#ADEHOJE – VENEZUELA É MAIS UMA PREOCUPAÇÃO, E URGENTE

#ADEHOJE – VENEZUELA É MAIS UMA PREOCUPAÇÃO, E URGENTE

 

Só um minuto Não bastassem as nossas mazelas, e que não são poucas, nas próximas horas temos de ficar muito preocupados com a situação da Venezuela, especialmente da fronteira com o Brasil, em Roraima, para onde foram encaminhadas as toneladas de ajuda humanitária. O ditador Maduro mandou fechar todas as fronteiras, com a Colômbia, Brasil, qualquer buraquinho, par a que não chegue essa ajuda, que ele acredita ser uma forma de invasão do imperialismo americano. Mas da Rússia, Cuba, China, ele não desgruda.

Já houve – agora pela manhã – confronto sério – deixa 1 morto e 12 feridos.

Ah, acharam a verdadeira abelha rainha ! A abelha-gigante-de-wallace (Megachile pluto). Tem seis centímetros. Encontrada em uma ilha do Arquipélago das Molucas do Norte, na Indonésia.

 

Expedição em ilha da Indonésia encontrou um único exemplar da abelha gigante de Wallace — Foto: Clay Bolt

 

#ADEHOJE, SÓ UM MINUTO – NÃO, NÃO É NORMAL

#ADEHOJE, SÓ UM MINUTO – NÃO, NÃO É NORMAL

Só um minuto – Cidadania é inegociável, não é coisa de esquerda, direita. Hoje quero falar sobre umas coisas que me preocupam. A mim e a muitos brasileiros que tem alguma noção da realidade e dos perigos que certas medidas e fatos representam. Ontem, falei de censura – que é inadmissível, em qualquer caso. Não tem mas, nem meio mas… O Estado deve ser laico, manter longe os dogmas religiosos. Também não é exatamente normal, desculpem, o número de militares que estão sendo postos em lugares chaves do governo federal e em outros governos estaduais. São 13 em cargos do alto escalão. Hoje foi anunciado o nome do porta-voz do governo Bolsonaro, General de divisão Otávio Santana do Rêgo Barros. Ele chefiava o Centro de Comunicação Social do Exército e participou de Missão de Paz no Haiti.

ARTIGO – Bang Bang geral. Por Marli Gonçalves

Mãos ao alto! A bolsa ou a vida!– ah, agora nem tem mais isso. É a frio mesmo, ou com aquele linguajar de “mano”: perdeu. O mundo está virado. As pessoas estão loucas. Loucas e inseguras, em todos os lugares. Nos centros urbanos. Nas cidades do interior as explosões viraram rotina. O medo impera em todas as classes sociais, e a morte pode vir por nada. Ou por tudo isso.

 Mas não se preocupem. Os seus problemas acabaram. O governo acaba de anunciar a criação de mais um órgão, instituição, elefante branco, ralo, nome, título pomposo – você escolhe como quer chamar o tal SUSP – Sistema Único de Segurança Pública, seja lá o que isso queira dizer. Se acompanhar seu irmão da Saúde, o SUS, já viram em que brejo estaremos.

Vai fechando a garganta e agora piora porque a gente assiste ao crime, várias vezes, com vários ângulos, gravados por câmeras – às vezes até da própria vítima – espalhadas pelas cidades que ainda são burras. Câmeras, quem sabe um dia se por ventura nos transformarmos em cidades inteligentes poderão servir para garantir sobrevivência, não só registrar o que já está virando até certo sadismo. Algumas tevês ainda editam ou cortam partes mais violentas, outras aumentam a audiência mostrando tudo, ad nauseam, repetidamente, com apresentadores babando em cima.

Teve bate-boca severo por aí esses dias, com o caso da PM que, certeira, detonou o peito do ladrão na porta da escola onde estava com a sua filha. Houve  outros casos de reação, mas esse foi emblemático, porque era uma mãe, policial, loura, véspera de Dia das Mães, e ainda homenageada com flores pelo governador em ano de eleição; tudo bem enganchado, como se fala na linguagem jornalística.

Quem em sã consciência pode criticar? Há muito não via uma legítima defesa tão bem executada, exímia. O problema é que isso está dando margem para a volta dos dinossauros, dos trogloditas que ficam atirando insanidades de seus computadores, e acabam apoiando e piorando essa terrível escalada da violência – o bang bang – em que vivemos, ressalte-se que não é só no nosso país. Mas aqui temos mais ignorantes de plantão ou, pior, nas ruas, como candidatos, se aproveitando da aflição alheia.

Não há seriedade em torno de soluções. A intervenção no Rio de Janeiro – e as alarmantes ocorrências diárias contínuas com aumento de 86% de tiroteios, por exemplo – demonstrou ainda que não há também respeito a qualquer farda, nem verde. Virou um pega para capar. Uma caçada cruel. Bandidos X policiais X cidadãos, em todas as ordens dos fatores.

O buraco, que não é só o da bala, é mais embaixo. Não há políticas públicas ou sociais que analisem os fatos, a expansão das organizações criminosas, as regras penais, socialização, corrupção de autoridades. Pensam em criar verbas para segurança expandindo nada mais nada menos do que os jogos de azar, loterias. Deve vir algum também dos senhores das armas e suas empresas de calibres mortais.

Enquanto isso, as pessoas por aí pensam em se armar para enfrentar o clima de Velho Oeste, os arrastões nos saloons, defesa de seus bens e propriedades. Daqui a pouco algum gênio da raça vai propor a distribuição de vistosas e brilhantes estrelas de xerife.

Para se armar, tem de saber o que é uma arma, como se usa, onde guardar, e ter a cabeça no lugar. Há muitos anos, ainda no Jornal da Tarde, fiz um curso de tiro (e modestamente creio que ainda atiro bem) para uma reportagem sobre o assunto. À época estava frequente a morte de adolescentes que esqueciam a chave para entrar pé ante pé em casa de madrugada, e de crianças, mortas pelos próprios pais e suas pistolas guardadas debaixo do travesseiro. O coitadinho sentia medo no meio da noite, ia pedir achego na caminha e tomava um tiro, ali na porta do quarto, confundido com invasores. Vi muitos casos.

Temo uma nova onda de armamento. Nunca tive problemas com armas, que meu pai usava e sempre me ensinou o perigo delas. Mas gosto mesmo é de lembrar de minha mãe se defendendo com boas panelas na mão, ou com tamancos de madeira que tirava rápido dos pés quando alguém mexia com a gente.

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Marli Gonçalves, jornalista – Apenas para lembrar: há profissões que obrigam a jamais recuar diante do perigo ou de algum fato, mesmo não estando em serviço. Médicos devem se apresentar. Jornalista é outra delas – o dever de denunciar malfeitos é juramento (espero que os novos profissionais saibam disso). Os policiais também o são 24 horas, fardados ou não. Não tem nem conversa.

marli@brickmann.com.br/ marligo@uol.com.br

 Brasil, segurança seria progresso, 2018

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Descobriram o Brasil; estamos mais preocupados com nosssa situação financeira! Tem coisas quenem é preciso pesquisar muito, não?

FONTE: ASSESSORIA DE IMPRENSA UNYSYS

jackPreocupação com segurança financeira aumenta entre os brasileiros, revela pesquisa Unisys Security Index

O percentual de brasileiros seriamente preocupados com a segurança financeira aumentou 22 pontos percentuais em relação aos resultados do último ano. A maior preocupação diz respeito à capacidade de honrar com obrigações financeiras, tais como pagamento de financiamentos, empréstimos e outras contas.

São Paulo, 02 de Junho de 2014 – Os resultados da edição 2014 da pesquisa Unisys Security Index apontaram que a preocupação dos brasileiros em relação à segurança financeira aumentou 22 pontos percentuais em relação ao ano anterior, saltando de 175 para 197 pontos em uma escala de 0 a 300, o que representa um alto nível de preocupação.

Como resultado, o Brasil está colocado entre os países com as maiores preocupações sobre a segurança financeira. Dos 12 países cobertos pelo estudo da Unisys, o Brasil ficou a apenas um ponto do topo do ranking, dividido entre México e França, as duas nações com o maior nível de preocupação nesta área.

Nesse aspecto, um dos principais temores por parte dos brasileiros ouvidos pelo estudo é o uso indevido por terceiros de dados de cartões bancários. No levantamento anterior, 75% das pessoas se posicionaram como seriamente preocupadas em relação ao tema, e em 2014 este número subiu para 81%.great-animated-gif-004

Já o receio quanto à capacidade de honrar os compromissos financeiros assumidos, tais como o pagamento de empréstimos, financiamentos e outras despesas, também aumentou 19 pontos percentuais de um ano para o outro, saltando de 53% para 72%.

 

 

Segurança na Internet

No que diz respeito à segurança na internet, a pesquisa constatou um aumento de 4 pontos quanto à preocupação com o recebimento de vírus e e-mails indesejados. Além disso, os entrevistados brasileiros se mostraram mais reticentes quanto a operações de e-commerce e mesmo ao acesso à sua conta bancária pela internet. Este percentual cresceu de 48% no ano passado para 55% em 2014.

“A recente aprovação do Marco Civil da Internet e o debate a respeito de outras leis que visam combater os crimes cibernéticos e proteger a privacidade dos dados de cidadãos brasileiros são medidas fundamentais para devolver a confiança a pessoas físicas e a empresas, para que todos possam usufruir os benefícios proporcionados pela tecnologia para produzir mais e melhor”, comenta Agostinho Rocha, Managing Director para o Brasil e Vice-Presidente de Vendas da Unisys para América Latina.
Ranking dos países com maior preocupação com a segurança na internet:

O índice geral de segurança do Brasil medido pela pesquisa da Unisys subiu de 173, em 2013, para 187 pontos neste ano (em uma escala de 0 a 300). O levantamento é realizado desde 2007 no país e mais de 1000 brasileiros foram entrevistados para o estudo, que contemplou ao todo 12 países: Alemanha, Austrália, Brasil, Colômbia, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Malásia, México, Nova Zelândia e Reino Unido. O Unisys Security Index avalia as principais preocupações dos consumidores em quatro áreas: segurança nacional, financeira, pessoal e na internet.