FLAGRANTE 2: ACREDITE. Vi com meus próprios olhos esse caminhão na contramão. Na Rua Bela Cintra!!!!. De dia, na boa, sem mais! Ele veio, entrou e foi

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sp às traças

Patrulhinha Urbana adverte: Higienópolis, se cuida. Há nazistas à solta por aí. Pichando suásticas

mao apontando direitaPara não haver retaliações, não vou dar o endereço preciso, nem o nome de quem fotografou, mas essa suástica foi pintada bem grande em um poste no coração de Higienópolis, bairro de São Paulo onde vive grande parte da comunidade judaica.

Esse poste fica em frente à uma farmácia, cujo dono é judeu.

Em poucas semanas é o segundo caso, já que o Colégio Rio Branco – onde uma aluna sofreu grave bullying ( veja aqui, aqui e aqui)- também fica no mesmo bairro.

Hoje, 18 de março, marca 100 anos da Imigração judaica ao Brasil. E essa não é uma forma nem um pouco simpática para comemorar.

Estamos de olhos bem abertos!

Veja a foto:

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ARTIGO – No fio da navalha, por Marli Gonçalves

Há expressões que a gente ouve e usa e repete em determinadas ocasiões que são muito mais completas, rápidas, visuais e esclarecedoras do que outras porque definem imediatamente a situação, em geral de perigo, muito perigo. Então, digo: estamos periclitantes e no fio da navalha, mas essa semana descobrimos que tem gente conhecida por aí muito pior, com a cabeça a prêmio, pronta para ser entregue de bandeja

Com a corda no pescoço. Se correr o bicho pega; se ficar, o bicho come. Andar no fio da navalha. Andar na corda bamba. Acabou-se o que era doce. Decidindo com a faca no pescoço. Mais perdido que agulha em palheiro. Frases que poderiam tranquilamente ser alocadas na bandeira em substituição ao seco “Ordem e Progresso”.

Quando a gente se irrita com alguém, depois de explicar alguma coisa com a calma que Deus deu, e a pessoa não entender, às vezes perguntamos: “Quer que eu desenhe?”. Pois essas expressões que a nossa língua nos fornece fazem isso, desenham. E é a hora que a velha e boa sabedoria popular se perpetua. Mazzaroppi, mantenha-se entre nós!

Claro que depois de uma semana como essa, essas frases me vêm à cabeça para definir a situação que se encontram os 38 réus do mensalão. Mas não só. Para descrever a situação do povo sírio, que já não tem mais para onde correr. Para comentar a crise econômica que assola a Europa, especialmente a Grécia e a Espanha. E até, porque não?- para mostrar a situação dos eleitores brasileiros que neste ano precisarão escolher e votar em candidatos à Prefeitura e às câmaras de suas cidades. Por acaso já se interessou em ver as opções disponíveis? Melhor desfolhar margaridas, bem-me-quer, mal-me-quer.

E os nossos atletas nas Olimpíadas se espremendo para não fazer tão feio lá em Londres quanto as dificuldades que enfrentam para poderem competir em desnível total em praticamente todas as modalidades esportivas? E olha que a próxima será aqui. Insegurança não faltou.

Andamos mais para lá do que para cá, inclusive pela saturação dos assuntos supracitados. Sou moça (!) muito otimista, garanto. Adoraria só escrever sobre as margaridas do campo, coloridas borboletas voadoras, sobre o progresso e desenvolvimento nacional. Mas a realidade é dura, e as antenas captam o que até a razão desconhece, semana após semana. Lá vamos nós atrás da tal luz do final do túnel, uma velinha tênue, fiapinha, nos conduzindo aos trancos e barrancos. Não adianta riscar fósforo no caminho – o fósforo sem qualidade como os que estão no mercado, que você risca, eles quebram. Queimam seu dedo, risca um, risca outro. Acaba a caixa e você não acendeu é nada.

Se as coisas não caminharem corretamente o sentido de outra série de frases feitas e até de interjeições costumeiras será desconstruído. No caso do mensalão, por exemplo, o crime vai recompensar, caso haja a liberação geral dos respectivos badarós em julgamento.

Quanto às eleições, o ruim com ele pode ficar ainda pior com qualquer outro se tentarmos melhorar as coisas usando desconhecidos aventureiros.

Novos centauros, mas só que meio poste, meio gente.

São Paulo, já cheia de cavaletes candidatos e bandeirolas de falsa alegria atravancando as ruas e esclarecendo pouco, 2012 Marli Gonçalves é jornalistaEra bem mais divertido quando candidatos podiam dar camisetas para ninar o sono dos eleitores esperando o cumprimento das promessas.

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Alerta geral sobre o perigo das lajes. Veja que númers impressionantes e os cuidados, principalmente com as crianças

Queda de laje mata 1 pessoa a cada 3 dias em SP

 

Especialista faz alerta especial em relação a crianças, que utilizam o pavimento superior das casas para brincar e empinar pipas

 Levantamento da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo aponta que uma pessoa morre a cada três dias por queda de laje no Estado de São Paulo.

Somente no ano de 2011, foram registradas 2.649 internações causadas por quedas acidentais de estruturas como lajes, balcões ou sacadas, muros, telhados e torres. Desse total, 136 pessoas morreram. No total as internações custaram R$ 3,2 milhões ao Sistema Único de Saúde (SUS) paulista.

Segundo a cirurgiã-geral Silvana Nigro, gerente do pronto-socorro do hospital estadual do Mandaqui e médica do Grupo de Resgate e Atendimento a Urgências da Secretaria (Grau), as quedas acidentais de laje ocorrem, principalmente, pela ausência de uma estrutura de proteção nesses pavimentos superiores.

“Muitas famílias constroem as lajes em suas residências para usarem como área de recreação e lazer ou mesmo como local para armazenarem mobílias e outros objetos, mas se esquecem de adicionarem um muro de tijolos ou mesmo uma grade como forma de proteção da área e evitar acidentes. Isso também propicia alto risco de choques elétricos,  já que, dependendo da altura das lajes, os moradores podem ficar mais próximos aos fios de energia”, diz Silvana Nigro.

A médica também faz uma alerta para esse tipo de acidente  com crianças, que utilizam as lajes para brincadeiras com bola ou pipas, especialmente em finais de semana e feriados.

“As quedas em laje podem provocar desde lesões mais leves, como escoriações e contusões, até fraturas de membros superiores e inferiores, lesões de coluna, traumatismos de tórax, abdômen e crânio”, ressalta Silvana.

Em casos de quedas em lajes, a cirurgiã dá as seguintes recomendações:

– A primeira medida é tentar manter a vítima calma e imobilizada segurando cuidadosamente sua cabeça para que ela não movimente a região do pescoço.

– Ligar para o serviço de resgate o mais rápido possível e informar com precisão o endereço no qual o acidentado se encontra, além de passar informações como a altura da queda e o estado da vítima, se há alguma fratura exposta ou sangramento e se ela está ou não consciente.

– Aguardar o socorro no local e evitar movimentar os membros da vítima, assim como manipular sangue ou outros tipos de secreções.

FONTE: Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo

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