Momento foto engraçada: arreganhada na vitrine da loja chique. Com calcinha. Dá para entender?

FOTOGRAFEI.

ESSA É A VITRINE DA AMERICAN APAREL, NA RUA OSCAR FREIRE, SP, SP

NUNCA VI BOTAR CALCINHA NUMA MANEQUIM E FOTOGRAFÁ-LA DE PERNAS ABERTAS, ESCRACHADA. VEJAM QUE COISA ESQUISITA QUE FICOU. E A SOMBRINHA?

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ABÍLIO, VOLTA! OLHA A FRENTE DO PÃO DE AÇÚCAR. GENTE, OLHA A FRENTE DE NOSSOS OLHOS. LIXO E GENTE, GENTE E LIXO JOGADOS NAS RUAS DO BAIRRO MAIS CARO DE SÃO PAULO

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Pessoas jogadas na rua. Esquina da Rua Oscar Freire, com Alameda Casa Branca, ainda por cima com a placa pichada como Mariguella há mais um ano, sem qualquer atitude da Prefeitura.

 

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LIXO JOGADO NAS RUAS. ACREDITE. ESSA E A FOTO SEGUINTE FORAM TIRADAS ESTA TARDE. É A FRENTE DO SUPERMERCADO PÃO DE AÇÚCAR, ESQUINA DA OSCAR FREIRE. ACREDITE.

 

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LIXO JOGADO NAS RUAS. ACREDITE. FOTO TIRADA ESTA TARDE. É A FRENTE DO SUPERMERCADO PÃO DE AÇÚCAR, ESQUINA DA OSCAR FREIRE. ACREDITE.

 

#ÁRVORENÃOÉLIXEIRA# – VEJA COMO ACHEI A RUA HOJE, EM UM SÓ QUARTEIRÃO. TODO MUNDO JOGA O LIXO, ESCORA O LIXO, ENFIA O LIXO…NAS ÁRVORES

#árvorenaoélixeira

…e a bronca! ÀRVORE NÃO É LIXEIRA!!!

NA RUA OSCAR FREIRE E ,MAIS UMA VEZ, NA LOJA CHIC DA MARES GUIA…( O VIDRO QUEBRADO,JOGADO NA ÁRVORE) – aqui, tem mais

 

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Vi um presente que pode ser dado como recado…

Para aquele seu amigo ver que está sendo traído, entende?

É uma lupa enorrrme, que sai de um …chifre!

Fotografei a vitrine de tal inusitado objeto.

Ih! Vai ter barraquinho armado amanhã na Oscar Freire. Contra trabalho escravo.

MANIFESTAÇÃO NA OSCAR FREIRE QUER CHAMAR A A TENÇÃO CONTRA O TRABALHO ANÁLOGO À ESCRAVIDÃO NAS CONFECÇÕES

Em repúdio ao trabalho escravo que ocorre na maioria das empresas do varejo da moda, o Sindicato dos Comerciários de São Paulo fará mobilização na Rua Oscar Freire, considerada o glamour da moda, AMANHÃ, SEXTA, 26, das 11h às 13h.

 As roupas que recebem as etiquetas das grifes Zara, Gregory, Brooksfield, Billabong, Tyrol, Ecko e Cobra d´Água são confeccionadas em condições desumanas: feitas em locais insalubres, com iluminação precária, sem ventilação, falta de segurança e de higiene, além da alimentação ser realizada em péssimas condições e o mesmo local de trabalho também servir de moradia, entre outros absurdos. 

 São Paulo é foco dessas fábricas irregulares que usam mão de obra barata e exploram o trabalho degradante, no qual  o lucro impera no alto preço cobrado pelas marcas. Do outro lado dessa cadeia produtiva mas ‘nada sustentável’ está o comerciário, que muitas vezes não tem seus direitos respeitados, além de trabalhar em jornadas excessivas.

 “Vamos juntos trocar a passarela da indignação do trabalho pela passarela do ‘trabalho decente e da justiça social’ para que o trabalhador tenha condições dignas conforme as leis trabalhistas”, afirma Ricardo Patah, presidente do Sindicato dos Comerciários de São Paulo.

 O ato além do Sindicato também terá a participação da central sindical União Geral dos Trabalhadores – UGT, da Confederação Sindical Internacional – CSI e da Confederação Sindical dos Trabalhadores das Américas – CSA.

 ( fonte Assessoria de Imprensa – sindicato dos Comerciários)

 

A diversidade dos povos, em paz, em uma mesma rua de uma mesma cidade.

Fiz essas fotos no sábado à tarde.
Na Rua Oscar freire, Jardins, São Paulo.
Um exemplo da Paz possível, quando cada um está na sua.
Muçulmanas passeando - Oscar Freire, SP, sábado à tarde
PAZ: muçulmanos e judeus convivendo harmonicamente em uma mesma rua, uma mesma cidade, em um mesmo horário

Eu não consigo deixar de pensar nas santinhas que foram postas no cimento que construiu a Daslu. Zica total.

Matéria de um “texto de ouro”, Paulo Sampaio, no Estadão, fala sobre a derrocada do Projeto Daslu. A loja ainda tenta se fixar na tenda de verão que abriu na Oscar Freire, mas a história já é bem outra.

Volto a dizer:só lembro das coitadas das nossas senhoras de Fátima que foram postas no cimento que construiu o lugar. Cruz Credo! Deu uma zica danada!

E eu ouvi dizer que agora a dona, Eliana, é evangélica.

Os últimos suspiros do maior templo de luxo do Brasil

Às vésperas de ser vendida, Daslu desmonta aos poucos a butique que um dia abrigou 300 marcas

  • Paulo Sampaio, de O Estado de S. Paulo
  • SÃO PAULO –

    Este talvez seja o último crostini que a empresária Cibele Baccaro, de 44 anos, come na pâtisserie Pati Piva da Villa Daslu. Ela conta que tem aproveitado ao máximo os derradeiros momentos da butique multimarcas, antes do desmonte completo das salas que um dia abrigaram as grifes mais luxuosas do mundo em um portentoso prédio neoclássico na Marginal Pinheiros, em São Paulo.

    Ao mesmo tempo, a empresária Eliana Tranchesi aguarda um desfecho para a sua grife. Na próxima semana, a Daslu fará assembleia com 200 credores para aprovar a entrada de investidores na empresa por meio de um leilão. Em recuperação judicial desde o ano passado e com um dívida estimada em R$ 80 milhões, a empresa pode passar para as mãos de um novo grupo. Embora saiba que não tem nenhum poder sobre a decisão da Justiça, Eliana acredita que vai surpreender. “Eu vou voltar com a Daslu que todo mundo ama”, disse a empresária ao Estado.

    A Daslu começou a micar cerca de 40 dias depois da inauguração da butique, em 2005, quando Eliana recebeu uma visita surpresa da Polícia Federal – que resultou na sua prisão. Acusada de fraude em importação, formação de quadrilha e falsidade ideológica, Eliana foi condenada a 94,5 anos de prisão – a decisão cabe recurso. A dívida fiscal, que não é afetada pela recuperação, supera R$ 500 milhões.

    Concebida para vender de bolsa Chanel a helicóptero, a Villa Daslu está com os dias contados. No fim de janeiro, o segundo andar, onde ficava o setor masculino, foi transferido para o térreo; o terceiro, o quarto e o quinto já tinham sido. As (poucas) marcas importadas que não se retiraram desde 2005, também. “Quando você vê esse ar de abandono, dá uma tristeza.”, diz Cibele, acompanhada de amigas. “Nunca sei o que vou encontrar da próxima vez. Desde a última, sumiram umas dez lojas. É uma pena.”

    Por enquanto, está decidido que a butique se mudará para o JK Iguatemi (no prédio vizinho) em setembro, quando está prevista a inauguração. Ocupará um espaço bem mais modesto. No mesmo mês, Eliana também quer abrir uma loja de 800 metros quadrados no Rio. Enquanto setembro não vem, as solitárias mesas da pâtisserie Pati Piva estão cercadas por corredores sombrios que dão em lojas desativadas ou escadas interditadas. O elevador não para mais no segundo piso. No hall de distribuição inteiramente desocupado do terceiro, um monitor acima da lareira permanece ligado, transmitindo imagens de desfiles da Daslu, mesmo não havendo ninguém para assistir.

    ‘Órfãs’

    Cibele e suas amigas dizem se sentir um pouco “órfãs”. “É como se a gente tivesse perdido alguém muito querido, sabe?”, explicam. “Esse lugar era o máximo, a decoração, o atendimento, a variedade de tudo o que você puder imaginar, as grifes todas em um só lugar, onde mais você encontra isso no mundo?”.

    A lástima das órfãs saudosistas é reforçada pelo aspecto fantasmagórico das salas antes ocupadas por Chanel, Dior, Prada e Salvatore Ferragamo, que estavam entre as grifes estrangeiras de luxo que o espaço abrigava na inauguração. Ali, agora, há tapetes enrolados no chão, marcas de móveis nas paredes e manequins empilhados pelos cantos. Funcionários carregam restos de armários e araras.

    Desde a inauguração da Villa Daslu, em 2005, tudo o que se divulgou da megabutique tinha dimensões faraônicas. O custo do empreendimento de 20 mil metros quadrados, onde trabalhavam 700 empregados, foi estimado em R$ 100 milhões. Só de modelos de sapatos, nos primeiros tempos, havia3.500; escadas rolantes, 12.

    O marketing da exclusividade foi levado às raias do absurdo. O acesso era propositalmente dificultado para evitar o ingresso de “gente de passagem”, ou a pé. Apesar do número de grifes de luxo, cerca de 300 (contando as nacionais), deixava-se claro que aquilo não era um ponto de fluxo, mas de venda. “Em um lugar como a Daslu, você não mede o sucesso pelo número de pessoas que está na loja. Aliás, é até melhor não ter muita gente, porque você pode dar mais atenção à cliente que compra, fazer um vínculo com ela, fidelizá-la”, diz a ex-vendedora (ou dasluzete) Clel Marques do Valle, de 52 anos, que trabalhou na butique por 10 anos.

    Sua teoria explica um pouco por que, apesar de ter uma frequência diária de cerca de 800 pessoas – contra 48 mil do Shopping Iguatemi, por exemplo -, o tíquete médio é tão alto: R$ 800. “A grande maioria dos frequentadores da Daslu é ‘heavy user’ (vai muito e compra sempre)” diz o consultor José Carlos Aguilera, da Galeazzi & Associados, uma das empresas contratadas para socorrer a Daslu nos últimos anos.

    Cliente fiel

    A relação com a cliente fiel era tão direta que, em suas viagens de compras, nos showrooms das grifes internacionais, Eliana e sua sócia, Donata Meirelles, faziam os pedidos já pensando nos “heavy users”. Costumavam anotar em seu caderninho, por exemplo: vestidos Hebe Camargo; bolsas Safra; longos Luciana Gimenez; tailleurs Bia Dória.

    O estacionamento custava R$ 30, mas os clientes exclusivos ganhavam um cartão para entrar sem pagar (hoje, o ingresso de carro não se dá mais pelos imponentes portais com cancela da Rua Chedid Jafet, mas por uma rampinha escondida no final da Avenida Juscelino Kubitschek).

    Quando Eliana despontava com seu Porsche Cayenne de R$ 450 mil na portaria do casarão, dois empregados no interior subiam as escadarias acarpetadas borrifando purificadores de ar para “limpar”a passagem.

    “Até para conseguir trabalhar lá tinha fila. Fiz o teste em 2004, mas só fui chamada um ano depois e ainda assim para ser caixa. Eu amo a Daslu. Sempre quis trabalhar aqui”, diz subgerente da loja do Shopping Cidade Jardim, que prefere não se identificar, aberta bem depois do escândalo. No auge da exposição, uma das dasluzetes era a filha do então governador, Sofia Alckmin.

    Com a migração de dasluzetes e de marcas importadas para o Shopping Cidade Jardim, na margem oposta da Marginal Pinheiros, boa parcela das órfãs da Villa Daslu agora circula por aqueles corredores com seus sapatos Louboutins e suas bolsas Bottega Veneta. Estão ali grifes como Giorgio Armani, Carolina Herrera, Hermès, Tiffany e Chanel.

    Em uma outra frente de luxo, junto com o Cidade Jardim e o Iguatemi, o aguardadíssimo Shopping JK, dos mesmos empreendedores, já briga para abiscoitar a clientela de heavy users. Com um investimento orçado em R$ 240milhões, o JK vai ficar em um terreno vizinho à Villa Daslu e tem como sócio o dono do prédio, Walter Torre, pelo que se espera que agregue uma espécie de luxo remanescente. A Villa Daslu será ocupada por escritórios. A WTorre também não descarta a alternativa de transformar o espaço em teatro, marcando, assim, o fim de um ciclo.

    DASLU inaugura lojinha verão na Oscar Freire. Chega aí para ver. E tentar ouvir Preta Gil

    A DASLU INAUGUROU HOJE , 5 , DOMINGO, UMA LOJA  COM CARA DE TEMPORÁRIA, ALI NA ESQUINA DA RUA OSCAR FREIRE COM CONSOLAÇÃO.

    NUNCA VI NADA IGUAL. FIZERAM EM DOIS DIAS, TUDO.

    NA INAUGURAÇÃO HOJE, MEIO CAÍDA PARA OS GRANDES TEMPOS DASLU, TEVE POCKET SHOW COM A PRETA GIL.

    TUDO BEM. GOSTO DELA, MAS FAZENDO OUTRA COISA, NÃO CANTANDO.

    PASSEI POR LÁ E TROUXE UNS FLASHES!