OBAMA DIZ QUE OSAMA JÁ ERA!!!

Osama bin Laden está morto; EUA estão em posse do corpo do terrorista

Do UOL Notícias
O líder da rede terrorista Al Qaeda, Osama bin Lande, está morto e seu corpo foi resgatado por autoridades dos Estados Unidos, informou a rede de televisão CNN no fim da noite do domingo. O presidente dos EUA, Barack Obama, deve fazer um anúncio sobre a morte de Bin Laden nas próximas horas.

Olha esse babado. Ninguém pode ficar do lado de Obama no Rio. E ele quer ficar a sós com Cristo

No Globo
DE O GLOBO,

Por Ilimar Franco:

queixas, aqui

O cerimonial do presidente americano, Barack Obama, vetou a presença do governador Sergio Cabral e do prefeito Eduardo Paes na visita que ele fará a um dos cartões-postais da Cidade Maravilhosa, o Cristo Redentor.
A visita será feita, de acordo com a Casa Branca, apenas por Obama, a primeira-dama, Michelle, e as filhas, Malia e Sasha.
Cabral e Paes também não poderão caminhar ao lado de Obama durante a visita que ele fará à Cidade de Deus. Se quiserem participar do evento, terão que ficar sentados dentro da sede da Central Única de Favelas (Cufa), aguardando sua chegada, para ouvirem ao vivo seu pronunciamento.

Ihhh!!! Que coisa. Que encrenca. Que cueca justa. Cinco ministros encrespam com segurança de Obama

DO CLAUDIO HUMBERTO

 

Cinco ministros se recusaram a revista
e foram embora em sinal de protesto

MINISTROS: FORA DA FESTA NO CÉU

DILMA E OBAMA NÃO PERCEBERAM O INCIDENTE

 Cinco ministros brasileiros se retiraram em sinal de protesto, no centro de convenções Brasil 21, em Brasília, quando chegavam para participar do encontro do presidente americano Barack Obama com empresários americanos e brasileiros, promovido pela Confederação Nacional da Indústria. Os agentes de segurança, presentes ao evento, condicionaram o acesso dos ministros à revista. Eles se recusaram e foram embora, em sinal de protesto. O incidente ocorreu com os ministros Edson Lobão (Minas e Energia), Paulo Bernardo (Planejamento), Fernando Pimentel (Desenvolvimento, Indústria e Comércio), Guido Mantega (Fazenda) e Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia).

ARTIGO – O mundo está mesmo muito estranho

Marli Gonçalves

“Meu, o mundo tá muito estranho”. Duvido que você não tenha ouvido essa frase nesta semana de horror. Que não tenha concordado com ela. Duvido que também não tenha medo, e não se sinta como uma barata tonta, sendo pisada, caçada por algo maior, desconhecido, imensurável, complexo, chamado Futuro, sobrenome Natureza, e apelidado Destino

Maremoto, que dá tsunami, terremotos e o risco de um desastre nuclear sem precedentes em uma das maiores e mais desenvolvidas nações do mundo, o Japão. Era mais do que a gota d’água que faltava para a gente ficar paranóico de vez. Não precisa nem esperar 2012 quando uns malucos de pirâmides douradas juram que sabem que o mundo vai acabar. É todo dia. Toda hora. Cada notícia mais louca que outra, mais constante, mais punk, mais esquisita. Isso além daquelas que são i-na-cre-di-tá-ve-is, tanto, mas tanto, que chegam a ser folclóricas.

Nós, aqui, ainda temos de aguentar umas catracas que nos governam fazendo catraquices, como por exemplo, nossa representante na ONU se abstendo de votar sanção contra a Líbia do Kaddaffi (gosto assim, dois ds, dois fs). Não parece mesmo o fim do mundo uma decisão como essa tomada justamente quando os kaddaffinhos afirmam, o povo como refém, que haverá banho de sangue civil correndo por ali? Kaddaffi e os kaddaffinhos me lembram dos mafagafos e mafagafinhos, bem monstrinhos. Nossa política internacional? Esta nem me lembra nada de tão chutada que é.

Justamente nesta semana, completando o quadro, o homem mais poderoso do mundo, o presidente americano, o primeiro presidente negro, Barack Obama, vem para cá, para encontrar com a primeira presidente mulher do país, Dilma, e no meio de todos esses acontecimentos internacionais. Mais? Esperavam dele um discurso histórico; primeiro seria lá na Cinelândia, mas o barato foi cortado. Digamos que julgaram que seria mais seguro Obama aparecer em sala fechada e bonitinha, como o Teatro Municipal, todo mundo sentadinho e bem revistado. Por causa de Obama, até Cristo foi revisado, revistado por tropas de elite. Pede para sair! Ainda querem levá-lo para passear e ver um pouco de pobres e miséria, em uma favela, ou alguma outra “pracinha” de uma pacificada cidade do Rio de Janeiro, o Rio. Agora, dizem que pretende tomar um banho de mar. Descarrego no Rio de Janeiro? O Rio de março.

Nessas águas e nas passadas. Neste ano, nem precisamos por os peitos na janela. Bastou ligar a televisão e por ali passou tudo: a banda e as casas e as pessoas, árvores e os animais, todos carregados, levados na enchente da serra fluminense. Vimos carros empilhados, mortes e desespero também nas enchentes do Sul e resto do Sudeste. São Paulo boiou.

E fez calor. Muito calor, um calor opressivo. Não era só o calor do verão, o tão esperado. Era um forno maldito, sufocante, incapacitante. Choveu, choveu, choveu. Tudo bem. Mas e os raios? Muitos raios, relâmpagos, descargas – como nunca antes – crisparam, cindiram, rasgaram os céus de forma apavorante.

Lá fora um frio cortante, neve para mais de metros. E gritos, muitos gritos de liberdade, vindos do Oriente Médio, de cada pedacinho. Um diferente do outro, mas todos parecidos, pesados, violentos, religiosos, remotos. Enfáticos, assim como as palavras que preciso usar. Vozes que se levantaram mesmo que vindas de debaixo das burcas pesadas, só os olhos de fora, túnicas e crenças míticas, sacrifícios em acampamentos. O pavio queimando, como o das velas de aniversário que apagam e acendem, a qualquer fagulha.

E veio a água e o tremor. Ou o temor, como aprendi no sábio I-Ching“Há de se saber diferenciar o tremor do temor”, li certa vez e jamais esqueci. Como no oráculo chinês, só se vê como previsão água sobre terra, vento sobre terra, lago sobre céu, céu sobre terra, fogo sobre montanha.

Nós? Corremos como baratas quando fogem de nossos pés e vassouras, dos bicos finos de nossos sapatos. Dos sprays que lhes empunhamos como canhões e jatos de efeito napalm. Queremos matá-las. Extermínio seria uma palavra adequada. (Me perdoem os budistas)

Sempre fui, mas realmente ando mesmo ainda muito mais impressionada com as baratas. Para me apavorar, fazer o tradicional terrorismo “brother”, meu irmão me contou que viu num documentário como elas são capazes de se comprimir, ficarem chatinhas e como, assim, conseguem e conseguirão escapar – ele descreveu, sádico, citando cada imagem, imitando a barata ficando chatinha. Fazendo cara de barata achatadinha.

Dizem que são os únicos bichos que sobreviveriam a uma hecatombe nuclear. Eu ouvi. Agora fico sabendo de operações de resfriamento de usinas radioativas com ácido bórico, o que eu achava que matava as baratas, e vejo aqueles helicópteros sofisticados carregando “baldinhos”, como parecem de longe aquelas toneladas de água e as moscas voadoras enormes, para lá e para cá, trazendo também a água do mar, e com o ácido. O ácido bórico. Quantas visões aterrorizantes!

Hãhã. Esse mundo anda mesmo muito estranho.

São Paulo, distante 396 km de Angra dos Reis, e a nove meses de 2012.

(*) Marli Gonçalves é jornalista. Virei blogueira também, vocês já sabem (https://marligo.wordpress.com). Mas se eu pudesse captar tão fácil R$ 1,3 milhão para fazer um blog¸ como a Bethânia conseguiu com seu projeto de “extrema bondade poética com esse povo ignorante de poesia”, acho que também postaria um vídeo por dia, Com o que vocês quisessem. Talvez até topasse cenas de nudez! E como diz meu amigo, por um milhão? Ok! Faço por 880 se for sem nota…

**********************************************************************
Estou no Twitter, Facebook, com blog. Todos feitos com muito esforço para ficarmos juntos mais tempo: No blog todo dia tem novidades, defesa dos nossos direitos, gracinhas e broncas. Lá, inscreva-se para receber os avisos de novos posts. Entre, participe, fique à vontade. Sinta-se em casa. Divirta-se. Visite o blog MARLI GONÇALVES

No Twitter, esperando seguir e ser seguida: “www.twitter.com/MarliGo
***
E-mails:
marli@brickmann.com.br
marligo@uol.com.br
***

Obama 2 e 3 – Mais vips, arte e rapidez

Da coluna do Lauro Jardim

Dilma, Obama e a mídia

Dilma Rousseff convidou para o almoço com Barack Obama no Itamaraty os proprietários dos principais veículos de comunicação do país. Entre outros, João Roberto Marinho (Globo), Luis Frias (grupo Folha), Amilcare Dallevo (RedeTV!), Edir Macedo (Record) e Nelson Sirotsky (RBS).

Por Lauro Jardim

 

Hora marcada para Obama no Rio

A chegada de Barack Obama no Rio de Janeiro já tem hora marcada: sábado, às 18h20, na Base Aérea do Galeão. Ou seja, Obama passará menos de 12 horas em Brasília.