#ADEHOJE – CULTURA NO TURISMO? E OUTRAS BARBARIDADES

#ADEHOJE – CULTURA NO TURISMO? E OUTRAS BARBARIDADES

 

SÓ UM MINUTO – Ô, gente, desculpe, mas tenho de repetir que mais ou menos eu sabia que todo dia teria, mas não achei que seria tanto. Vejam só essa última: Bolsonaro manda a Cultura par ao Ministério do Turismo, e ainda pretende por um pastor da linha RR Soares para dirigir. Não tem nem o que comentar, de tão absurdo. Mas a Cultura também não estava bem lá no reacionário Ministério da Cidadania de Osmar Terra. Escuta essa: só hoje tem notícias de três feminicídios ou tentativas de feminicídio, bárbaras, terríveis com fogo, faca. Ontem o Senado aprovou projeto que torna o feminicídio imprescritível e inafiançável. Tomara que seja aprovado logo! Enquanto isso, uma juíza de quinta, Adriana Gatto Martins Bonemer, ousa dar uma sentença acusando o feminismo de “colaborar para a degradação moral que vivemos”, citando “a obra” de outra reacionária, aquela deputada que não quero nem falar o nome, que posa com armas, camiseta de bolsonara e sustenta que alunos sejam dedo-duros.

Barbaridades de nosso tempo…

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E, por falar em médicos, saiba tudo sobre a grande manif/ passeata que eles preparam, para 31 de julho

 

FONTE: ASSESSORIA DE IMPRENSA

31 de Julho

Médicos na rua em defesa da saúde

7 Megapasseata contra pacote de Dilma vai tomar avenidas Brigadeiro, Paulista e Consolação

IMG-20130703-WA0001Na próxima quarta-feira, 31 de julho, médicos, estudantes e residentes do estado de São Paulo protagonizarão novo protesto contra o Programa Mais Médicos, criado pelo Governo Federal no início do mês, por meio da Medida Provisória 621. A partir das 16h, farão concentração no estacionamento da sede da Associação Paulista de Medicina (Rua Francisca Miquelina, 67 – Sé), sairão em passeata pelas Avenidas Brigadeiro Luiz Antônio, Paulista e descerão a Rua da Consolação até a sede do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo, no número 753.

 Os médicos querem a derrubada da Medida Provisória 621, que prevê a abertura de mais vagas em escolas médicas, a contratação de médicos estrangeiros sem a revalidação de diplomas e serviço civil obrigatório para estudantes de Medicina, com o acréscimo de dois anos na duração dos cursos para trabalho no Sistema Único de Saúde, entre outros temas polêmicos. Também protestam contra os dez vetos da Presidência da República à Lei 12.842/2013, que regulamenta a profissão de médico.

Nos últimos dias, médicos de todo o país tem realizado uma série de protestos contra as recentes decisões do Governo Federal, como passeatas, atos públicos, coletivas de imprensa e paralisações em diversas cidades e estados. Em São Paulo, por exemplo, houve passeatas nos dias 3 de julho, na Avenida Paulista; e em 16 de julho, com milhares de médicos protestando nas ruas do centro da capital; e um apitaço contra o ministro da Saúde Alexandre Padilha no dia 23 de julho.

 As entidades também estão entrando com ações judiciais contra a MP 621 (como fizeram a Associação Médica Brasileira em 23 de julho e o Conselho Federal de Medicina no dia 19) e têm realizado encontros com parlamentares para debater a questão.