No país da piada pronta, nova ministra de políticas para as mulheres chama Inês Pandeló… E não tem muita coisa no curriculum. Veja essa

Rasgação de seda

Cotada para ministra de Políticas para Mulheres, a petista Inês Pandeló foi quem apresentou projeto para dar o Título de Cidadão do Estado do Rio de Janeiro à atual ministra, Iriny Lopes. Que é de Espírito Santo.

FONTE: coluna claudio humberto

A cara da ministra, secretária, sei lá o quê e a argumentação tosca para tirar a campanha da Gisele Bundchen do ar. Enquanto isso, para vender cerveja, sabão em pó, carro, etc… Repito: ô gente limitada!

 Secretária é look alike do Laerte, o querido cartunista, quando travestido.

VAMOS FALAR SÉRIO, NÉ, GENTE?

A notícia boa é que os lindos pôneis malditos  ( veja aqui a propaganda ) estão liberados..

Agora é bater pesado nessa história de quererem tirar o anúncio da Gisele Bündchen do ar, que parece que é só porque ela é bonita; e não uma gostosuda chuteira e peituda.

veja os anúncios que, segundo o governo, devem ser proibidos porque são perigosos para as mulheres:

CLIQUE AQUI: TEM OS TRÊS

Veja a argumentação oficial e tosca:

27/9 – SPM pede suspensão da propaganda da Hope ao Conar

Date: 2011-09-27

“Hope ensina” é a campanha da empresa que “ensina” como a sensualidade pode deixar qualquer homem “derretido”. Nela, a modelo Gisele Bundchen estimula as mulheres brasileiras a fazerem uso de seu “charme” (exposição do corpo e insinuações) para amenizar possíveis reações de seus companheiros frente a incidentes do cotidiano.

Desde que foi ao ar, no último dia 20, a Ouvidoria, da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), recebeu reclamações de indignação a respeito da propaganda e enviou dois ofícios. Um ao Conar, pedindo a suspensão da propaganda, com base nos arts. 19 a 21 do Código Brasileiro de Auto-regulamentação Publicitária, e do art. 30, II, do Regimento Interno do Conselho de Ética (RICE). O outro, ao diretor na Hope Lingerie, Sylvio Korytowski, manifestando repúdio à campanha.

A propaganda promove o reforço do esteriótipo equivocado da mulher como objeto sexual de seu marido e ignora os grande avanços que temos alcançado para desconstruir práticas e pensamentos sexistas. Também apresenta conteúdo discriminatório contra a mulher, infringindo os arts. 1° e 5° da Constituição Federal.

 Comunicação Social