ARTIGO – O Pau e a vergonha alheia. Por Marli Gonçalves

broke_man_with_empty_pockets_md_clrQuantas vezes na última semana você ouviu o provérbio “pau que dá em Chico dá em Francisco? ” Quando uma frasezinha pega, fica ali na boca do povo remoendo, passa para lá e para cá, participa de várias atividades, mesmo que o seu sentido se esvaia antes de chegar ao final da história

Já que nem tudo é tão democrático assim, em um país de desigualdades tão marcantes como o nosso é que essa do pau batendo em Chico e Francisco não rola mesmo. Só o Chico é que toma uns tecos. O Francisco dá alguma carteirada e se pica, lépido com seus títulos e diplomas; se possível até esfrega na nossa cara um foro especial e alguma imunidade parlamentar. Ou algum cargo de ex.

Ex-presidente, por acaso, tem um monte rodando por aí. Um não, dois, três, contando o do saco roxo que anda fazendo aparições (cinco, se contarmos o quieto Sarney e o viajante FHC que de vez em quando aparece, dá uns pitacos e some). Um, visto em boneco gigante, inflável, camisa listrada, saiu por aí, Pixuleco, carregado pela oposição para tudo quanto é canto. E o de verdade, carne, osso e barba num road movie promocional esquisitíssimo. Inflado, fica insuflando. Sobe na tribuna, pega um microfone e logo vem brandindo alguma ameaça feita em voz grossa, alta e rouca, de quem se faz de mouco e não ouve a voz das ruas. Não vê que a coisa não está de brincadeira, que não é hora de marketing eleitoral populista. Quanto mais as pessoas olham a cara dele, com mais raiva vão ficando.Bored_man

Para nos deixar mais boquiabertos ainda com tanta coisa acontecendo e desacontecendo, como se não bastasse os personagens em ação, esses dias teve o outro ex-do-passado-distante-e-longínquo-que-adoraríamos-ver-enterrado que ressuscitou, no palco do teatro do absurdo onde apresentou um monólogo com direito a todas as caretas que deve ter treinado à exaustão antes na frente do espelho. Ninguém merece. Os palavrões que disse fizeram a sessão ser proibida para menores de idade que não podem ver filmes de terror e sangue injetado nos olhos.

Acompanhar a política nacional nos últimos tempos virou mesmo um exaustivo exercício de paciência e de vergonha alheia – expressão que agora entendo mais do que nunca, em sua exatidão e plenitude impressionante do que é a capacidade humana de sempre nos surpreender e decepcionar. Ora é a presidente saudando a mandioca e dobrando a meta imaginária, o seu zero particular. Ora é um boquirroto que na verdade está mesmo tentando só salvar a sua própria pele – viu que o caldo está entornando – para tentar retomar glorioso daqui a alguns anos, assobiando e repetindo que não sabia, que errou, mas que isso não se repetirá.

Aí alguém lá em cima tem alguma ideia que acha de gênio e resolve soltá-la em balões: as da vez foram criar mais um imposto com nome pomposo e disfarce, além do corte dos longos cabelos da Esplanada dos Ministérios, mas só dez dedinhos; nada de navalhadas radicais. Daí? Daí nada. O imposto morreu, ainda bem, sufocado pela gritaria. E os cabelos? Ah, os cabelos continuam os mesmos – o que mudará será a voz
.
Desde o primeiro governo da presidente, escrevo sobre a estranheza que havia na sensação de que tínhamos duas pessoas no comando do país; uma ficava como sombra, fazendo negócios que estão sendo revelados só agora, dando ordens, orientando a manada. Era uma sombra, mas admitamos que, pelo que vemos acontecer nesse segundo governo, a sombra até era útil e funcionava. Alguma coisa não deu certo nessa relação, gastou – tanto que a sombra se afastou – e quando o nada foi iluminado novamente foi que percebemos que o buraco já estava muito mais em baixo. Canoa furada. Sem direção. Sem argumentos. Sem respostas.

chamandoE sem oposição também. Por falar em vergonha alheia, com a oposição que temos quem precisa de governo? Eles próprios se exterminam entre si, ou caindo do muro na lama, pelo lado errado, ou equilibrando-se em cima dele e rezando pela cartilha de algum profissional da fé e fiscal de costumes, mais sujos do que outro pau, o pau-de-galinheiro.

É uma novela. Acaba uma, começa a outra. Um novelo a desenrolar, e cada mês que passa – e estão passando – se torna mais surpreendente seu roteiro, seus vai-e-vem. Nossa própria resiliência e resignação.

Somos todos Chico.

São Paulo, vem setembro, vem setembro! 2015Brasileiros em katmanduMarli Gonçalves é jornalista A profissão que acaba levando a culpa pelo pau que publica.

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Antes da panela. Pega seu cabide e Vem pra Rua! Dia 4, Câmara Municipal de SP. Contra mordomias e…cabides de emprego.

acabando com as pragasMOVIMENTO VEM PRA RUA SAMPA FARÁ CABIDAÇO NA CÂMARA DOS VEREADORES NA PRÓXIMA TERÇA-FEIRA, DIA 4 DE AGOSTO

 O movimento Vem Pra Rua Sampa fará sua primeira ação na próxima terça-feira, dia 4 de agosto, na Câmara dos Vereadores de São Paulo, a partir das 13h.

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Os manifestantes farão a entrega de centenas de cabides plásticos aos vereadores, a fim de registrar o repúdio da população paulistana à lei de número 16.234/15, que aprovou, em pleno feriado paulistano de 09 de julho, a contratação de mais 660 funcionários para a Câmara Municipal. Cada vereador, que já conta com 18 auxiliares em seus respectivos gabinetes, terá o direito de contratar mais 12 auxiliares. No total, cada vereador terá 30 pessoas trabalhando.

A lei, já aprovada, trará um gasto adicional de cerca de R$ 7 milhões de reais ao ano, em vales refeição, transporte e outros benefícios.

O Vem Pra Rua Sampa quer mostrar aos vereadores que aprovaram a nova lei que essas contratações são desnecessárias, dispendiosas e só servirão para engordar o número já inflado de pessoas que trabalharão para a campanha à Prefeitura, em 2016. Ou seja: não haverá mais eficiência na Câmara Municipal e sim mais cabides de emprego, no linguajar popular.

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FONTE: ASSESSORIA MOVIMENTO VEM PRA RUA SAMPA

Viram essa? Hacker de figurinha da Copa faz jogador virar blackboc! O que mais? #vaiprarua

Ativistas ensinam a hackear figurinhas do álbum da Copa

With_dynamiteAtivistas estragam figurinhas do álbum da Copa

Por: Redação DIÁRIO DO PODER

Foto: Reprodução FacebookFoto: Reprodução FacebookAtivistas pintam máscaras pretas nos rostos dos jogadores (Foto: Reprodução Facebook)

A menos de um mês da Copa, as manifestações estão mais intensas. Em abril, um grupo de mascarados queimou um álbum de figurinhas em São Paulo; a mesma atitude se repetiu no Rio de Janeiro na semana passada. Agora, a proposta de alguns ativistas é ‘hackear’ e estragar as figurinhas do álbum da copa.

No sábado, os ativistas publicaram na página ‘coletivo vinhetando’ sobre ação e ainda anunciaram a necessidade de mão-de-obra para estragar as figurinhas. Quem compra o pacote, não consegue perceber, mas, ao abrir, poderá ter a desagradável surpresa de ver várias figurinhas com os rostos dos jogadores rabiscados com caneta preta. Os ativistas desenham umas máscara preta nos jogadores e selam o pacote com cola. De acordo com a página, a ação já acontece há três semanas.

 

ARTIGO – Pavio aceso. Por Marli Gonçalves

   Gifs%20Anim%E9s%20Feu%20%28119%29  Não esbarre. Não pise no pé. Não cutuque a onça. Não pise no rabo. Não provoque. Use óculos escuros. Fique na sua. Não encara! Vivo em São Paulo. Então, transmito minhas impressões diretamente do centro do caldeirão, e o caldeirão está em ebulição de uma forma que não me lembro de ter visto antes, em formato, perigo, disparates. Está difícil ir daqui até ali sem se aborrecer, sem encontrar problema, sem encontrar gente rosnando inconformado seja de um lado ou de outro, curtindo rancores, olhando torto para o que não compreende ou que não lhe é espelho Gifs%20Anim%E9s%20Feu%20%2850%29

Gifs Animés Bombes et Explosion (3)O país inteiro está quente, mas aqui em São Paulo todo esse calor se mistura com cimento, ar sujo, cidade caída e esburacada, saco cheio, durezas de vidas sem poder por o pé na areia, nem chinelos de dedo, nem grandes possibilidades de se acalmar vendo o por do sol sentado em algum morrinho. Sim, tem quem pode; mas a maioria apenas se sacode. E sacode para cima dos outros. O clima de individualismo está chegando num perigoso limite com a insanidade mental e física.

O pavio está aceso e o barbantinho queima com rapidez. O relógio faz tiquetaque, tiquetaque, e a gente procura para ver se acha a bomba antes que ela estoure. O barril é de pólvora e tem gente com fósforo aceso achando graça. A panela está fervendo e o leite já derramou. Nunca antes nesse país qualquer faísca – e elas não param – eclode em tanta violência. No trânsito, até facas zunem. Nas ruas ninguém mais pede licença nem para passar e gentilezas são tão raras que quando a gente encontra uma é capaz de se apaixonar, querer filmar para guardar a cena e mostrar para gerações futuras, chorar e querer abraçar e beijar.

Pior é que para arrumar uma encrenca não precisa nem mais sair de casa. Tenho visto amigos deixarem de ser amigos entre si, e o que é pior, em público, se xingando de uma forma pavorosa e cruel via as tais redes que daqui a pouco se chamarão é “redes anti sociais”. Não é mais porque um não pagou o dinheiro que pediu emprestado, ou não devolveu um livro, ou mexeu com a mulher, roubou um namorado; mas brigam só por conta dessa política rastaquera implantada tal qual erva daninha. Não me conformo. E todo dia assisto pelo menos uma dessas pendengas. Sei também o quanto é difícil calar, principalmente quando escrevem bobagens no seus posts – quase como uma invasão do espaço íntimo. Porque a gente não gosta de ser amigo de quem é burro, maria-vai-com-as-outras, e que dá palpite sobre o que nem tem ideia, apenas telecomandado por uma ideologia de última categoria, vontade de engraxar sapato dos guias máximos. Eu pelo menos não gosto. Não brigo, mas fico atenta para ver se a pessoa ainda tem cura. E espero que ela vá pensar o que quer, democraticamente, mas bem longe dos meus domínios, com a turma dela, já que não há mais possibilidade de debate sério, civilizado. É só petralha! para lá, tucano da elite para cá; agora deram para xingar até de “comunistas!” Quando é que vão ver que esquerda e direita é mão de direção? E em política a gente pode, sim, pegar a contramão na hora que quiser. Deveria poder.

Os nervos, ah, os nervos! Estão à flor da pele e temo que seja por não estarmos conseguindo prever – pense – nada, nem poucas horas diante de nossos narizes. Como vai ser? Vai ter protesto? O povo voltará às ruas? A seleção brasileira passará das oitavas? Aliás, os turistas conseguirão chegar? Partir? Vai ter Copa? (Claro que vai, mas tumultuada).

Achei verdadeiramente brilhante esse post do amigo jornalista Wilson Weigl: “Pra mim já deu! Não aguento mais ouvir falar de: manifestação, protesto, caos, crise, crime, Black Blocs, arrastão, rolezinho, roubo, assalto, polícia, tráfico, metrô, faixa de ônibus, tarifa de ônibus, apagão, racionamento, favela, comunidade, UPP, crack, cracolândia, máscara, médicos cubanos, Ramona, Mais Médicos, Bolsa Família, Cuba, porto cubano, eleição, Copa, imagina na Copa, Pizzolato, Pedrinhas, Pampulha, Maranhão, PT, PSDB, Dilma, Lula, Alckmin, Haddad, Padilha, Cardozo, Sarney etc etc etc. #cumbicajá

Gifs%20Anim%E9s%20Eau%20%2828%29Quem vive de informação tem melhor ideia do que trato. Você abre o jornal e lê artigos que, puxa vida, como alguém pode escrever e publicar tanta bobagem só porque tem nominho no mercado? Como alguém pode ser âncora de jornal sério e ser tão babaca? E as declarações e explicações dos homens públicos? Trabalho com isso, gente; os caras não estão contratando profissionais de comunicação, não. Andam contratando qualquer coisa: filhinhos de papai, moças bonitinhas, coisinhas fofas, mas que não têm ideia do mal que estão fazendo. A gente vai guardando…uma hora a coisa explode, e não vai ter controle. Fora os jornalistas que viraram bucha de canhão, fritos em óleo quente, queimados com fogos, rojões, acertados com cassetetes e bordunas.

Gifs%20Anim%E9s%20Feu%20%28107%29Dá para dizer que o tumulto no Metrô foi sabotagem? Não. Dá para dizer que o rolezinho é coisa de infiltrados? Não. Dá para dizer que fazer a justiça com paramilitares sanguinários, milicianos que espancam meninos, está certo? Não. Dá para ficar perguntando o que foi que o Lula dedurou, para acreditar que ele teve, sim, tratamento diferenciado? Não. Se ele falou, nem que seja a cor da cueca do companheiro, se sorriu (e sorriu) para os agentes da ditadura, já não é suficiente? Dá para jurar num dia que não vai ter apagão e no dia seguinte o país inteiro sofrer um apagão? Dá para por culpa no raio?

Alguém, por favor, pode jogar água nessa fervura? Rápido! O barbantinho está quase no fim. E a água está para ser racionada.

Gifs%20Anim%E9s%20Eau%20%2813%29São Paulo, 40 graus  

Marli Gonçalves é jornalista Lembra quando a gente brincava de esconde-esconde, adivinhação, quente ou frio? Pois é: agora está mais para “chegou com um quente e dois fervendo”. A batata está assando. Ou quente, nas mãos.

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RECEBI E REPRODUZO MANIFESTO DE ANTONIO GILSON DE OLIVEIRA PRESIDENTE DA ASPAS ASSOCIAÇAO DOS PASSAGEIROS.REPRODUZO.

Amigos, recebi esse manifesto aqui, como mensagem. Achei importante reproduzi-la abaixo.
Está como veio. Apenas acentuei as palavras.

MANIFESTAÇÃO DE APOIO E SOLIDARIEDADE
AOS MOVIMENTOS REIVINDICATÓRIOS DE
PASSAGENS JUSTAS – SERVIÇOS CONFORTÁVEIS – EFICIENTES, SEGUROS E CONTÍNUOS.
LEI 8987 / 95

housework3O PODER PÚBLICO ELIMINOU IMPOSTOS QUE INCIDIAM SOBRE AS TARIFAS DOS TRANSPORTES PÚBLICOS. CRIOU CORREDORES DE ALTA VELOCIDADE QUE REDUZEM O CONSUMO DE COMBUSTÍVEL, PROPORCIONAM MAIOR NUMERO DE VIAGENS POR DIA. REDUZEM O DESGASTE E AUMENTAM A VIDA ÚTIL DOS VEÍCULOS. REDUZIU IMPOSTOS (PIS – CONFINS – ICMS) SOBRE AS TARIFAS, AQUISIÇÃO DOS VEÍCULOS. ESTABILIZOU O PREÇO DOS COMBUSTÍVEIS QUE SEMPRE JUSTIFICAM A ELEVAÇÃO DAS TARIFAS (PLANILHA DE CUSTOS). O ÍNDICE DE CORREÇÃO DOS SALÁRIOS QUE OCORRE ANUALMENTE, DE COBRADORES E MOTORISTAS, É SEMPRE INFERIOR AO AUMENTO DAS TARIFAS. O “IPK”, ÍNDICE DE PASSAGEIROS POR QUILOMETRO QUADRADO, AUMENTA A CADA DIA SUPERLOTANDO TODAS AS MODALIDADES DE TRANSPORTES E AUMENTANDO DESCONTROLADAMENTE, DESGOVERNADAMENTE E ARBITRARIAMENTE O LUCRO DAS EMPRESAS. OS VEÍCULOS CRESCERAM DE TAMANHO (BRT) TRANSPORTANDO MUITO MAIS PASSAGEIROS. PORTANTO NÃO EXISTE MOTIVO QUE JUSTIFIQUE O AUMENTO DAS TARIFAS PUBLICAS DE TRANSPORTES COLETIVOS. SOMENTE A CORRUPÇÃO, O PECULATO, O FAVORECIMENTO, A AJUDA DE CAMPANHAS POLÍTICAS, O TOMA LÁ DÁ CÁ, JUSTIFICA ESSE AUMENTO ARBITRÁRIO DAS TARIFAS E DOS LUCROS. NÃO PODEMOS IGNORAR QUE O GOVERNADOR DO RJ É CASADO COM A FILHA DO MAIOR EMPRESARIO DOS TRANSPORTES COLETIVOS DO LESTE BRASILEIRO. INFELIZMENTE ESSA É A LINGUAGEM QUE ELES CONHECEM. A LINGUAGEM DA VIOLÊNCIA. DO QUEBRA-QUEBRA.

JONALISTA 2

A IMPRENSA DENUNCIA, CRITICA DIARIAMENTE EM TODAS AS MÍDIAS E PERIÓDICOS A PRECARIEDADE DOS TRANSPORTES COLETIVOS – TRENS – METROS – ÔNIBUS – BARCAS – ESTAÇÕES RODOVIÁRIAS – AEROPORTOS – NADA MUDA DEVIDO A PROMISCUIDADE, A ROUBALHEIRA, A CORRUPÇÃO. SOMENTE OS INTERESSES ESCUSOS INCONFESSÁVEIS E INDECLINÁVEIS, MAS POR TODOS SABIDO, PODE MANTER AS TARIFAS, MESMO COM TODA INDIGNAÇÃO E REAÇÃO DA POPULAÇÃO. SOU FAVORÁVEL SIM, ÀS MANIFESTAÇÕES DE RUAS. SE O CIDADÃO, OS REPRESENTANTES DA SOCIEDADE BUSCAM O DIÁLOGO, JAMAIS SÃO RECEBIDOS. NÃO TEM AGENDA. NÃO TEM SOLUÇÃO. QUANDO O POVO CANSADO, EXAUSTO, REVOLTADO SE MANIFESTA DESSA FORMA, SÃO DENOMINADOS DE BADERNEIROS, VÂNDALOS.

ESTE É O TIPO DE REIVINDICAÇÃO QUE ELES ENTENDEM. SÓ ASSIM ELES ATENDEM A POPULAÇÃO. SOMENTE ASSIM ELES DÃO OUVIDO. QUANDO A MANIFESTAÇÃO É REFERENTE AOS INTERESSES DELES, TUDO É LEGAL. TUDO É PERMITIDO. VAMOS POR FIM A VIDA DE GADO. AS DIRETAS JÁ, AS MANIFESTAÇÕES DE RUA, AS PARALISAÇÕES, TODOS OS POLÍTICOS APROVAVAM. QUANTO ÀS INVASÕES DO MST TODOS CALAM E ATÉ RECEBEM VERBAS BILIONÁRIAS PARA PROMOVER INVASÃO DE PRÉDIOS PÚBLICOS, FAZENDAS, ETC. QUANDO O CIDADÃO REIVINDICA SEUS REAIS INTERESSES COLETIVOS SÃO DEBELADOS, CONTIDOS, COM CASSETETE, JATOS DÁGUA, BOMBAS DE GÁS. TIROS DE BORRACHA. VIOLÊNCIA, TRUCULÊNCIA.

SOU FAVORÁVEL SIM A ESSE TIPO DE MANIFESTAÇÃO. ESTE É O VOCABULÁRIO E LINGUAGEM QUE CONHECEM. ELES QUE BUSQUEM O DIÁLOGO. QUE PROCUREM AS LIDERANÇAS DESSE MOVIMENTO REIVINDICATÓRIO DE INTERESSES SOCIAIS. QUAL O NOME, O ADJETIVO QUE SE APLICA AO POLÍTICO, AO GESTOR PÚBLICO, (PRESIDENTE – GOVERNADOR – PREFEITO) QUE SUPERFATURA OBRAS PÚBLICAS, ESTÁDIOS, MEDICAMENTOS, INAUGURA HOSPITAIS, ESTADIOS, ESCOLAS QUANDO AINDA ESTÃO EM OBRAS OU ABANDONA OBRAS BILIONÁRIAS COM ENORME DESPERDICIO DO ERÁRIO PUBLICO. QUAL O APELIDO QUE SE ATRIBUI AO POLÍTICO QUE DE POSSE DO “CARTÃO CORPORATIVO” REÚNE FAMÍLIA E AMIGOS E VAI PARA O EXTERIOR, HOSPEDA-SE EM HOTÉIS CARÍSSIMOS ÀS CUSTAS DO ERÁRIO PÚBLICO? QUAL O ADJETIVO PARA ESSES CASOS. ALOPRADO? PICARETA? PIZZAIOLO? OU É MESMO DE LADRÃO? SAFADO? PILANTRA? 171, VIGARISTA? ONDE O GOVERNADOR E O PREFEITO ESTAVAM E QUAL O HOTEL QUE SE ENCONTRAVAM E QUEM PAGAVA A CONTA DA MORDOMIA QUANDO CHAMARAM OS MANIFESTANTES REIVINDICANTES DE BADERNEIROS?
DIREITO DE IR E VIR

0016O “DIREITO DE IR E VIR”, ASSEGURADO MUNDIALMENTE, NÃO É TRANSGREDIDO APENAS, E, SOMENTE, QUANDO ALGUÉM FICA IMPEDIDO DE ANDAR, DE CIRCULAR LIVREMENTE. PASSAGENS CARAS, O AUMENTO EXCESSIVO DAS TARIFAS DE TRANSPORTES SE CONSTITUI, TAMBÉM, EM CERCEAMENTO DO DIREITO DE IR E VIR. AS PESSOAS RESIDENTES OU TRABALHADORES NAS REGIÕES METROPOLITANAS, OUTROS MUNICÍPIOS, OU QUE SÃO OBRIGADOS A UTILIZAR 02 OU 03 MODALIDADES DE TRANSPORTES PARA SEU DESLOCAMENTO, PAGANDO PASSAGENS CARAS, SE CONSTITUI EM UM IMPEDIMENTO AO DIREITO DE IR E VIR. OS SERVIÇOS PERMISSIONÁRIOS CONCESSIONÁRIOS DEVEM ATENDER AO FIM SOCIAL A QUE SE DESTINAM. EDUCAÇÃO, SAÚDE E TRANSPORTE NÃO TEM POR OBJETIVO E FIM O LUCRO FINANCEIRO.
O QUE NÃO SERVE PARA SERVIR, NÃO SERVE PARA ILUDIR. SE NÃO SERVE PARA TRANSPORTAR, NÃO SERVE PARA ENGANAR. SE NÃO TEM CONFORTO, NÃO PODE CAUSAR DESGOSTO. TRANSPORTE CARO, MANIFESTAÇÃO “BARATA”. SE OS PACIENTES, OS DOENTES MORIBUNDOS QUE PROCURAM O “SUS”, OS SERVIÇOS MÉDICOS OFERECIDOS PELO ESTADO, AGISSEM DESSA FORMA, DESTRUINDO, QUEBRANDO, QUEIMANDO, EXPRESSANDO SUA INDIGNAÇÃO, PROPORCIONAL AO ATENDIMENTO QUE LHE FOI OFERECIDO, COM CERTEZA OS POSTOS DE SERVIÇO MEDICO SERIAM MENOS DESUMANOS. O QUE NÃO SERVE PARA SALVAR, E, SOMENTE PARA SUPERFATURAR E ROUBAR, NÃO SERVE PARA ENGANAR E MATAR. COM CERTEZA MUITOS NAO SERIAM MEDICADOS NO CHÃO, NOS CORREDORES. OUTROS NÃO MORRERIAM NAS PORTAS DOS NOSOCÔMIOS QUE PARECEM MAIS “ABATEDOUROS”. O PAÍS INTEIRO TEM O MEU AVAL, MEU APOIO. MINHA SOLIDARIEDADE, CONCORDO E ESTIMULO. MEU LEMA É: “SE NÃO SERVE PARA ME SERVIR, NÃO SERVE PARA ME ILUDIR” – “SE NÃO SERVE PARA TRANSPORTAR, NÃO SERVE PARA ENGANAR” – “SE NÃO PODE OFERECER CONFORTO, TAMBÉM NÃO PODE CAUSAR DESGOSTO” – “SE NÃO OFERECE E NÃO TEM QUALIDADE ENTÃO VAMOS QUEBRAR” – SE O SERVIÇO ATRASAR ENTÃO VAMOS QUEIMAR. VAMOS QUEBRAR. VAMOS ACABAR.

figura 2PARABÉNS À TODOS QUE SAEM ÀS RUAS – CURITIBA – PORTO ALEGRE – GOIÂNIA, QUE BUSCAM E CONSEGUEM UM TRANSPORTE DIGNO, JUSTO, CONFORTÁVEL, RÁPIDO, EFICIENTE, SEGURO E CONTINUO. ISTO NAO É GRATUITO. NÃO É FAVOR. NÓS PAGAMOS. VOCE PAGA. VOCE TEM O DIREITO DE EXIGIR E LUTAR POR UMA TARIFA CONDIZENTE – COMPATÍVEL COM O SALÁRIO E O SERVIÇO OFERECIDO. A LUTA E AS MANIFESTAÇÕES SÃO COMPATÍVEIS COM OS SERVIÇOS QUE SÃO OFERECIDOS. ESTA É UMA REIVINDICAÇÃO QUE INTERESSA A GRANDE MAIORIA DA POPULAÇÃO ECONOMICAMENTE ATIVA, À TODOS OS TRABALHADORES. À TODA SOCIEDADE. À TODOS QUE SÃO TRANSPORTADOS COMO CAVALOS. EM PÉ. EM VEÍCULOS SUPERLOTADOS. COM TOTAL DESCONFORTO. MULHERES GESTANTES OU NÃO PESSOAS IDOSAS OU JOVENS. PORTADORES DE NECESSIDADES OU NÃO. CIDADÃOS QUE SOFREM DIARIAMENTE DURANTE HORAS NO TRÂNSITO, ENQUANTO OS “GESTORES PICARETAS” SE DESLOCAM EM CARROS BLINDADOS PARTICULARES, COM SUAS EQUIPES DE SEGURANÇAS E BATEDORES PARA LIBERAREM O TRÁFEGO OU DE HELICÓPTEROS, ÀS CUSTAS DO SEU SUOR E SOFRIDO DINHEIRO.

VAMOS TODOS ÀS RUAS PARA PARTICIPAR, APOIAR E NOS SOLIDARIZAR COM ESSAS MANIFESTAÇÕES. NÃO PODEMOS FICAR INERTES, ALHEIOS, INDIFERENTES A ESSES MOVIMENTOS QUE DIZEM E TRATAM DA VIDA E ECONOMICIDADE DE TODOS OS INDIVÍDUOS. CUJO RESULTADO ( A REDUÇÃO E MANUTENÇÃO DA TARIFA) IRÁ BENEFICIAR A TODA A POPULAÇÃO. A NÃO PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE, SUA INDIFERENÇA IRÁ ESTIMULAR O AUMENTO DOS TRANSPORTES PÚBLICOS E CONSEQUENTEMENTE APOUCAR MAIS E MAIS O MISERÁVEL SALÁRIO DO TRABALHADOR. OS USUÁRIOS DE TRANSPORTES CONCESSIONÁRIOS / PERMISSIONARIOS DE SERVIÇOS PÚBLICOS POSSUEM DIREITOS QUE SÃO IGNORADOS E VILIPENDIADOS PELOS ALCAIDES. A LEI 8987/95 ESTABELECE AS OBRIGAÇÕES DOS EMPRESÁRIOS E OS DIREITOS DO CIDADÃO. O GESTOR PÚBLICO PODE À QUALQUER MOMENTO RESTABELECER O EQUILÍBRIO FINANCEIRO DA EMPRESA E OU DOS USUÁRIOS. O GOVERNO FEDERAL NÃO TEM ABSOLUTAMENTE NENHUMA INGERÊNCIA SOBRE O ENTE FEDERATIVO. O PREFEITO É UM ESTÚPIDO IGNORANTE. PRECISA ESTUDAR E COMPREENDER A LEI.
DOS DIREITOS E OBRIGAÇÕES DOS USUÁRIOS

Art. 7º. Sem prejuízo do disposto na Lei no 8.078, de 11 de setembro de 1990, são direitos e obrigações dos usuários:
I – receber serviço adequado;
II – receber do poder concedente e da concessionária informações para a defesa de interesses individuais ou coletivos;
III – obter e utilizar o serviço, com liberdade de escolha entre vários prestadores de serviços, quando for o caso, observadas as normas do poder concedente. (Redação dada pela Lei nº 9.648, de 1998)
IV – levar ao conhecimento do poder público e da concessionária as irregularidades de que tenham conhecimento, referentes ao serviço prestado;
V – comunicar às autoridades competentes os atos ilícitos praticados pela concessionária na prestação do serviço;
VI – contribuir para a permanência das boas condições dos bens públicos através dos quais lhes são prestados os serviços.
Art. 7º-A. As concessionárias de serviços públicos, de direito público e privado, nos Estados e no Distrito Federal, são obrigadas a oferecer ao consumidor e ao usuário, dentro do mês de vencimento, o mínimo de seis datas opcionais para escolherem os dias de vencimento de seus débitos. (Incluído pela Lei nº 9.791, de 1999)
DOS ENCARGOS DO PODER CONCEDENTE
Art. 29. Incumbe ao poder concedente:
I – regulamentar o serviço concedido e fiscalizar permanentemente a sua prestação;
II – aplicar as penalidades regulamentares e contratuais;
III – intervir na prestação do serviço, nos casos e condições previstos em lei;
IV – extinguir a concessão, nos casos previstos nesta Lei e na forma prevista no contrato;
V – homologar reajustes e proceder à revisão das tarifas na forma desta Lei, das normas pertinentes e do contrato;
VI – cumprir e fazer cumprir as disposições regulamentares do serviço e as cláusulas contratuais da concessão;
VII – zelar pela boa qualidade do serviço, receber, apurar e solucionar queixas e reclamações dos usuários, que serão cientificados, em até trinta dias, das providências tomadas;
VIII – declarar de utilidade pública os bens necessários à execução do serviço ou obra pública, promovendo as desapropriações, diretamente ou mediante outorga de poderes à concessionária, caso em que será desta a responsabilidade pelas indenizações cabíveis;
IX – declarar de necessidade ou utilidade pública, para fins de instituição de servidão administrativa, os bens necessários à execução de serviço ou obra pública, promovendo-a diretamente ou mediante outorga de poderes à concessionária, caso em que será desta a responsabilidade pelas indenizações cabíveis;
X – estimular o aumento da qualidade, produtividade, preservação do meio-ambiente e conservação;
XI – incentivar a competitividade; e
XII – estimular a formação de associações de usuários para defesa de interesses relativos ao serviço.
Art. 30. No exercício da fiscalização, o poder concedente terá acesso aos dados relativos à administração, contabilidade, recursos técnicos, econômicos e financeiros da concessionária.
Parágrafo único. A fiscalização do serviço será feita por intermédio de órgão técnico do poder concedente ou por entidade com ele conveniada, e, periodicamente, conforme previsto em norma regulamentar, por comissão composta de representantes do poder concedente, da concessionária e dos usuários.
DOS ENCARGOS DA CONCESSIONÁRIA
Art. 31. Incumbe à concessionária:
I – prestar serviço adequado, na forma prevista nesta Lei, nas normas técnicas aplicáveis e no contrato;
II – manter em dia o inventário e o registro dos bens vinculados à concessão;
III – prestar contas da gestão do serviço ao poder concedente e aos usuários, nos termos definidos no contrato;
IV – cumprir e fazer cumprir as normas do serviço e as cláusulas contratuais da concessão;
V – permitir aos encarregados da fiscalização livre acesso, em qualquer época, às obras, aos equipamentos e às instalações integrantes do serviço, bem como a seus registros contábeis;
VI – promover as desapropriações e constituir servidões autorizadas pelo poder concedente, conforme previsto no edital e no contrato;
VII – zelar pela integridade dos bens vinculados à prestação do serviço, bem como segurá-los adequadamente; e
VIII – captar, aplicar e gerir os recursos financeiros necessários à prestação do serviço.
Parágrafo único. As contratações, inclusive de mão-de-obra, feitas pela concessionária serão regidas pelas disposições de direito privado e pela legislação trabalhista, não se estabelecendo qualquer relação entre os terceiros contratados pela concessionária e o poder concedente.
DA INTERVENÇÃO
Art. 32. O poder concedente poderá intervir na concessão, com o fim de assegurar a adequação na prestação do serviço, bem como o fiel cumprimento das normas contratuais, regulamentares e legais pertinentes.
Parágrafo único. A intervenção far-se-á por decreto do poder concedente, que conterá a designação do interventor, o prazo da intervenção e os objetivos e limites da medida.
Art. 33. Declarada a intervenção, o poder concedente deverá, no prazo de trinta dias, instaurar procedimento administrativo para comprovar as causas determinantes da medida e apurar responsabilidades, assegurado o direito de ampla defesa.
§ 1o Se ficar comprovado que a intervenção não observou os pressupostos legais e regulamentares será declarada sua nulidade, devendo o serviço ser imediatamente devolvido à concessionária, sem prejuízo de seu direito à indenização.
§ 2o O procedimento administrativo a que se refere o caput deste artigo deverá ser concluído no prazo de até cento e oitenta dias, sob pena de considerar-se inválida a intervenção.
Art. 34. Cessada a intervenção, se não for extinta a concessão, a administração do serviço será devolvida à concessionária, precedida de prestação de contas pelo interventor, que responderá pelos atos praticados durante a sua gestão.
DA EXTINÇÃO DA CONCESSÃO
Art. 35. Extingue-se a concessão por:
I – advento do termo contratual;
II – encampação;
III – caducidade;
IV – rescisão;
V – anulação; e
VI – falência ou extinção da empresa concessionária e falecimento ou incapacidade do titular, no caso de empresa individual.
§ 1o Extinta a concessão, retornam ao poder concedente todos os bens reversíveis, direitos e privilégios transferidos ao concessionário conforme previsto no edital e estabelecido no contrato.
§ 2o Extinta a concessão, haverá a imediata assunção do serviço pelo poder concedente, procedendo-se aos levantamentos, avaliações e liquidações necessários.
§ 3o A assunção do serviço autoriza a ocupação das instalações e a utilização, pelo poder concedente, de todos os bens reversíveis.
§ 4o Nos casos previstos nos incisos I e II deste artigo, o poder concedente, antecipando-se à extinção da concessão, procederá aos levantamentos e avaliações necessários à determinação dos montantes da indenização que será devida à concessionária, na forma dos arts. 36 e 37 desta Lei.
Art. 38. A inexecução total ou parcial do contrato acarretará, a critério do poder concedente, a declaração de caducidade da concessão ou a aplicação das sanções contratuais, respeitadas as disposições deste artigo, do art. 27, e as normas convencionadas entre as partes.
§ 1o A caducidade da concessão poderá ser declarada pelo poder concedente quando:
I – o serviço estiver sendo prestado de forma inadequada ou deficiente, tendo por base as normas, critérios, indicadores e parâmetros definidores da qualidade do serviço;
II – a concessionária descumprir cláusulas contratuais ou disposições legais ou regulamentares concernentes à concessão;
III – a concessionária paralisar o serviço ou concorrer para tanto, ressalvadas as hipóteses decorrentes de caso fortuito ou força maior;
IV – a concessionária perder as condições econômicas, técnicas ou operacionais para manter a adequada prestação do serviço concedido;
V – a concessionária não cumprir as penalidades impostas por infrações, nos devidos prazos;
VI – a concessionária não atender a intimação do poder concedente no sentido de regularizar a prestação do serviço; e
VII – a concessionária não atender a intimação do poder concedente para, em 180 (cento e oitenta) dias, apresentar a documentação relativa a regularidade fiscal, no curso da concessão, na forma do art. 29 da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993. (Redação dada pela Lei nº 12.767, de 2012)
§ 2o A declaração da caducidade da concessão deverá ser precedida da verificação da inadimplência da concessionária em processo administrativo, assegurado o direito de ampla defesa.
§ 4o Instaurado o processo administrativo e comprovada a inadimplência, a caducidade será declarada por decreto do poder concedente, independentemente de indenização prévia, calculada no decurso do processo.
§ 6o Declarada a caducidade, não resultará para o poder concedente qualquer espécie de responsabilidade em relação aos encargos, ônus, obrigações ou compromissos com terceiros ou com empregados da concessionária.
Art. 39. O contrato de concessão poderá ser rescindido por iniciativa da concessionária, no caso de descumprimento das normas contratuais pelo poder concedente, mediante ação judicial especialmente intentada para esse fim.
DAS PERMISSÕES
Art. 40. A permissão de serviço público será formalizada mediante contrato de adesão, que observará os termos desta Lei, das demais normas pertinentes e do edital de licitação, inclusive quanto à precariedade e à revogabilidade unilateral do contrato pelo poder concedente.
PREFEITO E GOVERNADOR, VOCÊS ESTÃO MAL ASSESSORADOS JURIDICAMENTE. SUA ASSESSORIA JURÍDICA ESTÁ GANHANDO SEM TRABALHAR.
EU QUERO PARTICIPAR – EU VOU PARTICIPAR E VOU DEMONSTRAR TODA MINHA INDIGNAÇÃO POR ESSA GESTÃO PÚBLICA CORROMPIDA, FRAUDULENTA E FALIDA.
VAMOS À LUTA.
POR TARIFAS JUSTAS – TRANSPORTES PÚBLICOS DIGNOS – JUSTOS – CONFORTÁVEIS, SEGUROS E CONTÍNUOS.
NOSSA LUTA É DIGNA E JUSTA.
UTILIZAMOS AS ARMAS QUE NOS SÃO ASSEGURADAS POR DIREITO
NOSSA MANIFESTAÇÃO E REAÇÃO SÃO PROPORCIONAIS A AGRESSÃO SOFRIDA E AO DIREITO VIOLADO.
ISTO NÃO É APOLOGIA AO CRIME OU BADERNA
É EXERCÍCIO E PRÁTICA DA CIDADANIA.
É LIBERDADE E DIREITO DE MANIFESTAÇÃO E EXPRESSÃO.
É SAGA POR MANUTENÇÃO E CONQUISTA DE DIREITO.

ANTONIO GILSON DE OLIVEIRA
PRESIDENTE DA:
ASPAS
ASSOCIAÇAO DOS PASSAGEIROS
aspasassociacaodospassageiros@gmail.com
antoniogilsondeo@gmail.com
http://www.antoniogilsondeo.blogspot.com

humor

Como quem filmou diz: “rará!”. Policial quebra vidro de viatura durante protesto

Vídeo gravado na manifestação do dia 13/06/2013 contra o aumento das passagens de Ônibus, Metrô e Trem. Em São Paulo, na Consolação.