Maioria apoia fim do Horário de Verão. Paraná Pesquisas foi ouvir os brasileiros

Vejam só, os brasileiros apoiam o Governo Bolsonaro na decisão de acabar com o Horário de Verão.

MARI SOLA pesquisa, nacional, perguntou, primeiro, se concordava com o fim do horário de verão:

65,7 % concordam

31,1% discordam

3,2 % não sabe/ não respondeu

sol2Perguntaram também se gostavam do Horário de verão:

63,1% Não gosta

32,2% gosta

4,7% não sabe/ não respondeu

Gifs%20Animados%20Relojes%20(3)Objetivo- PESQUISA DA PARANÁ PESQUISAS:

Avaliar a percepção do Brasileiro sobre a extinção do Horário de Verão.

Forma de Coleta:Pesquisa Online.

Amostra: 2.020brasileiros em 164 municípios e em 26Estados + Distrito Federal.

Estratificação:Sexo, Faixa Etária, Escolaridade, Nível Econômico e Posição Geográfica.

REALIZADA ENTRE 14 E 17 DE ABRIL DE 2019sol_brilhando_08

BR-Mídia-HoráriodeVerão – PESQUISA, CLIQUE AQUI

 

#ADEHOJE – CAI, CAI… CAIU. TEM MINISTRO NOVO NA EDUCAÇÃO

 

#ADEHOJE – CAI, CAI… CAIU. TEM MINISTRO NOVO NA EDUCAÇÃO

 

 

SÓ UM MINUTO – Semana começa quente. Cai, cai, caiu, finalmente o indigitado ministro Ricardo Vélez Rodriguez, que só conseguiu produzir bobagens nestes quase cem dias de governo. Será substituído por Abraham Weintraub que, pelo que ouvi até agora, além de bolsonarista de primeira hora, é do mercado financeiro e entende de gestão. Gestão: palavrinha que me da uma certa agonia porque busca representar ação e sucesso, mas que na política tem nos trazido bastante decepção. Mas vamos lá, fé, que o que tem de coisas para serem consertadas no MEC é impressionante.

Outro assunto é a pesquisa Datafolha, que embora retrate o que sentimos claramente – uma decepção forte com o governo de Bolsonaro e suas intenções, o presidente faz pouco caso e nem comenta. Cansando de ouvir quem o defende dizer “deixa o presidente trabalhar” uai, estamos deixando, ele é que se distrai pelo caminho.

  

O NOVO MINISTRO, ABRAHAN WEINTRAUB

 

 

#ADEHOJE – AVALIAÇÃO DE BOLSONARO CAINDO. E SUPERLUA, OUTONO…

#ADEHOJE – AVALIAÇÃO DE BOLSONARO CAINDO. E SUPERLUA, OUTONO…

Só um minuto – Feliz Outono e hoje tem SuperLua. Pesquisa Ibope Inteligência apurou que três em cada 10 brasileiros consideram bom ou ótimo o Governo Bolsonaro; 3 em cada 10 consideram regular. ¼ (24%) , ruim ou péssimo. Da última pesquisa para cá, em fevereiro, caiu 15 pontos a aprovação da administração e 16 pontos a forma com que ele, Bolsonaro, governa.
Avaliação negativa é mais acentuada entre os moradores das cidades com mais de 500 mil habitantes. Veja mais abaixo mais detalhes

– Ex-deputado do PMDB carioca, Domingos Brazão vem sendo apontado pela PF como mandante da morte de Marielle Franco.

– Hoje fez uma semana do massacre na escola em Suzano. E cada vez mais se descobre que o terceiro menino tem tudo a ver com a elaboração do ataque.

dados da pesquisa

Cerca de um terço dos brasileiros avalia como ótima ou boa a administração de Jair Bolsonaro. Levantamento realizado pelo IBOPE Inteligência entre os dias 16 e 19 de março aponta que três em cada dez brasileiros (34%) avaliam de forma positiva (ótima ou boa) o governo de Jair Bolsonaro. A mesma parcela considera a gestão como regular e praticamente um quarto (24%) como ruim ou péssima. Aqueles que não sabem ou não respondem à pergunta somam 8%.

Nota-se uma retração de 15 pontos percentuais (p.p.) na avaliação positiva entre as pesquisas realizadas de janeiro a março. No primeiro levantamento, aqueles que avaliavam a gestão como ótima ou boa eram 49%, em fevereiro caíram para 39% e recuam para 34% em março. Já a avaliação ruim ou péssima registra um aumento de 13 p.p. no mesmo período: os que avaliavam negativamente a administração de Bolsonaro totalizavam 11% em janeiro, passando para 19% em fevereiro e atualmente somam 24%.

O estudo também investiga a aprovação da forma com que Jair Bolsonaro está governando o país. São 51% os que aprovam, ao passo que 38% desaprovam e 10% não sabem ou preferem não opinar. Entre janeiro e março, observa-se que a aprovação registra uma queda de 16 p.p.: 67% aprovavam em janeiro, caem para 57% em fevereiro e recuam agora para 51%. Por outro lado, a desaprovação apresenta crescimento de 17 p.p., passando de 21% para 31% e 38%, respectivamente.

DESTAQUES POR SEGMENTOS
Bolsonaro apresenta avaliação positiva mais expressiva entre aqueles com renda mais alta.

-Bolsonaro tem avaliação mais positiva (49%) entre aqueles com renda superior a 5 salários mínimos (S.M.), estrato no qual apresenta a segunda menor queda no acumulado dos três meses, uma vez que tinha 57% em janeiro (a menor delas é verificada entre os mais jovens, pois era avaliado positivamente por 44% em janeiro e é agora por 37%, ou seja, diminuição de 7 p.p.).

– A avaliação positiva também é mais alta entre os que se autodeclaram como brancos (42%) – mesmo percentual que tem entre os que vivem nas regiões Norte/Centro-Oeste – único segmento em que Bolsonaro se recupera em relação a fevereiro. Além disso, obtém 41% entre aqueles que moram no Sul e também entre os evangélicos e 40% entre os mais instruídos.

– É entre os moradores do Nordeste que a avaliação ótima ou boa apresenta maior retração: queda de 19 p.p. considerando o acumulado dos três meses, caindo de 42% para 31% entre janeiro e fevereiro e atingindo 23% em março. Em seguida, destacam-se aqueles que possuem renda familiar entre 2 e 5 S.M., estrato que apresenta recuo de 18 p.p. no mesmo período, variando de 53% em janeiro para 46% em fevereiro e para 35% em março.

– Considerando o mesmo período, observa-se uma perda menor entre as mulheres em comparação aos homens, visto que decresce 11p.p. entre elas de janeiro a março e 17 p.p. entre eles.


Avaliação negativa é mais acentuada entre os moradores das cidades com mais de 500 mil habitantes


– O maior percentual de avaliação negativa (soma da avaliação ruim e péssima) é registrado entre os entrevistados que residem nas cidades mais populosas, ou seja, aquelas com mais de 500 mil habitantes. Além disso, há um aumento de 18 p.p. entre o período de janeiro e março neste segmento (14% em janeiro, 23% em fevereiro e 32% em março).

– Também chama atenção o aumento de 21 p.p. da medida negativa, neste período, entre os que residem nas cidades das periferias brasileiras (8% avaliavam como ruim ou péssima em janeiro, passando para 19% em fevereiro e a 29% em março).

– Cabe destacar, ainda, um aumento de 17 p.p. entre os que têm de 45 a 54 anos (9% consideravam ruim ou péssima em janeiro, 20% em fevereiro e 26% em março).

Evangélicos e moradores das regiões Norte/Centro-Oeste são os que mais aprovam a maneira que Bolsonaro vem administrando o país

– Considerando apenas o levantamento de março, a aprovação da maneira de governar do presidente Jair Bolsonaro atinge 61% entre os evangélicos e entre aqueles que vivem nas regiões Norte/Centro-Oeste. Já entre os homens e aqueles que moram em municípios menores, com até 50 mil habitantes, atinge 57%. Além disso, comparativamente, a aprovação é maior entre os homens do que entre as mulheres (57%, contra 46%).

– Na comparação entre o primeiro e o último levantamento a queda na aprovação é superior a 20 p.p. entre a parcela da população que têm de 45 e 54 anos, entre os que residem nas cidades da periferia e entre aqueles que têm o ensino fundamental completo. Nesses segmentos a medida varia, entre janeiro e março, de 70% para 45%, de 63% para 42% e de 69% a 49%, respectivamente.

Moradores do Nordeste são os que mais desaprovam a forma do presidente administrar o país
– A desaprovação é mais expressiva entre os que vivem na região Nordeste (49%), segmento que registra maior crescimento, dado que 25% desaprovavam a administração em janeiro, 44% em fevereiro e agora, em março, 49%, ou seja, 24 p.p. entre a primeira e a terceira pesquisa. Ademais, também é alta a desaprovação nos municípios com mais de 500 mil habitantes (44%).


Evangélicos são os que mais confiam no presidente
– A confiança no presidente Jair Bolsonaro ultrapassa os 50% em 12 dos 31 segmentos avaliados na pesquisa de março, sendo mais significativa entre os evangélicos (56%), entre os homens, aqueles que vivem na região Sul e os que têm renda familiar superior a 5 S.M. (55% em cada um dos estratos). Ainda, alcança 54% entre os mais velhos, entre os que vivem no Norte/Centro-Oeste e entre aqueles que residem em municípios menos populosos, de até 50 mil habitantes.

– Apesar dos que confiam no presidente representarem metade da população, a queda no percentual é mais acentuada entre os que têm de 45 a 54 anos (21 p.p.), entre os menos instruídos (20 p.p.) e os residentes da região Nordeste (18 p.p.), variando de 67% a 46% no primeiro grupo, de 67% para 47% no segundo e de 59% para 41% no terceiro.


Nordestinos e moradores dos grandes centros urbanos destacam-se entre os que não confiam em Jair Bolsonaro
– Os que moram no Nordeste e aqueles que vivem em municípios com mais de 500 mil habitantes (53% em cada um desses segmentos) são os que mais declaram que não confiam no presidente em exercício. Destacam-se também os que residem nas capitais (52%), as mulheres e os entrevistados com idade entre 45 e 54 anos (49% em cada estrato). Este último grupo é o que apresenta maior crescimento entre as rodadas: 23% deles diziam que não confiavam no presidente em janeiro, 39% em fevereiro e 49% agora em março. Portanto, foram 26 p.p. de aumento entre o primeiro e o terceiro levantamento.

– Ademais, nas capitais a medida cresce 19 p.p., de 33% na primeira pesquisa para 52% na atual e o percentual dos que não confiam no presidente na região Nordeste aumenta, na proporção exata que recua o dos que confiam, 18 p.p., variando de 35% em janeiro para 53% no estudo atual.

COMPARATIVO – AVALIAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO DOS ÚLTIMOS PRESIDENTES ELEITOS

Considerando os resultados de pesquisas de avaliação da administração dos últimos presidentes eleitos, realizadas também no mesmo período de governo, observa-se que a avaliação positiva de Jair Bolsonaro é inferior àquelas registradas para Fernando Henrique Cardoso (1º mandato), Lula (1º e 2º mandato) e Dilma Rousseff (1º mandato). No entanto, ela é mais expressiva do que as de Fernando Henrique Cardoso e Dilma Rousseff no início do segundo mandato.

FICHA TÉCNICA DA PESQUISA (JOB Nº 0076-03 | 2019)
Período de campo: a pesquisa foi realizada entre os dias 16 e 19 de março de 2019.
Universo: população brasileira de 16 anos ou mais.
Tamanho da amostra: foram realizadas 2.002 entrevistas.
Margem de erro: a margem de erro estimada é de 2 (dois) pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra.
Nível de confiança: o nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento.

#ADEHOJE, #ADODIA – FELIZ DEZEMBRO! MAS LEMBRA DE TUDO O QUE TEMOS DE FAZER AINDA.

#ADEHOJE, #ADODIA – FELIZ DEZEMBRO! MAS LEMBRA DE TUDO O QUE TEMOS DE FAZER AINDA.

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Hoje, dezembro já, dia 1º, Dia Internacional da Luta Contra a AIDS. Tivemos vitórias importantes que não podem ser perdidas. Temos de avançar n campo de cura dessa doença que tanto já vitimou, que tantos nos arrancaram. Temos muito o que fazer nesse final de ano e nos meses seguintes, acreditem. Situação quente no mundo: na França, os coletes amarelos agitam o pedaço. Morre George Bush pai.

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Adúlteros gostariam de ter casos com…jogadores brasileiros! Bem, com o Alisson, até eu… Pesquisa especial

FONTE: ASSESSORIA DE IMPRENSA DA ASHLEY MADISON

Jogadores brasileiros são os favoritos dos adúlteros nesse Mundial

Pesquisa do site Ashley Madison revela que seus usuários teriam um caso com os membros da seleção canarinho

No último final de semana começou, de vez, a Copa do Mundo para os brasileiros e, de acordo com pesquisa da AshleyMadison.com, os olhos de todo o mundo estão na seleção. De acordo com entrevista feita com 1147 usuários, a seleção canarinho é a escolhida por 54% dos usuários do site de relacionamentos extraconjugais para se ter um caso.

Principais países com jogadores com os quais os membros do Ashley Madison gostariam de ter um caso

Brasil – 54%
Espanha – 15%
Rússia – 8%
Alemanha – 8%
Egito – 8%
Portugal – 8%

Os membros brasileiros de Ashley Madison dizem que o Brasil tem os jogadores com quem prefeririam ter um caso, seguido por Espanha, Rússia, Alemanha, Egito e Portugal. Além disso, de acordo com a pesquisa, o goleiro do Brasil, Alisson Becker (28%) é definitivamente a primeira escolha para ter um caso com. Neymar vem em seguida com 16%, Gabriel Jesus com 6% e Douglas Costa com 5%.

Jogadores brasileiros que membros do Ashley Madison querem ter um caso

Alisson Becker – 28%
Neymar – 16%
Gabriel Jesus – 6%
Douglas Costa – 5%
Cássio – 4%
Paulinho – 4%
Philippe Coutinho – 4%
Danilo – 3%
Marcelo – 3%
Pedro Geromel – 3%

*Pesquisa realizada com 1.147 membros de Ashley Madison entre 5 e 11 de junho de 2018

AshleyMadison.com é o principal destino de pessoas casadas e líder global em casos, relacionamentos e fantasias. Com mais de 54 milhões de membros em todo o mundo desde 2002, Ashley Madison foi o primeiro site para encontros extraconjugais.

Cesar Maia lista pontos: porque os jovens rejeitam a politica

jogador_correndoA CRISE E A REJEIÇÃO À POLÍTICA PELA JUVENTUDE!

( do ex-blog de Cesar Maia)

1. Com os números do TSE, a Folha de SP (25/12) divulgou a tabela com a proporção de jovens entre 16 e 34 anos inscritos nos partidos políticos. Feita a tabulação para 2011 e 2015, o que se vê é uma forte redução da participação dos jovens nos partidos. O PT em 2011 tinha 25,7% de jovens entre seus militantes. Já em 2015 essa proporção havia caído para 19,2%. O PMDB, em 2011, contava com 13,7% de jovens e em 2015 com 10,8%. O PSDB contava com 19,7% de jovens em 2011, caindo em 2015 para 15,5%. O PDT em 2011 tinha 16,4% de jovens e em 2015 esse número caiu para 12,9%. No PP a proporção de jovens caiu de 12,8% para 9,6%. É de se imaginar que em um recorte até 20 ou 25 anos, essa queda seja ainda maior. A única exceção é o PSOL com 40,3% de jovens entre seus militantes.

2. Desde 1988, quando a Constituição reduziu a idade do eleitor para 16 anos, mas tornando o voto opcional entre 16 e 18 anos, que a proporção dos inscritos no registro eleitoral vem caindo. No Rio, a relação dos jovens de 16 a 18 anos inscritos sobre o número de jovens nessa faixa de idade, caiu progressivamente atingindo meros 10%.graphics-skateboarding-098690

3. Em 2015, até novembro, a polícia do Rio de Janeiro deteve 10.622 adolescentes entre 12 e 17 anos ou 32 por dia. Em 2008, nesse período, esse número era de 1.821 adolescentes detidos (Folha de SP, 30). O retorno dos arrastões nas praias da Zona Sul do Rio gerou um polêmico processo de pente fino no deslocamento dos jovens de bairros da cidade às praias. No mesmo momento, na manifestação política de dezembro de 2015, na avenida paulista –segundo o Datafolha- apenas 5% eram jovens de 12 a 20 anos.

esporte2464. A UNE foi aparelhada pelo governo Lula/Dilma com generosos subsídios. A UNE saiu das ruas depois de mais de 60 anos. O movimento estudantil passou a ser atividade de uma cúpula profissional: manipulado foi sendo despolitizado.

5. Esse processo afeta muito mais do que a atual conjuntura de crise econômica. Afeta novas gerações políticas que estariam sendo formadas na dinâmica de suas participações. Já se sente o envelhecimento da atividade política e especialmente das lideranças políticas num processo que é crescente e numa renovação declinante.

6. As pesquisas mostram a alta proporção de jovens decepcionados com o quadro moral e que veem a política como atividade suja. Esse é certamente o efeito mais grave do ciclo petista no poder culminando com uma crise moral, política, econômica e social, e rejeição à política formal.

7. E há um fenômeno que deve ser analisado em profundidade pela importância que tem. A crescente e significativa presença e participação parapolítica dos jovens através das redes sociais. Essa ocorre desconectada da dinâmica partidária e governamental. Na medida em que a lógica das redes é desverticalizada, horizontal e individualizada, é uma dinâmica que afasta os jovens dos canais formais de representação. Mas há exceções, que permitem olhar para frente e pensar na aproximação das redes sociais da política formal. Espanha, Grécia e Chile são exemplos, independentemente de cortes ideológicos.

* * *

…e aproveita e lembra do livro da Super Catherine Krulik, Carnavais do Brasil ( essas fotos são de lá). Eu escrevi sobre os carnavais desse Brasil afora

carnaval14

Catherine Krulik autografa seu Carnavais do Brasil - mais de uma década de sonho se realizando. O livro está maravilhoso. Vocês precisam ver.
Catherine Krulik autografa seu Carnavais do Brasil – mais de uma década de sonho se realizando. O livro está maravilhoso. Vocês precisam ver.

Dedicatória de Catherine , para mim

A magia das baianas - FOTO CATHERINE KRULIK
A magia das baianas – FOTO CATHERINE KRULIK
foto Catherine Krulik - Carnavais do Brasil
foto Catherine Krulik

Mais, aqui