ARTIGO – A flor da pele à flor da pele, por Marli Gonçalves

Andamos todos com os nervos à flor da pele, que é bem espaçosa e ocupa até 15% do nosso peso e a superfície quase toda, menos os buraquinhos. Mas nem adianta pensar em se depenar para emagrecer. A pele capta tudo, igual aspirador. E não esconde. Há momentos em que sentimos tantas emoções, que elas transbordam e pipocam incontroláveis em nossa própria pele, como flores, mas nem sempre muito primaveris

Juro que tento. Mas precisaria nascer de novo para ser zen, para aplicar as lindas teorias chinesas de equilíbrio e harmonia. Tenho sangue quente, fervente, passional e a vontade de participar é sempre maior do que a de deixar passar, esperando que outro o faça. Isso cobra um preço. Em mim, o da sensibilidade na pele. Se estresso, ela estoura e por pouco não me enlouquece mais ainda. Fato. Alergia.

A pele é um de nossos sentidos. A coisa sensorial. E daí depreendo que quando a alma fica com a lotação esgotada, a energia procura espaços externos. Esse é sinal de alerta grave, embora minha ambulância particular, por mais que grite e ponha sirenes, não sabe mais por quais vias navegar para chegar mais rápido ao socorro.

Pele deveria ser só para sentir gostosuras. Mas não ando me arrepiando como gostaria, infelizmente, nem aquela sensação gostosa de pelinhos eriçados. Minhas terminações nervosas estão arrepiadas é com o dia-a-dia, com o que ouço, vejo fazerem; vejo dizerem. Muita gente falando em rezar, em fé e religião, mas em paróquias e locais muito pouco convenientes. Rezando para santos muito particulares.

Nessa hora em que a crase faz diferença para a flor da pele, flor que rendeu tantos títulos de obras e filmes, tanto sensíveis – há até documentário sobre a cegueira que também trata dos sentidos à flor da pele – quanto do balacobaco, um deles com a Rita Cadillac, seria bom poder relaxar e gozar, como diria nossa nova ministra, Dona Marta.

Citar tal pessoa e ser é mais um bom motivo para mostrar que, além do estresse diário a que estamos submetidos, ela é a prova cabal de como acabamos financiando o aparelhamento do Estado, que virou um gigantesco balcão de negócios. E com pagamento à vista, como o que exigiu – sem rubor – para vir aqui em seu curral aconselhar eleitoralmente, afagar a cabeça do menino, do padrinho, da madrinha.

Estão nos esfolando a pele pelo poder, com a cara dura, sem mexer uma prega. Mas usando as nossas. E como cada milímetro nosso tem uma terminação sensitiva…

Não é só, claro. A mãe natureza também anda enlouquecida, esquentando demais, esfriando demais, chovendo de menos. O frio que não veio promoveu queimas, verdadeiras tochas de estoques que certamente farão com que a moda inverno 2014 seja exatamente igual a deste ano, até com as mesmas coisas que não foram vendidas.

O comércio está com os nervos à flor da pele. A indústria está com os nervos à flor da pele. Todos os continentes estão à flor da pele. O planeta está à flor da pele.

Acho que é informação demais. Até para a primavera.

São Paulo, rogai por nós! Mas com um pouco de São Pedro, 2012Marli Gonçalves é jornalista Outro dia, conversando com uma amiga e leitora, super espiritualizada, recebi o conselho de que deveria tentar fazer um exercício mental e buscar e sintonizar meu “bebê interior”, para “conversar” com ele. Bem que tentei. Mas não é que ele também estava assado e com brotoejas?

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A nova namorada do Rei Pelé. Felicidade na garagem do prédio…Nota de James Akel.

NAMORO

Pelé está nos Estados Unidos em viagem de lua-de-mel com Márcia Aoki.
Eles se conheceram na garagem do prédio em que moram.
Pelé não foi ao enterro de Félix.

Empresária Márcia Aoki é a novo amor do  rei Pelé

Coisas que, de certa forma, a gente já sabia, mas a ciência pode provar. Sêmen: um antedepressivo natural. E faz bem à pele…

Seria o sêmen um antidepressivo natural?

Do UOL Ciência e Saúde

Em São Paulo

O buchicho que de tempos em tempos vem à tona voltou a circular na internet: “Você sabia que o sêmen tem propriedades antidepressivas?”. Segundo uma pesquisa do psicólogo Gordon G. Jr. Gallup, publicada na revista Archieves of Sexual Behavior (Arquivos do Comportamento Sexual), tem sim.

O professor da Universidade Estadual de Nova York em Albany acompanhou 293 estudantes americanas em 2002 e concluiu que aquelas que faziam sexo sem camisinha apresentavam menores níveis de depressão do que aquelas que usavam o preservativo sempre ou geralmente e também daquelas que não faziam sexo.

Como a diferença entre quem não fazia sexo e aquelas que usavam proteção não foi significativa, atribuir a felicidade ao sexo estava excluído.

Gordon Gallup conta em entrevista à Jennifer Abbasi do Popsci veiculada nesta quinta-feira (05) que “o plasma seminal deve controlar e manipular o sistema reprodutivo feminino para trabalhar de acordo com o melhor interesse do doador, o homem”. É possível encontrar no plasma hormônios como estrogênio, prostaglandinas e ocitocina. Os dois primeiros têm sido associados a menores níveis de depressão, enquanto a ocitocina é conhecida por hormônio do amor, por favorecer o contato social.

Ele conta ainda que em um recente estudo, não publicado, descobriu que as mulheres podem sofrer quando ficam sem sêmen. De acordo com o pesquisador, as mulheres em relacionamentos estáveis que tinham relações sexuais desprotegidas foram muito mais devastadas e negativamente afetadas depois de um rompimento do que aquelas que faziam uso de preservativos.

http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/2011/05/05/seria-o-semen-um-antidepressivo-natural.jhtm